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quarta-feira, 18 de agosto de 2010 | Autor: DeRose

Luana Zambiasi

Bom dia Mestrão!

Para firmar ainda mais a ideia de que animais são providos sim de sentimentos, envio o vídeo abaixo. Fiquei emocionada com a atitude dos elefantes ao salvar o filhotinho que havia caído na lama.

E veja, podemos até mesmo comparar a cena com a nossa egrégora. Por estar fazendo o módulo a distândia, várias vezes me senti um “elefantinho afundando na lama”, de repente surgiam de todos os lados as pessoas mais amáveis e bem dispostas que já conheci, estendendo a mão, o braço, o corpo e a alma inteiros para que eu mantivesse a postura firme e seguisse adiante. Após vários salvamentos compreendi a relevância desta União que existe para nos mantermos fortes!

Um beijo e um abraço … de coração com coração!

Lu

Unidade Centro Cívico — Curitiba — PR
http://yogacentrocivico.com/blog/

Linda cena, que mostra o quanto os animais têm sentimentos. Obrigado por compartilhar. DeRose.

terça-feira, 13 de julho de 2010 | Autor: DeRose

Normalmente, nós costumamos só visitar a página atual, mais recente, nos blogs e outros acessos que fazemos no Google etc. Porém, no caso deste blog – por ser de uma Cultura estável, milenar, de valores quase imutáveis, vale a pena dispor de algum tempo para ler e compartilhar as boas mensagens, artigos, pensamentos, experiências, músicas, vídeos, entrevistas, links, coreografias e todo um tesouro de comentários que os companheiros deixaram nas páginas anteriores.

Olá, Mestrão!
Para facilitar a navegação, formatei todo o texto em formato de teia de links. Se for conveniente, então que ele fique à sua disposição para o melhor uso. Um abraço forte e até daqui a alguns dias!
Montagna

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Você vai encontrar tópicos como:

meio ambiente, ecologia, clima, responsabilidade ambiental, biosfera, planeta, rios, dicas;

maneiras de melhorar o mundo;

alimentação, vegetarianismo, comer carnes, celebridades vegetarianas;

cães, animais de estimação, alimentação para cachorros, adestramento, ração vegetariana para cães;

vídeos, músicas, fotos;

coisas que a vida me ensinou (capítulos desse livro);

paradigmas, estereótipos;

história, arqueologia, filosofia, biografia;

ortografia, fonética, línguas, idiomas, linguística, latim, hebraico, sânscrito;

trabalho versus emprego; crise e sucesso profissional;

mensagens, artigos, pensamentos;

faculdade, universidade, pós graduação, MBA;

a gripe e outra pandemias, o que há por trás;

palestras de vários intelectuais, empresários de sucesso e de quem passou por experiências interessantes;

como os seres humanos tratam seus luminares;

relacionamento afetivo, boas maneiras, educação, boas relações humanas;

entrevistas com DeRose gravadas no Brasil e no exterior;

reportagens feitas com outros instrutores, cobertura de eventos;

coreografias lindíssimas de vários instrutores de diversos países;

ações sociais e humanitárias, filantropia, voluntariado, defesa civil;

Índia, Himálayas, templos, viagens, monumentos, Civilização do Vale do Indo;

Hinduísmo, Shiva, Upanishad, Yôga Sútra, shástras, escrituras hindus;

prevenção do câncer;

cursos, festivais, congressos, eventos – no Brasil, Argentina, Portugal e França;

fumo, álcool e drogas;

jovens, juventude, valores, caráter;

profissões, profissionalismo, formação profissional, carreira, futuro;

solenidades, outorgas, homenagens, medalhas, comendas, reconhecimento público;

livros, literatura, documentação bibliográfica, capítulos de livros, trechos de livros deste autor;

artigos, crônicas, contos, ficção;

links relevantes para outros sites e blogs.


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quinta-feira, 3 de junho de 2010 | Autor: DeRose

Civilidade, o que é isso?

O que vem a ser “civilidade”? O Dicionário Houaiss nos diz que é “um conjunto de formalidades, de palavras e atos que os cidadãos adotam entre si para demonstrar mútuo respeito e consideração, boas maneiras, cortesia.” Como sinônimo nos oferece a palavra “delicadeza”.

Eu tiraria formalidades e colocaria atitudes, já que a civilidade precisa ser tão legitimamente incorporada que não deve depender de formalidades. Defendo que a civilidade é autêntica quando exercida até com seus amigos íntimos, com seus familiares e com seu parceiro afetivo.

Cordialidade

Cordialidade provém do latim cordis, coração. É algo que fazemos de coração, com afeto, com amor. Expressar cordialidade como um estilo de vida, além de ser uma postura linda perante a vida, perante o mundo, faz bem a nós mesmos. No passado, havia inclusive remédios que eram denominados cordiais, porque faziam bem ao coração.

De fato, você fica com uma sensação de coração mais leve quando manifesta uma atitude bonita, amável, seja lá com quem for. Isso nos demonstra que o maior beneficiado não é o outro que foi alvo da nossa gentileza e sim nós mesmos, em primeiro lugar.

A civilidade abre portas, facilita os trâmites sociais, culturais e até mesmo os burocráticos. Um aluno cordial cativa seus professores que facilitarão sua vida escolar. Um funcionário gentil azeita as relações com clientes, com colegas e com superiores. Um cliente simpático consegue mais boa vontade e, às vezes, até um desconto por parte do vendedor. Um vendedor atencioso vende mais, ganha mais dinheiro. Um morador simpático consegue exceções maravilhosas do porteiro do seu prédio.

A civilidade, a cordialidade são muito fáceis quando o outro já está sendo amável. Mas, e quando o outro está sendo grosseiro e agressivo? Bem, aí é preciso que sua civilidade seja muito autêntica e que você tenha assumido o compromisso perante si próprio de ser cordial em qualquer situação, com qualquer pessoa, haja o que houver.

Certa vez, a vizinha apresentou uma reclamação por escrito contra uma instrutora do nosso Método que morava no apartamento de cima. Reclamava que  a moradora de cima chegava tarde, andava de salto alto e ouvia música muito alta. Fora uma reclamação injusta. Na época, Virgínia nem usava salto alto. E sempre foi uma jovem suave, de modos sutis. O impulso da indignação era escrever uma carta veemente que rebatesse as reclamações daquela senhora. A vontade de qualquer pessoa seria a de lhe dizer umas verdades e criar um confronto. Mas, como Virgínia é instrutora do Método DeRose, orientei-a a escrever esta carta:

“Prezada Sra. Rosa Maria.

Fiquei ciente de que, involuntariamente, perturbei o seu sossego. Peço que me desculpe, pois tenho plena consciência de que a minha liberdade termina onde começa a do meu vizinho. Lamentavelmente, as paredes e lajes do nosso prédio são muito finas e o mínimo ruído produzido num apartamento perturba os que estão em baixo e em volta.

Procuro ouvir minhas músicas em volume baixo e sempre que posso caminho descalça quando estou em casa. Mesmo assim, soube que o som tem atrapalhado o seu descanso.

Já providenciei um tapete para ver se assim os ruídos do meu apartamento não reverberam mais no seu e vou tentar escutar minhas músicas ainda mais baixo. Caso essas medidas não sejam suficientes, por favor, me informe para que eu veja que outros cuidados preciso adotar para não incomodá-la.

Quanto a chegar tarde em casa, eu preciso trabalhar até tarde e como não tenho computador em casa preciso usar o do escritório da Universidade onde trabalho, a fim de que na manhã seguinte minhas tarefas estejam em dia. Mas procurarei entrar em casa o mais silenciosamente possível.

Obrigada pela sua compreensão.

Virgínia Barbosa
Apartamento 75
Tel. xxxx-xxxx”

Como resultado dessa cartinha, a moradora retirou a queixa contra a vizinha, elogiou-a perante todos os condôminos e até eu recebi elogios por nossa instrutora ser tão educada.

No mesmo prédio, uma vizinha reclamou da moradora ao lado que, por acaso era outra instrutora da nossa Cultura. A reclamação era absurda, pois aludia a barulho que faziam as amigas recebidas altas horas da noite pela Mariana. Acontece que a Mariana não recebia ninguém na sua casa, nem de noite, nem de dia, pois trabalhava muito o dia todo e à noite chegava e caía na cama, de cansada, e dormia.

Mais uma oportunidade de alimentar conflitos ou de cultivar as boas relações humanas. Aconselhei Mariana que escreveu a seguinte carta:

“Estimada vizinha Vivian.

Acabo de receber o seu e-mail que foi enviado ao síndico, sobre alguns probleminhas que estão ocorrendo no nosso andar.

Lamento que ao abrir a porta eu tenha feito muito barulho. Não percebi, mas é possível que assim tenha sido por falta de cuidado da minha parte. Vou prestar mais atenção das próximas vezes.

Sobre eu chegar de madrugada com uma amiga falando alto, isso pode ter ocorrido no máximo uma vez, há muito tempo. Moro sozinha e não recebo amigos ou amigas em casa, pelo simples motivo de que trabalho na escola até tarde e não me sobra tempo para atividades sociais em minha residência. Imagino que possa ter sido outra pessoa e sugiro que, para tirarmos a dúvida, da próxima vez que isso ocorrer, a prezada vizinha observe pelo olho mágico ou mesmo abra a porta para flagrar quem está entrando com a amiga de madrugada, falando alto.

De qualquer forma, estou ao seu inteiro dispor para conversarmos e buscarmos juntas as soluções que satisfaçam a todos nós que precisamos compartilhar um espaço tão pequeno.

Cordialmente,

Mariana Rodrigues”

Mas o prédio é mesmo problemático. A vítima seguinte fui eu mesmo, com reclamações descabidas sobre a minha cadela Jaya que é extremamente educada. Argumentava o síndico que alguns condôminos reclamaram por que ela estava solta e eles tinham medo. E porque cachorro tem que descer pelo elevador de serviço e sair pela garagem. E que nossos cães (dos moradores que tinham cachorros) não poderiam circular nem brincar nas áreas comuns do térreo. E mais uma porção de implicâncias. Agora era a minha vez de escrever uma cartinha de acordo com os nossos princípios de cordialidade e conciliação. Enviei esta carta a todos os moradores:

“Estimado Vizinho.

Sou o proprietário do apartamento 71. Recentemente, nosso Síndico teve uma amável conversa comigo a respeito da minha cachorrinha Jaya (que de cachorrinha só tem o carinho que sinto por ela, pois é meio grandalhona) e do Fred, o labrador preto de propriedade da moradora Sra. Regina.

O síndico me informou que, às vezes, eles correm e sujam o chão com as patas cheias de terra e que alguns moradores têm medo deles, não por ser bravos – pois eles são bem mansos e queridos – mas pelo seu tamanho, uma vez que poderiam trombar com algum condômino mais idoso. Ele está com a razão.

Por isso,  por uma questão de civilidade e boa vizinhança, quero encontrar uma solução que o deixe satisfeito e que agrade aos demais moradores sem, com isso, prejudicar os que tem cães.

Como parte da solução, propus instalar, por minha conta, uma cerca que proteja o canteiro de flores para que elas não sejam pisoteadas pelos nossos amiguinhos de quatro patas.

Propus, também, que a parte de trás, que dá para a Av. Rebouças, seja isolada e que nossos cães possam se exercitar e brincar sem perturbar os demais moradores.

Caso o estimado Vizinho tenha alguma opinião ou sugestão a respeito, eu agradeceria se tivesse a bondade de me escrever ou contactar, para que pudéssemos avaliar e ponderar uma solução adequada.

Com toda a boa vontade do

DeRose”

Bem, nem sempre a gentileza funciona. Nesse caso, não adiantou nada quanto aos cães. Mas tenho a certeza de que contribuiu bastante para a nossa  boa imagem junto aos vizinhos. E isso é sempre muito importante.


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sábado, 29 de maio de 2010 | Autor: DeRose

Observe que colunas mais lindas! Eu amo os capiteis coríntios. São da sala de jantar da minha casa em Lisboa, o Palácio Pestana. Esta foto é para compartilhar com você a beleza de uma arquitetura que é mais comum na Europa. Ela existe no Brasil, mas é rara e a maioria das pessoas não presta atenção. Quando você estiver no Rio de Janeiro, atente para a arquitetura da Biblioteca Nacional, da Escola de Belas Artes e do Teatro Municipal. Os três prédios estão na Av. Rio Branco e em uma posição entre eles você pode se deliciar admirando os três. Depois, entre e embeveça-se com a arquitetura interna.

Quando expomos fotos como esta não estamos encorajando a opulência e sim valorizando a beleza, a estética e a arte. Não ocorrendo tal valorização, uma arquitetura dessa categoria não seria preservada e todos os esforços para produzi-la estariam fadados às deterioração, o que seria um pecado.

Mais um bom motivo para divulgar os ambientes pelos quais transitamos é proporcionar aos pais dos nossos alunos uma demonstração de que a profissão de Instrutor do Método DeRose, que o filho escolheu, é uma boa carreira e tem futuro.

Da Wikipedia:

Vitruvius descreve a ordem Coríntia como inventada por Callimachus, um arquiteto e escultor que se inspirou em um cesto de acantos. Nas palavras de Vitruvius, em seu Livro 4, Da Arquitetura: “Por seu turno, o terceiro, que é chamado coríntio, procura reproduzir a delicadeza virginal, pois as donzelas, em razão da tenra idade, formadas por membros mais graciosos, produzem com seus adereços efeitos mais agradáveis. Uma jovem mal chegada à idade núbil, cidadã de Corinto, acometida por uma enfermidade, faleceu. Após seu sepultamento, sua ama reuniu e dispôs num cesto as poucas coisas às quais ela se afeiçoara enquanto vivera. Levou-as a seu túmulo e as colocou sobre ele, e, para que elas se conservassem dia após dia, teceu por cima delas um pequeno teto. O cesto havia sido colocado casualmente sobre raízes de acanto, e, nesse ínterim, premidas por seu peso, verteram na primavera, folhagens e hastes em profusão. As hastes do acanto, crescendo ao longo das bordas do cesto e empurradas pela beira do teto, em razão do seu empuxo, foram forçadas acurvar suas extremidades. Calímaco, então, que em virtude da elegância e da graça de sua arte de trabalhar o mármore foi denominado pelos atenienses o príncipe dos artífices, passando perto desse monumento, reparou no cesto e na delicadeza da folhagem que medrava ao redor, e, encantado com a novidade das formas produzidas, executou para os coríntios colunas segundo esse modelo e instituiu suas proporções, e atribuiu as relações da ordem coríntia a partir daquilo que está presente na perfeição de suas obras”.

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segunda-feira, 1 de março de 2010 | Autor: DeRose

Chego em casa com o corpo cansado mas o coração feliz. Acabamos de realizar o maior evento do país em comemoração do Dia do Yôga por Lei Estadual em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Ceará, Piauí e Pará, além do Distrito Federal. Simultaneamente, Portugal e Argentina também realizaram festejos.

No Brasil, o evento teve lugar no Citibank Hall que lotou com mais de seiscentos praticantes, entre instrutores e alunos de mais de vinte cidades.

A cerimônia começou com a entrada solene da Bandeira Nacional ao som do Hino à Bandeira. Em seguida a Banda Marcial do Exército executou o Hino Nacional que foi respeitosamente entoado por todos os presentes.

Depois de um átimo de intervalo, tivemos um show de mantras executado por Charles Maciel e sua banda contagiante. Dava gosto ver a moçada acompanhando em coro os mantras em sânscrito, cujas letras a maioria sabia de cor, e reagindo com alegria sincera, como nos grandes shows de celebridades da música.

Após os mantras, a instrutora Virgínia Barbosa, de São Paulo, apresentou sua coreografia: a coisa mais linda! Depois, o Diretor da Unidade Asa Norte, de Brasília, demonstrou que as leis da física estão equivocadas, assim como as da anatomia, mediante sua coreografia avançadíssima com domínio magistral do corpo.

Na sequência, o Hino da União Nacional de Yôga, ouvido por todos respeitosamente em pé.

Em seguida uma homenagem ao Deputado Dennys Serrano, Presidente da Ordem dos Parlamentares do Brasil, que proferiu algumas palavras emocionadas sobre o trabalho edificante que é realizado pelas centenas de instrutores que ensinam o Método DeRose.

Começou a prática com um poderoso pújá a Shiva, o criador do Yôga. Alguns pránáyámas, kriyá, ásanas, yôganidra, mantra e samyama. Foi emocionante.

Ao final, as homenagens. Primeiramente ao Colegiado de Presidentes das Federações de vários estados do Brasil, da Argentina, de Portugal, da França e da Inglaterra. Uma homenagem póstuma à Profa. Renata Sena, que foi a introdutora do nosso Método em Paris. Tudo foi acompanhado em direto pelo telão em Portugal e tivemos oportunidade também de assistir a algumas tomadas transmitidas de Portugal para cá. Re-emocionante.

Depois, a homenagem aos organizadores do evento, que são os membros do Conselho Administrativo da União Nacional de Yôga. Esses, são os Diretores de Unidades Credenciadas que se dispõem a reunir-se todas as semanas para deliberar sobre os desígnios da nossa União. Foram homenageados também os Diretores Dantas e Gustavo que não fazem parte do Conselho mas que ajudaram muito na organização do evento. Tri-emocionante.

Receberam homenagens especiais a instrutora Carla Mader pelo exemplo de solidariedade, a Instrutora Chandra DeRose pelo exemplo de autossuperação e a Profa. Fernanda Neis pela maestria com que conduz a nossa egrégora.

Foram homenageados ainda o Dr. Wagner Montenegro pelo projeto Bela Ação, que atende a comunidades carentes, da qual a Dona Lu Alckmin é a madrinha e nós somos o parceiro número um.

Foram elaborados Diplomas de reconhecimento ao Deputado Edson Aparecido (que elaborou o projeto de Lei do Dia do Yôga em São Paulo), ao Dr. Geraldo Alckmin (que, quando Governador do Estado sancionou a Lei 11.647, instaurando o Dia do Yôga) e ao Assessor Especial do Governador, o então Deputado Edmur Mesquita.

Na saída, todos receberam como cortesia um exemplar de luxo do livro Yôga Sútra, de capa dura, gravada a ouro.

Tudo correu conforme o planejado, começou no horário, terminou no horário e foi tão bem organizado que não posso deixar de parabenizar mais uma vez os promotores do evento, membros do Conselho Administrativo: Fernanda Neis, Charles Maciel, Flávio Moreira, André Mafra, Daniel Borges, Gisele Setti, Rosana Ortega, Heloiza Gabriolli, Daniel De Nardi. E mais o Dantas e o Gustavo Oliveira.

As fotos do evento serão inseridas neste post assim que as recebermos.

Se você esteve lá, escreva um comentário com as suas impressões, suas emoções, para compartilhar com aqueles que não conseguiram vaga e com os que não puderam participar por qualquer razão. Não se esqueça de informar qual é a sua unidade, cidade e estado.

Estou aguardando sua manifestação aqui no blog.

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Mestre a aula foi fantástica!

Aqui em Portugal foi uma emoção partilhar esses momentos únicos. Obrigado.
Aqui vai o video com as fotos do nossa aula lusa

beijinhos e ron-rons

Instrutora Martinha, Unidade Antas, Portugal

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Sumándonos a los festejos que se realizaron en Sao Paulo y otras ciudades del mundo, el sábado 27 de febrero celebramos el dìa del Yôga en Buenos Aires con un mega ashtánga sádhana dictado por el Maestro Edgardo Caramella.

Mestre, te mando unas fotos para compartir.
El álbum completo con las fotos está en: http://picasaweb.google.com/natalia.sanmartin/DiaDelYogaEnBuenosAires#

Muchas gracias a Natalia Sanmartín por las fotos,

Mestre te mandamos todos los participantes un abrazo gigante!

Instructora Luchia, Buenos Aires, Argentina


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