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terça-feira, 13 de julho de 2010 | Autor: DeRose

Normalmente, nós costumamos só visitar a página atual, mais recente, nos blogs e outros acessos que fazemos no Google etc. Porém, no caso deste blog – por ser de uma Cultura estável, milenar, de valores quase imutáveis, vale a pena dispor de algum tempo para ler e compartilhar as boas mensagens, artigos, pensamentos, experiências, músicas, vídeos, entrevistas, links, coreografias e todo um tesouro de comentários que os companheiros deixaram nas páginas anteriores.

Olá, Mestrão!
Para facilitar a navegação, formatei todo o texto em formato de teia de links. Se for conveniente, então que ele fique à sua disposição para o melhor uso. Um abraço forte e até daqui a alguns dias!
Montagna

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Você vai encontrar tópicos como:

meio ambiente, ecologia, clima, responsabilidade ambiental, biosfera, planeta, rios, dicas;

maneiras de melhorar o mundo;

alimentação, vegetarianismo, comer carnes, celebridades vegetarianas;

cães, animais de estimação, alimentação para cachorros, adestramento, ração vegetariana para cães;

vídeos, músicas, fotos;

coisas que a vida me ensinou (capítulos desse livro);

paradigmas, estereótipos;

história, arqueologia, filosofia, biografia;

ortografia, fonética, línguas, idiomas, linguística, latim, hebraico, sânscrito;

trabalho versus emprego; crise e sucesso profissional;

mensagens, artigos, pensamentos;

faculdade, universidade, pós graduação, MBA;

a gripe e outra pandemias, o que há por trás;

palestras de vários intelectuais, empresários de sucesso e de quem passou por experiências interessantes;

como os seres humanos tratam seus luminares;

relacionamento afetivo, boas maneiras, educação, boas relações humanas;

entrevistas com DeRose gravadas no Brasil e no exterior;

reportagens feitas com outros instrutores, cobertura de eventos;

coreografias lindíssimas de vários instrutores de diversos países;

ações sociais e humanitárias, filantropia, voluntariado, defesa civil;

Índia, Himálayas, templos, viagens, monumentos, Civilização do Vale do Indo;

Hinduísmo, Shiva, Upanishad, Yôga Sútra, shástras, escrituras hindus;

prevenção do câncer;

cursos, festivais, congressos, eventos – no Brasil, Argentina, Portugal e França;

fumo, álcool e drogas;

jovens, juventude, valores, caráter;

profissões, profissionalismo, formação profissional, carreira, futuro;

solenidades, outorgas, homenagens, medalhas, comendas, reconhecimento público;

livros, literatura, documentação bibliográfica, capítulos de livros, trechos de livros deste autor;

artigos, crônicas, contos, ficção;

links relevantes para outros sites e blogs.


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domingo, 13 de junho de 2010 | Autor: DeRose

A linguagem foi criada para conseguir a boa comunicação entre os seres humanos. A partir do momento em que ela não sirva para essa comunicação ou, até mesmo, cause mal-entendidos, tal linguagem precisa ser repensada.

Quando nós expressamos o vocábulo “Yôga”, o interlocutor já começa a embaralhar “o Yôga” com “a Yôga”. Dali a pouco ele já evolui para “o Yóga” e depois para ”a ióga”. Com o nome, já começam as discrepâncias. (Explicação: é que há muitos instrutores que o  pronunciam e escrevem de diferentes formas e que o interpretam de maneiras divergentes.)

O debatedor questiona o gênero da palavra, a pronúncia e a escrita. Como se isso já não fosse confusão suficiente, na sequência passa a associar o que fazemos com algo completamente diferente e até mesmo antagônico àquilo que estamos querendo ensinar. (Explicação: existem 108 tipos de Yôga que são diferentes entre si.)

“Não, meu querido, não precisa de paciência, não, para praticar”, diz você cheio de tolerância, e tem que ouvir: “Como que não? Todo o mundo sabe que a ióga é muito parada…” (Explicação: há algumas modalidades que são realmente paradas.)

“Não, companheiro, não é para tua namorada, não, é a ti que eu estou convidando”, insiste você já com menos paciência, e amarga a resposta: “Ah! Minha mulher é que gosta ‘dessas coisas’.” (Explicação: embora na Índia o Yôga seja uma arte de cavalheiros, no Ocidente, a partir da década de 1960, foi muito difundido para senhoras.)

“Não, meu anjo, não é para idosos, não, é para gente jovem”, diz você disfarçando como pode a irritação que quer explodir num berro de desabafo, e é obrigado a escutar: “Quando eu ficar mais velho e não puder mais fazer esportes, aí, quem sabe?” (Explicação: de fato, o Yôga é para gente jovem, mas alguns ensinantes se especializaram em recursos inspirados no Yôga para aplicar à terceira idade.)

“Não, cara, não é terapia coisíssima nenhuma, é para gente saudável”, diz você visivelmente abalado, e mal consegue deixar que o interlocutor termine a frase: “Como que não, se os professores de ióga divulgam os benefícios para a saúde e alguns até enumeram as doenças que ela cura?” (Explicação: alguns profissionais exploram a eficácia das técnicas, direcionando-as para atenuar problemas de saúde.)

“Não, seu pafúncio, não é uma seita, não, é para pessoas lúcidas e de bom-senso”, diz você já querendo saltar sobre a jugular do outro, e indigna-se ao ouvir: “Como que não é, se eu vejo sempre na televisão e no cinema pessoas que dizem professar a ióga, com roupas exóticas, cantando Harê Krishna; e outras com atitude mística, colocar as mãos em prece e se inclinar para a frente ao mesmo tempo que pronunciam o mantra adamastêr?” (Explicação: de fato, há vertentes que se consideram religião, como é o caso do Harê Krishna e outras.)

É… essa palavra mágica que produz tanto mal-entendido só pode mais ser utilizada para a comunicação com quem for estudioso da mesma modalidade. Por isso, internamente, prosseguiremos utilizando o termo Yôga, mas para fora, para comunicarmo-nos com amigos, familiares, colegas do escritório, da faculdade, do ginásio, imprensa, conhecidos e desconhecidos, não vamos mais utilizar esse termo.

Quando formos dar entrevistas em rádio, TV, jornais e revistas, o que precisamos a partir de agora é dizer, com muita educação e simpatia, que não queremos falar de Yôga. Que essa palavra não deve constar da entrevista nem uma única vez. Que queremos falar exclusivamente sobre o Método DeRose. Que é uma proposta nova e queremos explicar o que é. (O conteúdo não é novidade alguma. A proposta é que é nova.)

Para tanto, é claro que nenhum press release deve mencionar a palavra Yôga em hipótese alguma.

Mas então, Método DeRose é apenas um outro termo para intitular a mesma coisa? Não.

Método DeRose é outra coisa.

Na verdade, o Método DeRose é constituído por uma tecedura de conceitos e técnicas, das quais as técnicas (e unicamente as técnicas) são provenientes do Yôga Antigo.

Portanto, Método DeRose não é Yôga. Ao mesmo tempo, utiliza o Yôga como uma de suas ferramentas mais importantes.

Conforme pode ser constatado em informativos enviados várias vezes nos últimos anos aos instrutores do Método, nós oferecemos nada menos que 30 alternativas para referir-nos a ele. Algumas delas são: a Nossa Cultura; a nossa proposta; o nosso método; a nossa filosofia;  nosso movimento cultural, reeducação comportamental, life style coaching etc.

Quem deu o nome “Método DeRose” foram os alunos e instrutores que vieram utilizando tal referência durante décadas, até que finalmente, comemorando cinquenta anos de ensino, aceitamos utilizar essa nomenclatura.

Quem cunhou a frase: “Método DeRose é outra coisa“? Curiosamente, foram os que ensinam outras modalidades de Yôga, a fim de distinguir que o nosso Método é, de fato, diferente. Nem melhor, nem pior. É “outra coisa”. Interessante, porque quem cunhou o termo impressionismo fora justamente um crítico de arte, opositor ferrenho à pintura de Monet e usara aquele termo com intenção depreciativa. Acabou por produzir o efeito contrário e foi quem desencadeou a fama desse ilustre pintor.

No nosso caso, ficou claro que a intenção dos colegas de outras linhas ao nos classificar como “outra coisa” era de boa-fé quando uma aluna, casada com um editor inglês, sugeriu que ele publicasse um livro de Yôga e ele se recusou de forma categórica. Quando a esposa disse que propusera a edição porque estava praticando o nosso Método, o marido respondeu inusitadamente: “Ah! DeRose eu publico.” Ela questionou: “Por que Yôga não e DeRose sim?” E veio a resposta histórica: “DeRose é outra coisa.”

Então, está bem. Estamos convencidos. Se todos são unânimes em declarar que DeRose é outra coisa, nós simplesmente acatamos a vox populi. Esperamos que seja a vox Dei.


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terça-feira, 13 de abril de 2010 | Autor: DeRose

Se eu soubesse que ser um Mestre velhinho seria tão bom, eu teria envelhecido antes. São literalmente dezenas de milhares de pessoas em uma porção de países da Europa e Américas a reconhecer o nosso trabalho, a convidar-me para dar cursos em seus países e a me incentivar a me mudar para lá. Nunca tive tantas publicações de livros, nunca dei tantas entrevistas em tantos lugares, nunca falei tantas línguas e nunca viajei tanto. Nunca tive tanta qualidade de vida, nunca minha saúde esteve tão boa. Nunca tanta gente travou contato direto comigo quanto agora, graças ao blog e, consequentemente, nunca tanta gente repensou as opiniões que tinha sobre o nosso trabalho. Este é o melhor momento da minha vida e parece que vai continuar melhorando.

A quem creditar tudo isso? Pensei em creditar todos esses resultados a uma porção de gente que me ajuda, mas – sinceramente – os verdadeiros causadores de tudo isso são os que nos atacam pois, por um lado, colocam nosso nome em evidência; por outro, geram indignação contra eles e a nosso favor, pois ninguém simpatiza com quem ataca, persegue, insulta, difama (em compensação, todos simpatizam com a parte que é agredida); e, finalmente, as atitudes dos agressores nos mantiveram alertas para melhorar, polir, trabalhar e realizar cada vez mais e melhor. Graças a eles, nosso trabalho se tornou relevante, sólido e de enorme visibilidade.

Certa vez, eu li em um livro sobre sucesso profissional uma frase assim: “Para vencer na vida e ter um nome forte, você precisa de inimigos. Se não os tiver, arranje alguns.”

Assim sendo, agradeço de verdade a todos quantos nos estimularam com o seu afeto e aos que nos estimularam com o seu desamor. A uns e a outros, peço que continuem, por favor.


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quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

Estou evitando colocar novos posts porque quero que as três entrevistas em vídeo fiquem na primeira página, bem como as notícias do curso de pós-graduação e os nossos eventos em New York e Paris.

Por outro lado, fica a sugestão de que você se habitue a navegar pelo blog, mesmo pelos comentários, pois há muitas contribuições excelentes, inclusive vídeos muito bons.

Nossa comunicação via comentários continua a todo o vapor. Tenho tido até mais tempo para responder a um número maior de leitores.


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quinta-feira, 27 de agosto de 2009 | Autor: DeRose

A ideia me surgiu a partir do comentário abaixo, do Arthur Costi:

Arthur Costi

Me fez lembrar a entrevista com Joseph Campbell que originou o livro O poder do mito.

Realmente quando há um real interesse por parte do jornalista é possível extrair muito conteúdo e mostrar a amplitude de nosso trabalho, as outras entrevistas por estarem dentro de um rótulo (yôga) acabavam fazendo com que você dedicasse praticamente o tempo inteiro desfazendo mal-entendidos e pré-conceitos.

Meus sinceros parabéns ao António Mateus por permitir que o mundo conheça o que o DeRose está propondo, proposta esta que vai muito além de algumas técnicas, estamos mostrando uma Cultura.

Será que seria possível legendar a entrevista em inglês? Eu não sei como fazer isso mas acho uma ótima idéia para esse vídeo ficar realmente acessível ao mundo todo.

Abraços!

Arthur Costi
Unidade Centro Cívico – Curitiba PR

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