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segunda-feira, 30 de agosto de 2010 | Autor: DeRose

Luiza Baviera

Mestre, seu blog é tudo de bom! Faz a gente refletir nas coisas simples da vida. E esse vídeo do programa da Oprah é um exemplo de superação que só fortalece nossa integração com os animais. Mas eu acho que a nossa sociedade ainda precisa evoluir muito nessa relação bicho x homem. Aqui no Brasil há milhões de protetores dos animais, feiras de doações, campanhas de castração e algumas iniciativas que protegem de verdade a vida animal. Tem até um abaixo-assinado virtual do Tripoli, um político do bem, que pede apoio na aprovação do Código Federal de Bem Estar Animal. Precisamos participar desse tipo de atitude! Não custa nada ajudar: http://www.leideprotecaoanimal.com.br/

Continuo admirando seu lindo trabalho. Obrigada.

segunda-feira, 19 de julho de 2010 | Autor: DeRose

A garotada ressucitou um jogo chamado “Assassino”, em que a comunidade dos que estão jogando precisa encontrar o dito-cujo. O maior ensinamento desse jogo é a tomada de consciência de que o ser humano tende a tachar uma pessoa, por qualquer motivo real ou imaginário, e para sempre ela carregará essa peja, seja justa ou injusta.

No jogo em questão, a quem calhou por sorteio ser o assassino em um jogo anterior, passa a ser morto na primeira rodada nos jogos seguintes, mesmo que ocorram em outros dias. Ora, todos sabem intelectualmente que a chance de calhar mais de uma vez essa qualificação por sorteio sobre a cabeça da mesma pessoa é muito improvável. No entanto, emocionalmente, todos olham para o colega e vêem nele o famigerado assassino da brincadeira anterior. Por isso, eu apenas assisto, mas não entro no jogo. Isso não quer dizer que o censure: ao contrário, acho-o muito divertido e recomendo que as escolas o adotem como meio eficiente de reforçar os vínculos de amizade.

Da mesma forma como no jogo, a opinião pública e a Imprensa, quando encasquetam que você é isto ou aquilo, mesmo que você não o seja, vai dar muito trabalho para convencer as pessoas da verdade. É que a inverdade tornou-se a percepção, e a percepção do observador é sempre aureolada como verdade.

Moral da história: façamos todos um trabalho extremamente sério, exerçamos em nossa vida pessoal uma honestidade fundamentalista e conquistemos a todos com a nossa simpatia, cavalheirismo e generosidade. É preciso que mesmo os instrutores mais novos e até os alunos reconheçam a importância de cultivar uma boa imagem em todos os lugares, com todas as pessoas.

Ah! E joguem mais “Assassino”!

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Mais um exemplo de estigma: o ator sueco Max von Sydow, que havia participado de quase todos os filmes de Ingmar Bergman, aceitou com 40 anos de idade representar o padre do antológico filme “O Exorcista“, maquiado para parecer que tinha 75 anos. O resultado foi que nenhum estúdio mais o chamou para trabalhar, porque ele ficou estigmatizado por ser velho… coisa que ele não era!

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Pois é, Mestre. Você foi a primeira pessoa que alertou-me, há muitos anos atrás, que verdades, são em sua esmagadora maioria, apenas visões, interpretações pessoais dos fatos, não coincidindo, quase nunca, com a realidade.

Todos nós, o tempo todo, estamos olhando os fatos segundo os nossos pontos de vista, e portanto, passíveis de distorcer os fatos, e o que é pior, sem nos darmos conta disso!

Para exemplificar, tenho um amigo, uma pessoa pública, muito famosa e que conheço há mais de 35 anos. É uma pessoa seriíssima, correta e honesta. Sempre foi. Seu erro foi atuar profissionalmente com decência, muita competência e honradez, em uma área aonde a grande maioria do métier é formada de pessoas sem formação, aventureiros e desonestos. Isto lhe angariou uma horda de desamigos, que tentaram em vão, ao longo de mais de 40 anos, fazê-lo desistir da profissão. Mas como sua honestidade fundamentalista, jamais ofereceu a esses invejosos, qualquer indício que pudesse ser usado para proibi-lo de trabalhar e crescer. Então a arma que eles vêm utilizando neste tempo todo é a calúnia, a mentira e a fofoca, para tentar desacreditá-lo junto à opinião pública.

Algumas vezes, ao conversar com algum jornalista sobre este meu amigo, percebo que aquele faz comentários pouco elogiosos sobre este. Porém ao perguntar-lhe se conhece o meu colega, o repórter simplesmente diz que não. E quando faço a defesa do meu injustiçado amigo, demonstrando, de forma educada, o valor, as qualidades, a seriedade e honestidade pessoal e profissional, o jornalista fica surpreso e admirado.

Agora, Mestre, imagine que este profissional, não receba esclarecimentos prévios e é convocado para realizar uma matéria em jornal, revista ou televisão sobre este meu querido amigo. Milhares de leitores e telespectadores receberão uma imagem totalmente distorcida, inverdadeira e injusta dele.

É assim que se constrói uma “verdade”, Mestrão. E agora, durma-se com um barulho destes.

Beijos do velho discípulo.

Prof. Joris Marengo, Presidente da Federação de Santa Catarina.

Acredito, Joris, que se todos os instrutores e alunos tivessem a mesma atitude sua de ação efetiva, a Justiça e a Verdade se instalariam e, não apenas eu, mas todos nós ficaríamos muito mais felizes com o reconhecimento do valor deste trabalho que compartilhamos.

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“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade.” (Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda Nazista)


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sexta-feira, 9 de julho de 2010 | Autor: DeRose

Consta que Santos Dumont fora internado num hospício porque seus compatriotas brasileiros o consideravam louco. Imagine, falar sobre seus devaneios de querer voar! Imagine, querer carregar no pulso um relógio. Afinal, todos sabem que o lugar de relógio é no bolso do colete. Mas ele inventou o relógio de pulso que toda a Humanidade usa até hoje… no pulso! Segundo fontes extra-oficiais, seus amigos tiveram que sequestrá-lo do manicômio em que era tratado como demente, e levá-lo a Paris, onde realizou suas pesquisas e… conseguiu voar.

Existe toda uma barreira cultural praticamente intransponível às idéias que surgem fora das fronteiras dos países que fazem parte do clube. Eles não reconhecem o fato histórico de que o primeiro a conseguir o vôo de um aeroplano mais pesado que o ar foi o brasileiro Alberto Santos Dumont e insistem na balela de que foram os irmãos Wright.

Somente os brasileiros e os franceses reconhecem que o primeiro a conseguir o vôo de um aeroplano mais pesado que o ar foi o brasileiro Santos Dumont, embora os estado-unidenses, para ficar com os louros históricos, insistam na lenda de que foram os irmãos Wright. Filmes da época provam que o aparelho deles não venceu a força da gravidade, não decolou, mas foi catapultado por um mecanismo de disparo e depois planou com o auxílio de um motor. Na verdade, planou como uma pedra, pois teria “voado” quarenta e poucos metros, menos que o comprimento da classe econômica de um Boeing 747!

Mesmo assim, seu “vôo histórico” ter-se-ia realizado sem testemunhas, sem a imprensa, sem a presença de autoridades, ao contrário de Santos Dumont que realizou seu grande feito com testemunhas, jornalistas e autoridades. Depois que ele voou com o mais pesado que o ar, os irmãos Wright afirmaram que já haviam feito isso antes, na sua fazenda, sem testemunhas. Nunca, no mundo científico, aceitou-se tamanho absurdo.

Em 2004, para comemorar os 100 anos da data que os irmãos Wright declararam ter voado, cientistas nos Estados Unidos reconstruíram o aeroplano Wright com tecnologia do século XXI, baseados no projeto original. E… suprema humilhação! Nem com a tecnologia do Terceiro Milênio a geringonça conseguiu voar! Pior: o fiasco foi documentado e levado ao ar em todo o mundo pela Discovery Channel e reprisado várias vezes.

De mentiras históricas a História oficial está cheia. Outro fato semelhante foi o da invenção da máquina de escrever, cuja idéia genial está sendo usada até hoje no teclado dos computadores. Quem a inventou foi o padre paraibano Francisco João de Azevedo Júnior. Em 1861 a máquina já estava na Exposição Agrícola e Industrial de Pernambuco. No entanto, em 1867 Christopher Latham Sholes passou à História como seu inventor.


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sexta-feira, 21 de maio de 2010 | Autor: DeRose

Na verdade, se você tem até uns trinta anos de idade, eu já ensinava antes de o seu pai nascer!

Quando os alunos se apercebem disso, levam um susto, ficam impressionados. E acho que é uma informação interessante. No mínimo, estes cinquenta anos de profissão me concederam experiência e meio século de aprendizado.

Às vezes, me perguntam como o nosso Método pode ficar tão conhecido no Brasil e em tantos outros países. Respondo que qualquer pessoa que tivesse a estabilidade e a persistência de resistir durante todo esse tempo exercendo a mesma profissão obteria o mesmo sucesso.

Pois é… se o seu pai tem menos de cinquenta anos de idade, eu já ensinava esta filosofia antes dele nascer. Mas se tem sessenta, eu já dava aulas quando ele vestia calças curtas!


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quinta-feira, 20 de maio de 2010 | Autor: DeRose

Foi-me perguntado se há algum motivo para não divulgar que só ministro aulas gratúitas e que o faço há mais de vinte anos. Na verdade, não há nenhuma razão. Só não nos ocorrera motivo para divulgá-lo. Mas, para mero registro, fica a informação de que há mais de duas décadas só ministro uma aula por semana. Essa aula sempre foi gratuita, portanto, todas as aulas que ministrei nos últimos vinte e poucos anos foram sem ônus para os interessados. Esse dado é interessante como demonstração de que não trabalhamos visando dinheiro. Talvez por isso, tenha sido solicitado que divulgássemos a presente informação, em benefício de todos.

Com o tempo, a maior parte dos interessados nessas aulas veio a ser constituída pelos próprios instrutores, a quem demos prioridade nas vagas. Hoje, temos um salão com setenta lugares sempre lotados e 95% das vagas são ocupadas por instrutores que acorrem de diversas cidades.

Única exceção: de uns tempos para cá, comecei a ministrar também uma prática avançada, uma vez por mês, em turma exclusiva para instrutores formados. Esse sádhana é a única aula regular que tem um fee. Como se trata de uma turma fechada, só para instrutores formados, não é aberta ao público.

Fora as aulas, tenho a satisfação de ministrar os cursos nos fins-de-semana, cada vez em uma cidade ou país diferente e esses sim, precisam de uma taxa de inscrição que cubra as despesas com deslocamentos aéreos, hotéis, alimentação etc, que pague a instalação em uma sala da Universidade Federal, Estadual ou Católica e que remunere os organizadores.

Não temos nada contra o dinheiro, mas a vida me ensinou que há valores e satisfações mais importantes do que o nobre metal. Por isso, disponibilizo vários livros meus para free download (gratuito) no nosso site. Por isso, permito que assistam gratuitamente minhas webclasses na internet, mais de 60 vídeo-aulas, sem pagar nada. Por isso, damos as aulas gratuitas em parques, jardins e praias de várias cidades e de vários países (consulte o post Aulas gratuitas do Método DeRose em parques e jardins). E pelo mesmo motivo, nossos instrutores interrompem o trabalho que lhes dá o ganha-pão a fim de dedicar seu tempo a ações de responsabilidade social e humanitária. E, ainda, nosso site divulga gratuitamente os endereços de mais de mil concorrentes de outras linhas. Creio que somos os únicos na nossa área a proporcionar tudo isso desinteressadamente à população.

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[O acento em "gratúitas" não existe, mas coloquei-o assim mesmo para alertar algumas pessoas que proncunciam mal, "gratuítas" (na verdade, muita gente). Inclusive, alguém já escreveu aqui no blog com acento no i. Quanto mais corretamente conseguirmos falar e escrever, mais credibilidade terá a nossa proposta.]


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