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terça-feira, 21 de julho de 2009 | Autor: DeRose

Ric Poli

De, compreendemos a sua tristeza! Certamente nos realizamos muito mais ao ensinar para quem quer aprender o nosso método de verdade, por prazer e com profundidade.
Lembro que foram os testes mensais que despertaram em mim a vontade de fazer a Complementação Pedagógica, em 2001.
Sinto que se fizermos mesmo um campanha pró testes mensais voluntários só temos a crescer, nós instrutores e principalmente os alunos, cada qual da sua maneira.
Coincidentemente hoje colocamos em nossos murais internos e no nosso blog um cartaz explicativo, que foi desenvolvido pelas Instrutoras Camilla Miranda e Juliana Vieira e revisado pela Instra. Cibele Léger. Ele tem a intenção de estimular os alunos a assistirem os vídeos do Curso Básico e responderem aos questionários, sem ser algo chato nem obrigatório; pelo contrário, procuramos redigir um texto que mostre ao aluno o que ele tem a ganhar ao fazer as provas.
Queremos melhorar nesse ponto pois sabemos que podemos fazer muito mais bonito.
Este é o link: http://yogacentrocivico.com/blog/?p=526
Se você gostar podemos disponibilizar a arte para as Unidades que quiserem.
É isso, esperamos poder ajudar!
Beijos
Ric Poli e Equipe da Unidade Centro Cívico, Curitiba, PR.

20 jul, 2009

Teste Mensal Voluntário

Publicado por: Juliana Vieira Em: Atividades Culturais

cartaztestes1 420x611 Teste Mensal Voluntário

Rodrigo De Bona

Eba!!
Eu quero esse cartaz pra colocar na nossa Escola!
Mande a arte por e-mail pras Unidades Credenciadas, Mestre, por favor.
Um beijo grande e até o próximo findi, em Curitiba.
Rodrigo De Bona

[O cartaz pertence ao Ric Poli, de Curitiba. Inclusive, ele já ofereceu às unidades que o desejarem. Acho que o Ric poderia enviar logo a todas as escolas. Quem gostar, usa. Quem não quiser utilizar, deleta.]

Rosa

Bom Dia Mestre
Estou assistindo suas aulas em DVD na sequência e respondendo as questões para me preparar para as provas e passar de grau. A unidade Itaim onde pratico teve uma idéia fantástica, estamos tendo as aulas do programa do curso básico com o Dani toda semana. É uma perfeita motivação para que os alunos se interessem pelos testes.
Beijos
Rosália – São Paulo

Tamara Queiroz

Sabe, Regina, antes eu pensava que apenas quem tinha o interesse em se tornar instrutor é que poderia fazer os testes.

Muito bem observado!

Um beijo,

Rafael Schoenfelder

Sempre gostei muito dos testes mensais.
Pode contar comigo..

Abraços

Rafael
Curitiba Pr

flavia vasconcellos

Mais uma vez vc tem toda razão Mestre! Sábio Jojó!
Os alunos da Jardins já receberam essa informação, mas reforçarei sempre!
Muitos beijinhos
Flavinha

Regina Wiese Zarling

Lembro-me que em Floripa o Jojó incentivava aos alunos a estudar para os testes premiando os três primeiros lugares. Era interessante, uma espécie de motivação. Entretanto o maior premio que ganhamos é a sabedoria que estes testes nos proporcionam.
O que percebo hoje, não sei se em todas as escolas do método, porém acredito que na maioria delas, é que depois que foi dado a liberdade de escolha de aplicar ou não os mesmos, estes passaram a ser aplicados somente aos alunos do aprofundamento filosófico.
Eu mesma já respondi a varios testes, mas sei que sempre há mais a aprender e a estudar. Pequenos detalhes que mudam com a evolução.
Uma sugestão para que o aluno aceite melhor a idéia dos testes mensais,é fazê-lo com consulta (entretanto, não poderia ser consultado o livro programa do curso básico). Depois debater a matéria dada nos finais das aulas, para relembrar o que foi visto e após alguns meses repetir o mesmo sem consultar o livro. Talvez assim, aqueles alunos ainda iniciantes, não se sentissem pressionados e não viriam com a resposta de que só querem praticar e n
ão querem se tornar instrutores, considerando que o teste só é importante aos que almejam a profissão.

beijos
Regina
Curitiba-Batel

gab

Grande Ricardo! Para bens pela pro atividade!
Colocaré hoje mesmo o cartaz na nossa Escola no Chile.
É muito importante ter alunos identificados, da prazer ensinar a alguem que quer aprender.
Alem de isso eu converso bastante com meus alunos sobre a importancia de saber sobre a nossa cultura, e aprender o completíssimo curso básico.

Ontem fomos convidados com a Valentina a um jantar na casa do Embaixador da India no Chile junto com um importante ministro, ex embaixador de Rusia, o Dono de melhor restaurante Indiano no Chile, um militar e outro importante empresario, os unicos occidentais eramos nos…Instrutores do Método DeRose. Foi muito agradavel, a comida muito sabrosa, eles fizeram perguntas sobre o Método o sádhana e “gracias” ao Mestre e o completísimo “Curso Básico” eles perceverom como o nosso trabalho é serio. O embaixador já sabe de isso pois é a tercera vez que nos convida a um evento.
O conhecimento abre portas!!
A estudar amigos!

Alessandra Weick

Adorei o cartaz, colocaremos em breve aqui na Unidade Savassi,e faremos também reuniões informais com os alunos para assistirmos aos vídeos, na unidade ou na casa de um dos intrutores (idéia do instrutor Otávio),uma reunião informal, na qual estudaremos juntos,num clima descontraído,comidinhas gostosas… Isso tudo para incentivar o gosto pelo conhecimento…então veremos qual será o resultado…

Beijos,
Alê.

Heduan

Parabéns a toda equipe Centro Cìvico.
E muito bem lembrado Ric. Foram os testes mensais, que também me fizeram entender claramente o que constitui o nosso Método.

jmf

Olá a todos e peço licença para entrar no blog. Ainda estou no Pré-Yôga, mas sinto um prazer e alegria imensos de ler e aprender mais sobre essa cultura extraordinária. Duvido que alunos sérios e comprometidos teriam problemas com os testes mensais, já que são apenas para auxiliar o aprendizado e a fixação dos conceitos. Eu apoio 100% essa idéia.
Forte abraço a todos!
Juliana

Celinha

Mestre,
Posso dar meu depoimento de aluna. Estou na Unidade Jardins completando agora cinco anos e meio de prática . Sempre falo com minha querida instrutora Vivi o quanto aprendia com esses testes mensais e mesmo com as perguntinhas que ela volta e meia ela faz no finalzinho das aulas. Saio motivada a estudar, percebo as coisas que estou esquecendo se não pensar em dar uma olhadinha na matéria. Isso realmente me deixa interessada.
Uma dificuldade a mais será ou não motivo de desistência por parte dos alunos, dependendo de como será encarada. Muitas vezes é justamente a nossa razão para não desistirmos nunca. Possivelmente alguns alunos vão desistir por conta do teste, mas outros persistirão justamente por causa dele.
Acho esse assunto realmente importante.
Obrigada pelo incentivo!!!!
Beijos,
Celinha.

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segunda-feira, 20 de julho de 2009 | Autor: DeRose

Seja você aluno ou instrutor, se quiser alegrar meu coração, peça, motive, instigue, insista com o seu Diretor de unidade para que ele adote os testes mensais. Às vezes, o Diretor fica reticente porque acha que alguns alunos não vão gostar. Mas outros, como você, vão gostar muito! E já sabemos que o formato atual é o de não-obrigatoriedade. Basta incentivar os alunos para que eles queiram estudar.

Fico muito, mas muito entristecido mesmo, achando que todo este esforço não está adiantando nada, quando dou um curso e pergunto, como o que dei no mês de julho de 2009: “O que é sádhana?”  E nenhum dos alunos presentes na minha sala de aula sabe responder. A pergunta seguinte foi: “Você é praticante de pré-Yôga?” E a resposta de todos: “Sou aluno de SwáSthya.” Mas, então, não fez um teste escrito para passar ao Yôga?” E todos ficaram me olhando constrangidos.

Eram alunos de várias cidades e um deles passou do pré-Yôga para o SwáSthya quando estudava a Nossa Cultura na França. A considerar que o teste de admissão foi realmente prestado e que a correção do teste foi mesmo bem feita, só nos resta a justificativa de que se o aluno não procede aos testes mensais simplesmente não fixa a matéria e se esquece do que havia estudado-apenas-para-ser-aprovado e poder ingressar no Yôga.

Comentei isso com um instrutor que estava presente e testemunhou a cena e ele me disse: “Pois é, Mestre, por causa disso eu me sinto um mero treinador físico. Isso não me realiza. Não foi para isso que me tornei instrutor de Yôga.”

Nem a mim. Isso também não me realiza. Portanto, se alguns Diretores fazem corpo mole para adotar os testes, com receio de perder alunos, que seja você, aluno, e que seja você, instrutor, a me ajudar nessa tarefa ingrata que é a de encorajar seu Diretor. Eu estou desgastado de tanto solicitar e não ser atendido. Afinal, estamos todos trabalhando pelo mesmo ideal ou estou iludido e as escolas querem outra coisa?

Meus cursos tem muito conteúdo, não são para quem não sabe de que eu estou falando. Não são para quem não leu meus livros. Não são para quem não assistiu as aulas em DVD. Não são para quem não faz os testes mensais. Por isso, durante muito tempo só dei cursos para instrutores. A pedido dos organizadores de cursos, abri uma concessão permitindo que alguns cursos inscrevessem alunos. Mas se os alunos não tiverem nível para me acompanhar, não aceitarei mais dar cursos para alunos e voltarei a só aceitar instrutores.

Este é um desabafo muito sentido. Acredite que eu mesmo me autocensurei e deletei a maior parte do texto, porque estava entristecido demais. Você não ia gostar de ler o que eu escrevi antes.

Se você, Diretor, está pensando em me dizer que este problema deveria ser de âmbito interno e não abordado públicamente, quero relembrá-lo de que há anos venho abordando este tema em circulares às escolas, em informativos aos instrutores e de viva-voz em cursos e em eventos para instrutores. Em vão. Não quero usar de autoritarismo e MANDAR que essa recomendação seja obedecida. Quero que parta da opinião e colaboração dos alunos e dos instrutores. Que eles digam aos seus diretores para não ter medo de perder alunos por causa dos testes. As escolas que aplicam os testes são as que tem mais alunos! Por que será? E se perderem alguns, é porque eles não vieram buscando uma Cultura. Vieram buscando outra coisa que não é com o que trabalhamos. É preciso fazer escolhas. É preciso abrir mão de alguma coisa para atingir um objetivo.

Será que posso contar com você para incentivar o seu Diretor e me proporcionar essa satisfação?

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quarta-feira, 1 de julho de 2009 | Autor: DeRose

Ale Filippini

Pronto, participei!
Procuro sempre comprar produtos de empresas que não fazem testes em animais.
Para tanto, checo a relação no site: http://www.pea.org.br/crueldade/testes/naotestam.htm

Alê – Unidade Alphaville / SP
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quinta-feira, 28 de maio de 2009 | Autor: DeRose

A conotação dos testes mensais para praticantes é a de não-obrigatoriedade. O aluno fará os testes se assim o desejar. Caso os faça e seja aprovado, passará para um grau mais elevado (de sádhaka para yôgin; de yôgin para chêla). Se optar por não fazer os testes mensais o praticante não passará de grau. Obviamente, para galgar os níveis de aluno (sádhaka, yôgin e chêla) não é necessário participar de curso específico para formação profissional. Portanto, procure ler, estudar e participar voluntariamente dos testes.

Para melhorar o seu nível, a primeira providência é participar do teste mensal com dez perguntas, baseadas nos livros Ser Forte, Tratado de Yôga, Yôga a sério e Programa do Curso Básico. São as perguntas do mês. O teste mensal é para conscientizá-lo de que existe um universo fascinante por conhecer sobre a Nossa Cultura. Este procedimento tem também a utilidade de proporcionar um feed-back ao instrutor e lhe fornecer meios para que faça algo em benefício do aluno.

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quarta-feira, 27 de maio de 2009 | Autor: DeRose

Centenas de Mestres, professores, instrutores e alunos de quinze estados do Brasil e mais cinco países reunir-se-ão nesta sexta, sábado e domingo para aprender mais, aprofundar-se, praticar juntos e confraternizar-se no Fest-Yôga de Floripa. Já há muito tempo que não há mais vagas, portanto este post é apenas para compartilhar a notícia. Mas, na sequência, virá o Festival Internacional de Yôga de São Paulo, cujas inscrições estão abertas. Não vá perder essa chance!

A única forma de se increver é através do Diretor da sua unidade credenciada. Inscrições diretamente do interessado não são aceitas. É preciso que o seu Diretor autorize a sua participação, uma vez que os participantes não podem ser pessoas que fumem, tomem álcool, comam carnes ou usem drogas. O evento não permite a participação de alunos de unidades não credenciadas, nem os de academias, clubes, condomínios ou empresas, porque esses não passaram por processo seletivo, nem se submeteram ao exame de admissão, nem aos testes mensais que são veementemente recomendados pela Uni-Yôga.  Mesmo os alunos de unidades credenciadas que ainda estejam no pré-Yôga terão que esperar o recebimento da sua insígnia de praticante de Yôga. Também não é permitida a inscrição de menores de 18 anos. Com toda essa seletividade, ainda assim as inscrições esgotam-se com meses de antecedência e sem praticamente divulgação alguma. Os organizadores só imprimem um folder com a programação e normas. Você viu isso aqui no blog que é um veículo poderosíssimo de divulgação, que atinge dois milhões de pessoas e nem uma linha foi usada para divulgar o evento. Mesmo assim ele teve tanta gente inscrita que precisou utilizar outros hoteis da região. Parabéns ao dono do evento, Prof. Joris Marengo, Presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina. E parabéns a todos o que não perderam a oportunidade de participar.

Você sabia?

A maior parte dos alunos que decidiram tornar-se instrutores tomou essa decisão após participar de um Fest-Yôga.

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terça-feira, 31 de março de 2009 | Autor: DeRose

A importância do livre pensar

A liberdade é o nosso bem mais precioso.
No caso de ter que confrontá-la com a disciplina,
se esta violentar aquela, opte pela liberdade.
DeRose

Eu só permaneci no SwáSthya porque ele não violentava minha liberdade, não tolhia meu livre pensamento e não me castrava com doutrinação. Essas são questões sobre as quais não há concessão.

Mas como conciliar Liberdade com Disciplina? Como conciliar a preservação da Opinião Própria com a necessidade do aprendizado e da memorização do conhecimento?

Entendo que esses fatores são elementos de seleção. Se você tiver fervilhando em suas veias o gérmen do Yôga Pré-Clássico, não sentirá que nossa disciplina violente a sua liberdade. Contudo, se senti-lo, deve “optar pela liberdade”, a liberdade de ir-se.

Quando estivemos na escola e na faculdade, fomos obrigados a decorar centenas de nomes e de fórmulas. Quando estudei anatomia, fisiologia e cinesiologia, não tive a possibilidade de questionar com meus professores que para exercer minha profissão eu jamais precisaria saber os nomes de todos os ossos e músculos do corpo humano. Se não os decorasse, simplesmente seria reprovado e ponto final. Nosso curso é igual a todos os demais, pois ainda não existe outro meio para fazer o conhecimento entrar na cabeça do estudante.

Sempre fui contra a “decoréba”. Mas tenho que reconhecer a memorização como recurso eficiente para reter o conteúdo da matéria. Decorar por decorar não tem grande valor. No entanto, memorizar e compreender o que está sendo gravado tem seu valor inquestionável.

No questionário do livro Programa do Curso Básico, as respostas que precisam ser memorizadas ipsis litteris, estão assinaladas com as letras RP (resposta-padrão). Essas, são poucas. As perguntas e respostas foram elaboradas por diversos instrutores ao longo destes últimos trinta anos e são muito interessantes – sem mencionar que são úteis também!

 

Alexandre Montagna
 

Ótimo texto. É interessante lembrar que toda resposta padrão foi elaborada e aprimorada por diversos docentes e Mestres ao longo de muitos anos. São, portanto, as frases mais bem elaboradas para suas respectivas perguntas, daí decorar ser o melhor método*.

* Em latim, de cordis; em francês, par coeur, em inglês, by heart. Decorar é gravar com o coração. (Fonte: A força da gratidão – pújá)

konnie ciuro

muchas gracias Mestre, me ha dado una importante herramienta para utilizar con mis alumnos, siempre hay alguno que pregunta por que debe estudiar de memoria… gracias nuevamente

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quinta-feira, 26 de março de 2009 | Autor: DeRose

A conotação dos testes mensais para praticantes é a de não-obrigatoriedade. O aluno fará os testes se assim o desejar. Caso os faça e seja aprovado, passará para um grau mais elevado (de sádhaka para yôgin; de yôgin para chêla). Obviamente, para galgar os níveis de aluno (sádhaka, yôgin e chêla) não é necessário participar de curso específico para formação profissional. Portanto, procure ler, estudar os DVDs/webclasses e participar voluntariamente dos testes.

Um aluno desinformado, seja lá qual for o seu grau, compromete a imagem do nosso Método e o bom nome do seu professor, passando para frente informações equivocadas, como aquele que declarou que praticava “yóga” com um dos nossos mais antigos e queridos instrutores.

Pior foi o que praticou durante anos na Sede Central e declarou certa vez: “A Yôga fez de mim um outro homem. Só não consigo ainda fazer a postura do lótus.” Imagine como ficou o conceito da instrutora dele, uma vez que não aplicamos o gênero feminino para a palavra Yôga, não utilizamos o termo postura e jamais traduzimos do sânscrito os nomes das técnicas! Onde ele terá lido ou escutado tal nomenclatura? E como terá permanecido tantos anos conosco sem ser corrigido pela sua instrutora?

Mais recentemente outro aluno da mesma Unidade mudou-se para Florianópolis e, ao se despedir, disse-nos: “Floripa tem tudo a ver com o Yôga. A gente só de andar pela rua já está relaxando…” Então foi isso que ele aprendeu com o seu instrutor? Que Yôga é relaxamento?

E mais uma da Sede Central, para que não digam que criticamos as outras escolas. Um praticante estava conosco havia cinco anos e saiu-se com esta: “Mestre DeRose, o professor Fulano é um ótimo instrutor. A parte da aula que eu mais gosto é a parte espiritual.” O tal instrutor Fulano ficou vermelho, gaguejou, deu uma bronca no aluno e passou horas nos justificando que ele jamais disse qualquer coisa que pudesse ter passado essa falsa imagem. Pois é, mas também não deve ter aplicado as perguntas regulamentares no final de cada classe nem deve ter aplicado os testes mensais para avaliar o que o aluno estava absorvendo.

Para melhorar o nível dos alunos, a primeira providência é incentivar todos os praticantes, mesmo os que não querem se tornar instrutores, a participar do exame mensal com vinte perguntas, extraídas do livro Tratado de Yôga. São as perguntas do mês. O teste mensal é para que o próprio praticante conscientize que existe um universo fascinante que ele ainda não conhece sobre a Nossa Cultura. Este procedimento tem também a utilidade de proporcionar um feed-back ao instrutor e lhe fornecer meios para que faça mais em benefício do aluno.

A Profa. Rosana Ortega, da Unidade Berrini, São Paulo, declarou que a partir do momento em que os testes começaram a ser aplicados, seus alunos ficaram mais engajados e passaram a estudar muito mais. Ninguém se recusou a participar da avaliação. Pelo contrário. “O pessoal está curtindo!” Mesmo antes, ao dar informações ao candidato, o instrutor percebe que ele passa a valorizar mais o curso quando sabe que há um monitoramento sério do seu progresso.

A Profa. Marisol Espinosa, de Porto Alegre, confirmou: depois que passou a oferecer os testes mensais aos alunos, todos gostaram e desenvolveram uma fidelidade maior pelo SwáSthya e pela escola.

Além dos testes mensais voluntários, a Profa. Vanessa de Holanda, da Unidade Leblon, Rio de Janeiro, certa vez me disse que no final de cada prática aplicava as perguntas do livro. Sua tática era a de avisar na sessão anterior qual iria ser o capítulo sobre o qual seria feita a pergunta da aula seguinte. Segmentando o estudo dessa forma, conseguiu estimular os alunos a ler mais e tomar gosto pelo livro. Alguns confessaram que não conseguiram parar mais de lê-lo.

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