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quinta-feira, 1 de outubro de 2009 | Autor: DeRose

Nilzo Andrade Jr.

Mestrão,

Segue o link da reportagem para a Globo em sua mais recente visita a Curitiba, onde você ensina a fazer o chai:

E foi um prazer para mim ver que a entrevista [trecho deletado por motivo de segurança].
Beijão e até breve!

Nilzo – Curitiba
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terça-feira, 29 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

A linguagem foi criada para conseguir a boa comunicação entre os seres humanos. A partir do momento em que ela não sirva para essa comunicação ou, até mesmo, cause mal-entendidos, tal linguagem precisa ser repensada.

Quando nós expressamos o vocábulo “Yôga”, o interlocutor já começa a embaralhar “o Yôga” com “a Yôga”. Dali a pouco ele já evolui para “a ióga”. Com o nome, já começam as discrepâncias. (Explicação: é que há muitos instrutores que o  pronunciam de diferentes formas e que o interpretam de maneiras divergentes.)

O debatedor questiona o gênero da palavra, a pronúncia e a escrita. Como se isso já não fosse confusão suficiente, na sequência passa a associar o que fazemos com algo completamente diferente e até mesmo antagônico àquilo sobre o que estamos querendo explanar. (Explicação: existem 108 tipos de Yôga que são diferentes entre si.)

“Não, meu querido, não precisa de paciência, não, para praticar”, diz você cheio de tolerância, e tem que ouvir: “Como que não? Todo o mundo sabe que a ióga é muito parada…” (Explicação: há algumas modalidades que são realmente paradas.)

“Não, companheiro, não é para tua namorada, não, é a ti que eu estou convidando”, insiste você já com menos paciência, e amarga a resposta: “Ah! Não. A ióga é para mulher.” (Explicação: embora na Índia o Yôga seja uma arte de cavalheiros, no Ocidente, a partir da década de 1960, foi muito difundido para senhoras.)

“Não, meu anjo, não é para idosos, não, é para gente jovem”, diz você disfarçando como pode a irritação que quer explodir num berro de desabafo, e é obrigado a escutar: “Quando eu ficar mais velho e não puder mais fazer esportes de homem, aí, quem sabe?” (Explicação: de fato, o Yôga é para gente jovem, mas alguns ensinantes se especializaram em recursos inspirados no Yôga para aplicar à terceira idade.)

“Não, cara, não é terapia coisíssima nenhuma, é para gente saudável”, diz você visivelmente abalado, e mal consegue deixar que o interlocutor termine a frase: “Como que não, se os professores de ióga divulgam os benefícios para a saúde e alguns até enumeram as doenças que ela cura?” (Explicação: alguns profissionais exploram a eficácia das técnicas, direcionando-as para atenuar problemas de saúde.)

“Não, seu pafúncio, não é uma seita, não, é para pessoas lúcidas e de bom-senso”, diz você já querendo saltar sobre a jugular do outro, e indigna-se ao ouvir: “Como que não é, se eu vejo sempre na televisão e no cinema pessoas que dizem professar a ióga, com roupas exóticas, cantando Harê Krishna; e outras com atitude mística, colocar as mãos em prece e se inclinar para a frente ao mesmo tempo que pronunciam o mantra adamastêr?” (Explicação: de fato, há vertentes que se consideram religião, como é o caso do Harê Krishna e outras.)

É… essa palavra mágica que produz tanto mal-entendido não pode mais ser utilizada para a comunicação com quem não for estudioso da mesma modalidade. Por isso, internamente, prosseguiremos utilizando o termo Yôga, mas para fora, para comunicarmo-nos com amigos, familiares, colegas do escritório, da faculdade, do ginásio, imprensa, conhecidos e desconhecidos, não vamos mais utilizar esse termo.

Quando formos dar entrevistas em rádio, TV, jornais e revistas, o que precisamos a partir de agora é dizer, com muita educação e simpatia, que não queremos falar de Yôga. Que essa palavra não deve constar da entrevista nem uma única vez. Que queremos falar exclusivamente sobre o Método DeRose. Que é uma proposta nova e queremos explicar o que é. (O conteúdo não é novidade alguma. A proposta é que é nova.)

Para tanto, é claro que nenhum press release deve mencionar a palavra Yôga em hipótese alguma.

Mas então, Método DeRose é apenas um outro termo para intitular a mesma coisa? Não.

Método DeRose é outra coisa.

Embora possamos, eventualmente, para encurtar a conversa, declarar que Método DeRose é um método de Yôga, precisamos ter consciência de que essa é uma simplificação e que ela talvez possa ter consequências indesejáveis. Mais para a frente, pode parecer contradição, quando você for dar uma explicação mais exata e mais completa. Na verdade, o Método DeRose é constituído por uma tecedura de conceitos e técnicas, das quais as técnicas (e unicamente as técnicas) são provenientes do Yôga Antigo.

Portanto, Método DeRose não é Yôga. Ao mesmo tempo, utiliza o Yôga como uma de suas ferramentas mais importantes.

Quem deu o nome de Método DeRose? Conforme pode ser constatado em informativos enviados várias vezes nos últimos anos aos instrutores do Método, nós oferecemos nada menos que 30 alternativas para referir-nos a ele. Algumas delas são: a Nossa Cultura; a nossa proposta; o nosso método; a nossa filosofia; nosso movimento cultural, reeducação comportamental, life style coaching etc.

Quem deu o nome Método DeRose foram os alunos e instrutores que vieram utilizando tal referência durante décadas, até que finalmente, comemorando cinquenta anos de ensino, aceitamos utilizar essa nomenclatura.

Quem cunhou a frase: “Método DeRose é outra coisa”? Curiosamente, foram os que ensinam outras modalidades de Yôga, a fim de distinguir que o nosso Método é, de fato, diferente. Nem melhor, nem pior. É “outra coisa”. Interessante, porque quem cunhou o termo impressionismo fora justamente um crítico de arte, opositor ferrenho à pintura de Monet e usara aquele termo com intenção depreciativa. Acabou por produzir o efeito contrário e foi quem desencadeou a fama desse ilustre pintor.

No nosso caso, ficou claro que a intenção dos colegas de outras linhas ao nos classificar como “outra coisa” era de boa-fé quando uma aluna, casada com um editor inglês, sugeriu que ele publicasse um livro de Yôga e ele se recusou de forma categórica. Quando a esposa disse que propusera a edição porque estava praticando o nosso Método, o marido respondeu inusitadamente: “Ah! DeRose eu publico.” Ela questionou: “Por que Yôga não e DeRose sim?” E veio a resposta histórica: “DeRose é outra coisa.”

Então, está bem. Estamos convencidos. Se todos são unânimes em declarar que DeRose é outra coisa, nós simplesmente acatamos a vox populi. Esperamos que seja a vox Dei.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2009 | Autor: DeRose

Tabatha Fiorini Real

Oi Mestre

Recebi este email hoje achei bom compartilhar:

http://www.dominiopublico.gov.br

EDUCAÇÃO_Banco de Dados!

Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos.

Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:

• Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;

• Escutar músicas em MP3 de alta qualidade;

• Ler obras de Machado de Assis ou a Divina Comédia;

• Ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA

• e muito mais….

Esse lugar existe!

O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site:

http://www.dominiopublico.gov.br

Só de literatura portuguesa são 732 obras!

Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

Um forte abraço

Tabatha Real

 

Alessandro Martins

Oi, DeRose,

o Domínio Público existe mas não está em vias de ser extinto não… vai muito bem das pernocas. Independentemente disso, é muito legal ver esse site sendo divulgado aqui.

Recentemente o jornal O Globo, em sua versão online publicou esse hoax, sobre a desativação, também. Falei sobre isso em meu blog:

http://livroseafins.com/2008/06/04/globo-online-hoax-dominio-publico/

http://livroseafins.com/2008/06/04/site-dominio-publico-responde-a-o-globo/

Abraços do Alessandro!

 

Tamara Queiroz

Ah, algo muito bacana também está na internet!

O acervo da biblioteca britânica

A Biblioteca Britânica disponibilizou na internet um acervo gigante de livros, jornais e artigos.

Não é à toa que o prédio, no centro de Londres, ficou conhecido como a catedral do conhecimento. A Biblioteca é a segunda maior do planeta e só perde para a do Congresso americano. São nove andares num edifício do tamanho de quatro campos de futebol, três andares para cima e seis para baixo. No subterrâneo, protegido de radiação, de umidade e de vandalismo, está guardado o tesouro que ocupa nada menos que 630 km de prateleiras, o equivalente a distância entre Salvador e Maceió. Livros, mapas e jornais estão todos catalogados e organizados de uma maneira fácil de serem encontrados pelos bibliotecários que trabalham no acervo.

Com a disponibilização pela internet, qualquer pessoa pode ler, pesquisar e aprender com esse gigantesco acervo – são aproximadamente 150 milhões de fontes de informação – de casa, do escritório e de qualquer canto do planeta.

http://www.bl.uk

B-joletas carmin

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sexta-feira, 10 de julho de 2009 | Autor: DeRose

Hoje, 1 da manhã (portanto, já é dia 11), terei a satisfação e o privilégio de ser entrevistado pela nossa estimada Leda Nagle, sendo já a sexta vez que participo do programa Sem Censura nos últimos quinze anos. O programa é transmitido pela TV Brasil, do Rio de Janeiro, para todo o Brasil.

Entre em contato com os seus alunos (se você for instrutor) e amigos para que assistam e participem.

Mesmo o programa tendo sido gravado, acredito que seja muito positivo se você enviar agradecimentos, elogios, apoio e cumprimentos à produção do programa pela nossa participação.

http://www.tvbrasil.org.br/semcensura/

Se tiver dificuldade em conectar-se, entre pelo Google. Ou pode copiar o site e colar na barra de ferramentas.

Em São Paulo, você pode assistir pela Net canal 4 e pela Sky e Direct TV, canal 116.

Em Brasília, pela Net canal 16 e Direct TV, canal 116.

 

 

Everton Vieira

É possível ver pela internet. Até onde eu vi o site da TV Brasil disponibiliza sua programação on-line.

http://www.tvbrasil.org.br/

 

 

 

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segunda-feira, 6 de julho de 2009 | Autor: DeRose

fabsign

Olá Mestre,
segue abaixo o link do programa superpop que foi ao ar na ultima quinta-feira dia 2 no qual eu, o Diogo e o Rafael participamos.
um grande beijo.
Fabrício Ferrari
http://www.redetv.com.br/portal/Video.aspx?39,9,31356

[Parabéns, moçada! Já estive nesse programa quatro vezes e sei o quanto é difícil se apresentar em programas de auditório. Mas a apresentadora é sensacional e o Arthur Veríssimo, um amigão. Assim sendo, perdoa-se até o "shvaxktika ióga" com que fomos agraciados. Por isso mesmo, teria sido melhor mencionar Método DeRose. Vocês fizeram um ótimo trabalho. Já entrei e dei o meu voto de cinco exclamações para vocês. Parabéns e continuem assim.]

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