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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 | Autor: DeRose

Quando é Preciso Ser Forte é o nosso livro mais relevante. Se você quiser conhecer nossa trajetória desde o início, quais foram meus Mestres, erros e acertos, aprendizado, correções de curso, evolução da proposta, elementos biográficos, viagens, família e – além disso tudo – ensinamentos para a vida, é fundamental a leitura do Ser Forte. Não é um livro de Yôga. É uma obra sobre filosofia, história, ética, empreendedorismo, Índia, romance, drama e bom-humor. Acima de tudo, é uma leitura fluida e agradável. Muitos leitores declararam que não conseguiram parar de ler até chegar à conclusão.

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010 | Autor: DeRose

Telefone antes, para confirmar

Quantas viagens perdidas, só porque você não telefonou antes, não é mesmo? Uma vez foi aquele fornecedor que marcou de lhe entregar a mercadoria numa data, mas quando você chegou lá… nécas de bitibiriba. Outra vez, foi o compromisso agendado com antecedência, mas ao comparecer você constatou, desolado, que a outra parte se esquecera. E isso se repetiu com a costureira ou alfaiate, com a gráfica, com os clientes, com os amigos e até com a namorada ou namorado. Mas você nunca aprendeu a telefonar previamente, religiosamente, para confirmar antes de sair de casa. Quem sabe, lendo este livro, você passa a telefonar antes para confirmar?

Telefone depois, para confirmar

Quantos atritos surgiram porque o amigo ou profissional não respondeu a um e-mail? São tantas as variáveis! É o computador que está quebrado, o modem que deu defeito, o endereço que mudou, o usuário que não teve tempo de olhar ou… ocorreu mau funcionamento naquela peça que fica entre o teclado e a cadeira.

Quando enviar e-mail, não confie cegamente que o destinatário recebeu. Trata-se de uma tecnologia muito primitiva. Uma boa idéia, mas que só funciona se você telefonar e perguntar:

– Recebeu?

– Recebi.

– Mas abriu e leu?

– Anh? Ah! Não, não tive tempo.

Com esse pequeno cuidado você vai descobrir que uma quantidade inimaginável de e-mails se perde no limbo virtual. E, como quem está no limbo não pode entrar no reino dos céus, você acaba perdendo negócios, amizades e amores por confiar ingenuamente que bastou enviar e todo o mundo recebeu de fato.

Além disso, por que enviar e-mail se já inventaram o telefone que funciona muito melhor? Você tem a certeza de que a pessoa recebeu a mensagem, ela já respondeu e ela também tem a certeza de que você a recebeu. Tudo resolvido instantaneamente, com o apoio do tom de voz que tempera com amizade qualquer negócio, acordo ou projeto. Depois, o e-mail servirá apenas para formalizar por escrito o que já está acertado.
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sábado, 19 de dezembro de 2009 | Autor: DeRose


Nunca perca contato visual com a sua bagagem. Há mais de trinta anos eu viajo sistematicamente para países próximos e distantes, das Américas, Europa e Ásia. Jamais me furtaram coisa alguma.

Nos aeroportos existem quadrilhas especializadas em roubar as malas que são despachadas. A maioria trabalha do lado de dentro. Em viagens diretas, eles têm que trabalhar rápido para sumir com a mala ou para abri-la, mas eles têm experiência. Por outro lado, nas viagens com escala, em que você tem que descer de um avião e embarcar noutro – e suas malas também – eles trabalham mais sossegadamente. Primeiro, porque dispõem de mais tempo. Depois, porque você nunca poderia afirmar com certeza em que aeroporto ocorreu o furto.

Sempre que viajo acompanhado presencio os amigos despachando tudo, pelo ilusório conforto de embarcar com as mãos abanando. Várias vezes testemunhei o resultado: chegando ao destino, a bagagem roubada ou extraviada, meus amigos não tinham nem uma muda de roupa. Nada!

Mas não é só a mala despachada que vira fumaça. Basta olhar para o lado e adeus bagagem. Levando grupos de amigos para a Índia, percebi porque as pessoas são furtadas. A maioria se virava de costas para a bagagem para falar com alguém, olhar alguma coisa que lhes chamara a atenção ou para responder a algum espertinho contratado para desviar suas vistas da mala. Felizmente, eu estava por perto para evitar que o distraído ficasse sem a equipagem.

O truque é nunca perder contato visual com a sua mala. Mas melhor mesmo é jamais perder contato físico. Tem que fazer check-in? Ponha o pé em cima da mala. Vai tomar um lanche no bar ou pagar algo no caixa? Pé em cima da mala. Vai esperar o próximo vôo, sentado mais ou menos confortavelmente, num marasmo que pode dar sono? Recoste-se sobre a mochila, enrosque a alça da bolsa no seu braço, apoie-se na mala de tal jeito que se alguém a mover você caia.

Nos restaurantes, tanto em viagem quanto na sua cidade, mantenha a bolsa não apenas à vista, mas presa da melhor forma possível no encosto. Se alguém tentar levá-la embora, a cadeira vai junto.

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 | Autor: DeRose

Prefácio

Um dia deparei-me com uma chocante verdade: nasci no século passado! Está bem, não só eu como todos os habitantes do planeta que nasceram até o raiar do ano 2001. Mas o fato é que mais de 60 anos de vida ensinam muita coisa.

De uns tempos para cá comecei a notar que para tudo sobre o que as pessoas me consultavam eu tinha uma regra ou conselho decorrente de experiências já ocorridas comigo nas mesmas circunstâncias uma porção de vezes. Era como se eu já tivesse visto aquele filme e soubesse exatamente como iria terminar.

Então, comecei a escrever os conselhos ou observações que eu tinha para repartir com quem vinha conversar sobre seus negócios, sua família, sua saúde, sua questões afetivas…

Muitas coisas que a vida me ensinou, já coloquei em outros livros. Assuntos referentes à etiqueta. reuni no livro Boas Maneiras. Palavras que falam ao coração, publiquei no Mensagens. Conselhos sobre casamento escrevi no Alternativas de relacionamento afetivo. Conceitos e técnicas a respeito de sexualidade, editei no livro A sexualidade sacralizada. Reflexões e insights sintetizei no Sútras – máximas de lucidez e êxtase. Temas referentes a uma vida riquíssima de experiências, viagens e fatos que dariam vários filmes, compilei na autobiografia Quando é Preciso Ser forte. Técnicas para maximizar a saúde e o autoconhecimento, reuni no Tratado de Yôga. Mas ainda havia muita coisa para ensinar e que não se encaixava em nenhum dos títulos acima.

Todo esse material eclético, eventualmente engraçado, mas essencialmente escrito para facilitar a sua vida, poupar o seu dinheiro e decepções, salvar seu casamento e suas amizades, evitar acidentes e processos criminais, minimizar a ocorrência de assaltos, furtos e agressões, tudo isso veio para este volume. Se você já nasceu com 50 anos de idade bem vividos e viajados, talvez este livro não tenha muito para lhe ensinar. Mas… vou-lhe confessar uma verdade: até eu preciso lê-lo de vez em quando para não repetir erros cometidos no passado. Afinal, ninguém erraria se ouvisse os próprios conselhos. Dizem que se conselho fosse bom ninguém dava de graça. Então, tudo bem: compre o livro!

A capacidade de autocura do organismo

Uma das coisas que a vida me ensinou foi que o corpo se cura sozinho na maior parte das ocorrências. Corremos para os remédios em busca de apoio e ajuda, mas o organismo, muitas vezes, teria conseguido curar-se sem a necessidade deles. Não estou falando do efeito placebo. Estou me referindo ao processo natural de reação e autocura. A homeopatia diz: Similia similibus curantur. DeRose redargue: Natura naturibus curantur.

Você já notou que algumas pessoas bem idosas declaram que nunca foram ao médico? E outras que vivem tomando remédios continuam doentes e, com frequência morrem cedo?

Certa vez, numa consulta médica, ao ver que os remédios receitados eram meio fortes e muito químicos, perguntei ao clínico se ele não conhecia outro meio de resolver o problema. Ele me disse que sim, tomando chazinhos medicinais da nossa flora, pois fariam o mesmo efeito. Ou, ainda, poderia ir à praia, caminhar a pé, fazer amor, praticar Yôga! Questionei, então, porque havia me receitado toda aquela parafernália química e ele justificou declarando que os pacientes em geral cobram isso do médico e que se o profissional não receitar os produtos da indústria farmacêutica, o cliente acha que trata-se de um mau médico e troca-o por outro que recomende bastante remédio.

Anos depois, minha esposa ficou grávida e passei a ir com ela mensalmente ao ginecologista. Ao longo dos nove meses de gestação, notamos que a qualquer sintoma mencionado pela paciente, o médico dizia:

- Está muito bem.

E não dava nenhuma medicação. No último mês confessei-lhe uma certa perplexidade, pois se o corpo da paciente podia resolver sozinho os problemas que iam surgindo, poderíamos ter economizado nove consultas. A resposta que esse ginecologista me deu foi semelhante à anterior e acrescentou que o organismo se cura sozinho de quase tudo. Mas, quando medicado, o paciente atribui a cura à eficácia do remédio e à competência do médico.

Por outro lado, quanta gente nós conhecemos que à primeira sugestão de que se submeta a uma cirurgia, corre para a sala de operações, especialmente se tem um seguro saúde que cubra tudo. Pergunto ao leitor: como está a saúde dessas pessoas? Está melhor do que a sua ou a minha? Ou está bem pior?

Note bem: não estou condenando as cirurgias ou medicamentos necessários. Procuro apenas salvar a sua vida, propondo que ao invés de levar uma facada na barriga e outra no bolso, você repense cem vezes. Uma cirurgia pode lhe custar muitas dores, pode dar errado e pode resultar em acidentes cirúrgicos, choques anafiláticos, paradas cardíacas, enganos do instrumentador, infecção hospitalar ou até falecimento na mesa de operação. Medicamentos desnecessários podem gerar efeitos colaterais, intoxicações medicamentosas, dependências etc.

Repito para que fique bem claro: se precisar, tomarei remédios e aceitarei a contra-gosto uma cirurgia. Mas antes tentarei tudo o que for possível, começando por uma alimentação tão mais rígida quanto mais radical for a circunstância.

Alimentação saudável, mudança de ares, férias, carinho, sexo, alegria, mudança de profissão, podem salvar a sua vida. Ou podem ampliar expressivamente a sua expectativa de vida. E se nada disso funcionar, pelo menos você terá se divertido bastante e terá sido feliz o tempo de vida que ainda lhe restar.

Basicamente, com relação a este tema, o que a vida me ensinou é que a natureza cura. Só precisa de tempo e de uma ajudinha, reduzindo os estímulos prejudiciais.

Quando você tiver algum problema de saúde, além de consultar o seu médico e mais uma segunda opinião (e uma terceira, quarta, quinquagésima…) é importante consultar também as pessoas que já passaram por problemas semelhantes. É curioso, mas os que sofreram do mesmo mal podem lhe dar dicas que os médicos, incompreensivelmente, ignoram.

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

Dias 23, 24 e 25 de outubro

Pela primeira vez o evento Insights será realizado em São Paulo, para facilitar a participação de instrutores de todo o subcontinente.

Insights é um evento exclusivo para instrutores de unidades credenciadas e tem o objetivo de aprimoramento profissional, pedagógico, ético, filosófico, técnico, administrativo e financeiro.

Trabalharemos juntos pelas três diretrizes prioritárias da nossa instituição cultural:

1) Formar mais instrutores (bons instrutores), que é a nossa missão maior.

2) Aprender a escrever livros (bons livros) e publicá-los efetivamente.

3) Consolidar cada vez mais a boa imagem da nossa marca.

Este ano, a renda do Insights será revertida em benefício do FDI. Portanto, também por esse motivo, não deixe de prestigiá-lo.

Contudo, esse não é o único motivo para inscrever-se. Temos observado ao longo dos anos que os instrutores mais bem sucedidos são os que participam dos eventos destinados ao aprimoramento profissional Insights e Matando um leão por dia. O que, aliás, é óbvio.

Os que dizem que não puderam comparecer porque não tinham dinheiro, entram em um círculo vicioso: não participam por não ter recursos e por isso não aprendem a gerar recursos. Continuam ganhando mal. Instrutor que ganha mal está prejudicando o seu aluno, pois não consegue investir em cursos de aperfeiçoamento, viagens, eventos de crescimento profissional, reuniões relevantes e outras atividades que fariam dele um melhor instrutor e, consequentemente, permitiriam trabalhar melhor em prol do seu aluno.

Assim sendo, você que é aluno, incentive o seu instrutor a participar do Insights. Você também será beneficiado.

Agradecemos comovidos aos companheiros Prof. Ricardo Mallet e Instr. Fabiano Gomes, ambos de Porto Alegre, pelo espírito de equipe ao ceder o evento ao Conselho Administrativo para que ele pudesse ser realizado em um estado mais central e, assim, beneficiasse a mais colegas das demais cidades. Como todos sabem, o Insights foi criado pelo Mallet e ultimamente vinha sendo administrado pelo Fabiano. Os frutos colhidos por todos nós serão sempre graças ao mérito desses dois guerreiros da Nossa Cultura: Mallet que está conosco há mais de vinte anos e Fabiano, que vem todos os meses a São Paulo para manter a proximidade e a sintonia com a Sede Central e com o seu Supervisor.

Atenção: As inscrições no Insights, bem como em todos os nossos eventos, só podem ser efetuadas pelo Diretor da unidade credenciada à qual o instrutor estiver vinculado.

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terça-feira, 1 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

Sexta-feira fizemos a noite de autógrafos do livro Viagens à India dos yôgis com palestra e uma linda coreografia do instrutor Vivas. Foi um sucesso!

Sábado tivemos um cursaço de cinco horas ininterruptas de duração e ninguém queria que acabasse. O tema era meditação, mas é claro que falamos de tudo e mais alguma coisa. Compareceram alunos e instrutores de Florianópolis, São José, Balneário Camboriú e outras cidades, além dos de Joinville. Só de Blumenau não veio ninguém. Precisamos incentivar os instrutores do estado a que instalem umas duas ou três unidades credenciadas em Blumenau.

À noite tivemos um jantar exclusivo para Diretores de escolas do Método, em um restô super chic e aconchegante, o Bistrô Mama Lu, com receitas de um chef de primeira grandeza. O chef André Luiz deu um show de alta cozinha. Mas foi caaaro!… Imagine R$120 por pessoa, sem carnes, sem vinhos e sem sobremesas. Muito mais caro que São Paulo.

Joinville é uma das mais importantes cidades do estado de Santa Catarina, no Sul do Brasil. De imigração alemã, notam-se aqui e acolá resquícios da arquitetura germânica tradicional. No entanto, curiosamente, no nosso curso os sobrenomes dos alunos eram majoritariamente italianos. Os estados do Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) no inverno sabem ser frias. Em SC está São Joaquim, onde costuma nevar com frequência.

Domingo tivemos Iniciação à meditação de terceiro grau e abertura do ájña chakra. Em todos os cursos, tanto os alunos quanto os instrutores me deixaram muito bem impressionado. Todos foram extremamente participantes, interessados, receptivos e carinhosos. Gente jovem, bonita, saudável, sarada, educada, culta – como deve mesmo ser a nossa gente.

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009 | Autor: DeRose

Foram três dias de estudo, práticas, vivências, companheirismo, coreografias de tirar o fôlego, um friozinho gostoso e comidinhas capazes de converter em vegetariano entusiasta o mais fanático comedor de cadáveres. Dei um curso sobre meditação que os mais antigos, como o Joris Marengo e o Edgardo Caramella, declararam que nunca antes havia sido dado, com informações inéditas. Muitas reuniões fecundas, muitas conversas informais, muitas amizades reforçadas.

Depois das coreografias, o Festival nos brindou com um desfile das roupas produzidas pelos mais diversos instrutores e alunos das nossas escolas. Ficamos fascinados com o bom-gosto e altíssimo padrão. Dava para perceber que o nosso público evoluiu bastante e hoje exige, acima de tudo, qualidade e bom acabamento nos produtos (assim como nos serviços). As escolas que optaram por produzir roupas, tanto as de prática, quanto as de uso no dia-a-dia, vão suprir essa demanda para todo o Brasil e para os demais países que fazem parte da nossa Jurisdição das Américas e Europa. Há alguns meses, um ex-colega que deixou a rede DeRose por motivo de força maior, pouco tempo depois acabou por fechar sua escola e abandonou a profissão. Na época, ele comentou que a maior besteira que cometeu foi ter saído da rede e que se não tivesse saído estaria muito mais feliz e bem de vida. No festival, nós compreendemos o porquê.

No sábado tivemos noite de autógrafos de quatro lançamentos: o livro de alimentação vegetariana, da Rosângela de Castro; o livro de mantras, de Ricardo e Caio Melo; o livro de poesias do Fábio Euksuzian; e o meu, de viagens à Índia. Só em um evento da nossa família poderia ocorrer o lançamento simultâneo de quatro livros novos, todos de instrutores do Método. Tive oportunidade de perguntar apenas aos autores do livro de mantra quantos exemplares venderam. Foram mais de 400 exemplares! Isso, com a concorrência concomitante dos outros três! Nenhum autor lá fora tem tanto sucesso. Isso ainda não é nada comparado com as dezenas de milhares de exemplares que poderão ser fornecidos às escolas da nossa rede internacional.

No salão principal, onde ficam os stands e também onde a moçada permanece entre uma atividade e outra, ou simplesmente para descansar, rodou ininterruptamente o vídeo da entrevista realizada em Portugal. Uma entrevista de uma hora de duração, sem que a palavra Yôga tivesse sido pronunciada nem pelo entrevistador, nem pelo entrevistado. E, tampouco, termo algum de sânscrito, nem conceito algum esterotipado. Essa matéria foi feita para mostrar aos nossos instrutores, aos nossos alunos, e aos entrevistadores de todos os países que temos muito a dizer sobre a Nossa Cultura e que não precisamos nos ater aos velhos e batidos estereótipos. E, se ficou interessante? Basta dizer que o maître do hotel queria comprar uma cópia!

O tema deste evento foi:

Os que dizem que não gostam de nós sempre são os que não nos conhecem, os que não leram nenhum livro do DeRose, os que não o conheceram pessoalmente. Os que nos conhecem, imediatamente mudam de opinião e passam a gostar de nós.

 Assim sendo, a missão transmitida foi a de que os nossos alunos e instrutores informem o mundo exterior (familiares, amigos, mídia) sobre:

- Quem somos nós, realmente;

- O que ensinamos;

- A que nos propomos.

Tudo isso, sem mencionar nenhuma palavra que possa conduzir a falsos estereótipos, preconceitos e discriminações.

Os que lá estiveram, saíram com a convicção da importância de divulgar a Nossa Cultura. Espero que cada leitor deste blog assuma a mesma missão.

Para auxiliá-lo nesse tarefa, postamos a entrevista acima mencionada, a fim de que você possa fornecer o link  às pessoas, para que a assistam. Foi instalado um dispositivo permitindo que você, além de indicar o link, também possa fazer download para exibir em reuniões especialmente organizadas com esse objetivo ou, ainda, gravar CDs para presentear os amigos e a mídia.

Essa entrevista precisa ser muito divulgada para todos os seus amigos, parentes e meios de comunicação, para que entendam o que é o Método DeRose. E para que, se vierem nos entrevistar, possamos dialogar sobre temas realmente abrangentes e relevantes.

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sábado, 15 de agosto de 2009 | Autor: DeRose

Rio Grande do Sul, nação poderosa, de tradições fascinantes, povoada por gente linda e detentora de uma língua carismática.

Estamos em Porto Alegre. Ontem fizemos uma noite de autógrafos do livro Viagens à Índia dos yôgis com a grata presença dos meus amigos de Pelotas, Caxias, Bento Gonçalves, Rio Grande, Cruz Alta e outras cidades, além da capital, é claro. Foi um sucesso! Esgotamos o lote de livros que havíamos trazido. Se houvesse mais, teríamos autografado mais.

Depois do lançamento, tivemos um curso: Colóquio sobre formação profissional. Turma lotadíssima, o que me deixou bem feliz, pois demonstrou o interesse dos alunos pela nossa carreira.

Hoje, teremos os cursos: Iniciação à meditação de terceiro grau e Abertura do ájña chakra, só para instrutores. Antes do curso uma homenagem ao bom amigo Prof. Mallet pela nobreza de espírito e excelente trabalho realizado à frente da Federação de Yôga do Rio Grande do Sul.

Amanhã, o curso Iniciação ao ÔM, também só para instrutores.

Durante todo o tempo, a alegria contagiante dos gaúchos, suas boas risadas, muito carinho e comidinhas cativantes. E muito chimarrão, tchê!

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sexta-feira, 7 de agosto de 2009 | Autor: DeRose

Tivemos a noite de autógrafos do meu livro Viagens à Índia dos yôgis, hoje dia 7 de agosto de 2009, na Sede Central de São Paulo. Não avisamos com mais antecedência aqui no blog, nem enviamos convites, porque costuma comparecer tanta gente que chega a quase parar o trânsito na frente da escola e muita gente não consegue sequer subir para o Salão Nobre. Por isso, para não deixarmos as pessoas entristecidas por terem comparecido e não haverem conseguido entrar na casa, preferimos só divulgar depois que o evento já terminou.

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sexta-feira, 7 de agosto de 2009 | Autor: DeRose
 

 

Rogério Chimionato – Método DeRose Centro Cívico

Se fôssemos seguir à risca todas as recomendações dos médicos, teríamos que voltar a comer carne, pois a maioria deles a considera imprescindível.

O vídeo a seguir, em inglês e sem legendas, contém uma entrevista com uma vegetariana estadunidense de 70 anos (!) que foi eleita como a “PETA’s Sexiest vegetarian over 50″.

Abraços!!!

Rogério Chimionato

 

 

Ana Ribeiro

Olá Mestre,

Concordo e assino por baixo. De há uns 5 anos até hoje que tenho viajado bastante e não posso imaginar como teria sido a minha vida se não tivesse viajado tanto. Conhecer outras culturas e outras formas de viver faz-nos crescer muito, alarga os nossos horizontes e estimula a nossa imaginação. Quanto à leitura curiosamente comecei a ler muito mais quando comecei a viajar. Todos os minutos que por vezes eram horas esperando o avião partir, aproveitei para ler mais e mais. Curiosamente os livros que mais gosto, depois dos da Nossa Cultura, são precisamente os que contam histórias passadas em outros lugares, muitas vezes envolvendo eles mesmo viagens.

Aproveito para deixar um link para um video de um cartoon que demonstra que não somos de facto carnívoros.

 

Beijinhos e abraços fortes cheios de saudades
Ana Ribeiro
Lisboa

marcos.pletsch

Querido Mestre

Deixo o link de uma matéria sobre alimentação.

O que já se sabia dentro do nosso método está cada vez mais confirmado com este estudo atual.

http://www.nutritotal.com.br/notas_noticias/index.php?acao=bu&id=394

Um grande abraço e um beijão!!

Marcos Pletsch – Unidade Bento Gonçalves – RS

Alexandre Montagna

Mestre, veja que interessante este texto sobre a memória do boi no matadouro. O post é de Lawrence Estivalet, extraído do blog pelotense Defensores dos Direitos Animais. O negrito foi por minha conta.

“Um etólogo (psicólogo de animais) examinou a memória de um boi, que após dois anos não havia esquecido o que havia visto no matadouro.

O psicólogo de animais Patfield comprou um bezerro e um boi em um matadouro em Chicago. Antes, havia combinado que ambos os animais fossem “presenciar” a matança de 150 bois. Em seguida, foram colocados em um caminhão e levados para um pasto com estábulo, que Patfield havia alugado. Patfield conseguiu que cinco abatedores que trabalharam no matadouro de Chicago fossem mostrados, seguidamente, ao bezerro e ao boi durante a matança. Ao longo de dois anos seguintes, os dois animais adquiridos do matadouro não tornaram a ver os abatedores.

Enquanto o boi ficou sozinho, o bezerro foi incorporado, após um ano, a um rebanho. Antes, Patfield lhe havia feito grandes marcas nas orelhas.

Após dois anos, o etólogo convidou os abatedores e os levou de carro até o pasto, onde o boi calmamente estava deitado na relva. Quando os homens desceram do carro, o boi se espantou. Levou apenas 12 segundos. Em seguida, enfureceu-se, devastou o estábulo e jogou-se contra a cerca alta e forte de arame, onde caiu ferido. Ele gemia e urrava de medo, ao ver os homens se aproximarem.

No rebanho (no pasto), o bezerro marcado foi o único que fugiu quando se aproximaram os cinco homens que estavam gravados em sua memória. Ele desembestou em pânico. Esperaram, de propósito, 24 horas para procurar o animal. A equipe de busca encontrou o bezerro após cinco dias, a uma distância de 190 km, onde havia se juntado a um rebanho estranho. Havia perdido 55 kg do seu peso.”

Fonte: Informationskreis gegen
Tierversuche, Konstanz, Suíça

Olá. Vi esta notícia e achei interessante partilhá-la. É sobre uma mulher que viveu na Faixa de Gaza (isso mesmo) durante 110 anos. Segundo o neto dela a senhora era forte e lúcida até o dia de sua morte. Ele diz que tamanha longevidade e força era devido ao fato dela ser vegetariana.
Forte abraço.
http://br.noticias.yahoo.com/s/02112009/40/mundo-morre-gaza-mulher-110-anos.html

Instrutora Thais Lopes
 

E agora um outro texto para compartilhar com vocês…

A melhor alimentação, é a ovolactovegetariana. Pois para o praticante conseguir realizar diversas técnicas mais aprofundadas no Yôga, deve-se estar limpo, de dentro para fora. Sem contar que as carnes em geral trazem dor e sofrimento. Pois o animal que morre, também possui corpo emocional. E carrega consigo em sua morte estas impressões. A vontade de viver está latente em todo ser vivo. E matar algo para comer não faz parte da nossa espécie. Basta colocar uma vaca e um porquinho à sua frente. Colocar uma faca em sua mão. Trancá-lo em uma sala e falar a você: Mate estes animais, ou opte por uma maçã que tenho aqui em mãos. Pois bem… Tenho certeza que sua opção não seria o assassinato. E tenho mais certeza ainda que você não salivaria ao ver a pobre vaquinha e o pobre porquinho, vivos à sua frente. Ainda mais se eu lhe contar que eles possuem os mesmo sentimentos que o seu cachorrinho ou o seu gatinho…
Ah… E os peixinhos? São tão saudáveis… Tanto que são os primeiros a estragar em seu lindo corpinho. Os peixes possuem mais putreficina e carnificina do que os outros animais que você está habituado a comer quando mortos. Vamos fazer um teste? Imagine-se na feira próxima à sua casa. Em frente à barraca que vende peixes. E então exatamente ao meio dia, faça uma inspiração profunda e sinta aquele odor maravilhoso de peixe podre. E olha que aqueles peixes ainda estão ali fresquinhos… E você pode observar as pessoas comprando-os à sua frente… E eles? Também não tinham a mamãe peixe e o papai peixe? Também não queriam viver para permanecerem com as suas famílias? Ou vai me dizer que você adora a natureza… Ah o mar… Como são lindos os peixinhos… Os golfinhos, os salmõezinhos, e você se torna um tubarãozinho… Que mata os pobres peixinhos para comê-los, muitas vezes ainda crus… e quanto mais frescos melhor!!! Pois estragam bem rápido não… É exatamente isso… Estragarão muito mais rápido dentro de você… E produzirão tantas toxinas quanto o resto dos animais que você costuma comer, ou mais…
Ah, mas e os camarões… tão caros… bom… preciso explicar que eles são os lixeiros do mar? Hum… agora você entende perfeitamente o porquê que as pessoas mais sensíveis possuem alergia por comê-los…
Mas será que vou ficar fraco sem comer carnes? E sem a tradicional “Mistura”, vou comer o que?
Garanto que a sua alimentação vai ficar muito mais rica e saudável. Pois você terá uma maior variedade de cores e sabores em seu prato.
Aquele gosto forte de carne, que lhe tira o paladar verdadeiro dos outros alimentos não estará mais presente. E você saberá definir exatamente com um paladar muito mais refinado todos os gostos de tudo que estará em seu prato.
Uma alimentação com vida. Com energia. Com Prána, bioenergia proveniente do Sol.
Imagine a grande diferença de alimentar-se com vida, ou com morte.
Vá naquela mesma feira e veja que linda a barraca de frutas, sinta os aromas, veja a beleza das hortaliças, dos legumes, das ervas e temperos. E mais adiante passe na barraca que vende carnes, lingüiças, mortadelas, presuntos, e sinta este cheiro de morte. De putrefação. E procure observar que o presunto que está ali, fora um dia um porquinho, e as costelas, foram um dia uma vaquinha, e que o franguinho, foi um dia um pintinho lindo, que cortaram o bico, prenderam em uma jaulinha, deram ração com hormônios e antibióticos para ele crescer forçosamente mais rápido, e ser logo abatido para chegar ao seu prato.
Aproveite estas dicas e inove o seu jeito de pensar. Permita-se escolher os alimentos que farão parte de você. Você escolhe de uma forma consciente o que quer colocar dentro do seu corpo.
E tenha orgulho em dizer: eu não faço parte desta matança. Posso não ser “todo o mundo”, e por isso mesmo é que sou única e diferente. Pois a minha parte eu farei nesta mudança.

  

Thiago Madruga

Oi Mestre,

Acho que os Coreanos e Chineses precisam ver o vídeo que está no final desse texto e rever seus conceitos de cultura, uma vez que lá comem carne de cachorro, além de outras carnes também. Ainda bem que o povo brasileiro, jamais aceitaria colocar no seu prato e comer, alguém que sustenta o título “o melhor amigo do homem”.

Cultura é uma coisa engraçada, como se tivesse diferença da vaca para o cachorro. São animais, sentem dor e morrem, são todos iguais. Perante a um acidente ou morte, sentem muito mais dor, porque são muito mais sensíveis que nós, já que dependem de instinto e sentidos aguçados para sobreviverem. Além de terem emoções, inteligência, senso de trabalho em equipe e compaixão com os demais seres

Esse vídeo mostra um cachorro que foi atropelado na rodovia e um outro cachorro entra no meio da pista, que está muito movimentada, fazendo um resgate. Ele consegue o perigoso e difícil trabalho de tirar seu amigo do meio da pista e levar até o acostamento. Repare que ele foi tão inteligente na hora de resgatar, que não arrastou com a força da boca, para não machucar e ferir mais o pobre coitado, mas sim com a força das patas!

Link do vídeo -> http://www.youtube.com/watch?v=eDJM-gNNKGU

Abraços

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