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domingo, 10 de janeiro de 2010 | Autor: DeRose

Legenda para o caso de as letras estarem de difícil leitura.
Primeiro quadro: O que você quer ser quando crescer? “Um leão!”
Último quadro: “Na verdade, eu queria ser um urso.”

O que você quer ser, agora que cresceu?

Desde a mais tenra idade, os mais velhos colocam na cabeça dos mais novos que eles devem querer seguir esta ou aquela carreira profissional. Com freqüência, o jovem deixa-se influenciar e acha que quer mesmo ser isto ou aquilo. Contudo, depois de adulto, bate o arrependimento. Afinal, o que ele queria era outra coisa. Mas agora, que fazer? Já se engajou numa faculdade ou mesmo concluiu sua formação e está trabalhando em uma empresa. Não será tarde demais para dar uma guinada e passar a fazer o que lhe der prazer?

É preciso considerar que o ofício que exercermos é, geralmente, pela vida toda, ocupando nossos dias inteiros, impondo-nos a convivência com as pessoas vinculadas àquele métier – sejam colegas de trabalho ou clientes – que talvez não constituam exatamente o que almejamos para nós. Nesse caso, a profissão passa a representar um suplício, especialmente ao percebermos que se converteu em uma prisão perpétua. Dali, só sairemos para um restinho de vida muito bem estereotipada com a imagem de um idoso trajando pijama e chinelos numa cadeira de balanço, esperando a morte.

Contudo, há uma solução. Agarre seu karma pelo pescoço e mude de vida. Se não sabe como, se lhe falta coragem, leia o livro e assista ao vídeo Karma e dharma – transforme a sua vida.

Exercício de mentalização:

Visualize que você tem fios (liames) ligados aos seus braços, pernas, tronco, cabeça e que a sociedade, o Sistema, manipula esses cordões fazendo com que você se movimente e aja de forma estereotipada na profissão, nas relações afetivas, nas reações e rompantes. Então, mentalize que você segura pela empunhadura uma espada com lâmina laser cor violeta e gira a lâmina acima da sua cabeça e em torno do seu corpo, cortando todos esses cordéis. Veja-os cair e seus braços, pernas, tronco e cabeça passando a se movimentar livremente, de acordo com a sua vontade e não sendo manipulados por ninguém. Terminando, levante-se de cabeça erguida, peito para a frente e faça da sua vida aquilo que você quiser e bem entender.

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Olá Mestre! Mais um ano se passou, e que alegria poder dizer com convicção que não se tratou de apenas mais um ano. Um ano bom para o Brasil e ótimo para o Método DeRose. Em 2009 me formei instrutor e parece que já faz décadas, tamanha a intensidade das mudanças que se operam na minha vida. Nunca trabalhei tanto, nunca aprendi tanto e nunca conheci tantas pessoas legais, de bem com a vida como nestes poucos meses de formado. Nunca ganhei tão bem, nem viajei tanto! Deixo no meu caminho pessoas felizes, e eu mesmo me torno a cada dia portador de uma felicidade sincera e contagiante. Finalmente, estou trabalhando em algo de que gosto, mas mais do que isso num ambiente de trabalho incrível, rodeado de pessoas fantásticas. E para completar ainda caminhando paralelamente a meus propósitos individuais de vida. Agradeço de coração à equipe de instrutores do Alto da XV, em especial ao Prof. Rogério Brant, e ao meu monitor Alexandre Meireles. E um abraço especial a você meu Mestre querido. Sem você nada disso seria possível. Que neste ano vindouro minhas ações possam honrar o nome que portamos nas nossas insígnias e medalhas, o DeRose que está na ponta das nossas línguas e no fundo do nosso coração. Que venha 2010 cheio de força! Encontramo-nos no Param-Paraná, Beijos. Felipe Lengert – Unidade Alto da XV – Curitiba, Brasil

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sábado, 7 de novembro de 2009 | Autor: DeRose

felipe bretas

Querido mestre …. Nos meus últimos 8 anos de Swásthya pude viver na pele seu post …. mas o mundo da voltas e muitos dos que atacavam outrora hoje se tornam admiradores … de fato conhecer nosso trabalho faz toda a diferença neste tênue limiar entre amor e ódio – atacar e admirar.

Bem, como comentei pessoalmente no Leblon, continuo fazendo minha parte em prol da nossa causa … descobri o poder do audiovisual e acabei me envolvendo nesta nova empreitada que é produzir conteúdo .. acredito que posso contribuir e muito, fazendo com que leigos no tema, amigos e inimigos possam ver o próprio DeRose falando … e assim tirarem suas próprias conclusões

os vídeos do bate papo estão postados no youtube … seque o link abaixo

(parte I)
(parte II)

Eu particularmente achei muito legal o resultado final, e imagino que possa chegar a ter 10mil acessos em poucos meses no youtube … se você o divulgar então ,,, rsrrsr .. terá o dobro de acessos.

Espero que goste

BJÔM
Felipe
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009 | Autor: DeRose

Sugestão aos instrutores e Diretores:

Quando algum candidato visitar a sua escola, mas residir ou trabalhar próximo a outra unidade, recomende a escola do colega. Se o interessado mora longe, ainda que se matricule, acabará parando de frequentar as aulas. Contudo, se você o envia ao colega e o colega retribui enviando outro candidato a você, cada qual ficará com alunos fidelizados por muito mais tempo.

A prática de indicar colegas em outros bairros da mesma cidade, ou em outras cidades e mesmo em outros países fez com que hoje uma média de 20% dos alunos das unidades credenciadas sejam de clientes enviados por outros instrutores da rede. Vinte por cento não é pouco. Calcule que para cada cem alunos isso equivaleria a cerca de vinte inscrições. Temos vários casos de praticantes que se mudaram de cidade, de estado e de país várias vezes em função do trabalho e continuaram conosco. Outros, que viajam muito, praticam em dois ou três países regularmente. Se não fosse a estrutura de rede e a política de apoio recíproco, eles estariam praticando outra modalidade. Mas assim como você remete ao colega, o colega remete a você e todos ficam felizes, principalmente o aluno que com isso sente que está praticando em uma grande entidade internacional em que todos os instrutores seguem o mesmo Método e manifestam o mesmo carinho.

Isso é Poder Gregário! Graças a ele crescemos e prosperamos. Valorizemos a nossa União. Ela é um case de sucesso, único no mundo.

 

 

 

juliarodrigues

Realmente bom lembrarmos sempre disso.
Ao seguir esta recomendação, teremos a certeza que indicaremos o trabalho de profissionais tão bem preparados quanto os da nossa própria escola e ainda reforçaremos a imagem de profissionalismo e seriedade do Método.
Além disso o aluno que seria potencial evasão por questões logísticas de deslocamento e tempo poderá se tornar um membro bem participativo da egrégora da cidade. O que acaba sendo bom também para a escola que o indicou para um colega próximo.
Ganharemos todos com isso! Principalmente o aluno
Beijo Mestre!

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domingo, 4 de outubro de 2009 | Autor: DeRose

 

Ontem à noite, você recebeu o Colar D. João VI, do Poder Judiciário, Justiça Militar. Você e todos os praticantes, instrutores e simpatizantes de todas as linhas de Yôga foram agraciados com esse reconhecimento, quando as Autoridades Judiciárias, Desembargadores, Ministros, Generais do Exército Brasileiro, Brigadeiros da Aeronáutica e Comandantes da Polícia Militar presenciaram a outorga da mais elevada Comenda da noite ser conferida a um representante desta cultura. No ato, fomos todos nós reconhecidos, homenageados e condecorados em uma cerimônia do mais elevado cunho protocolar. Recebemos abraços e congratulações de Meritíssimos Juízes, Procuradores, Comendadores e de Autoridades Civis e Militares das mais elevadas patentes, a maior parte das quais já nos conhecia de outras solenidades de outorga.

Apesar da relevância deste evento, que muito nos honrou a todos nós que batalhamos pelo reconhecimento do nosso trabalho, há outras cerimônias de elevada estatura que se realizarão nos próximos dias e que serão relatadas assim que ocorrerem.

Parabéns a você e a todos os que labutam por esta filosofia de vida.

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

Esta é uma história protagonizada por quatro personagens que se chamam:

Qualquerum,

Todomundo,

Alguém  e

Ninguém.

Havia um trabalho que Qualquerum  poderia fazer, mas Todomundo achou que Alguém  iria fazê-lo. No final, Ninguém  o fez.

Estou certo de que os quatro personagens desta história não fazem parte da nossa egrégora.

 

Comentário do Ric Poli, que merece vir para o post:

Bom dia De,

Você já deve conhecer o texto abaixo.

Trabalhamos constantemente em nossas Escolas para transformarmos Álvaros em Jucas. =)

beijos, bom trabalho!

Ric
http://www.yogacentrocivico.org/blog
Curitiba – PR

Você é eficiente?

Numa grande empresa trabalhava Álvaro, um funcionário sério, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com 20 anos de casa. Um belo dia, Álvaro vai ao presidente da empresa fazer uma reclamação:

- Tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a
 dedicação, e agora me sinto um tanto injustiçado. Juca, que está conosco há somente três anos, está ganhando mais que eu.

O patrão fingiu não ouvi-lo e, cumprimentando, falou:

- Foi bom você ter vindo aqui. Tenho um problema para resolver e você poderá ajudar-me. Estou querendo dar ao nosso pessoal uma sobremesa após o almoço de hoje. Aqui na esquina tem uma barraca de frutas. Vá até lá e verifique se tem abacaxi.

Álvaro, sem entender, saiu da sala e foi cumprir a missão a ele designada.

Em cinco minutos estava de volta.

- Como é? – disse o patrão.

- Verifiquei como o senhor mandou e a barraca tem o abacaxi – disse Álvaro.

- E quanto custa cada? – perguntou o patrão.



- Isto eu não perguntei não! – respondeu Álvaro.

- Eles têm quantidade suficiente para atender todos os funcionários? -
perguntou o patrão.



- Não sei… – respondeu Álvaro.



- Muito bem, Álvaro, sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um 
pouco.

Pegou o telefone e mandou chamar o Juca. Quando Juca entrou na sala o patrão foi logo dizendo:

- Juca, estou querendo dar ao nosso pessoal uma sobremesa após o almoço de hoje. Aqui na esquina tem uma barraca de frutas, vá até lá e verifique se tem abacaxi.

Em oito minutos Juca estava de volta.



- E então, Juca? – perguntou o patrão.



- Tem abacaxi, sim. Tem quantidade suficiente para todo o pessoal e se o senhor quiser eles têm também laranja e banana.

- E o preço? – perguntou o patrão.



- Bom, o abacaxi eles estão vendendo a R$1 o quilo, a banana a
R$0,50 o quilo e a laranja a R$20 o cento, já descascado. Mas, como eu disse que a quantidade era grande, eles me concederam um desconto de 15%. Deixei reservado o abacaxi. Caso o senhor resolva, eu confirmo.

Agradecendo a Juca pelas informações, o patrão dispensou-o e voltou-se para Álvaro na cadeira ao lado, e perguntou-lhe:

- Você perguntou alguma coisa quando entrou em minha sala hoje. O que era mesmo?

- Nada sério não, patrão – respondeu Álvaro.

(Texto de autor desconhecido)

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

Assista ao discurso do Steve Jobs:

Continuação do dircurso:

Este vídeo é sobre educação, escola e diploma. Papai deveria assisti-lo, depois do discurso do Steve Jobs:  

Parte 1:


Parte 2:

 

Sobre produção, indústrias, emprego, consumo, poluição, reciclagem, contaminação do solo, do ar e da água:

http://www.unichem.com.br/videos.php
http://www.storyofstuff.com/international/  

 Brasil inventa o papel sintético, com plástico reciclado:

http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL985618-10406,00-CIENTISTAS+BRASILEIROS+CRIAM+O+PAPEL+DE+PLASTICO.html

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terça-feira, 8 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

Resposta à penúltima pergunta da entrevista com António Mateus:

“Eu gostaria de chegar a um ponto em que as pessoas, minimamente, escutassem o que nós temos a dizer. Que nos permitissem falar. Que não nos amordaçassem. Porque o grande problema que eu tenho sentido, é que nós temos coisas muito boas para dizer, não propondo um debate, mas propondo uma reflexão. O que ocorre é que os que não gostam do sistema, ou pensam que não gostam, não escutaram. Eles não conversaram comigo, não conversaram conosco, não conheceram a nossa gente, não leram nossos livros. Então, essa mordaça, eu gostaria, o meu sonho seria poder arrancar essa mordaça.

Eu me sinto sob aquela punição antiga, punição eclesiástica, do silêncio obsequioso. “Disse o que não devia, não falará mais.” E realmente eu sinto muito isso. Não querem que eu fale. Mas você observa que o que eu falo não é polêmico. Não considero polêmico, porque nós não estamos polemizando, nós não estamos discordando dos outros. Não é agressivo, acho que não é, não tenho intenção de que seja. Não quero agredir ninguém. E a proposta é boa, a proposta é uma juventude saudável. Nós trabalhamos essencialmente com adultos jovens. Portanto, produzir uma juventude saudável, juventude longe das drogas, do álcool e do fumo, se mais nada prestasse, pelo menos isso seria uma contribuição a ser reconhecida, que o nosso trabalho já está há meio século proporcionando à sociedade.”

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009 | Autor: DeRose

A ideia me surgiu a partir do comentário abaixo, do Arthur Costi:

Arthur Costi

Me fez lembrar a entrevista com Joseph Campbell que originou o livro O poder do mito.

Realmente quando há um real interesse por parte do jornalista é possível extrair muito conteúdo e mostrar a amplitude de nosso trabalho, as outras entrevistas por estarem dentro de um rótulo (yôga) acabavam fazendo com que você dedicasse praticamente o tempo inteiro desfazendo mal-entendidos e pré-conceitos.

Meus sinceros parabéns ao António Mateus por permitir que o mundo conheça o que o DeRose está propondo, proposta esta que vai muito além de algumas técnicas, estamos mostrando uma Cultura.

Será que seria possível legendar a entrevista em inglês? Eu não sei como fazer isso mas acho uma ótima idéia para esse vídeo ficar realmente acessível ao mundo todo.

Abraços!

Arthur Costi
Unidade Centro Cívico – Curitiba PR
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quinta-feira, 27 de agosto de 2009 | Autor: DeRose

Nossos instrutores devem conscientizar os seus alunos e estes aos seus amigos: “Você precisa vir conhecer o nosso trabalho!”

Muita gente emite opinião sobre nós, mas não nos conhece. É preciso que nos conheça. É preciso que veja de perto as pessoas que estão nas fotos aqui na coluna da direita, as pessoas que frequentam nossas atividades culturais. Precisam conhecer nossos instrutores e o trabalho bonito, profissional, honesto e sério que eles desempenham.

Não permita que as pessoas falem sobre nós sem saber, nem que falem bem, nem o contrário, porque em ambos os casos seria incorreto. Estariam sendo preconceituosas a favor ou contra. Não podemos compactuar com o preconceito nem com a discriminação. É importante que as pessoas tenham opinião própria. Que nos vejam, ouçam, leiam. Que nos observem. Que formem um critério justo e nunca injusto.

Para isso, não adianta continuarmos falando uns para os outros, dentro de um mesmo círculo fechado de simpatizantes. É preciso que a opinião pública e os meios de comunicação percebam o trabalho importante que tantos jovens estão realizando em prol da sociedade. Não é justo que tantos profissionais jovens (e outros não tão jovens) deixem de ser vistos, ouvidos, valorizados. São centenas de profissionais esforçados, que estudam muito, que trabalham muito, que atuam pelo bem-estar e qualidade de vida dos seus alunos e das respectivas famílias.

Graças ao empenho desses instrutores, tantos jovens se mantêm longe do fumo, do álcool e das drogas. Graças ao trabalho desses instrutores, tantas famílias recuperaram a harmonia, tantos casais não se separaram, tantos profissionais ascenderam em suas carreiras, tantos cidadãos cultivaram a cidadania, a civilidade, as boas maneiras, as boas relações humanas.

Você não pode ficar aí quieto e calado, só usufruindo o que a nossa cultura lhe proporciona. Urge que a defenda da maledicência de uma suposta concorrência. Suposta, porque nem concorrência eles são, já que trabalhamos com outro público, fazemos outra coisa e temos outro objetivo. Como somos grandes em número e relevantes na atuação, temos enorme visibilidade. Isso gera inveja e ressentimento.

Não fique aí calado! Não se deite na almofada fofa da acomodação. Eu preciso de você. Preciso que você faça todos saberem quem somos nós, o que fazemos, o que propomos. Ninguém sabe! Quando converso com um colega da natação, com meu médico, com meu advogado, com meu arquiteto, com um companheiro do Rotary, um político, um empresário, alguém que acabei de conhecer em alguma solenidade, fico perplexo: ninguém tem a mínima idéia de qual é o nosso trabalho, o que ensinamos, para que público… Todos acham que fazemos outra coisa, que pensamos de outra maneira, que usamos outro vocabulário, que trabalhamos com outro tipo de gente – nada menos que o oposto do que somos, do que afirmamos, do que ensinamos!

Temos que ser ouvidos. Não posso eu sozinho ser o porta-voz do trabalho de cada um. Cada qual deve ser um destemido porta-voz da obra de todos os demais. É preciso convidar os amigos e familiares para que venham visitar nossas sedes, para entrem no nosso blog, para que leiam nossos livros. É a única maneira de saberem quem somos nós de verdade. É a única maneira de acabarmos com o preconceito e a desinformação sobre o nosso Método.

Para isso, você precisa ser um Leão da Nossa Cultura. Não pode ser um cordeirinho tímido, silente e acomodado.

Você não sabe do que eu estou falando, não é mesmo? Acho que não sabe. Se soubesse, estaria trombeteando aos quatro ventos como é lindo, como é sério, como é importante o nosso trabalho. Se soubesse, estaria publicando artigos, dando entrevistas aos órgãos de comunicação, estaria escrevendo livros. Estaria defendendo a Nossa Cultura. Fico muito triste, porque você não sabe do que eu estou falando. E se você, que está comigo, não sabe, quem saberá?

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sexta-feira, 21 de agosto de 2009 | Autor: DeRose

Renata Andrade

É Mestre mais difícil do que ensinar é conseguir espargir o que aprendemos para um número expressivo de pessoas.

Mas graças ao trabalho desses que conseguem disseminar nossa cultura o Método DeRose é cada vez mais reconhecido e enaltecido mundo a fora. Recentemente tive uma experiência muito prazerosa. Estava numa consulta com a minha dermatologista e ela me perguntou qual era minha profissão e eu cai no erro de falar que era instrutora de Yôga. Pela sua reação pude perceber que na cabeça dela passaram-se mil pensamentos deturpados sobre o Yôga, coisas que não tem realmente a ver com o Yôga que professamos. Foi quase que uma reação de indiferença e até desprezo. Continuando a consulta tive a oportunidade de dizer que eu dava aula numa unidade do Método DeRose e então ela parou de escrever, olhou para mim com uma cara de orgulho e disse: Puxa, que legal. Método DeRose é muito sério.

Beijo grande e até o Fest-Yôga!!!

jmf

Olá, com licença!
Eu sou nova no Método DeRose, passei pela graduação ao grau de sádhaka há menos de um mês, mas já me sinto parte de algo grande e importante para mim. E nesse pequeno intervalo já tive o desprazer de ouvir pessoas falando mal do que elas acham que é o que fazemos aqui. Contudo, em menos de 5 minutos de conversa todas elas assumiram estar falando sem conhecimento de causa sempre no “me disseram, ouvi dizer…”. Uma dessas pessoas, minha amiga mais próxima, estava falando muitas bobagens que teria ouvido de uma tia que achava que conhecia o método. Quando perguntei se alguma delas duas já havia frequentado alguma prática, lido um livro sequer ou ao menos uma entrevista do mestre, adivinhem a resposta???!! NADA!!!
Contudo, desse desprazer veio o prazer de passar a experiência de quem está em contato com o método, contar como realmente é, mostrar meu sorriso sincero e acabar de vez com as lendas absurdas que surgem naquelas cabecinhas desinformadas!
Forte abraço a todos,
Juliana Machado (Unidade Vila Oímpia)

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