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sábado, 9 de janeiro de 2010 | Autor: DeRose

É da natureza humana querer compreender as coi­sas e, para isso, tentamos enquadrá-las em escani­nhos já estabelecidos em nossa mente. Não é à toa que “enquadrar” e “escaninho” são conceitos as­sociados a algo quadrado e padronizado.

Portanto, é natural que o interlocutor queira saber se é dança, ginástica, arte, terapia, religião… Mas e se não se “encaixar” em nenhuma das alternativas?

Quando um praticante pretende explicar o que é o Método, frequentemente é confrontado com a per­gunta:

–  Método de quê?

Para que as pessoas compreendam melhor o que é o Método e, dessa forma, possam desfrutá-lo em todas as suas nuances, decidimos prestar estes esclarecimentos.

Para tanto, a primeira coisa a conhecermos deve ser sua definição. Apesar de este Método ter sido sistematizado a partir de 1960 e, portanto, já con­tar com meio século, o processo foi bem gradativo e empírico. Assim, dispomos de várias definições muito boas.

Podemos definir esta cultura como:

Método DeRose é uma urdidura entre conceitos e técnicas oriundas de tradições culturais muito antigas.

Ou de forma mais extensa:

O Método DeRose é uma proposta de life style coaching com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respi­ratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimora­mento da descontração emocional e da concen­tração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhe­cimento.

Listando por tópico, facilita a compreensão:

  • uma proposta de life style coaching;
  • com ênfase em boa qualidade de vida;
  • boas maneiras;
  • boas relações humanas;
  • boa cultura;
  • boa alimentação;
  • boa forma;
  • reeducação respiratória;
  • administração do stress;
  • técnicas orgânicas;
  • tônus muscular;
  • flexibilidade;
  • concentração e meditação;
  • a meta final é o autoconhecimento.

Benefícios? Não! Apenas consequências de uma filosofia de vida saudável.
– Veja os comentários.

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sábado, 12 de dezembro de 2009 | Autor: DeRose

Como funciona a psicoterapia

A mecânica curativa da psicoterapia está no paciente e não no terapeuta. Para curar-se da maior parte das pequenas neuroses e distúrbios emocionais basta uma decisão tomada em profundidade, com toda a vontade de curar-se aflorando do seu ser, uma vontade que venha com toda a sinceridade lá do fundo da alma.

O problema é que a maioria das pessoas não sabe como gerar essa vontade sem a ajuda de um rito. O rito é representado pela decisão de procurar ajuda e aceitar pagar por ela. É a decisão de sair de casa duas a três vezes por semana, especialmente para conceder-se um tempo a fim de cuidar especialmente das idiossincrasias do seu psiquismo. É o poder dispor de alguém para catalisar a sua reação.

O número de charlatães que estão aí no mercado, clinicando, sem formação alguma e até portadores de psicopatias graves é assustador. No entanto, seus pacientes melhoram, alguns curam-se e quase todos saem elogiando o vigarista. A que se deve isso?

Deve-se ao poder de autocura já mencionado no capítulo A capacidade de autocura do organismo. No caso da psicoterapia, o terapeuta muitas vezes é o placebo. Podia ser um psicanalista de linha freudiana ou um de linha anti-freudiana; podia ser um tarólogo ou um homeopata; podia ser um instrutor de Yôga ou um acupunturista. Não importa quem vai ser o deflagrador da reação. O que importa é que seja pago, custoso e sistemático. Estes três fatores devem estar presentes:

a)   é imprescindível o fator prioridade, sua proposta tem que ser séria e estar acima de qualquer outro compromisso profissional, social, esportivo ou afetivo;

b)  é preciso que a medida tomada seja rítmica, constante, subordinada a uma disciplina;

c)   e é necessário que haja um sacrifício envolvido, que pode ser financeiro ou outro.

Por isso, as promessas, novenas e outros procedimentos religiosos também funcionam para uma determinada faixa cultural. Sai muito mais barato que as três sessões semanais à razão de mais de cem dólares por consulta, o que resultaria em, no mínimo, mil dólares por mês.

Portanto, se você for uma pessoa esclarecida e quiser fazer psicoterapia e, ao mesmo tempo, uma bela economia, elabore uma rotina ou, se preferir, um ritual, duas ou três vezes por semana, que exija um deslocamento físico para um outro local, um preço a ser pago e um compromisso com caráter de prioridade Que tal um grupo de meditação? Já pensou em praticar Yôga? Mas também pode ser dança de salão, tênis ou golfe.

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terça-feira, 1 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

Sexta-feira fizemos a noite de autógrafos do livro Viagens à India dos yôgis com palestra e uma linda coreografia do instrutor Vivas. Foi um sucesso!

Sábado tivemos um cursaço de cinco horas ininterruptas de duração e ninguém queria que acabasse. O tema era meditação, mas é claro que falamos de tudo e mais alguma coisa. Compareceram alunos e instrutores de Florianópolis, São José, Balneário Camboriú e outras cidades, além dos de Joinville. Só de Blumenau não veio ninguém. Precisamos incentivar os instrutores do estado a que instalem umas duas ou três unidades credenciadas em Blumenau.

À noite tivemos um jantar exclusivo para Diretores de escolas do Método, em um restô super chic e aconchegante, o Bistrô Mama Lu, com receitas de um chef de primeira grandeza. O chef André Luiz deu um show de alta cozinha. Mas foi caaaro!… Imagine R$120 por pessoa, sem carnes, sem vinhos e sem sobremesas. Muito mais caro que São Paulo.

Joinville é uma das mais importantes cidades do estado de Santa Catarina, no Sul do Brasil. De imigração alemã, notam-se aqui e acolá resquícios da arquitetura germânica tradicional. No entanto, curiosamente, no nosso curso os sobrenomes dos alunos eram majoritariamente italianos. Os estados do Sul (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) no inverno sabem ser frias. Em SC está São Joaquim, onde costuma nevar com frequência.

Domingo tivemos Iniciação à meditação de terceiro grau e abertura do ájña chakra. Em todos os cursos, tanto os alunos quanto os instrutores me deixaram muito bem impressionado. Todos foram extremamente participantes, interessados, receptivos e carinhosos. Gente jovem, bonita, saudável, sarada, educada, culta – como deve mesmo ser a nossa gente.

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009 | Autor: DeRose

Foram três dias de estudo, práticas, vivências, companheirismo, coreografias de tirar o fôlego, um friozinho gostoso e comidinhas capazes de converter em vegetariano entusiasta o mais fanático comedor de cadáveres. Dei um curso sobre meditação que os mais antigos, como o Joris Marengo e o Edgardo Caramella, declararam que nunca antes havia sido dado, com informações inéditas. Muitas reuniões fecundas, muitas conversas informais, muitas amizades reforçadas.

Depois das coreografias, o Festival nos brindou com um desfile das roupas produzidas pelos mais diversos instrutores e alunos das nossas escolas. Ficamos fascinados com o bom-gosto e altíssimo padrão. Dava para perceber que o nosso público evoluiu bastante e hoje exige, acima de tudo, qualidade e bom acabamento nos produtos (assim como nos serviços). As escolas que optaram por produzir roupas, tanto as de prática, quanto as de uso no dia-a-dia, vão suprir essa demanda para todo o Brasil e para os demais países que fazem parte da nossa Jurisdição das Américas e Europa. Há alguns meses, um ex-colega que deixou a rede DeRose por motivo de força maior, pouco tempo depois acabou por fechar sua escola e abandonou a profissão. Na época, ele comentou que a maior besteira que cometeu foi ter saído da rede e que se não tivesse saído estaria muito mais feliz e bem de vida. No festival, nós compreendemos o porquê.

No sábado tivemos noite de autógrafos de quatro lançamentos: o livro de alimentação vegetariana, da Rosângela de Castro; o livro de mantras, de Ricardo e Caio Melo; o livro de poesias do Fábio Euksuzian; e o meu, de viagens à Índia. Só em um evento da nossa família poderia ocorrer o lançamento simultâneo de quatro livros novos, todos de instrutores do Método. Tive oportunidade de perguntar apenas aos autores do livro de mantra quantos exemplares venderam. Foram mais de 400 exemplares! Isso, com a concorrência concomitante dos outros três! Nenhum autor lá fora tem tanto sucesso. Isso ainda não é nada comparado com as dezenas de milhares de exemplares que poderão ser fornecidos às escolas da nossa rede internacional.

No salão principal, onde ficam os stands e também onde a moçada permanece entre uma atividade e outra, ou simplesmente para descansar, rodou ininterruptamente o vídeo da entrevista realizada em Portugal. Uma entrevista de uma hora de duração, sem que a palavra Yôga tivesse sido pronunciada nem pelo entrevistador, nem pelo entrevistado. E, tampouco, termo algum de sânscrito, nem conceito algum esterotipado. Essa matéria foi feita para mostrar aos nossos instrutores, aos nossos alunos, e aos entrevistadores de todos os países que temos muito a dizer sobre a Nossa Cultura e que não precisamos nos ater aos velhos e batidos estereótipos. E, se ficou interessante? Basta dizer que o maître do hotel queria comprar uma cópia!

O tema deste evento foi:

Os que dizem que não gostam de nós sempre são os que não nos conhecem, os que não leram nenhum livro do DeRose, os que não o conheceram pessoalmente. Os que nos conhecem, imediatamente mudam de opinião e passam a gostar de nós.

 Assim sendo, a missão transmitida foi a de que os nossos alunos e instrutores informem o mundo exterior (familiares, amigos, mídia) sobre:

- Quem somos nós, realmente;

- O que ensinamos;

- A que nos propomos.

Tudo isso, sem mencionar nenhuma palavra que possa conduzir a falsos estereótipos, preconceitos e discriminações.

Os que lá estiveram, saíram com a convicção da importância de divulgar a Nossa Cultura. Espero que cada leitor deste blog assuma a mesma missão.

Para auxiliá-lo nesse tarefa, postamos a entrevista acima mencionada, a fim de que você possa fornecer o link  às pessoas, para que a assistam. Foi instalado um dispositivo permitindo que você, além de indicar o link, também possa fazer download para exibir em reuniões especialmente organizadas com esse objetivo ou, ainda, gravar CDs para presentear os amigos e a mídia.

Essa entrevista precisa ser muito divulgada para todos os seus amigos, parentes e meios de comunicação, para que entendam o que é o Método DeRose. E para que, se vierem nos entrevistar, possamos dialogar sobre temas realmente abrangentes e relevantes.

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sábado, 15 de agosto de 2009 | Autor: DeRose

Rio Grande do Sul, nação poderosa, de tradições fascinantes, povoada por gente linda e detentora de uma língua carismática.

Estamos em Porto Alegre. Ontem fizemos uma noite de autógrafos do livro Viagens à Índia dos yôgis com a grata presença dos meus amigos de Pelotas, Caxias, Bento Gonçalves, Rio Grande, Cruz Alta e outras cidades, além da capital, é claro. Foi um sucesso! Esgotamos o lote de livros que havíamos trazido. Se houvesse mais, teríamos autografado mais.

Depois do lançamento, tivemos um curso: Colóquio sobre formação profissional. Turma lotadíssima, o que me deixou bem feliz, pois demonstrou o interesse dos alunos pela nossa carreira.

Hoje, teremos os cursos: Iniciação à meditação de terceiro grau e Abertura do ájña chakra, só para instrutores. Antes do curso uma homenagem ao bom amigo Prof. Mallet pela nobreza de espírito e excelente trabalho realizado à frente da Federação de Yôga do Rio Grande do Sul.

Amanhã, o curso Iniciação ao ÔM, também só para instrutores.

Durante todo o tempo, a alegria contagiante dos gaúchos, suas boas risadas, muito carinho e comidinhas cativantes. E muito chimarrão, tchê!

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terça-feira, 21 de julho de 2009 | Autor: DeRose

David trabalha há vinte anos com a Apple e é diretor da empresa CAD Technology, que dá assistência e vende equipamentos MacIntosh. Esse devotado aluno da Unidade Borba Gato, veio ao meu escritório com mais um técnico e ambos ficaram ontem durante quatro horas queimando os neurônios. Não conseguimos solucionar o problema. Mas David não é homem de desistir. Foi para casa e não sei se dormiu à noite ou se ficou carburando. Hoje retornou à minha caverna com a solução! O Steve Jobs devia dar uma medalha ao David, esse heroi que reabilitou a imagem da Mac.

Agora, vamos ter novamente livros publicados pela nossa editora. Prepare-se que lá vem chumbo grosso: estamos com vários livrinhos pocket engatilhados (Zen noção, Síntese do SwáSthya Yôga, Código de Ética, Meditação, Yôga tem acento, A medalha com o ÔM e outros), bem como a nova edição do Tratado de Yôga, o livro Mensagens, o Yôga Sútra de Pátañjali e o DeRose, Histórico e Trajetória. Depois, assim que a editora estiver capitalizada, começaremos a publicar as segundas edições dos livros dos nossos instrutores que desejarem editá-los pelo selo editorial Egrégora.

Tudo isso, graças ao empenho e boa vontade do nosso estimado David Oliveira, que conseguiu solucionar um problema que ninguém resolveu. Quem desejar contratar seus serviços ou comprar um Mac, seu telefone é (11) 3849-8257 ramal 25, www.cadtec.com.br.

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domingo, 12 de julho de 2009 | Autor: DeRose

Hoje, na Unidade Downtown, na Barra da Tijuca, tivemos esse curso avançado só para instrutores. Além do curso, vivenciamos um dos melhores bate-papos com colegas dos últimos tempos. Foi ótimo! Depois, jantar com strogonoff DeRose no restaurante Doce Delícia do Shopping Fashion Mall.

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sábado, 20 de junho de 2009 | Autor: DeRose

Em 1975, antes de fundar a Uni-Yôga, eu andava muito entristecido com minha equipe de trabalho. Tenho uma política de não descartar pessoas. Gosto de equipes antigas, amigos antigos, roupas velhas e sapatos que já façam parte da história da minha vida. Não gosto de mudar de casa, nem de mudar os móveis de lugar. Nesse aspecto sou conservador. Acontece que, às vezes, quando os comandados percebem isso, abusam. É como se pensassem: “faça eu o que fizer, ele não vai me afastar, então, farei o que bem entender e não o que ele determinar.” O fato é que naquela época eu tinha uma equipe de sete jovens instrutores e quando viajava para dar cursos, ao retornar a casa estava de pernas para o ar. Alunos me telefonavam para reclamar que vieram praticar e a Unidade Copacabana estava fechada. Outros queixavam-se que o instrutor sistematicamente atrasava-se e, quando aparecia, estava em trajes de praia e cheio de areia, o que demonstrava sua irresponsabilidade. Com isso, perdíamos alunos aos borbotões e a minha equipe cultivava uma péssima imagem para o meu nome.

Uma certa quantidade de livros era deixada para que fossem fornecidos a quem os procurasse. Quando eu voltava de viagem e perguntava por eles, ninguém sabia. E o dinheiro da venda? Sumira! Ninguém assumia a responsabilidade. E sob tal panorama desolador, ainda ocorria um clima de insatisfação e insubordinação!

Pelos padrões atuais, você já deve estar se perguntando como é que alguém podia admitir um comportamento daqueles. Pois leve em consideração que eu era quase quarenta anos mais jovem, menos experiente e ainda passávamos pela fase lisérgica em que a humanidade estava protestando paz e amor, a anarquia era modismo no mundo ocidental e a autoridade execrada. Ainda mais no Brasil, pois vivíamos a nefanda ditadura militar. Eu achava que não tinha o direito de mandar em ninguém, nem o de afastar um instrutor e muito menos selecionar os candidatos à prática do Yôga.

Um dia em que eu estava muito acabrunhado com o comportamento de instrutores e alunos, precisei ir ao banco fazer um depósito (na época era o Diretor quem o fazia). Ao entrar, tive um insight. Vi todos os funcionários trabalhando felizes e competentes. Sorriam e gracejavam uns com os outros, eram cordiais com os clientes, pontuais na chegada, jamais sumia dinheiro, raramente faltavam e, se precisavam faltar, eram descontados nos honorários. Se cometiam algum erro, eram humilhantemente repreendidos e, se reincidissem, eram demitidos com a justificativa desabonadora na carteira de trabalho. E estavam todos lá, lutando pelo empreguinho, ganhando um salário de fome, com patrão intolerante, relógio de ponto, responsabilidade exasperante e liberdade zero.

Por outro lado, na minha instituição ninguém era empregado, todos eram membros da diretoria, todos eram tratados com carinho e com respeito, tinham liberdade máxima, flexibilidade de horários, ganhavam bem e retribuíam agindo mal… e ainda estavam descontentes!

Fiquei tão triste que não prossegui no objetivo da minha visita ao banco. Sentei-me numa poltrona e fiquei observando o trabalho dos funcionários. Pouco a pouco fui me concentrando tanto no objeto da minha observação que entrei em meditação. No processo da meditação podem ocorrer percepções de diferentes manifestações. Naquele dia, tive a percepção de um Jardineiro cuidando do seu jardim e arrancando as ervas daninhas, deixando que ficassem somente as flores que plantara.

Ao presenciar aquilo, questionei a cena. Com que direito ele estava decidindo qual podia e qual não podia viver? Algumas daquelas ervas daninhas podiam ser muito úteis na cura de enfermidades! Nisso o Jardineiro, sem se virar para mim, continuou o seu trabalho e disse:

– Eu não estou impedindo que vivam. Só não permito que vivam no meu jardim. Aqui elas impedem as flores de se desenvolver.

Quando escutei aquilo, compreendi imediatamente onde estava o meu erro. Levantei-me, deixei o depósito para lá, voltei para a sede de Copacabana e reuni a equipe para colocar as novas diretrizes. Na minha frente, todos concordaram. No entanto, quando fui para a sala da diretoria, escutei lá fora uns sussurros em clima de insurreição:

– O que é que nós vamos fazer?

– Nada. Vamos continuar como sempre fizemos.

– É. O De é legal.

– Verdade, ele não vai cumprir a ameaça de nos afastar.

– Claro. E além do mais ele precisa da gente.

Foi a gota d’água. Sai da minha sala e lhes disse:

– Para mostrar que estou falando sério e que não preciso de ninguém, vocês estão todos dispensados.

– Mas De, quem é que vai dar aula para os nossos alunos? E quem vai cuidar do Instituto quando você estiver viajando para dar cursos?

– Não preciso de vocês, nem quero na minha casa os alunos que vocês deseducaram. Aluno de instrutor indisciplinado é indisciplinado e meio. Chega de insubordinação.

E assim coloquei ordem no galinheiro, eliminando todos os focos de indisciplina. Dispensei todos os instrutores e alunos, fechei a sede, fiz uma reforma para ajudar na mudança de egrégora e reabri sem comunicar aos antigos.

Ao longo da minha vida tive que repetir algumas vezes atitudes dramáticas como essa e sofri bastante com isso, pois tive que violentar minha natureza conciliatória e mostrar pulso firme. Mas os resultados compensaram.

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sábado, 23 de maio de 2009 | Autor: DeRose

Ontem tivemos um jantar muito agradável e divertido com todos os Diretores e vários instrutores de Belzonte. Hoje, comidinha indiana e realizamos o curso Meditação e samádhi. Turma cheia. Alunos de bom nível, simpáticos, interessados. Mas, como ninguém é perfeito, poucos frequentam o blog. Hoje à noite, festa no sítio. Amanhã, teremos um outro curso só para instrutores. Certamente, será ainda mais empolgante que o de hoje.

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sexta-feira, 22 de maio de 2009 | Autor: DeRose

É muito importante que você receba o seu certificado de participação quando assisitr a cursos de respiração, de mantra, de meditação, de alimentação, seja lá do tema que for, quando ministrado por algum instrutor formado, revalidado, supervisionado e autorizado a ministrar cursos.

Os instrutores autorizados a ministrar cursos são os Diretores de Escolas ou Associações Credenciadas, desde que ministrem o curso dentro da sua própria entidade. E os Diretores no grau de docente, que podem ministrar os cursos fora do seu estabelecimento de ensino. Os docentes podem dar cursos em qualquer parte.

No entanto, todos eles precisam expedir os certificados, pois esses documentos são fornecidos pela União Nacional de Yôga e todos os controles são aplicados em função do número de certificados solicitados pelo Diretor que ministrará ou que ministrou o respectivo curso. Sem isso, não teremos uma estimativa confiável de quantos são os alunos e instrutores que participam dos cursos, não saberemos que cursos são ministrados e muito menos quem os está ministrando. Por uma questão de seriedade, precisamos preservar esses dados.

Portanto, contamos com a sua ajuda. Curso ministrado que não emita o Certificado de Participação, é curso clandestino. Por favor, exija o certificado da Uni-Yôga a que você tem direito.

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