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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 | Autor: DeRose

Querido Mestre,
Colocar em palavras a gratidão, que todos sentimos por si, será sempre impossível.
Sinto que tudo o que façamos será pouco, para o tanto e tanto, que nos concede, das mais pequenas as grandes coisas!
A si lhe oferto a minha vida em gratidão.
Luís Lopes, Presidente da Federação do Norte de Portugal

PS – Achei fantástico o post que, hoje, o António Mateus colocou no blog dele para o Mestre. Fica aqui o link:http://selvaurbana.blogs.sapo.pt/

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Um dia maravilhoso Mestre. Você merece todo o nosso amor, por tudo o que você fez por nós. O meu presente é a promessa de ser sempre fiel e leal a ti, por toda a minha vida. Segue o link da homenagem que o jornalista António Mateus fez pra você: http://selvaurbana.blogs.sapo.pt/123375.html
Te amo muito.
Marisol Espinosa – Porto Alegre – Brasil

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010 | Autor: DeRose
  

pedro garcia

Olá Mestre! Como está?
Um grande abraço de Lisboa.
Gostei imenso deste post, muito interessante ver as coisas assim numericamente. Mesmo já sabendo, depois de o ler confirmo mais uma vez que também eu sou um privilegiado. Que sentimento de gratidão me invade. E só para completar, quem proferiu o texto na parte final foi Satchel Paige, lenda do Baseball.
Despeço-me com um video. Uma brincadeira que demonstra que é urgente reinventar um Heroi. Espero que goste .

http://en.tackfilm.se/?id=1263919630959RA63

Forte Abraço
Pedro Garcia
Espaço Lifestyle, Lisboa

Obrigado, Pedro. Demora um pouco, uns dois minutos, para baixar, mas vale a pena esperar. Tomei um susto e vai ser uma surpresa para quem tiver paciência. DR – Veja os comentários.

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quinta-feira, 8 de outubro de 2009 | Autor: DeRose

A valorização do sentimento gregário

O sentimento gregário é a força de coesão que nos fez crescer e tornar-nos tão fortes. Sentimento gregário é a energia que nos mobiliza para participar de todos os cursos, eventos, reuniões, viagens e festas do SwáSthya Yôga, pois isso nos dá prazer. Sentimento gregário é o sentimento de gratidão que eclode no nosso peito pelo privilégio de estar juntos e participando de tudo ao lado de pessoas tão especiais. É o poder invisível que nos confere sucesso em tudo o que fizermos, graças ao apoio que os colegas nos ofertam com a maior boa vontade. Sentimento gregário é a satisfação incontida com a qual compartilhamos nossas descobertas e dicas para o aprimoramento técnico, pedagógico, filosófico, ético etc. Sentimento gregário é o que induz cada um de nós a perceber, bem no âmago da nossa alma, que fazer tudo isso, participar de tudo isso, não é uma obrigação, mas uma satisfação.

Decorrências da 5ª. Característica

Nossos jovens desenvolvem o gosto pela leitura e lêem mais que a média européia.

Nossos alunos e instrutores viajam muito mais que a maioria das profissões, artes e esportes.

Nossos praticantes cultivam a sofisticação da gastronomia e aprendem não apenas a comer, mas a cozinhar com refinamento.

Valorizamos as boas maneiras, a elegância e a civilidade, como ferramentas do bom relacionamento.

Como temos cursos e eventos em várias cidades e em diversos países, a conseqüência imediata disso é que fazemos muitos amigos no mundo inteiro; e a segunda é que temos estímulos para viajar: participar de eventos, rever os amigos e viajar a um custo mais baixo, pois podemos ficar hospedados com os colegas.

É normal que um instrutor nosso, formado há dois ou três anos já tenha conhecido mais de cinco estados do Brasil e mais um ou dois países. Em que outra profissão podemos encontrar uma média assim?

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sexta-feira, 2 de outubro de 2009 | Autor: DeRose

Uma realização que parecia impossível, mas que era vital para todos nós, foi conquistada. Dezenas, senão centenas de colegas se mobilizaram para darmos esse passo fundamental na nossa existência e na nossa história. Algo que supera os sonhos e a imaginação mais fértil e, contudo, demonstra o poder do grupo coeso, bem como a força da mentalização.

Nossa história poderia seguir este ou aquele caminho. Este, é um caminho de glória e dignidade, de sucesso e prosperidade, de reconhecimento e credibilidade. O outro, poderia ser de tormento.

Esta semana vencemos esse imensurável desafio. Todos juntos, triunfamos. “A união fez de nós o que somos. Fará por nós o que nem imaginamos!”

A vitória foi tão retumbante que precisamos compartilhá-la com nossos companheiros. Primeiro, porque nenhum de nós conseguiria conquistá-la sozinho. Segundo, para agradecer a todos quantos puseram-se de pé e realizaram suas ações efetivas.

Quero agradecer a estes herois, citando um trecho do Tratado de Yôga:

“Há no mundo um pequeno número de pessoas muito especiais que se realizam ajudando os outros e construindo coisas positivas. Essas pessoas são paladinos da dedicação. São seres de luz, cuja satisfação reside em espargir felicidade em torno de si e em deixar um rastro de boas obras por onde passam. Tais paladinos costumam estar sempre disponíveis e até mesmo oferecer-se para realizar, anonimamente, trabalhos de suma importância, sem esperar nenhuma recompensa nem remuneração. Sua gratificação é saber que o trabalho foi realizado satisfatoriamente.

Enquanto a maior parte destroi, esses poucos Herois da Humanidade constroem e fazem-no com a força de milhares, pois, mesmo sob o assédio destruidor da maioria, a Espécie Humana progride graças aos que se doam.”

Deposito o meu coração agradecido a estes guerreiros:

CHARLES MACIEL
FERNANDA NEIS
VIRGÍNIA BARBOSA
CARLA MADER

DORA SANTOS
RODRIGO DE BONA
CLÉLIO BERTI
ROGÉRIO BRANT

Membros do Conselho Administrativo, que deram seu “sangue, suor e lágrimas”, mas venceram:
Fernanda Neis
Charles Maciel
Gisele Setti
Heloisa Gabriolli
Rosana Ortega
Daniel De Nardi
Daniel Borges
Flavio Moreira
André Mafra

Membros do Colegiado de Presidentes de Federações de vários países, que deram seu apoio incondicional:
Edgardo Caramella
Joris Marengo
Naiana Alberti
Maria Helena Aguiar
Nina de Holanda
Vanessa de Holanda
Sergio Santos
Maria Teresa Milanez
Marcia Zanchi
António Pereira
Luís Lopes
Sónia Saraiva
Maria Cruz

Os leões do SwáSthya, que se ofereceram para agir ao invés de apenas falar e sem os quais muito do que se fez não teria sido conseguido:
Ricardo Mallet
Nilzo Andrade
Fabiano Gomes
Dantas de Medeiros
Gustavo Oliveira
Milton Marino
Gustavo Cardoso
Célia Berlim
Rosângela de Castro

E a todos os colegas que colaboraram arrecadando fundos para o FDI,  participando dos eventos promovidos pelo Conselho (cuja renda é revertida ao FDI), aconselhando conforme suas especialidades, indicando, abrindo portas ou simplesmente fazendo parte e estando presentes a nos estimular com o seu carinho. 

Todos o fizeram de forma desinteressada, alguns até anonimamente. Um voto de profunda gratidão àqueles que não foram citados nominalmente, mas mostraram que podemos contar com nossos irmãos.

Certamente, os resultados desta vitória vão beneficiar a todos os que estão vinculados diretamente à nossa egrégora.

Como toda realização muito relevante, esta deve primar pela discrição, motivo pelo qual nenhum de nós comentará sobre ela mais do que foi dito neste post.

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terça-feira, 1 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

No post que estava sob este título, minha intenção era defender o senhor em questão. Esqueci-me de que algumas pessoas são muito melindráveis. Como não foi meu intuito aborrecer ninguém, optei por retirar o texto e se alguém se sentiu ofendido, peço que me desculpe.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009 | Autor: DeRose

Você, certamente, percebeu que o mérito pela entrevista ter sido tão boa não foi meu. O merecimento foi todo do entrevistador António Mateus que, com seu talento tão raro,  elaborou as perguntas mediante várias horas de diálogos prévios e através da leitura dos nossos livros, bem como do nosso blog. Investiu tempo e trabalho para realizar uma excelente entrevista. Penetrou no pensamento do entrevistado. Teve a simplicidade e o profissionalismo de abordar as questões mais relevantes para o entrevistado, procurando pensar como nós para que o diálogo fluísse sem que tivéssemos de interromper o fluxo das idéias para argumentar que isto ou aquilo “não era bem assim”. Realizou um bela entrevista, séria, sem sensacionalismo e que teve um foco de cultura. Conseguiu manter o interesse dos espectadores do início ao fim, provando que uma entrevista séria pode despertar o interesse das pessoas. Relembro que o próprio maître do hotel em que realizamos o último evento, após assistir trechos do vídeo, perguntou-nos se podia comprar um exemplar do DVD!

Sem nenhuma intenção de rasgar sedas, afirmo com toda a sinceridade que depois de conhecer pessoalmente o amigo António Mateus, minha admiração por ele cresceu superlativamente e meu respeito pela imprensa teve um incremento exponencial.

Você pode escrever aqui no blog os seus sentimentos em relação ao excelente trabalho que ele realizou.

Também pode acessar seu blog:  http://selvaurbana.blogs.sapo.pt/

Finalmente, recomendo a leitura do seu interessante livro Selva Urbana, Edições Colibri, Lisboa.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2009 | Autor: DeRose

Com um carinho muito doce, quero comemorar o aniversário desta pessoa tão especial que me acompanha na alegria e na tristeza, convertendo qualquer tristeza em alegria plena, compartilhando todas as coisas e todos os momentos, aconselhando e pedindo conselho, me mimando e fazendo manha para ser mimada, dando risada por tudo e por nada, proporcionando-me anos a mais de vida e momentos inesquecíveis que guardarei para sempre em meu coração.

A você, Fée, oferto minha existência, meu carinho e minha gratidão. Este dia é seu. Farei e faremos tudo para que seja um dia perfeito, prenúncio de um ano bem feliz.

Muitos anos de felicidade, Fezinha, é o que seus amigos sinceros lhe desejam em coro. 

 

Juliana Correa

Fê linda,
Felina
Feliz!
Feminina
Fê menina,
Fê que cuida,
Fecunda…
Ferventes
Festanças para a
Festeira
Fernanda!
Festejemos a
Festiva existência
Feérica e
Feroz da
Feiticeira Fée!

Com um carinho tão grande que vai explodir! ;)

Ju Corrêa
Belo Horizonte

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domingo, 14 de junho de 2009 | Autor: DeRose

luiza cotta

Boa noite professor De Rose.

Sou a Luiza e escrevo para agradecer suas palavras de conforto que recebi ao tempo do Hotel Widsor por mãos da assessoria de imprensa do Hotel.
De muitas palavras de atenção e solidariedade recebidas chamou-me atenção as suas pela sensatez nelas implicitas.
No meu momento de dor pela perda de entes queridos de uma forma tão trágica receba meus sinceros agradecimentos pela sua atenção e carinho.
Com votos de estima e gratidão:
Luiza.

[Certamente, você conta com a solidariedade e as mentalizações de todos os que leem nosso blog. Conte sempre com a nossa estima. DeRose.]

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terça-feira, 19 de maio de 2009 | Autor: DeRose

Eu estava me preparando para contar qual havia sido a decisão, ir de vez para a Europa ou permanecer no Brasil. Mas contar isso a você é difícil para mim. Então, estava demorando para dar a notícia. Imagine, viver longe dos meus amigos e visitar o país apenas duas vezes por ano para dar somente uns dois ou três cursos de cada vez, no lugar de dois cursos cada fim de semana pelo ano todo… Mas, em compensação, valorizaríamos mais cada curso, cada minuto em que pudéssemos estar próximos. É claro que nunca mais seríamos tão próximos, pois não daria tempo de estarmos tão juntos, assim, ao alcance da mão, o abraço apertado, os olhos nos olhos, o ósculo de amizade. Mas, por outro lado, quantas vezes você me abraça POR ANO? Não iríamos poder nos ver todas as semanas… mas a maioria tem compromissos e não pode mesmo vir uma vez por semana às minhas aulas. Não iríamos poder sair sempre para almoçar… mas nós não temos mesmo ido almoçar praticamente nunca. Na verdade, tenho ido mais vezes por ano e tenho dado mais cursos na Europa do que em Minas Gerais, Porto Alegre, Florianópolis, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Cuiabá, São José dos Campos, Rio Claro, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Rio Grande, Pelotas, Londrina, Blumenau, Joinville e tantas outras cidades do nosso país.

Com estes pensamentos, me emocionei e comecei a rememorar uma das nossas mais lindas características, o sentimento gregário. Fui lá no Tratado de Yôga e li o texto abaixo:

Sentimento gregário é a energia que nos mobiliza para participar de todos os cursos, eventos, reuniões, viagens e festas do SwáSthya Yôga, pois isso nos dá prazer. Sentimento gregário é o sentimento de gratidão que eclode no nosso peito pelo privilégio de estar juntos e participando de tudo ao lado de pessoas tão especiais. É o poder invisível que nos confere sucesso em tudo o que fizermos, graças ao apoio que os colegas nos ofertam com a maior boa vontade. Sentimento gregário é a satisfação incontida com a qual compartilhamos nossas descobertas e dicas para o aprimoramento técnico, pedagógico, filosófico, ético etc. Sentimento gregário é o que induz cada um de nós a perceber, bem no âmago da nossa alma, que fazer tudo isso, participar de tudo isso, não é uma obrigação, mas uma satisfação.”

……..

Nesse meio tempo, Priscila Ramos me deu uma ajudinha e escreveu dez motivos para ir e outros dez para ficar. Assim sendo, transcrevo os motivos citados pela Pri para eu ir viver em países nos quais o Método DeRose está sendo tão valorizado e crescendo muito.

10 Motivos para ficar na Europa

1. Boire du chocolat chaud et manger du pain au chocolat et des croissants parisiènnes

2. Faire des promenades les samedis dans la Saint-Germain

3. Portugal, Rome, Londres et Barcelona sont très proches

4. L’hospitalité portugaise

5. Librairies et cafés tout les places

6. La liberté individuelle de faire ce qui tu veux (je pense que c’est plus respecté en Europe)

7. La possibilité de connaître des different pays, cultures e personnes

8. La culinaire française et italien

9. La musique et les films françaises

10. C’est très très chic vivre lá-bas!”

Obrigado, Pri, por expor tão bem os motivos que poderiam me mover a dar um passo tão importante.

Bem, já escrevi demais. Tenho, a seguir, uma sucessão de reuniões. Depois continuo para lhe contar o desfecho.

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sábado, 11 de abril de 2009 | Autor: DeRose

São cinco da manhã. Acabo de chegar, vindo do hospital para onde havíamos levado uma amiga que tinha passado mal. Ao entrar no quarto, deparei-me com uma bagunça. Jaya, minha weimaraner, havia fuçado a lata de lixo e espalhado tudo pelo chão. Ela nunca havia feito isso. Veio me cumprimentar efusivamente, como os cães fazem habitualmente quando os donos chegam. Eu me mantive sério, apontei para aquela sujeira e perguntei baixinho: “Quem fez isto?” A Jaya teve uma reação inusitada que me tocou profundamente. O que ocorreu em seguida, não conseguirei pôr em palavras, nem o seu clima emocional.

Jaya me fitou com um olhar de culpada, baixou a cabeça e saiu do quarto com rabinho baixo. Deixei passar alguns segundos e fui ver onde ela estava. A pobre estava no corredor, encostada num canto de parede como se estivesse com medo, ou com vergonha, abanando o rabinho baixo e me olhando de baixo para cima, com cara de quem sabia perfeitamente que havia errado. Veio me tocar com o focinho uma vez, duas, três, e eu resistindo estoicamente para não estragar tudo me derretendo e abraçando a coitadinha. Mas aguentei firme. Não disse nada e não fiz carinho. Ela olhou para mim mais uma vez e foi saindo de mansinho, subindo a escada escura que dá para o outro andar, onde ficou encolhida até que a Fernanda chegasse.

Isso tudo era quase a reação de uma animal que tomasse surras. Mas ela é super mimada. Nunca apanhou nem é tratada com rispidez. E, apesar disso, ficou magoadinha só porque eu fiquei quieto, olhando para ela. Depois, enquanto vim escrever estas palavras, ela veio aqui para me pedir desculpas. Primeiro, chegou do meu lado e ficou em pé, quietinha, me olhando. Depois, encostou o focinho de leve no meu braço. Então, achei que a indiferença já havia sido suficiente e que estava na hora de lhe dar carinho. Enquanto acariciava seu rosto, eu lhe disse baixinho: “Eu sei… Você não vai fazer mais, né?” Ela recostou a cabeça na minha perna e quase pude sentir que ela interiormente chorou de arrependimento. Ou de gratidão, por termos feito as pazes. Então, para consolidar nossa reconciliação, ela me trouxe seu toy e o entregou na minha mão. Em troca, ganhou um biscoito.

Os treinadores dizem que o cão não deve receber bronca pelo que ele fez há algum tempo, porque ele não associa o que fez com a bronca. Se isso for verdade, a Jaya me mostrou que é diferente, pois ela sabia exatamente porque eu estava chateado.

Por essas e outras, eu sempre digo que a Jaya não é uma cadela. É um anjo que se fez peludinho para me derramar bênçãos de ternura.

 

Fernanda Neis

A cachorrinha

Mas que amor de cachorrinha!
Mas que amor de cachorrinha!

Pode haver coisa no mundo
Mais branca, mais bonitinha
Do que a tua barriguinha
Crivada de mamiquinha?

Pode haver coisa no mundo
Mais travessa, mais tontinha
Que esse amor de cachorrinha
Quando vem fazer festinha
Remexendo a traseirinha?

Vinicius de Moraes

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