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sábado, 14 de agosto de 2010 | Autor: DeRose

danieltonet

Oi, Mestre!

Acabei de assistir à sua entrevista para o Raio X da TV Estadão. Ficou incrível! Fica fácil perceber o motivo pelo qual tantas pessoas no mundo inteiro admiram você e sua obra.

Este é o link para quem preferir assistir direto no site do Estadão:

http://tv.estadao.com.br/videos,raio-x-mestre-derose,112528,256,0.htm

Grande abraço,

Daniel Tonet
Unidade Bueno – Goiânia / GO

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Lembre-se de deixar um comentário no site do Estadão e também de agradecer ao Felipe Machado pela realização da entrevista.

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Mario Vendas

Que entrevista fabulosa De ;)

Parabéns e obrigado pelos ensinamentos sempre presentes :)
Imagino o impacto e a simpatia que geraria se esta entrevista estivesse permanentemente na página de abertura de cada um dos nossos blogs e sites…

Beijos com imenso orgulho do,

Mário Vendas
Instr. Método DeRose
Porto | Portugal

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Devemos isso ao Felipe Machado. Aproveito para agradecer a ele publicamente: Obrigado, Felipe! Você foi genial.

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Francisco von Hartenthal

A quem interessar-se, segue o link para o site do artista Maurício Takiguthi, citado na entrevista como o pintor mais admirado por DeRose. Abraços!

http://www.takiguthi.art.br/


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segunda-feira, 19 de julho de 2010 | Autor: DeRose

A garotada ressucitou um jogo chamado “Assassino”, em que a comunidade dos que estão jogando precisa encontrar o dito-cujo. O maior ensinamento desse jogo é a tomada de consciência de que o ser humano tende a tachar uma pessoa, por qualquer motivo real ou imaginário, e para sempre ela carregará essa peja, seja justa ou injusta.

No jogo em questão, a quem calhou por sorteio ser o assassino em um jogo anterior, passa a ser morto na primeira rodada nos jogos seguintes, mesmo que ocorram em outros dias. Ora, todos sabem intelectualmente que a chance de calhar mais de uma vez essa qualificação por sorteio sobre a cabeça da mesma pessoa é muito improvável. No entanto, emocionalmente, todos olham para o colega e vêem nele o famigerado assassino da brincadeira anterior. Por isso, eu apenas assisto, mas não entro no jogo. Isso não quer dizer que o censure: ao contrário, acho-o muito divertido e recomendo que as escolas o adotem como meio eficiente de reforçar os vínculos de amizade.

Da mesma forma como no jogo, a opinião pública e a Imprensa, quando encasquetam que você é isto ou aquilo, mesmo que você não o seja, vai dar muito trabalho para convencer as pessoas da verdade. É que a inverdade tornou-se a percepção, e a percepção do observador é sempre aureolada como verdade.

Moral da história: façamos todos um trabalho extremamente sério, exerçamos em nossa vida pessoal uma honestidade fundamentalista e conquistemos a todos com a nossa simpatia, cavalheirismo e generosidade. É preciso que mesmo os instrutores mais novos e até os alunos reconheçam a importância de cultivar uma boa imagem em todos os lugares, com todas as pessoas.

Ah! E joguem mais “Assassino”!

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Mais um exemplo de estigma: o ator sueco Max von Sydow, que havia participado de quase todos os filmes de Ingmar Bergman, aceitou com 40 anos de idade representar o padre do antológico filme “O Exorcista“, maquiado para parecer que tinha 75 anos. O resultado foi que nenhum estúdio mais o chamou para trabalhar, porque ele ficou estigmatizado por ser velho… coisa que ele não era!

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Pois é, Mestre. Você foi a primeira pessoa que alertou-me, há muitos anos atrás, que verdades, são em sua esmagadora maioria, apenas visões, interpretações pessoais dos fatos, não coincidindo, quase nunca, com a realidade.

Todos nós, o tempo todo, estamos olhando os fatos segundo os nossos pontos de vista, e portanto, passíveis de distorcer os fatos, e o que é pior, sem nos darmos conta disso!

Para exemplificar, tenho um amigo, uma pessoa pública, muito famosa e que conheço há mais de 35 anos. É uma pessoa seriíssima, correta e honesta. Sempre foi. Seu erro foi atuar profissionalmente com decência, muita competência e honradez, em uma área aonde a grande maioria do métier é formada de pessoas sem formação, aventureiros e desonestos. Isto lhe angariou uma horda de desamigos, que tentaram em vão, ao longo de mais de 40 anos, fazê-lo desistir da profissão. Mas como sua honestidade fundamentalista, jamais ofereceu a esses invejosos, qualquer indício que pudesse ser usado para proibi-lo de trabalhar e crescer. Então a arma que eles vêm utilizando neste tempo todo é a calúnia, a mentira e a fofoca, para tentar desacreditá-lo junto à opinião pública.

Algumas vezes, ao conversar com algum jornalista sobre este meu amigo, percebo que aquele faz comentários pouco elogiosos sobre este. Porém ao perguntar-lhe se conhece o meu colega, o repórter simplesmente diz que não. E quando faço a defesa do meu injustiçado amigo, demonstrando, de forma educada, o valor, as qualidades, a seriedade e honestidade pessoal e profissional, o jornalista fica surpreso e admirado.

Agora, Mestre, imagine que este profissional, não receba esclarecimentos prévios e é convocado para realizar uma matéria em jornal, revista ou televisão sobre este meu querido amigo. Milhares de leitores e telespectadores receberão uma imagem totalmente distorcida, inverdadeira e injusta dele.

É assim que se constrói uma “verdade”, Mestrão. E agora, durma-se com um barulho destes.

Beijos do velho discípulo.

Prof. Joris Marengo, Presidente da Federação de Santa Catarina.

Acredito, Joris, que se todos os instrutores e alunos tivessem a mesma atitude sua de ação efetiva, a Justiça e a Verdade se instalariam e, não apenas eu, mas todos nós ficaríamos muito mais felizes com o reconhecimento do valor deste trabalho que compartilhamos.

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“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade.” (Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda Nazista)


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sexta-feira, 9 de julho de 2010 | Autor: DeRose

Consta que Santos Dumont fora internado num hospício porque seus compatriotas brasileiros o consideravam louco. Imagine, falar sobre seus devaneios de querer voar! Imagine, querer carregar no pulso um relógio. Afinal, todos sabem que o lugar de relógio é no bolso do colete. Mas ele inventou o relógio de pulso que toda a Humanidade usa até hoje… no pulso! Segundo fontes extra-oficiais, seus amigos tiveram que sequestrá-lo do manicômio em que era tratado como demente, e levá-lo a Paris, onde realizou suas pesquisas e… conseguiu voar.

Existe toda uma barreira cultural praticamente intransponível às idéias que surgem fora das fronteiras dos países que fazem parte do clube. Eles não reconhecem o fato histórico de que o primeiro a conseguir o vôo de um aeroplano mais pesado que o ar foi o brasileiro Alberto Santos Dumont e insistem na balela de que foram os irmãos Wright.

Somente os brasileiros e os franceses reconhecem que o primeiro a conseguir o vôo de um aeroplano mais pesado que o ar foi o brasileiro Santos Dumont, embora os estado-unidenses, para ficar com os louros históricos, insistam na lenda de que foram os irmãos Wright. Filmes da época provam que o aparelho deles não venceu a força da gravidade, não decolou, mas foi catapultado por um mecanismo de disparo e depois planou com o auxílio de um motor. Na verdade, planou como uma pedra, pois teria “voado” quarenta e poucos metros, menos que o comprimento da classe econômica de um Boeing 747!

Mesmo assim, seu “vôo histórico” ter-se-ia realizado sem testemunhas, sem a imprensa, sem a presença de autoridades, ao contrário de Santos Dumont que realizou seu grande feito com testemunhas, jornalistas e autoridades. Depois que ele voou com o mais pesado que o ar, os irmãos Wright afirmaram que já haviam feito isso antes, na sua fazenda, sem testemunhas. Nunca, no mundo científico, aceitou-se tamanho absurdo.

Em 2004, para comemorar os 100 anos da data que os irmãos Wright declararam ter voado, cientistas nos Estados Unidos reconstruíram o aeroplano Wright com tecnologia do século XXI, baseados no projeto original. E… suprema humilhação! Nem com a tecnologia do Terceiro Milênio a geringonça conseguiu voar! Pior: o fiasco foi documentado e levado ao ar em todo o mundo pela Discovery Channel e reprisado várias vezes.

De mentiras históricas a História oficial está cheia. Outro fato semelhante foi o da invenção da máquina de escrever, cuja idéia genial está sendo usada até hoje no teclado dos computadores. Quem a inventou foi o padre paraibano Francisco João de Azevedo Júnior. Em 1861 a máquina já estava na Exposição Agrícola e Industrial de Pernambuco. No entanto, em 1867 Christopher Latham Sholes passou à História como seu inventor.


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domingo, 20 de junho de 2010 | Autor: DeRose

Tenho receio de elogiar demais e acabar estragando o colega. Mas, por outro lado, acho que o Suassuna não deixará isso subir à cabeça e não me decepcionará pelo fato de eu fazer questão de reconhecer o seu progresso. Dani é o atual Diretor da Unidade Asa Norte, de propriedade da Presidente da Federação do Distrito Federal, Maria Teresa Milanez.

Eu havia pedido aos meus companheiros de São Paulo que fizessem uma embalagem em formato de envelope, por ser mais econômica (porém linda e chique!) e assim podermos fornecer esse material de esclarecimento a custo mais acessível – sem abrir mão da qualidade –  a fim de que todos pudessem adquirir muitos DVDs da entrevista para dar de presente a todo o mundo: parentes, amigos, desamigos, imprensa, colegas de trabalho etc. Também, por ser uma embalagem menor e mais estreita, seria fácil dar a alguém que comodamente a colocaria no bolso. Ou para enviar pelo correio seria só colocar dentro de um envelope postal e remeter.

Não consegui. O projeto derivou e acabou bem diferente do que eu tinha em mente, o que me entristeceu e deu prejuízo, pois não aceitei como ficou e tive que tirar da filiação e mandar jogar tudo fora. Mil embalagens para o lixo. É assim que precisamos ter a coragem de agir. Não abramos mais concessões a projetos que não estejam rigorosamente dentro dos padrões de estética e qualidade dignos da nossa marca. No passado, o estribilho era: “Ah! Aprovemos assim mesmo, só desta vez. Na próxima faremos melhor.” Era um pretexto para aceitar o insatisfatório, eternamente, “só desta vez“.

Que os colegas se espelhem no exemplo que estou dando, primeiro, de mea culpa. O projeto não ter saído bom não foi culpa de ninguém. A equipe que trabalhou na embalagem do DVD é motivada, engajada e competente. Faz tudo para me agradar. A falha foi minha, quando fui cedendo e deixando que o projeto se afastasse do que eu realmente desejava. E, segundo, que sigam o exemplo de assumir o prejuízo e ter a coragem de jogar tudo fora. Nossa marca só pode aceitar o melhor design, o melhor material, o melhor acabamento, o melhor conteúdo, a melhor embalagem.

No entanto… surpresa! Quando cheguei a Brasília, Suassuna me mostrou um “envelope” que ele havia criado para fornecer cópias do DVD, as quais mandara executar para dar de brinde a todos os alunos de TODAS as unidades da Federação. Era exatamente esse “envelope” o que eu tinha em mente – só que este de Brasília é o projeto melhorado! Isso demonstra a identificação com o Mestre. Eu mentalizei em São Paulo, ele realizou em Brasília. E isso, sem que tivéssemos conversado a respeito. O projeto foi tão criativo que a montagem do “envelope” do DVD não leva cola. É todo encaixado. Uma obra de arte. Estou levando um exemplar para mostrar ao nosso pessoal de São Paulo a fim de copiar a boa ideia.

Isso não quer dizer que está perfeito. Há ainda algumas falhas no projeto, por exemplo, o fecho não impede que o DVD escorregue para fora; ou a presença de termos sânscritos no mesmo impresso em que fez constar o logo do Método. No futuro, sinto que poderemos voltar a mencionar o sânscrito, mas neste momento estamos evitando aplicá-lo associado ao Método, exatamente para quebrar o paradigma e não dar margem a estereótipos. Quando se tratar de texto de Yôga, não tem problema algum em utilizar o sânscrito, mas então não faremos constar o logo do Método, como já foi explicado aqui no blog. A parte de impressão, nós faremos diferente. Mas a iniciativa foi louvável, criativa e identificada com as nossas diretrizes. Especialmente, ao investir no brinde com que presenteou todos os alunos de TODAS as unidades de Brasília e Goiânia, assumindo prazerosamente esse custo. Parabéns!


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quinta-feira, 17 de junho de 2010 | Autor: DeRose

Marco Carvalho
Só para constar no porfólio de matérias sem a palavra mágica:

http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=24645&op=gente