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sábado, 10 de julho de 2010 | Autor: DeRose

Salve amado Mestre.

Como havíamos conversado no DeRose Festival de Floripa, adotamos em nossa Unidade Av. Rio Branco, aqui em Floripa, posicionar os alunos em sala de aula conforme o grau hierárquico, mas desde que portassem a insígnia.

Ou seja, se um Docente entrasse em sala de práticas sem insígnia, seria preterido por um sádhaka ou outro aluno ou Instrutor em um grau inferior ao seu, sendo orientado para posicionar-se atrás destes.

Como de praxe, os mais antigos e mais próximos são os mais indisciplinados. Então foi muito engraçado ver as carinhas de decepção quando pedíamos para estes irem para o fundo da sala, trazendo os mais novos para a frente. Nem disfarçavam a expressão de decepção!

Mas foi um sucessinho, como diz a minha querida Vivi Mondardo. Em um mês, não só todos estão usando as insígnias como buscam os graus mais adiantados da nossa Escala Evolutiva. Ninguém mais quer ser aspirante. Rsrsrsrsr.

E o outro sucessinho é a cerimônia de passagem de grau nos sat chakras mensais. Todos estão usando sua insígnia com mais orgulho e mesmo fora do ambiente da Unidade. Até os Instrutores!

Estamos melhorando cada vez mais. Está realmente muito divertido e motivador.

Abração do Jojó

jojomarengo@terra.com.br
Joris Marengo
sexta-feira, 25 de junho de 2010 | Autor: DeRose

Seja você aluno ou instrutor, se quiser alegrar meu coração, peça, motive, instigue, insista com o seu Diretor de unidade para que ele adote os testes mensais. Às vezes, o Diretor fica reticente porque acha que alguns alunos não vão gostar. Mas outros, como você, vão gostar muito! E já sabemos que o formato atual é o de não-obrigatoriedade. Basta incentivar os alunos para que eles queiram estudar.

Fico muito, mas muito entristecido mesmo, achando que todo este esforço não está adiantando nada, quando dou um curso e pergunto, como o que dei no mês de julho de 2009: “O que é sádhana?”  E nenhum dos alunos presentes na minha sala de aula sabe responder. A pergunta seguinte foi: “Você é praticante de pré-Yôga?” E a resposta de todos: “Sou aluno de SwáSthya.” Mas, então, não fez um teste escrito para passar ao Yôga?” E todos ficaram me olhando constrangidos.

Eram alunos de várias cidades e um deles passou do pré-Yôga para o SwáSthya quando estudava a Nossa Cultura na França. A considerar que o teste de admissão foi realmente prestado e que a correção do teste foi mesmo bem feita, só nos resta a justificativa de que se o aluno não procede aos testes mensais simplesmente não fixa a matéria e se esquece do que havia estudado-apenas-para-ser-aprovado e poder ingressar no Yôga.

Comentei isso com um instrutor que estava presente e testemunhou a cena e ele me disse: “Pois é, Mestre, por causa disso eu me sinto um mero treinador físico. Isso não me realiza. Não foi para isso que me tornei instrutor de Yôga.”

Nem a mim. Isso também não me realiza. Portanto, se alguns Diretores fazem corpo mole para adotar os testes, com receio de perder alunos, que seja você, aluno, e que seja você, instrutor, a me ajudar nessa tarefa ingrata que é a de encorajar seu Diretor. Eu estou desgastado de tanto solicitar e não ser atendido. Afinal, estamos todos trabalhando pelo mesmo ideal ou estou iludido e as escolas querem outra coisa?

Meus cursos tem muito conteúdo, não são para quem não sabe de que eu estou falando. Não são para quem não leu meus livros. Não são para quem não assistiu as aulas em DVD. Não são para quem não faz os testes mensais. Por isso, durante muito tempo só dei cursos para instrutores. A pedido dos organizadores de cursos, abri uma concessão permitindo que alguns cursos inscrevessem alunos. Mas se os alunos não tiverem nível para me acompanhar, não aceitarei mais dar cursos para alunos e voltarei a só aceitar instrutores.

Este é um desabafo muito sentido. Acredite que eu mesmo me autocensurei e deletei a maior parte do texto, porque estava entristecido demais. Você não ia gostar de ler o que eu escrevi antes.

Se você, Diretor, está pensando em me dizer que este problema deveria ser de âmbito interno e não abordado públicamente, quero relembrá-lo de que há anos venho abordando este tema em circulares às escolas, em informativos aos instrutores e de viva-voz em cursos e em eventos para instrutores. Em vão. Não quero usar de autoritarismo e MANDAR que essa recomendação seja obedecida. Quero que parta da opinião e colaboração dos alunos e dos instrutores. Que eles digam aos seus diretores para não ter medo de perder alunos por causa dos testes. As escolas que aplicam os testes são as que tem mais alunos! Por que será? E se perderem alguns, é porque eles não vieram buscando uma Cultura. Vieram buscando outra coisa que não é com o que trabalhamos. É preciso fazer escolhas. É preciso abrir mão de alguma coisa para atingir um objetivo.

Será que posso contar com você para incentivar o seu Diretor e me proporcionar essa satisfação?

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Che Cardoso

Posso contribuir com uma sugestão?

Aqui nas Antas ao final das aulas do Curso Básico, que acontecem todas às terças-feiras, os alunos fazem o teste da aula da semana.

Ou seja, logo após ouvirem a aula já respondem às 10 questões relativas ao tema para memorizarem o conteúdo.

Isso também é interessante, pois estimula que eles treinem aquilo que viram na aula e depois consultem o livro para perceberem se assimilaram o que foi ensinado. E ao fazê-lo estão estudando duas vezes!

Ao final do mês fica mais fácil lembrar das 30 questões por irem estudando semalmente um pouquinho.

Bjos


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sexta-feira, 25 de junho de 2010 | Autor: DeRose

Romina

Mestre querido,
Estou respondendo o questionário [ ... ] e queria dizer que está sendo muito prazeroso respondê-lo. Ao consultar diversos livros parece que você está aqui pertinho me ensinando cada vez mais. Muito obrigada.
Um forte abraço,
Romina
Av. Rio Branco – Floripa

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Coloquei parte do seu comentário como post, porque alguns instrutores não estão aplicando os testes mensais a TODOS os alunos (quer façam complementação, quer não façam). Acontece que a maioria dos alunos gosta dos testes, tal como você. Obviamente, o que é necessário é saber incentivar o aluno a que sinta prazer nessa forma de aprendizado e de proximidade com o sistematizador DeRose. Fiquei muito feliz com a sua declaração. Beijinhos.

domingo, 2 de maio de 2010 | Autor: DeRose

Muitas profissões estão passando por uma crise de identidade por causa dos estereótipos que lhes foram impostos e, atrás dos estereótipos, os preconceitos. Por exemplo: no Brasil, quem é que gostaria de ser chamado de empregado? (“Este é o meu empregado.”) Todos passaram a ser chamados funcionários. E agora são denominados colaboradores! Por isso faxineira virou secretária; massagista virou massoterapeuta; artesão virou artista plástico; recepcionista de restaurante virou hostess; vendedor de loja virou consultoraeromoça virou comissária de bordo; piloto virou comandante; oculista virou oftalmo; barbeiro virou cabeleireiro, que virou coifeur, que está virando estilistadentista está virando odontólogo e manicure está virando designer de unhas.

Não só as profissões. Outros rótulos também passaram pela crise de identidade e, alguns, mais de uma vez nos últimos anos. Idoso virou terceira idade, que virou melhor idade. Cego virou não-vidente, que virou deficiente visual, que virou portador de necessidades especiais. Retardado virou mongoloide, que virou excepcional, que virou portador de síndrome de Down. Câncer virou CA, que virou “tumor” (ninguém mais chamava de câncer) e hoje é chamado de neoplasia. Vendedor virou consultor de vendas, que virou executivo de contas. Professor particular (de treinamento corporal) virou personal trainer, que virou coach.

[Contribua com acréscimos.]

E instrutor de SwáSthya Yôga? Virou instrutor do Método DeRose, ou empreendedor do Método DeRose, se for Diretor de estabelecimento cultural. A diferença é que nós não trocamos apenas o nome, mas o conteúdo. Continuamos ensinando SwáSthya, sim, no entanto, quando mencionamos Método DeRose estamos nos referindo a uma outra coisa, que extrapolou os limites do Yôga. Lembra-se da definição universal?  ”Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.” Ora, o Método é uma urdidura de conceitos e técnicas que extrapolam as dimensões da sala de prática e incorporam-se à vida real do praticante, à sua família, ao seu trabalho, ao seu esporte, à sua arte etc.  A existência (e a ênfase) nos conceitos demonstra que esta proposta em si não é uma “metodologia estritamente prática“, logo, não se enquadra na definição do Yôga.

Não é Yôga com outro nome: “Método DeRose é outra coisa.

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Mestre,

Vai aqui um link de site que trata do assunto de maneira engraçada.
http://copicola.com/2010/04/dicas-para-seu-novo-curriculo/#more-4534

Raffa Loredo

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Hola querido De!

Sobre el uso de palabras mágicas… leí un artículo sobre una heladería en New York:

Se especializan en helados veganos, sin nada de lácteos. Pero cuando abrieron no tenían mucho dinero, ni siquiera les alcanzó para poner un cartel de “vegan” en la puerta!

Años después se convirtieron en una de las mejores heladerías de la zona, pero nunca pusieron un cartel “vegan”. Se dieron cuenta de que convenía evitar esa palabrita mágica: al escuchar vegano, muchas personas se imaginan soja, tofu, cosas marrones y sin mucho sabor! Al no decir nada al respecto, la gente toma el helado sin preconceptos! Y les encanta!

Un abrazo!

Martín
Sede San Isidro
Buenos Aires


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quarta-feira, 28 de abril de 2010 | Autor: DeRose

Comemoramos a inauguração de três novas unidades na Europa: a de Barcelona, do Thiago Massi; a de Londres, do Gustavo Cardoso; e a de Roma, do Carlo Mea. A nova de Barcelona, ainda não conheço. Mas as outras duas, pude constatar que estão situadas em bairros nobres, ruas importantes e são bem bonitas. Segundo fui informado, a de Barcelona também segue o mesmo padrão.

O Gustavo Cardoso e o Carlo Mea estão ambos de parabéns, pois com suas escolas recém-fundadas já contam com diversos instrutores na formação, além dos vários que formaram enquanto não tinham sequer escola e apenas davam aulas em ginásios e empresas.

Também merecem um eloquente louvor porque, sendo novas escolas (cada uma com poucos meses), inscreveram um número expressivo de alunos para os meus cursos, o que demonstra engajamento de instrutores e alunos: cada um, cerca de 60% do número de participantes do curso de Lisboa, sendo que em Lisboa temos várias escolas há 30 anos e dou cursos todos os anos há três décadas.

Lisboa é um doce de cidade, as pessoas são queridas, o hotel é incomparável (você o viu aqui no blog, no post “Minha casa em Lisboa“) e eu adoro meus amigos, instrutores e alunos. Sinto-me imensamente feliz cada vez que lá retorno e reencontro aqueles olhinhos brilhantes, sorrisos francos e abraços apertados. Mas Lisboa precisa reagir. Como lá o trabalho é antigo e está consolidado, sinto que paira uma atmosfera de “zona de conforto” na qual as pessoas não precisam, ou pensam que não precisam, batalhar tanto. Há vinte anos, tínhamos dez por cento do número de escolas que temos hoje em Portugal e apenas 1,2% do número de instrutores. No entanto, os cursos contavam com pelo menos o dobro de participantes. Por outro lado, hoje que temos dez vezes mais escolas e oitenta vezes mais instrutores, a qualidade dos alunos e instrutores em Portugal, reconheçamos, é bem melhor.

Ao Gustavo quero cumprimentar pela excelente organização do curso de Londres e pelo magnífico hotel. Não chega aos pés do hotel de Lisboa, mas Portugal tem uma outra estrutura, muito mais poderosa pela antiguidade. Na minha chegada à escola de Londres, fui brindado com um quinteto de jovens alunos da unidade, interpretando peças clássicas com violinos, violoncelo e clarineta. E tudo fluiu leve e fácil. Para quem não é do país, está em Londres há tão pouco tempo e acabou de inaugurar sua escola, foi uma proeza.

Ao Carlo preciso elogiar veementemente pelo seu empenho em fazer tudo impecavelmente correto. Inauguração bem divulgada, casa cheia. Curso bem divulgado, lotado. Enquanto escrevo, Carlo está dando uma entrevista sobre o Método DeRose na RAI, a mais importante rede de TV da Itália, e a Vivi demonstrando ao vivo. Quanto a nós, estamos sendo tratados como reis. Ou melhor, deveria dizer como condes, pois o Carlo mandou fazer uma pesquisa dos meus antepassados e me presenteou com o brasão da família juntamente com um documento de título de Conde De Rose de um ancestral.

À inauguração e cursos de Londres compareceram colegas nossos de seis países; e aos de Roma compareceram companheiros de sete países.


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