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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010 | Autor: DeRose

Querido Mestre.
Abaixo a programação do Dia do Yôga. Um beijo Helô

Vamos mobilizar todos os alunos e instrutores. A data é especial.
Comemoração dos 50 anos de educação do nosso querido Mestre DeRose.
Faça parte desse momento.

Programação para o evento em comemoração ao Dia do Yôga:

Dia 26/02 – sexta-feira (Organização: Federação de Yôga de São Paulo)
19h – Colação de grau dos formandos de 2009 na Assembléia Legislativa de São Paulo. Logo após, coquetel para os formandos e convidados. Informações sobre os convites, ligue (11) 5092-2484 ou mande um e-mail para federacao.sp@uni-yoga.org.br.
Dia 27/02 – sábado
9h – Aula aberta no Parque do Ibirapuera – Praça do Porquinho, com o Professor Rogério Brant.
22h – Festa em comemoração ao Dia do Yôga e noite de autógrafos com o Mestre DeRose na Unidade Vila Mariana. Convites a R$ 30,00.

Dia 28/02 – domingo
12h – Abertura dos portões. Final do evento às 17h. (A organização já providenciou os EVAs para o sádhana. Não será necessário levá-los)
(No hall de entrada, durante o evento, acontecerá o II Mega Bazar Método DeRose com 50% de desconto em todos os produtos).
20h – Pizzada na Unidade Itaim, somente para instrutores. Convites a R$ 40,00
A renda será destinada ao FDI.

Heloiza Gabriolli, pelo Conselho.
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010 | Autor: DeRose

Várias escolas do Método DeRose de São Paulo vão efetuar doação de um kit com caderno, lápis, borracha, reguinha e, talvez, canetas tipo Bic. Vamos ajudar na melhoria da educação no nosso país. Todos sabemos que há crianças que não têm condições sequer de ir para a escola com um caderno novo. Mas, se você não sabia, muitas dessas crianças levam um caderninho apagado. Isto é, a matéria escrita a lápis é apagada para o caderno ser reaproveitado!

Cada kit custa apenas TRÊS REAIS. Cada instrutor, cada aluno e cada leitor do nosso blog pode doar quantos kits desejar. Para facilitar a logística, recomendo que procurem centralizar os donativos nas nossas escolas e federação. Imagine que apenas 100 alunos de uma escola contribuam com apenas um kit: já seriam cem kits! Agora multiplique isso pelo número de escolas da cidade de São Paulo. E ninguém vai querer doar apenas um kit escolar, afinal, três reais é muito pouco. Em 24 horas poderemos reunir cinco mil kits de material escolar para aquelas crianças que não têm a quem apelar.

O Projeto Bela Ação que está sendo orquestrado pelo Dr. Wagner Montenegro com a participação da Dona Lu Alckmin como madrinha e da egrégora DeRose como parceiro, tem por objetivo prover as crianças carentes da Associação da Favela de Vila Prudente com material escolar. A entrega será no dia 29 de janeiro, portanto, se você quiser ajudar precisa ser já!

Seria muito simpático se a sua unidade quisesse participar. Se for do estado de São Paulo, pode entrar neste projeto. Se for de outro estado, sugiro criar uma promoção separada, junto a algum órgão oficial como o Governo do Estado ou alguma entidade particular que tenha credibilidade como o Rotary Clube ou a Pastoral da Criança.

Se você é da cidade de São Paulo e deseja mais esclarecimentos, por favor, entre em contato com a Vivi, tel. 9976-0516, ainda hoje. Ritmo DeRose.

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  Alezinha

Vai o release do evento para ajudar na divulgação:

O Projeto Bela Ação é uma parceria do Dr Wagner Montenegro, através do Montenegro Cultural, com pessoas ou entidades realmente voltadas as necessidades sociais não supridas pelos orgãos públicos.

Através destas parcerias, o projeto Bela Ação arrecadará alimentos, material escolar, roupas, material de construção e tudo mais que as instituições filantrópicas tenham necessidade para auxiliar os menos favorecidos de todos os lugares de São Paulo.

A cada ação, a Instituição beneficiada contará com uma “madrinha”, uma pessoa idônea e também engajada que indicará para qual instituição as doações serão entregues.

O grande objetivo desde projeto é dar visibilidade aos que se empenham no trabalho junto ao terceiro setor,sejam pessoas físicas ou juridicas e, num momento futuro,agracia -los com o reconhecimento público.

Num primeiro evento, o Montenegro Cultural se associa ao Comendador De Rose e fará uma enorme doação de alimentos e material escolar a Associação da Favela da Vila Prudente, organização comandada pelo Sr Zezão e cuja indicação foi dada pela primeira madrinha do projeto, a Sra Lú Alckmin.

A entrega das doações acontecerá *******, localizada a ******** – ******* as ** horas do dia 29 de janeiro de 2010.

 Ric Poli – Unidade Centro Cívico
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Oi De,

Aqui em Curitiba também sempre agitamos campanhas beneficentes. Há vários anos todas as Unidades daqui participam, em parceria com o Instituto Pró-Cidadania de Curitiba, das campanhas mais tradicionais: agasalhos, brinquedos para o natal, etc..

Além disso cada Unidade atua na sua região, em campanhas menores. No último sábado ministrei um workshop que faz parte da programação do nosso Intensivo de Férias. Para aqueles que já eram nossos alunos a inscrição foi 1 kg de alimentos. A nossa arrecadação foi modesta, mas aconteceu! Na terça, o Instrutor Rogério Chimionato e eu fomos fazer a entrega, para o asilo São Vicente. Esse asilo abriga cerca de 140 senhoras. Foi comovente e ao mesmo tempo gratificante levar a doação e poder dedicar 30 minutos de carinho às moradoras do asilo.

Segue o registro dessa ação, no nosso blog:
http://yogacentrocivico.com/blog/?p=1826

http://yogacentrocivico.com/blog/?p=1889

Segue também o site do asilo, para aqueles que quiserem fazer uma doação, ou simplesmente levar calor humano: http://www.asilosaovicente.org.br/

Vamos nessa, juntos!

Beijão,

Ric Poli
Curitiba – PR

Laurinha Generoso

Oi Mestre! Saudades!
Em Belo Horizonte seguimos a sua sugestão. Entramos em contato com o Rotary e já começamos a arrecadação de material escolar. Estamos envolvendo também os familiares dos alunos e as empresas parceiras na região.
Obrigada por mais esta dica.
E vamos todos crescer juntos!
Um beijo grande com carinho,
Laura Generoso, BH/MG

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terça-feira, 29 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

A linguagem foi criada para conseguir a boa comunicação entre os seres humanos. A partir do momento em que ela não sirva para essa comunicação ou, até mesmo, cause mal-entendidos, tal linguagem precisa ser repensada.

Quando nós expressamos o vocábulo “Yôga”, o interlocutor já começa a embaralhar “o Yôga” com “a Yôga”. Dali a pouco ele já evolui para “a ióga”. Com o nome, já começam as discrepâncias. (Explicação: é que há muitos instrutores que o  pronunciam de diferentes formas e que o interpretam de maneiras divergentes.)

O debatedor questiona o gênero da palavra, a pronúncia e a escrita. Como se isso já não fosse confusão suficiente, na sequência passa a associar o que fazemos com algo completamente diferente e até mesmo antagônico àquilo sobre o que estamos querendo explanar. (Explicação: existem 108 tipos de Yôga que são diferentes entre si.)

“Não, meu querido, não precisa de paciência, não, para praticar”, diz você cheio de tolerância, e tem que ouvir: “Como que não? Todo o mundo sabe que a ióga é muito parada…” (Explicação: há algumas modalidades que são realmente paradas.)

“Não, companheiro, não é para tua namorada, não, é a ti que eu estou convidando”, insiste você já com menos paciência, e amarga a resposta: “Ah! Não. A ióga é para mulher.” (Explicação: embora na Índia o Yôga seja uma arte de cavalheiros, no Ocidente, a partir da década de 1960, foi muito difundido para senhoras.)

“Não, meu anjo, não é para idosos, não, é para gente jovem”, diz você disfarçando como pode a irritação que quer explodir num berro de desabafo, e é obrigado a escutar: “Quando eu ficar mais velho e não puder mais fazer esportes de homem, aí, quem sabe?” (Explicação: de fato, o Yôga é para gente jovem, mas alguns ensinantes se especializaram em recursos inspirados no Yôga para aplicar à terceira idade.)

“Não, cara, não é terapia coisíssima nenhuma, é para gente saudável”, diz você visivelmente abalado, e mal consegue deixar que o interlocutor termine a frase: “Como que não, se os professores de ióga divulgam os benefícios para a saúde e alguns até enumeram as doenças que ela cura?” (Explicação: alguns profissionais exploram a eficácia das técnicas, direcionando-as para atenuar problemas de saúde.)

“Não, seu pafúncio, não é uma seita, não, é para pessoas lúcidas e de bom-senso”, diz você já querendo saltar sobre a jugular do outro, e indigna-se ao ouvir: “Como que não é, se eu vejo sempre na televisão e no cinema pessoas que dizem professar a ióga, com roupas exóticas, cantando Harê Krishna; e outras com atitude mística, colocar as mãos em prece e se inclinar para a frente ao mesmo tempo que pronunciam o mantra adamastêr?” (Explicação: de fato, há vertentes que se consideram religião, como é o caso do Harê Krishna e outras.)

É… essa palavra mágica que produz tanto mal-entendido não pode mais ser utilizada para a comunicação com quem não for estudioso da mesma modalidade. Por isso, internamente, prosseguiremos utilizando o termo Yôga, mas para fora, para comunicarmo-nos com amigos, familiares, colegas do escritório, da faculdade, do ginásio, imprensa, conhecidos e desconhecidos, não vamos mais utilizar esse termo.

Quando formos dar entrevistas em rádio, TV, jornais e revistas, o que precisamos a partir de agora é dizer, com muita educação e simpatia, que não queremos falar de Yôga. Que essa palavra não deve constar da entrevista nem uma única vez. Que queremos falar exclusivamente sobre o Método DeRose. Que é uma proposta nova e queremos explicar o que é. (O conteúdo não é novidade alguma. A proposta é que é nova.)

Para tanto, é claro que nenhum press release deve mencionar a palavra Yôga em hipótese alguma.

Mas então, Método DeRose é apenas um outro termo para intitular a mesma coisa? Não.

Método DeRose é outra coisa.

Embora possamos, eventualmente, para encurtar a conversa, declarar que Método DeRose é um método de Yôga, precisamos ter consciência de que essa é uma simplificação e que ela talvez possa ter consequências indesejáveis. Mais para a frente, pode parecer contradição, quando você for dar uma explicação mais exata e mais completa. Na verdade, o Método DeRose é constituído por uma tecedura de conceitos e técnicas, das quais as técnicas (e unicamente as técnicas) são provenientes do Yôga Antigo.

Portanto, Método DeRose não é Yôga. Ao mesmo tempo, utiliza o Yôga como uma de suas ferramentas mais importantes.

Quem deu o nome de Método DeRose? Conforme pode ser constatado em informativos enviados várias vezes nos últimos anos aos instrutores do Método, nós oferecemos nada menos que 30 alternativas para referir-nos a ele. Algumas delas são: a Nossa Cultura; a nossa proposta; o nosso método; a nossa filosofia; nosso movimento cultural, reeducação comportamental, life style coaching etc.

Quem deu o nome Método DeRose foram os alunos e instrutores que vieram utilizando tal referência durante décadas, até que finalmente, comemorando cinquenta anos de ensino, aceitamos utilizar essa nomenclatura.

Quem cunhou a frase: “Método DeRose é outra coisa”? Curiosamente, foram os que ensinam outras modalidades de Yôga, a fim de distinguir que o nosso Método é, de fato, diferente. Nem melhor, nem pior. É “outra coisa”. Interessante, porque quem cunhou o termo impressionismo fora justamente um crítico de arte, opositor ferrenho à pintura de Monet e usara aquele termo com intenção depreciativa. Acabou por produzir o efeito contrário e foi quem desencadeou a fama desse ilustre pintor.

No nosso caso, ficou claro que a intenção dos colegas de outras linhas ao nos classificar como “outra coisa” era de boa-fé quando uma aluna, casada com um editor inglês, sugeriu que ele publicasse um livro de Yôga e ele se recusou de forma categórica. Quando a esposa disse que propusera a edição porque estava praticando o nosso Método, o marido respondeu inusitadamente: “Ah! DeRose eu publico.” Ela questionou: “Por que Yôga não e DeRose sim?” E veio a resposta histórica: “DeRose é outra coisa.”

Então, está bem. Estamos convencidos. Se todos são unânimes em declarar que DeRose é outra coisa, nós simplesmente acatamos a vox populi. Esperamos que seja a vox Dei.

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

Assista ao discurso do Steve Jobs:

Continuação do dircurso:

Este vídeo é sobre educação, escola e diploma. Papai deveria assisti-lo, depois do discurso do Steve Jobs:  

Parte 1:


Parte 2:

 

Sobre produção, indústrias, emprego, consumo, poluição, reciclagem, contaminação do solo, do ar e da água:

http://www.unichem.com.br/videos.php
http://www.storyofstuff.com/international/  

 Brasil inventa o papel sintético, com plástico reciclado:

http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL985618-10406,00-CIENTISTAS+BRASILEIROS+CRIAM+O+PAPEL+DE+PLASTICO.html

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quinta-feira, 6 de agosto de 2009 | Autor: DeRose

Tabatha Fiorini Real

Oi Mestre

Recebi este email hoje achei bom compartilhar:

http://www.dominiopublico.gov.br

EDUCAÇÃO_Banco de Dados!

Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos.

Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:

• Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;

• Escutar músicas em MP3 de alta qualidade;

• Ler obras de Machado de Assis ou a Divina Comédia;

• Ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA

• e muito mais….

Esse lugar existe!

O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site:

http://www.dominiopublico.gov.br

Só de literatura portuguesa são 732 obras!

Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

Um forte abraço

Tabatha Real

 

Alessandro Martins

Oi, DeRose,

o Domínio Público existe mas não está em vias de ser extinto não… vai muito bem das pernocas. Independentemente disso, é muito legal ver esse site sendo divulgado aqui.

Recentemente o jornal O Globo, em sua versão online publicou esse hoax, sobre a desativação, também. Falei sobre isso em meu blog:

http://livroseafins.com/2008/06/04/globo-online-hoax-dominio-publico/

http://livroseafins.com/2008/06/04/site-dominio-publico-responde-a-o-globo/

Abraços do Alessandro!

 

Tamara Queiroz

Ah, algo muito bacana também está na internet!

O acervo da biblioteca britânica

A Biblioteca Britânica disponibilizou na internet um acervo gigante de livros, jornais e artigos.

Não é à toa que o prédio, no centro de Londres, ficou conhecido como a catedral do conhecimento. A Biblioteca é a segunda maior do planeta e só perde para a do Congresso americano. São nove andares num edifício do tamanho de quatro campos de futebol, três andares para cima e seis para baixo. No subterrâneo, protegido de radiação, de umidade e de vandalismo, está guardado o tesouro que ocupa nada menos que 630 km de prateleiras, o equivalente a distância entre Salvador e Maceió. Livros, mapas e jornais estão todos catalogados e organizados de uma maneira fácil de serem encontrados pelos bibliotecários que trabalham no acervo.

Com a disponibilização pela internet, qualquer pessoa pode ler, pesquisar e aprender com esse gigantesco acervo – são aproximadamente 150 milhões de fontes de informação – de casa, do escritório e de qualquer canto do planeta.

http://www.bl.uk

B-joletas carmin

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sexta-feira, 26 de junho de 2009 | Autor: DeRose

Falar ou escrever com erros é uma das maiores demonstrações de que o indivíduo em questão não recebeu uma boa educação.

Tenho acompanhado o fenômeno da evolução da nossa língua durante estas últimas décadas com perplexidade e apreensão. Muito em breve não estaremos mais falando português e sim algum dialeto esdrúxulo. Até quando poderemos declarar, com orgulho, que falamos uma língua vagamente aparentada com a de Camões, a melhor língua literária do mundo?

Para quem fala bem o português, uma palavra errada, uma dicção viciosa, uma concordância mal feita por parte do interlocutor são coisas que causam má impressão. Se quem fala é um instrutor, mais grave ainda, pois precisa expressar-se de forma compreensível por tratar-se de pessoa que vai à frente do público para instruí-lo!

Ademais, somos especializados em público de nível superior. Já imaginou o desconforto que causaria a um cliente culto ter que aprender algo de um profissional que não sabe nem falar corretamente a própria língua?

Eu mesmo já abandonei cursos de informática, de anatomia e de outras disciplinas porque era insuportável receber em minha mente os sucessivos insultos à cultura perpetrados pelos semi-analfabetos que pretendiam receber o meu dinheiro para ensinar-me alguma daquelas matérias.

Os erros que se seguem denotam origens humildes e são sinalizadores de pouca cultura, mesmo se quem os aplicar for portador de diploma universitário, como vem ocorrendo cada vez com maior freqüência.


Não diga:

Diga:

Um desse, um daquele.

Um desses, um daqueles.

Um óculos, meu óculos.

Uns óculos, meus óculos.

Quer que eu faço?

Quer que eu faça?

Quer que eu vou?

Quer que eu ?

Como é que você chama?

Como é que você se chama?

Que nem.

Como.

Eu vou vim.

Eu virei, eu venho.

Se você ver.

Se você vir.

Se você manter.

Se você mantiver.

Se você compor.

Se você compuser.

Antes de ontem.

Anteontem.

Duzentas gramas.

Duzentos gramas.

Dou aula de terças e quintas.

Dou aulas às terças e quintas.

Ele falou assim que não vai poder.

Ele falou que não vai poder.

Ele falou assim: “não vou poder”.

Se caso ele não puder.

Se ele não puder.

Caso ele não possa.

Provavelmente ele não possa.

Provavelmente ele não vai poder.

É provável que ele não possa.

Por causa que…

Porque

Estou meia cansada.

Estou meio cansada.

são uma hora.

é uma hora.

é meio dia e meio.

é meio dia e meia.

Faço assim, igual: quando sair eu aviso.

Faço assim: quando sair eu aviso.

Igual: sábado eu falei corretamente.

Por exemplo: sábado eu falei…

Igual ontem, igual eu.

Como ontem, como eu.

Subzídio. (Com som de z.)

Subsídio. (Com som de s.)

Môlho de chaves.

(Só se puser as chaves de molho).

Mólho de chaves (sem acento).

Deitar de costa.

Deitar de costas.

Eu truce.

Eu trouxe.

Entre 4 a 6 dias.

Entre 4 e 6 dias.

Trabalho tanto como ele.

Trabalho tanto quanto ele.

Muitas das vezes.

Muitas vezes.

Oras bolas.

Ora bolas.

Fulano é píssico.

(Alucinação idiomática).

Os guarani.

Os guaranis.

O filme ganhou oito oscar.

O filme ganhou oito oscars.

Comprei uma Mercedes.

(Só se você comprou uma mulher)

Comprei um Mercedes.

Metereológico.

Meteorológico.

Com nós.

Conosco.

Própio.

Próprio.

Poblema, pobrema.

Problema.

Adevogado.

Advogado.

Largatixa, largato, iorgute.

Lagartixa, lagarto, iogurte.

Foi uma situação onde

Foi uma situação na qual

(onde, só lugar físico.)

Você acha que só quem fala assim não foi alfabetizado? Então, preste atenção quando seus amigos falarem. Vai identificar muitas destas gralhas no falar da maior parte deles. A partir daí, por autocrítica, considere a possibilidade de você, que é amigo daquelas pessoas, estar cometendo escorregadelas similares. E passe a prestar atenção à sua locução.

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sábado, 20 de junho de 2009 | Autor: DeRose

Quanto você pagaria por mais um dia de vida? Hoje, provavelmente, não pagaria nada, pois acredita que está longe daquele momento fatídico. No entanto, imagine que o tempo passou e que você está na hora da verdade. Por motivo de acidente ou doença, é informado de que este é o seu último dia de vida. E que alguém lhe conseguisse mais um dia. Quanto você lhe pagaria para viver mais 24 horas?

Certamente, você lhe pagaria tudo o que tem por um dia a mais de vida. Pense, agora, quanto vale um ano a mais de vida? Quanto valem dez anos a mais? Pois isso é o mínimo que o SwáSthya Yôga lhe proporcionará, desde que você se dedique com disciplina, pratique metodicamente e incorpore os preceitos deste sistema. Quanto vale, então, em termos de investimento de tempo, de dinheiro ou de dedicação o estudo da Nossa Cultura?

No dia em que decidiu praticar o Método DeRose você deu uma grande guinada no seu karma. No dia em que leu o primeiro livro da nossa filosofia começou a consolidar essa mudança de destino. Quando alterou os seus hábitos, substituindo-os por outros mais saudáveis, conforme ensina esta corrente, você contabilizou mais dez, vinte ou trinta anos de vida. Ao travar contato pessoal com uma escola da nossa linhagem, passou a cultivar qualidade de vida naqueles 10, 20 ou 30 anos que está incrementando à sua existência.

O que você precisa, a partir de então, é de estabilidade nessa decisão. Precisa ter persistência, disciplina e permanecer nesta reeducação comportamental. Quanta gente há que está numa boa casa, num bom trabalho, numa boa relação afetiva e resolve mudar só “para variar”? Há quem pare de praticar a Cultura que propomos para fazer outra coisa, ou por ter-se mudado de residência e estar morando longe de uma boa escola, por motivos de família ou por falta de tempo.

Na verdade, nenhuma dessas desculpas justifica a interrupção, até porque você pode continuar praticando através de livros, CDs e DVDs. A razão verdadeira é a instabilidade, é não conseguir se dedicar a alguma atividade por mais tempo. Quanta coisa você já começou e não continuou, não é mesmo? Pois o SwáSthya merece uma atenção especial. Merece que você invista nele. Merece prioridade. Aplicando prioridade ao Yôga Antigo, você verá que há tempo, sim senhor, para ele em seu dia-a-dia. É só colocá-lo em primeiro lugar na sua agenda. Depois, preencha os demais compromissos no tempo que sobrar. E não o contrário.

Com o que aprendeu no Tratado de Yôga e com a sua prática regular do nosso sistema, você vai perceber câmbios radicais no seu destino, vai tornar-se o comandante dessa nave que é a sua vida. Em pouco tempo, estará interferindo positivamente em todos os eventos da saúde, da família, do amor, das finanças, mesmo aqueles que pareciam não depender de você. Tudo o que precisa é manter ritmo e estabilidade na dedicação à filosofia que preconizamos.

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terça-feira, 16 de junho de 2009 | Autor: DeRose

O praticante da Nossa Cultura deve ser uma pessoa refinada. Se já não o era antes de entrar para a nossa egrégora, deve polir-se até que esteja bem de acordo com o que se espera de um de nós.

Por adotarmos um estilo de vida um tanto diferente, já que não fumamos, não bebemos álcool, não usamos drogas, não comemos carnes de animais mortos e manifestamos uma sexualidade bem resolvida, devemos estar atentos para a nossa imagem e comportamento. Evidentemente, procuramos manter o mimetismo a fim de não chamar a atenção. Mas, às vezes, não funciona. Então, que sejamos notados e lembrados pela nossa elegância.

A maior parte das normas de conduta surgiram de razões práticas. Se você conseguir descobrir o veio da consideração humana, terá descoberto também a origem de todas as fórmulas da etiqueta. Tudo isso se resume a uma questão de educação. Boas maneiras são as maneiras de agir em companhia de outras pessoas de forma a não invadir seu espaço, não constrangê-las e fazer com que todos se sintam bem e à vontade na sua companhia. Por isso, boas maneiras são uma questão de bom senso.

Aliás, com relação a esse pormenor, reconheçamos que boas maneiras são também convenções em constante mutação, dependendo do tempo e do espaço. Por isso, o manual de etiqueta que serve para o Japão, não serve para a Europa e o que foi publicado alguns anos atrás, hoje já pode estar desatualizado, pois o mundo se transforma rapidamente.

Assim, o melhor que você tem a fazer quando está fora do seu habitat é esperar que os outros ajam antes, observar e fazer igual. Se comem com a mão, siga o exemplo; se com háshi, trate de conseguir fazer o mesmo.

Mas se, apesar de tudo, você não conseguir seguir determinados costumes, simplesmente decline-os. Jamais vou conseguir tomar sopa ou chá fazendo ruído, nem eructar no fim da refeição como é correto em alguns países. Nesses casos, conto com a indulgência dos anfitriões pelo fato de eu ser um estrangeiro que não sabe se comportar 100% de acordo com as maneiras locais. Contento-me com uns 95%.

Porém, se você é o anfitrião, cuide de pôr seu convidado à vontade, fazendo como ele — sempre que possível. Tenho um amigo que, para não deixar seu convidado embaraçado, acompanhou-o e bebeu a lavanda que foi servida após a refeição. Outro caso bastante conhecido foi o de um diplomata árabe que, numa recepção de gala, terminou de comer uma coxinha de frango e atirou o osso para trás. Por um instante todos se entreolharam como que a se perguntar: “O que faremos?”. Ato contínuo o anfitrião imitou-o e, em seguida, todos estavam atirando seus ossinhos por sobre o ombro… e divertindo-se muito com isso.

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terça-feira, 16 de junho de 2009 | Autor: DeRose

Desde criança um fato sempre me despertou a atenção. Como é que conseguimos reconhecer o padrão cultural de uma pessoa apenas olhando para ela? O que será que a distingue das demais, a ponto de, simplesmente pelo olhar, chegarmos a saber aproximadamente até que vocabulário ela usa para falar, que lugares ela freqüenta, que bebidas ela toma?

O leitor estará tentado a me esclarecer que é devido à roupa, calçados e trato dos cabelos. Mas não é só isso. Passei minha juventude na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, um lugar muito democrático, no qual tomavam sol, banhavam-se, jogavam vôlei e surfavam tanto a classe média quanto os dois extremos sociais: os abastados moradores dos metros quadrados mais caros do país e os residentes da favela. Na praia, especialmente no Brasil, usa-se muito pouca roupa. E, apesar disso, é impressionante como olhando três jovens vestidos só de calção de banho e com os cabelos em desalinho, molhados do mar, você consegue identificar: este é classe média, aquele é classe AA e este outro é favelado.

Então, há algo mais, além de roupa, calçados e cabelos tratados. Há compostura, fisionomia, expressão corporal, expressão fisionômica. Numa palavra: atitude.

Quando uma pessoa pensa e sente, isso influencia sua atitude. A cultura, educação e todas as circunstâncias vivenciadas incorporam-se inexoravelmente ao seu patrimônio corporal. Não dá para enganar. Se você é arquiteto, dificilmente conseguirá fazer-se passar por pedreiro, e vice-versa.

Para ter uma idéia do que queremos dizer com isso, assista a um filme com Sean Connery ou com Candice Bergen. Até quando eles querem representar pessoas mal-educadas conseguem ser charmosos.

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quarta-feira, 10 de junho de 2009 | Autor: DeRose

De vez em quando, diversas pessoas (algumas que eu nem conheço) manifestam sua indignação com respeito a alguma matéria sobre a nossa filosofia que tenha sido publicada.  Em virtude disso, peço que ao escrever emitindo a sua opinião à revista ou jornal em questão, meus amigos moderem sua revolta e recordem-se de que a elegância, o polimento e a fidalguia são virtudes dos praticantes do nosso Método.

Não saiu nenhuma matéria recentemente, contudo, é melhor estarmos todos conscientes de que devemos reagir com educação a qualquer circunstância futura que por acaso venha a ocorrer. Inclusive em eventuais debates com adeptos de outros pontos de vista. Lembre-se de que você é o nosso cartão de visitas, mesmo que não seja nosso aluno. Só o fato de nos defender já o atrela à Nossa Cultura, na percepção do interlocutor. Então, cumpre que saiba defender suas opiniões de maneira impecável e cavalheiresca – mesmo se o seu debatedor não merecer! Afinal, não somos educados para mostrar aos outros e sim porque nós mesmos merecemos o nosso respeito.

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