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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 | Autor: DeRose

Olá Mestre, como vai?

Segue em anexo a arte referente aos 50 anos de ensino. Peço-lhe a gentileza de postar em seu blog para que todos os instrutores, alunos e simpatizantes tenham acesso e divulguem em seus meios de comunicação via web (facebook, twitter, orkut etc).

Um forte abraço do discípulo e amigo!

Dantas de Medeiros.

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009 | Autor: DeRose

Todas as línguas têm sinônimos. Que tal escolher termos que possam ser mais bem compreendidos por falantes de outras línguas? Por exemplo, o português acordar em espanhol significa apenas entrar em acordo (tal como no português jurídico). Poderemos dar preferência a despertar que é igual nas duas línguas. O espanhol dispõe de pileta e piscina. Dando preferência a piscina, os falantes de português compreenderão melhor. No português dispomos de trocar e cambiar; dispomos de voltar e volver. Ao conversar com nossos amigos de fala hispânica podemos tranquilamente optar por um vocäbulo comum às duas línguas. E cada qual fará um movimento recíproco. Imagine se, no final, conseguirmos gerar uma língua nova, perfeitamente compreensível para os países lusófonos e para os hispânicos! E quanto ao italiano, francês, inglês? No italiano é muito fácil encontrar tais sinônimos. Por enquanto, deixo apenas a sugestão para quem tiver tempo e quiser compilar alguns termos comuns ou apenas mais compreensíveis. Cuidado, porém, com os falsos cognatos. Há um erro muito frequente nas traduções do inglês, que eu vivo denunciando, mas nossa galera continua traduzindo mal: é a tal de self-realization que o brasileiro traduz erradíssimamente como autorrealização. To realize significa dar-se conta, conscientizar-se. Pena que os que erram são justamente os que não frequentam este blog…

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terça-feira, 29 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

A linguagem foi criada para conseguir a boa comunicação entre os seres humanos. A partir do momento em que ela não sirva para essa comunicação ou, até mesmo, cause mal-entendidos, tal linguagem precisa ser repensada.

Quando nós expressamos o vocábulo “Yôga”, o interlocutor já começa a embaralhar “o Yôga” com “a Yôga”. Dali a pouco ele já evolui para “a ióga”. Com o nome, já começam as discrepâncias. (Explicação: é que há muitos instrutores que o  pronunciam de diferentes formas e que o interpretam de maneiras divergentes.)

O debatedor questiona o gênero da palavra, a pronúncia e a escrita. Como se isso já não fosse confusão suficiente, na sequência passa a associar o que fazemos com algo completamente diferente e até mesmo antagônico àquilo sobre o que estamos querendo explanar. (Explicação: existem 108 tipos de Yôga que são diferentes entre si.)

“Não, meu querido, não precisa de paciência, não, para praticar”, diz você cheio de tolerância, e tem que ouvir: “Como que não? Todo o mundo sabe que a ióga é muito parada…” (Explicação: há algumas modalidades que são realmente paradas.)

“Não, companheiro, não é para tua namorada, não, é a ti que eu estou convidando”, insiste você já com menos paciência, e amarga a resposta: “Ah! Não. A ióga é para mulher.” (Explicação: embora na Índia o Yôga seja uma arte de cavalheiros, no Ocidente, a partir da década de 1960, foi muito difundido para senhoras.)

“Não, meu anjo, não é para idosos, não, é para gente jovem”, diz você disfarçando como pode a irritação que quer explodir num berro de desabafo, e é obrigado a escutar: “Quando eu ficar mais velho e não puder mais fazer esportes de homem, aí, quem sabe?” (Explicação: de fato, o Yôga é para gente jovem, mas alguns ensinantes se especializaram em recursos inspirados no Yôga para aplicar à terceira idade.)

“Não, cara, não é terapia coisíssima nenhuma, é para gente saudável”, diz você visivelmente abalado, e mal consegue deixar que o interlocutor termine a frase: “Como que não, se os professores de ióga divulgam os benefícios para a saúde e alguns até enumeram as doenças que ela cura?” (Explicação: alguns profissionais exploram a eficácia das técnicas, direcionando-as para atenuar problemas de saúde.)

“Não, seu pafúncio, não é uma seita, não, é para pessoas lúcidas e de bom-senso”, diz você já querendo saltar sobre a jugular do outro, e indigna-se ao ouvir: “Como que não é, se eu vejo sempre na televisão e no cinema pessoas que dizem professar a ióga, com roupas exóticas, cantando Harê Krishna; e outras com atitude mística, colocar as mãos em prece e se inclinar para a frente ao mesmo tempo que pronunciam o mantra adamastêr?” (Explicação: de fato, há vertentes que se consideram religião, como é o caso do Harê Krishna e outras.)

É… essa palavra mágica que produz tanto mal-entendido não pode mais ser utilizada para a comunicação com quem não for estudioso da mesma modalidade. Por isso, internamente, prosseguiremos utilizando o termo Yôga, mas para fora, para comunicarmo-nos com amigos, familiares, colegas do escritório, da faculdade, do ginásio, imprensa, conhecidos e desconhecidos, não vamos mais utilizar esse termo.

Quando formos dar entrevistas em rádio, TV, jornais e revistas, o que precisamos a partir de agora é dizer, com muita educação e simpatia, que não queremos falar de Yôga. Que essa palavra não deve constar da entrevista nem uma única vez. Que queremos falar exclusivamente sobre o Método DeRose. Que é uma proposta nova e queremos explicar o que é. (O conteúdo não é novidade alguma. A proposta é que é nova.)

Para tanto, é claro que nenhum press release deve mencionar a palavra Yôga em hipótese alguma.

Mas então, Método DeRose é apenas um outro termo para intitular a mesma coisa? Não.

Método DeRose é outra coisa.

Embora possamos, eventualmente, para encurtar a conversa, declarar que Método DeRose é um método de Yôga, precisamos ter consciência de que essa é uma simplificação e que ela talvez possa ter consequências indesejáveis. Mais para a frente, pode parecer contradição, quando você for dar uma explicação mais exata e mais completa. Na verdade, o Método DeRose é constituído por uma tecedura de conceitos e técnicas, das quais as técnicas (e unicamente as técnicas) são provenientes do Yôga Antigo.

Portanto, Método DeRose não é Yôga. Ao mesmo tempo, utiliza o Yôga como uma de suas ferramentas mais importantes.

Quem deu o nome de Método DeRose? Conforme pode ser constatado em informativos enviados várias vezes nos últimos anos aos instrutores do Método, nós oferecemos nada menos que 30 alternativas para referir-nos a ele. Algumas delas são: a Nossa Cultura; a nossa proposta; o nosso método; a nossa filosofia; nosso movimento cultural, reeducação comportamental, life style coaching etc.

Quem deu o nome Método DeRose foram os alunos e instrutores que vieram utilizando tal referência durante décadas, até que finalmente, comemorando cinquenta anos de ensino, aceitamos utilizar essa nomenclatura.

Quem cunhou a frase: “Método DeRose é outra coisa”? Curiosamente, foram os que ensinam outras modalidades de Yôga, a fim de distinguir que o nosso Método é, de fato, diferente. Nem melhor, nem pior. É “outra coisa”. Interessante, porque quem cunhou o termo impressionismo fora justamente um crítico de arte, opositor ferrenho à pintura de Monet e usara aquele termo com intenção depreciativa. Acabou por produzir o efeito contrário e foi quem desencadeou a fama desse ilustre pintor.

No nosso caso, ficou claro que a intenção dos colegas de outras linhas ao nos classificar como “outra coisa” era de boa-fé quando uma aluna, casada com um editor inglês, sugeriu que ele publicasse um livro de Yôga e ele se recusou de forma categórica. Quando a esposa disse que propusera a edição porque estava praticando o nosso Método, o marido respondeu inusitadamente: “Ah! DeRose eu publico.” Ela questionou: “Por que Yôga não e DeRose sim?” E veio a resposta histórica: “DeRose é outra coisa.”

Então, está bem. Estamos convencidos. Se todos são unânimes em declarar que DeRose é outra coisa, nós simplesmente acatamos a vox populi. Esperamos que seja a vox Dei.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009 | Autor: DeRose

Os que dizem que não gostam de nós sempre são os que não nos conhecem, os que não leram nenhum livro do DeRose, os que não o conheceram pessoalmente. Os que nos conhecem, imediatamente mudam de opinião e passam a gostar de nós.

Assim sendo, nosso compromisso é o de que os nossos alunos e instrutores informem o mundo exterior (familiares, amigos, mídia) sobre:

- Quem somos nós, realmente;

- O que ensinamos;

- A que nos propomos.

Tudo isso, sem mencionar nenhuma palavra que possa conduzir a falsos estereótipos, preconceitos e discriminações.

Os que estiveram no Festival Internacional de São Paulo, saíram de lá com a convicção da importância de divulgar a Nossa Cultura. Espero que cada leitor deste blog assuma a mesma missão.

Para auxiliá-lo nessa tarefa, postamos o vídeo de uma entrevista gravada em Portugal que não menciona nenhum termo que induza a estereótipos, a fim de que você possa fornecer o link às pessoas para assistirem. Foi instalado um dispositivo de forma que, além de indicar o link, você também possa fazer download para exibir em reuniões especialmente organizadas com esse objetivo ou, ainda, gravar CDs ou DVDs para presentear os amigos, os familiares e a mídia.

Essa entrevista precisa ser muito divulgada para todos os seus conhecidos, parentes e meios de comunicação, para que entendam o que é o Método DeRose. E para que, se vierem nos entrevistar, possamos dialogar sobre temas realmente abrangentes e relevantes, sem nos restringirmos a “lugares-comuns”.

Faça o download da entrevista com DeRose neste link: http://www.uni-yoga.org/entrevista_derose_tv.php

 

Gustavo Marson

Oi Mestre!

Aqui em Joinville passamos a entrevista em todas as nossas turmas, durante as aulas práticas, realizando permanência em ásanas. Essa foi uma forma de todos, até mesmo aqueles que “não tem tempo”, assistirem a entrevista. O resultado foi ótimo, todos elogiaram e muitos disseram que vão passar adiante.

Agora vamos continuar divulgando e distribuindo cópias em DVD.

Grande abraço.

Gustavo Marson
Joinville – SC

Fabiano Gomes

Mestrão,
Semana passada matriculei um novo aluno em minha escola. Este, integrante da mais alta classe de nossa sociedade (preservarei o nome) de muita influencia inclusive no âmbito nacional em função do trabalho que exerce. É uma grande pessoa, exigente, detalhista.
Disse-me ele o seguinte, olhando para minha placa (Uni-Yôga): “não sabia que vocês trabalhavam com o método DeRose, pois não vi o nome na placa. Se soubesse que vocês trabalhavam com este método, eu tinha parado aqui antes.”
É! Método DeRose é mesmo outra coisa.
Grande abraço

Fabiano Gomes – Porto Alegre

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domingo, 28 de junho de 2009 | Autor: DeRose


Alessandro Martins
http://livroseafins.com | alessandro@alessandromartins.com | 201.22.21.198

Mestre DeRose,

acabo de receber do Ministério da Cultura o aviso de criação do site

http://www.culturadigital.br

Todos podem participar. É uma rede social onde serão debatidos colaborativamente políticas públicas para o País.

Inicialmente, os temas são Arte e Tecnologia Digital, Comunicação Digital, Economia Digital, Infra-estrutura para a Cultura Digital e Memória Digital. Mas, importante, outros eixos podem e devem surgir, a partir das iniciativas organizadas pelos participantes.

Achei bacana divulgar aqui, porque lembrei da fala do ex-ministro Gilberto Gil: se é auto-conhecimento, é da alçada do Ministério da Cultura.

E, então, talvez diversas pessoas identificadas com a nossa cultura achem importante participar de algo assim que certamente terá relevância para tomadas de decisão do governo no futuro.

Enfim, cito o email:

O Ministério da Cultura está lançando o Fórum da Cultura Digital Brasileira, um processo político que pretende produzir, de forma colaborativa, uma política pública para o Brasil contemporâneo.

Esse Fórum, realizado em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, terá eventos presenciais e deve se encerrar em novembro, em um grande evento, para o qual esperamos ter sua participação e de outros cidadãos que estão pensando como as tecnologias podem contribuir para melhorar a nossa sociedade.

O novo dessa iniciativa consiste no lançamento da rede social da Cultura Digital. No endereçohttp://www.culturadigital.br, desenvolvemos um site de relacionamento cujo objetivo é organizar a discussão. O espaço é totalmente horizontal e aberto a tod@s que tenham interesse em expor suas idéias e conversar sobre os temas que circundam a cultura digital.

Por meio da tag #culturadigitalbr nós também vamos indexar os conteúdos produzidos pelos usuários nas diferentes redes sociais existentes, de forma a constituir um banco vivo de conteúdos.

Estamos propondo inicialmente cinco eixos de discussão: Arte e Tecnologia Digital, Comunicação Digital, Economia Digital, Infra-estrutura para a Cultura Digital e Memória Digital. Outros eixos podem e devem surgir, a partir das iniciativas organizadas pelos interagentes. Toda colaboração é bem-vinda.

Abraços do Ale.
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sábado, 2 de maio de 2009 | Autor: DeRose

Valorizo bastante o apoio que estou recebendo no Brasil. E valorizo igualmente a recepção calorosa e a receptividade de Portugal e França (sem dúvida, também está caminhando para vir a ser assim a receptividade e acolhimento da Inglaterra, Itália e demais países). Portanto, ocorreu-me uma pesquisa, mais a guisa de incentivo à comunicação entre nós, um jogo de equipes. Que tal você escrever um comentário com as dez razões para:

1. ficar no Brasil/Argentina (e por extensão os países que estão começando a se alinhar: Chile, Peru, Guatemala, República Dominicana);

2. ficar na Europa (Portugal, França, Inglaterra, Escócia, Itália, Espanha, Alemanha, Polônia).

Vamos ver qual é a equipe que vai reunir as melhores razões!

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