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segunda-feira, 28 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

Quando utilizamos até os mínimos espaços para entupi-los de texto ou para ampliar o tamanho das letras até os limites do papel, estamos passando ao leitor uma mensagem de mau-gosto, de falta de profissionalismo e pobreza de espírito. Algo do tipo: “eu sou pobre, pobre, pobre, de Marais je suis, então, preciso aproveitar todo o papel, pois disponho de pouco papel, tenho que fazer o impresso menor por economia e assim a solução é apertar o texto e diminuir as entrelinhas”.

Se queremos transmitir uma mensagem de elegância, a primeira providência é proporcionar margens generosas e espaços estéticos entre os blocos de texto e de ilustração.

Uma das poucas exceções é a instituição do pocket book, pois sua existência já é uma confissão de proposta de economia de papel e no preço final do livro. Mesmo assim, se for possível, é conveniente levar em consideração os princípios acima mencionados.

Há vários manuais interessantes sobre diagramação de impressos. Um deles é Design para quem não é designer, de Robin Williams. Comprei pela Amazon.

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domingo, 6 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

Os funcionários desse hotel são extremamente cordiais e muito bem treinados. Cada vez que passo pela recepção, cumprimentam-me pelo meu nome. Tudo o que solicitamos, atendem-nos prontamente com um sorriso sincero. As comodidades do apartamento também não ficam atrás dos melhores hotéis da Europa.

Quando estivemos em Curitiba, há alguns dias, recebemos esta amável carta de boas vindas:

Prezado Sr. e Sra. De Rose,

Gostaríamos de lhes desejar nossas sinceras Boas Vindas a Curitiba e ao nosso hotel em nome de toda a equipe ‘Four Points by Sheraton’.

E também agradecemos a gentileza do livro que recebi de presente. Ao ler uma mensagem de Buda, resolvi transcrevê-la pois expressa toda a nossa admiração [ ... ]

Como nessa mensagem o Sr. sabe exatamente qual é o seu lugar no universo, ao mesmo tempo em que é imperador da sua vida, trasmitindo admiração pelas suas conquistas, realizações e profissionalismo, ainda como um grãozinho de areia com toda humildade e simplicidade nos presenteia com este gesto de tanto carinho.

Mais uma vez, muito obrigada por escolher nosso hotel e esperamos sempre ser sua opção de hospedagem em Curitiba.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009 | Autor: DeRose

Você, certamente, percebeu que o mérito pela entrevista ter sido tão boa não foi meu. O merecimento foi todo do entrevistador António Mateus que, com seu talento tão raro,  elaborou as perguntas mediante várias horas de diálogos prévios e através da leitura dos nossos livros, bem como do nosso blog. Investiu tempo e trabalho para realizar uma excelente entrevista. Penetrou no pensamento do entrevistado. Teve a simplicidade e o profissionalismo de abordar as questões mais relevantes para o entrevistado, procurando pensar como nós para que o diálogo fluísse sem que tivéssemos de interromper o fluxo das idéias para argumentar que isto ou aquilo “não era bem assim”. Realizou um bela entrevista, séria, sem sensacionalismo e que teve um foco de cultura. Conseguiu manter o interesse dos espectadores do início ao fim, provando que uma entrevista séria pode despertar o interesse das pessoas. Relembro que o próprio maître do hotel em que realizamos o último evento, após assistir trechos do vídeo, perguntou-nos se podia comprar um exemplar do DVD!

Sem nenhuma intenção de rasgar sedas, afirmo com toda a sinceridade que depois de conhecer pessoalmente o amigo António Mateus, minha admiração por ele cresceu superlativamente e meu respeito pela imprensa teve um incremento exponencial.

Você pode escrever aqui no blog os seus sentimentos em relação ao excelente trabalho que ele realizou.

Também pode acessar seu blog:  http://selvaurbana.blogs.sapo.pt/

Finalmente, recomendo a leitura do seu interessante livro Selva Urbana, Edições Colibri, Lisboa.

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quinta-feira, 11 de junho de 2009 | Autor: DeRose

lerivan

Gostaria de compartilhar com vocês um texto sobre como tratar bem os clientes. Bj
Lerivan Ribeiro – Floripa – SC

O Cliente

Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama quando a recebe após três semanas somente.

Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos e espera pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si, ou simplesmente baixam a cabeça e fingem não me ver. Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se…
Sabe quem eu sou?
Eu sou o cliente que nunca mais volta!
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua empresa. Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de “CORTESIA”.
“Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar.”

Sam Walton
Fundador da Wal-Mart, a maior cadeia de varejo do mundo.

[Acho que já atendemos muito bem, mas o bom é inimigo do ótimo. Precisamos sempre estar atentos à distração ou falta de treinamento de algum instrutor mais novo na equipe. Ontem, por exemplo, eu estava monitorando pelas câmeras internas o atendimento de uma prospect que veio pedir informações com seu labrador negro. Interfonei para a recepção, mas o telefone não fora consertado. Tempo perdido! Interfonei novamente, agora para a secretaria e perguntei se haviam oferecido água para o cão. A instrutora dirigiu-se à recepção. Em seguida, me disse que não dera mais tempo, pois a senhora e o cão já estavam na porta para sair. Ainda assim, acredito que teria sido simpático oferecer água para o labrador, mesmo com a senhora já se despedindo. Isto é apenas um exemplo de como poderíamos ser melhores do quanto já somos. DeRose.]

soninha.paris

Je profite pour partager une histoire,

Hier je suis allé à la boutique Pierre Herné (boutique chique qui vent les meilleurs macarrons de Paris) et j’ai acheté quelques uns – leurs saveurs sont originals et ils sont très bien faits :)

Au moment de payer le serveur m’a dit que le magasin ne pourrais pas accepté la carte bancaire pour le montant de mes achats, seulement à partir de 15€ (cela est normal sur Paris).
Il m’a demandé si je pourrais retirer des espéces à une caisse retrait à 100m du magasin. Je suis allé même en pensant que cela pour un magasin de leur classe ce n’etait pas bien.

En revenant, j’ai payé mes achats, et le server gentilment m’a dit : Ça a été ? Ce n’etait pas trop loin ? Venez je vous offre un petit macarron.
Il a ainsi pris le temps de me parler de m’offrir un petit cadeaux délicieux et de gagner surtout une nouvelle cliente :)

C’est bien ça qui fait la différence !

Gros bisoussssss
Sonia

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terça-feira, 9 de junho de 2009 | Autor: DeRose

Everton Vieira

Bello vídeo com uma parte do poema Mensagem de Fernando Pessoa:

Abraços
Everton
São José -- SC

 

[Contudo, há-de cumprir-se Portugal, através de seus novos navegantes, os instrutores do Método DeRose que, pioneiros, desbravam novas fronteiras e levam as cores dessa nobre nação a tantos outros países, conquistando terras e admirações pela sua excelência técnica e profissionalismo, ao difundir a Nossa Cultura pela Europa e pelo mundo. DeRose.]

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