Mestre finalmente conseguimos colocar o teu video no ar com as legendas em português.
Espero que gostes, vou esta noite ainda colocar em outros servidores.
Gostaria de contar com a participacao dos nossos colegas para partilhar o video em sites, facebook, twitter, blogs…
Saudades tuas, abraços Mestre querido.
Gustavo de Londres
Que belo vídeo! Esse pequenos tem realmente muito a nos ensinar. Outro dia um amigo compartilhou um vídeo, e quando assisti pensei em você.
Essa reportagem conta a história surpreendente de uma real amizade! Só assistindo mesmo para entender…
(caso esse não funcione, segue abaixo o link direto)
De fato, a nossa espécie tem ainda muuuito o que aprender.
Olá mestre, tudo bom?
Vi este video hoje e gostaria de compartilhar com você e todos que acompanham o seu blog. Espero que goste.
Beijinhossss
Essa cadelinha tem uma grande lição a ensinar aos seres humanos, especialmente àqueles que têm tudo para ser felizes e vivem chorando e se lamuriando. Temos mais é que ser felizes e contentes, e dar graças por termos tudo o que temos. DeRose
Temos a mania de manifestar a síndrome do “eu sou pobre, pobre, pobre de Marais je suis“. E, portanto, precisamos utilizar todos os espaços disponíveis. Não conseguimos deixar espaços em branco, respiros elegantes e margens generosas. Não conseguimos deixar de poluir nossos impressos, textos, seja lá o que for. Eu também padeço dessa síndrome. Mas estou me curando bem rápido. Na verdade, com meus quase setenta anos de idade, estou evoluindo mais rápido que a moçada de vinte, trinta e quarenta. Já expliquei várias vezes à nossa agência que quero uma arte com muitos espaços, respiros e margens, mas os executivos não conseguem compreender isso e continuam insistindo em empapuçar os espaços disponíveis com corpos de letra e imagens grandes demais.
Talvez, assistindo o vídeo abaixo consigamos compreender melhor a que me refiro. Assista, medite, assista de novo, medite outra vez. Assista pela terceira vez e dê uma marretada na moleira para ver se entra!
Número de animais mortos no mundo pela indústria da carne, leite e ovos, desde que você abriu esta página. Esse contador não inclui animais marinhos, porque esses números são imensuráveis.