Ontem à noite tivemos uma conversa muito gratificante com os alunos da Unidade Anália Franco, do Flávio Moreira. Além de muito agradável e divertida, a atividade cultural foi coroada pela aspirante Diretora Patrícia e toda a equipe com um amável presente da escola ao palestrante, acompanhado de um imenso cartão assinado por todos! Não apenas o palestrante ganhou um presentão. Flávio deu livros Quando é Preciso Ser Forte, com um laço de Natal, aos dez alunos mais engajados. Depois, à meia-noite, cantaram parabéns pelo aniversário da Mariana. Mais tarde, alunos e instrutores se reuniram noutro andar para assistir a um DVD e comer pizza, enquanto se divertiam com a Jaya (nossa weimaraner) e a Mahá (enorme dog alemão da Pati), ambas vegetarianas, brincando de lutar. Foi uma noitada maravilhosa. Enquanto isso, a Fée estava prestigiando a Madonna que, afinal, precisa de muito Yôga para realizar aquelas performances iradas. – Veja os comentários.
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Antigamente, eu dava cursos. Agora são tantas as atividades e tão variadas a cada viagem, que podemos considerar um mini-festival. Temos conversa com os alunos de uma das unidades, almoço com um professor da ióga, lançamento de livro, jantar com os instrutores, entrevista na imprensa, visita a uma personalidade importante (um deputado, um embaixador, um prefeito, um governador), tudo isso além dos cursos de sábado e de domingo. Sem mencionar que vem gente de vários estados. Quando bem divulgados, os meus cursos reúnem pessoas de até cinco estados e, às vezes, de mais algum país. Em Paris, Londres (e em abril também em Roma), meus cursos reúnem pessoas de mais de seis países. Já não podemos chamar de cursos. São mini-festivais.
Fazemos tantas coisas nos fins-de-semana que quando retornamos a São Paulo na segunda-feira, frequentemente me surpreendo ao perceber que as incumbências deixadas na sexta-feira aos colegas ainda estão por fazer.
Realizei hoje uma conversa com os alunos da escola do Berti e foi bem animado. Fiquei muito bem impressionado com o excelente nível cultural dos alunos e com o carinho dos instrutores. Berti, como sempre, um cavalheiro e um anfitrião impecável. Depois da conversa, tivemos umas comidinhas maravilhosas levadas pelos alunos. Mesa farta, pratos muito bem condimentados. Fiquei feliz por perceber que os alunos não tinham a síndrome do naturéba e que sabiam perfeitamente o que come um praticante do Método DeRose. O Hotel em que estamos é de fazer inveja aos melhores hotéis em que já estive na Europa. Dá vontade de me mudar para cá e viver no hotel, trabalhando via internet e telefone com o mundo exterior. Tudo aqui é lindo, é grande, é chique. Pensei em fazermos um evento aqui, mas para fechar o hotel, como costumamos fazer, precisaríamos de uns 5000 participantes.
Ontem à noite, tive a satisfação de visitar a Unidade Copacabana, a Sede Histórica, a mais antiga da Rede, fundada em 1971. Antes dessa sede, tivemos a do Edifício Avenida Central, 33o. andar, inaugurada em 1964.
Na conversa com os alunos de Copa, fiquei muito bem impressionado. O nível dos alunos está excelente. A participação, a simpatia, os apartes inteligentes, o engajamento, o carinho, tudo muito a ver com a nossa proposta. Tivemos até um recital de violinos pelos alunos-artistas Ana Cristina de Paula Gelape e Carlos André Weidt Mendes, mais conhecido como Charles. Fui dormir feliz.
Parabéns à Diretora Melina Flores e à equipe Ana Cláudia Müller, Sandro Thomas, Antônio Prates e Maria Elisa.
Mais uma vez, estamos dando cursos no DF. A moçada está afiadíssima, engajada, bem-humorada. Tudo de bom. Sexta-feira foi conversa com os alunos. Sábado, curso e à noite reunião festiva do Rotary. Domingo, almoço com um instrutor de outra linha de Yoga e outro curso. Quando chego estou caindo de cansado. Por isso, não há muitos posts. Mas conto com seus comentários para animar o blog.
Foi uma experiência maravilhosa, poder me sentar com o proprietário-investidor, a Diretora e os instrutores da Unidade Itaim, almoçar na própria escola e conversar descontraidamente, sem pressa, sem barulho, sem stress. Esta é uma atividade nova, que vamos praticar paralelamente com a “Conversa com os alunos” que realizo sem custo algum todas as quartas-feiras nas unidades que o solicitarem. Para mim é um prazer conversar com os alunos e outro prazer maior ainda almoçar com os instrutores sempre que possível. Vamos aproveitar para usufruir dessas duas ações de convivência enquanto isso está sendo possível. Não sabemos como será o dia de amanhã.
Estas atividades culturais são realizadas não somente em São Paulo, mas também quando estou em viagem pela sua cidade. Em viagem, a conversa com os alunos pode ser feita na sexta-feira à noite, sempre que não houver lançamento de livro. E o almoço com a equipe, no sábado e domingo, já é uma prática tradicional quando em viagem. Não deixe passar a oportunidade.
Outra ação que me deu muita satisfação foi marcar almoços com professores de diferentes linhas de Yoga. Muitos, nem nos conhecíamos pessoalmente. Outros, conhecíamos, mas nunca havíamos tido oportunidade de sentar, almoçar e conversar. Foi uma experiência muito gratificante para ambas as partes. Todos os que aceitaram meu convite foram muito cordiais e pudemos desfazer alguma imagem injusta que ambos pudéssemos ter alimentado em relação um ao outro. Em todos os almoços trocamos presentes, palavras sinceras de carinho e admiração recíproca, e longos abraços emocionados.
Como dou cursos praticamente todos os fins-de-semana, no mínimo dois cursos a cada week end, em várias cidades e países, peço que os meus amigos organizadores observem um padrão nos horários, a fim de proporcionar mais comodidade na organização das agendas e evitarmos possíveis atrasos ou estresses do ministrante. Então vamos lá: cursos devem começar todos à mesma hora – às 15 horas; conversas com os alunos devem começar todas à mesma hora – às 21 horas. Assim, poupamos tensões desnecessárias a todos e permitimos um melhor planejamento e organização mental.
Você já imaginou se cada curso, em cada cidade ou país, começasse em um horário diferente? Se cada conversa com os alunos das unidades tivesse início em um horário discrepante? Que confusão isso faria na cabeça da minha secretária para organizar as agendas de cada cidade! Quantos atrasos eu seria obrigado a cometer por distração!
É claro que em caso de necessidade, tanto o organizador quanto o ministrante poderão solicitar alteração nesse padrão. Mas vamos procurar observá-lo, está bem?



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