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domingo, 13 de junho de 2010 | Autor: DeRose

Em textos, entrevistas ou diálogos, quando você explanar ou simplesmente citar o Método, tome o cuidado de não mencionar a palavra mágica para evitar que o interlocutor comece a ter de você a percepção distorcida por uma ótica estereotipada e preconceituosa.

Se você mencionar a palavra mágica, vão querer encaixar você, que é redondo e fofinho, em um escaninho quadrado e rígido.

Adotamos Método DeRose para não nos aborrecerem com uma visão tacanha, pobre de espírito, discriminatória e equivocada sobre o nosso trabalho. Se você mencionar a palavra mágica, não terá adiantado nada adotar a marca Método DeRose. Irá tudo por água abaixo. Mesmo se essa palavra aparecer no seu e-mail ou no nome do seu site.


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quarta-feira, 28 de abril de 2010 | Autor: DeRose

Comemoramos a inauguração de três novas unidades na Europa: a de Barcelona, do Thiago Massi; a de Londres, do Gustavo Cardoso; e a de Roma, do Carlo Mea. A nova de Barcelona, ainda não conheço. Mas as outras duas, pude constatar que estão situadas em bairros nobres, ruas importantes e são bem bonitas. Segundo fui informado, a de Barcelona também segue o mesmo padrão.

O Gustavo Cardoso e o Carlo Mea estão ambos de parabéns, pois com suas escolas recém-fundadas já contam com diversos instrutores na formação, além dos vários que formaram enquanto não tinham sequer escola e apenas davam aulas em ginásios e empresas.

Também merecem um eloquente louvor porque, sendo novas escolas (cada uma com poucos meses), inscreveram um número expressivo de alunos para os meus cursos, o que demonstra engajamento de instrutores e alunos: cada um, cerca de 60% do número de participantes do curso de Lisboa, sendo que em Lisboa temos várias escolas há 30 anos e dou cursos todos os anos há três décadas.

Lisboa é um doce de cidade, as pessoas são queridas, o hotel é incomparável (você o viu aqui no blog, no post “Minha casa em Lisboa“) e eu adoro meus amigos, instrutores e alunos. Sinto-me imensamente feliz cada vez que lá retorno e reencontro aqueles olhinhos brilhantes, sorrisos francos e abraços apertados. Mas Lisboa precisa reagir. Como lá o trabalho é antigo e está consolidado, sinto que paira uma atmosfera de “zona de conforto” na qual as pessoas não precisam, ou pensam que não precisam, batalhar tanto. Há vinte anos, tínhamos dez por cento do número de escolas que temos hoje em Portugal e apenas 1,2% do número de instrutores. No entanto, os cursos contavam com pelo menos o dobro de participantes. Por outro lado, hoje que temos dez vezes mais escolas e oitenta vezes mais instrutores, a qualidade dos alunos e instrutores em Portugal, reconheçamos, é bem melhor.

Ao Gustavo quero cumprimentar pela excelente organização do curso de Londres e pelo magnífico hotel. Não chega aos pés do hotel de Lisboa, mas Portugal tem uma outra estrutura, muito mais poderosa pela antiguidade. Na minha chegada à escola de Londres, fui brindado com um quinteto de jovens alunos da unidade, interpretando peças clássicas com violinos, violoncelo e clarineta. E tudo fluiu leve e fácil. Para quem não é do país, está em Londres há tão pouco tempo e acabou de inaugurar sua escola, foi uma proeza.

Ao Carlo preciso elogiar veementemente pelo seu empenho em fazer tudo impecavelmente correto. Inauguração bem divulgada, casa cheia. Curso bem divulgado, lotado. Enquanto escrevo, Carlo está dando uma entrevista sobre o Método DeRose na RAI, a mais importante rede de TV da Itália, e a Vivi demonstrando ao vivo. Quanto a nós, estamos sendo tratados como reis. Ou melhor, deveria dizer como condes, pois o Carlo mandou fazer uma pesquisa dos meus antepassados e me presenteou com o brasão da família juntamente com um documento de título de Conde De Rose de um ancestral.

À inauguração e cursos de Londres compareceram colegas nossos de seis países; e aos de Roma compareceram companheiros de sete países.


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terça-feira, 27 de abril de 2010 | Autor: DeRose

Gurusêvins

Gurusêvins (masc.) e gurusêvinís (fem.) são os obreiros da nobreza interior, os arquitetos da raça humana.

Há no mundo um pequeno número de pessoas muito especiais que se realizam ajudando os outros e construindo coisas positivas. Essas pessoas são paladinos da dedicação. São seres de luz, cuja satisfação reside em espargir felicidade em torno de si e em deixar um rastro de boas obras por onde passam. Tais paladinos costumam estar sempre disponíveis e até mesmo oferecer-se para realizar, anonimamente, trabalhos de suma importância, sem esperar nenhuma recompensa nem remuneração. Sua gratificação é saber que o trabalho foi realizado satisfatoriamente.

Enquanto a maior parte destroi, esses poucos Herois da Humanidade constroem e fazem-no com a força de milhares, pois, mesmo sob o assédio destruidor da maioria, a Espécie Humana progride graças aos que se doam.

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Oi Mestre
Este sábado foi realizada a comemoração do aniverśario de 9 anos da Unidade Joinville / SC e o lançamento do livro “SwáSthya Yôga em dupla” do professor Gustavo Marson. Prabéns pra ele!!

Unidade+Joinville


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quarta-feira, 14 de abril de 2010 | Autor: DeRose

Todos nós, Diretores, instrutores e alunos, precisamos estar atentos 24 horas por dia em ter como prioridade AAA a missão de cativar as pessoas. O ser humano não é um ente intelectual e sim emocional. Nossos familiares, amigos, colegas, conhecidos e desconhecidos vão aceitar a Nossa Cultura, respeitar nossa proposta de vida e falar bem de nós só se gostarem de nós.  Não importa se o nosso trabalho é tão bem-intencionado, se é sério, se produz tão bons resultados para os praticantes ou se proporciona tão boas consequências para a sociedade. Se as pessoas não gostarem de você elas vão se opor à Nossa Cultura.

Em nome do nosso Método e da nossa Marca, sua missão é estar (como os escoteiros) “sempre alerta” para que todas as pessoas com quem se relacionar gostem de você. Gostem de nós. TODAS. Isso inclui o porteiro do seu prédio, o carteiro, o lixeiro, o vizinho, o cliente, o fornecedor, o colega de escritório, de faculdade, de esporte, a fofoqueira, o amigo, o desamigo e o desconhecido com quem você cruza na rua. Nossa missão é fazer com que todos gostem de nós.

Precisamos ser (ainda mais) polidos, honestos, éticos, simpáticos, comunicativos, descomplicados e jamais, jamais mesmo, criar caso com quem quer que seja. O que é que custa dar bom dia para todo o mundo e sorrir para alguém que não conheça no supermercado?

Seja prestativo, ajude as pessoas desinteressadamente, esteja sempre disponível para todos, seja paciente e amoroso com toda a gente. Você vai descobrir uma satisfação inusitada em se dedicar a isso como razão maior na sua vida. Basta estar atento.

Logo, logo você cultivará um reflexo de olhar para uma pessoa e querer cativá-la. É tão bom!

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terça-feira, 13 de abril de 2010 | Autor: DeRose

Se eu soubesse que ser um Mestre velhinho seria tão bom, eu teria envelhecido antes. São literalmente dezenas de milhares de pessoas em uma porção de países da Europa e Américas a reconhecer o nosso trabalho, a convidar-me para dar cursos em seus países e a me incentivar a me mudar para lá. Nunca tive tantas publicações de livros, nunca dei tantas entrevistas em tantos lugares, nunca falei tantas línguas e nunca viajei tanto. Nunca tive tanta qualidade de vida, nunca minha saúde esteve tão boa. Nunca tanta gente travou contato direto comigo quanto agora, graças ao blog e, consequentemente, nunca tanta gente repensou as opiniões que tinha sobre o nosso trabalho. Este é o melhor momento da minha vida e parece que vai continuar melhorando.

A quem creditar tudo isso? Pensei em creditar todos esses resultados a uma porção de gente que me ajuda, mas – sinceramente – os verdadeiros causadores de tudo isso são os que nos atacam pois, por um lado, colocam nosso nome em evidência; por outro, geram indignação contra eles e a nosso favor, pois ninguém simpatiza com quem ataca, persegue, insulta, difama (em compensação, todos simpatizam com a parte que é agredida); e, finalmente, as atitudes dos agressores nos mantiveram alertas para melhorar, polir, trabalhar e realizar cada vez mais e melhor. Graças a eles, nosso trabalho se tornou relevante, sólido e de enorme visibilidade.

Certa vez, eu li em um livro sobre sucesso profissional uma frase assim: “Para vencer na vida e ter um nome forte, você precisa de inimigos. Se não os tiver, arranje alguns.”

Assim sendo, agradeço de verdade a todos quantos nos estimularam com o seu afeto e aos que nos estimularam com o seu desamor. A uns e a outros, peço que continuem, por favor.


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