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sábado, 24 de abril de 2010 | Autor: DeRose

Redação da aula de francês para iniciantes. Mas para iniciantes mesmo:

Minha amiga tem um gateau branco chamado Miau que adora tomar leite de vaca, mas morre de medo dos Bois de Boulogne e adora brincar em cima da maison de jantar com um ursin de pelúcia.

Conheci uma região que só tinha gente loira, denominada Vale du Loire. Visitei uma cidade muito alegre chamada Bordéus (Bordeaux) na qual era preciso ter muita sortie e pouco hazar.

O filho do Batman é um petit morceau. Mas ele é um grande chateau.

Aplique o Axioma Número Um: não acredite!

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Do mesmo modo, tem gente que vê chiffres em avis e, pourtant, acham que estes não são tão livres para subir; nem com um chute esses sujets voam!

Axioma número zero: o Mestre tem sempre razão.

Rômulo Justa
Unidade Dom Luís – Fortaleza/CE

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Ótima redação, Rômulo. Vou propô-la aos professores de francês para brasileiros.


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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010 | Autor: DeRose

O Axioma Número Um da Nossa Cultura recomenda laconicamente: Não acredite!

Caros amigos.
É com muito entusiasmo que quero informar outra grande descoberta do mundo da ciência. Encontraram outro fóssil bastante interessante…
Yubaba-dubbado!

Gostaria de dar meus sentimentos a família do Dr Emmett Brown desaparecido há algumas centenas de anos. Suspeitava-se que o mesmo havia ficado perdido no continuo do espaço tempo, mas em escavações nas montanhas antigas de Hill Valley na califórnia os mesmos renomados arqueólogos o encontraram.

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A mesma equipe de renomados arqueólogos encontrou o fóssil de uma fada! E prometem em breve achar uma prova viva da existência de duendes.

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Para aqueles que acham que a garotada de hoje é moderna, e que só os mais novos curtem jogos eletrônicos. Temos aqui uma versão proto-histórica do nintendo DS. Acho que deve ser harappiano…

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Sabemos que a nossa cultura ocidental deve muito ao oriente. Quando digo isso não me refiro apenas ao povo dravídico, que muito considero, mas também ao povo egípcio que muito contribuiu para o progresso da humanidade… Devo então apresentar aos ocidentais alguns de seus escritos mais sagrados, ainda hoje presentes em nossa cultura.

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Temos ainda a confirmação da existência de um outro ser mitológico. O ciclope!

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E é claro como não podia deixar de ser os gigantes da Índia.

http://fx.worth1000.com/entries/18533/18533-giants
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Como é mesmo o axioma número um?
É incrível o que o photoshop faz hoje em dia.

A foto do gigante foi o segundo lugar deste concurso de montagens.

Quer saber qual foi o primeiro lugar?

Tenho certeza que sim! Então clique nos links acima e vão até o site do concurso.
Tenham um bom dia.

A propósito, axioma número um para isso também!

Abraços a todos
Hamurabi.

Caso as imagens não apareçam cliquem aqui:

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sexta-feira, 26 de junho de 2009 | Autor: DeRose

Pessoas inteligentes falam de idéias.

Pessoas medíocres falam de acontecimentos.

Pessoas burras falam de outras pessoas.

Autor desconhecido

 

Em fofoca não se deve acreditar, nem nas mais ingênuas. Jamais encorajá-las. Lembre-se de que o fofoqueiro é um pombo-correio que leva e traz. O que ele estiver fofocando sobre o Beltrano ausente, provavelmente fofocará a seu respeito assim que você virar as costas. Corte habilmente o assunto ou retire-se sem muito alarde.

Lembre-se do axioma no. 1 da Nossa Cultura: não acredite. Esse é o nosso primeiro dispositivo para neutralizar fofocas.

O dispositivo no. 2 é não passar adiante nenhuma observação que mencione o nome de alguém. Se o comentário tiver nome, morre ali.

O dispositivo no. 3 é o acordo tácito entre nós de que quando alguém tiver algo a comentar, não mandará recado, mas sim falará diretamente com a pessoa interessada.

O dispositivo no. 4 é a confiança e a certeza de que nosso amigo ou companheiro está cumprindo o dispositivo número 3, acima.

O dispositivo no. 5 é o exercício usado na antiguidade e que chegou aos nossos tempos com o nome de telefone sem fio, o qual consiste em formar-se um círculo de pessoas e passar uma frase à primeira, para que ela passe adiante e assim sucessivamente até que chegue ao último do círculo. As distorções são tão grandes e absurdas que nos fazem compreender como surgem os falsos rumores. E, ao mesmo tempo, vacinam as pessoas mais inteligentes para que não acreditem no que ouvirem, seja lá de quem vier a notícia, até das pessoas mais críveis.

Para ilustrar, vou-lhe contar uma história que me foi transmitida como fato real. Na Companhia do Quartel General da Primeira Região Militar, no Rio de Janeiro, o capitão teria se dirigido ao tenente e dito:

— Amanhã haverá eclipse do Sol, o que não acontece todos os dias. Mande formar a companhia às 7 horas, em uniforme de instrução. Poderão, assim, todos, observar o fenômeno e na ocasião darei as explicações. Se chover, nada se poderá ver, e os homens formarão no alojamento, para a chamada.

O tenente ao sargento:

— Por ordem do capitão, haverá eclipse do Sol amanhã. O capitão dará as explicações às 7 horas, com uniforme de instrução, o que não acontece todos os dias. Se chover não haverá chamada lá fora e o eclipse será no alojamento.

O sargento ao cabo:

— Amanhã, às 7 horas, o capitão vai fazer um eclipse do Sol com uniforme de passeio. O capitão dará no alojamento as explicações, se não chover, o que não acontece todos os dias.

O cabo aos soldados:

— Amanhã, às 7 horas, o capitão vai fazer um eclipse do Sol com uniforme de passeio e dará as explicações. Vocês deverão entrar formados no alojamento, o que não acontece todos os dias. Caso chova não haverá chamada.

Entre os soldados:

— O cabo disse que amanhã o Sol, em uniforme de passeio vai fazer eclipse para o capitão, que lhe pedirá explicações. A coisa é capaz de dar uma encrenca dessas que acontecem todos os dias. Deus queira que chova.

Portanto, se você ouviu dizer algo, através de terceiros, não perca o seu tempo acreditando em bobagens.

Por outro lado, a fofoca é uma energia poderosa que pode ser canalizada para fins construtivos. Aprendemos nas artes marciais do Oriente a não opor resistência direta ao ataque do inimigo, mas sim, aproveitar a força dele para levá-lo ao chão. Com a fofoca é a mesma coisa.

Como pessoa pública, fui alvo, a vida inteira, de maledicências atrozes, arquitetadas pelos concorrentes por motivo de inveja das realizações importantes que tive o privilégio de protagonizar. Pois saiba que sempre tirei proveito dos disse-me-disses, transmutando-os em divulgação positiva. Posso declarar que mais da metade dos meus alunos me foram enviados pelos concorrentes que, ao tecerem algum comentário aleivoso, excitaram-lhes a curiosidade. Eles vieram para ver de perto e acabaram gostando do que viram!

Quando você escutar algum mexerico sobre uma pessoa amiga, um colega de trabalho, seu Mestre, seu tipo de Yôga, não tenha acanhamento de dizer em alto e bom tom:

“Não acredito numa palavra do que você está dizendo. Essa atitude não é digna da pessoa educada que você é.”

Se isso não for possível, parta para a gozação:

“O quê? Você está dizendo que meu Mestre fez isso? Se ele de fato o fez, subiu no meu conceito, pois agora sei que ele é um ser humano como eu. Então, posso confiar nele.”

Identifique e isole o fofoqueiro

O fofoqueiro é um doente, um mal educado e um neurótico. É muito fácil identificar a origem das maledicências. Sempre que alguém contar uma inverdade, ou fizer um comentário pérfido, fraudulento, sobre um fato originalmente verdadeiro, registre quem foi. Mesmo que essa pessoa declare que ouviu dizer, que a origem da estória não foi ela. Se o fato se repetir com a mesma pessoa, ela passa a ser considerada responsável pela origem dos rumores ou divulgadora deles, o que é igualmente grave.

Os quatro filtros

Antes de passar um comentário adiante, pense:

É verdade?

Tem certeza?

É útil?

Vai contribuir para fazer as pessoas mais felizes?

Se não satisfizer a cada um desses crivos, não passe o comentário para a frente.

Como lidar com o disse-me-disse

Com o zum-zum-zum, sempre devemos ir para trás ao invés de ir para a frente. Explico: quando você escutar alguma coisa que cheire a boato, ou qualquer informação de que alguém disse ou fez algo desabonador, ou de que alguém disse algo de terceiros, ao invés de passar essa informação adiante, retroceda. Pergunte: quem lhe disse isso? Se o caluniador não quiser dizer quem foi, deduza que então foi ele mesmo que inventou. Caso ele diga quem foi, vá mais para trás e consulte essa pessoa. Muitas vezes, já no primeiro a quem você retroceda, basta para descobrir que a história era bem diferente da que lhe foi passada. Se não bastar continue rastreando de onde partiu o futrico.

Como levar o fofoqueiro a se suicidar

Quando alguém disser algo como: “eu soube de uma coisa horrível que o Fulano disse de você”, não pergunte: “o quê?”. Quando alguém disser: “eu não concordo com a orientação desta escola”, não pergunte: “por que?”. Para um fofoqueiro não há coisa pior do que não poder falar. Você não demonstrar interesse pelo que ele tem a dizer ou, até mesmo, impedi-lo (“não fale mais nada; não quero saber”) é a pior coisa que pode acontecer na estratégia do fofoqueiro.


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segunda-feira, 23 de março de 2009 | Autor: DeRose


Em fofoca não se deve acreditar, nem nas mais ingênuas. Jamais encorajá-las. Lembre-se de que o fofoqueiro é um pombo-correio que leva e traz. O que ele estiver fofocando sobre o Beltrano ausente, provavelmente fofocará a seu respeito assim que você virar as costas. Corte habilmente o assunto ou retire-se sem muito alarde. A ideia é a de não deixá-lo completar a frase e fazê-lo sentir-se constrangido com a atitude. A menos que o futriqueiro já tenha conseguido concluir a agressão a alguém ou alguma coisa que você preze. Nesse caso, a honra e a ética mandam que você o defenda bravamente, mas sempre com elegância e compostura.

Lembre-se do axioma no. 1 do Swásthya Yôga: não acredite. Esse é o nosso primeiro dispositivo para neutralizar fofocas.

O dispositivo no 2 é não passar adiante nenhuma observação que mencione o nome de alguém. Se o comentário tiver nome, morre ali.

O dispositivo no 3 é o acordo tácito entre nós de que quando alguém tiver algo a comentar, não mandará recado, mas sim falará diretamente com a pessoa interessada.

O dispositivo no 4 é a confiança e a certeza de que nosso amigo ou companheiro está cumprindo o dispositivo número 3, acima.

O dispositivo no 5 é o exercício usado na antiguidade e que chegou aos nossos tempos com o nome de telefone sem fio, o qual consiste em formar-se um círculo de pessoas e passar uma frase à primeira, para que ela passe adiante e assim sucessivamente até que chegue ao último do círculo. As distorções são tão grandes e absurdas que nos fazem compreender como surgem os falsos rumores. E, ao mesmo tempo, vacinam as pessoas mais inteligentes para que não acreditem no que ouvirem, seja lá de quem vier a notícia, até das pessoas mais críveis.

Para ilustrar, vou-lhe contar uma história que me foi transmitida como fato real. Na Companhia do Quartel General da Primeira Região Militar, no Rio de Janeiro, o capitão teria se dirigido ao tenente e dito:

Amanhã haverá eclipse do Sol, o que não acontece todos os dias. Mande formar a companhia às 7 horas, em uniforme de instrução. Poderão, assim, todos, observar o fenômeno e na ocasião darei as explicações. Se chover, nada se poderá ver, e os homens formarão no alojamento, para a chamada.

O tenente ao sargento:

Por ordem do capitão, haverá eclipse do Sol amanhã. O capitão dará as explicações às 7 horas, com uniforme de instrução, o que não acontece todos os dias. Se chover não haverá chamada lá fora e o eclipse será no alojamento.

O sargento ao cabo:

Amanhã, às 7 horas, o capitão vai fazer um eclipse do Sol com uniforme de passeio. O capitão dará no alojamento as explicações, se não chover, o que não acontece todos os dias.

O cabo aos soldados:

Amanhã, às 7 horas, o capitão vai fazer um eclipse do Sol com uniforme de passeio e dará as explicações. Vocês deverão entrar formados no alojamento, o que não acontece todos os dias. Caso chova não haverá chamada.

Entre os soldados:

O cabo disse que amanhã o Sol, em uniforme de passeio vai fazer eclipse para o capitão, que lhe pedirá explicações. A coisa é capaz de dar uma encrenca dessas que acontecem todos os dias. Deus queira que chova.

Portanto, se você ouviu dizer algo, através de terceiros, não perca o seu tempo acreditando em bobagens.

Por outro lado, a fofoca é uma energia poderosa que pode ser canalizada para fins construtivos. Aprendemos nas artes marciais do Oriente a aproveitar a força do oponente para levá-lo ao chão. Com a fofoca é a mesma coisa. Ao longo dos anos, tenho sido muito beneficiado pelos desamigos, pois cada vez que falam o que quer que seja a meu respeito estão, sem saber, me proporcionando uma grande visibilidade. A partir daí, é uma questão de aplicar meu know-how de meio século de profissão lidando com isso para converter a energia do adversário a meu favor. E, pelos resultados, parece que tem funcionado!


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segunda-feira, 2 de março de 2009 | Autor: DeRose

Axioma Número Um

Pleno de coerência, nosso Axioma Número Um, declara laconicamente: Não acredite. Não acredite em mim e não acredite no que fala contra mim. Não acredite na propaganda, nem nas notícias que chegam pelos jornais. Não acredite na informação mais honesta, transmitida pela pessoa mais sincera, pois até essa sofreu distorção. Porque todas as “verdades” são relativas a uma ótica particular, dependendo do observador. Todas as afirmações aureoladas como verdades, sofreram as distorções de cultura, neuroses e interesses dos que as aceitam como reais.

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Hoje, mais do que nunca, com o incremento de várias novas tecnologias capazes de distorcer a realidade perante a percepção do observador, torna-se ainda mais verdadeiro o nosso Axioma Número Um: assista ao vídeo

 


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