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sexta-feira, 2 de julho de 2010 | Autor: DeRose

Ana Fior

Bom dia Mestre :)

Um parlamentar do PT (Edson Portilho), criou e conseguiu aprovar uma lei que permite que animais sejam torturados e sacrificados em rituais religiosos.

Deixo aqui o link do Projeto da Lei de proteção animal, do Dep. Ricardo Trípoli para recolher o máximo de assinaturas em defesa dos animais:http://www.leideprotecaoanimal.com.br/

Bjos,
Instra. Ana Fior – Alto da XV

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quinta-feira, 10 de junho de 2010 | Autor: DeRose

FernandoSalvio

Boa tarde Dê!

Vi um vídeo interessante sobre uma tecnologia incrível que irá mudar o mundo!

Parece ser baseado em um texto, atribuído ao Millôr Fernandes. Não consegui confirmar.

Aqui:
http://www.jefferson.blog.br/2010/06/hightech-de-millor-fernandes.html

Abraço,

Fernando Salvio
Al Campinas — São Paulo — SP — Brasil

terça-feira, 8 de junho de 2010 | Autor: DeRose

Olá Mestre!

Organizamos uma aula aberta em prol da Campanha do Agasalho e gostaria de divulgá-la aqui no blog.
Será no próximo domingo, dia 13/6, às 11h, no Parque Buenos Aires, que fica na Av. Angélica, em Higienópolis, entre as ruas Alagoas e Piauí.
A aula será aberta e gratuita e a intenção é que os participantes possam fazer doações para a Campanha.
Qualquer dúvida pode ser esclarecida com a equipe da Unidade Higienópolis do Método DeRose pelo telefone 11 3825-1422.

Obrigada e um grande beijo
Mariana
Unidade Higienópolis – SP

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terça-feira, 8 de junho de 2010 | Autor: DeRose

Este é um novo capítulo que será inserido no meu livro Ser forte.

Antes de prosseguir relatando as peripécias das minhas vidas, preciso contextualizar onde se passa a história. Vivo em um subcontinente que não considero seja um país e sim um conglomerado de nações federadas sob uma única nacionalidade. Somos vinte e sete estados, cada qual com a sua diferente etnia, religião, culinária e vertente linguística. Nas distintas combinações destas quatro variáveis, em proporções diversas, teceu-se uma vastíssima rede de culturas.

Como o país promoveu uma imagem equivocada de si mesmo no exterior, preciso esclarecer que nossa terra e nossa gente talvez sejam muito diferentes da percepção que o leitor acalenta, mesmo que seja meu conterrâneo!

Estes esclarecimentos também servirão para forrar a cultura de alguns povos que sistematicamente nos perguntam sobre cobras e macacos atravessando a Avenida Paulista. Ou que declaram àquela curitibana ou gaúcha “Você não tem cara de brasileira. Você é loira de olhos azuis!” Assim, para incrementar a cultura geral de muita gente pelo mundo afora, aqui vão algumas informações que provavelmente irão surpreender.

Somos a quinta maior economia do mundo (dados da revista The Economist, de novembro de 2009). Nossa população corresponde a um terço de toda a população da América Maior[1]. O nosso país sozinho (8.514.876 km2) é maior que toda a Europa Ocidental. Falam-se nada menos que 180 línguas (isso mesmo: cento e oitenta)!

Não se pode estereotipar o nosso povo, já que cada “nação” foi edificada a partir de imigrações muito diferentes. Não podemos, por exemplo, declarar que o povo aqui é branco, ou negro, ou oriental, ou aborígene. Cada estado tem preponderância de alguma dessas etnias. Ou de uma miscigenação particular. Também não podemos declarar que a população seja católica, ou protestante, ou judia, ou muçulmana, ou shintoísta, ou budista, ou que siga cultos afro. Cada cidade tem sua predominância. Para mencionar apenas alguns desses vinte e sete estados, podemos citar:

O estado do Rio Grande do Sul (281.748 km2) tem território maior que a Inglaterra, Escócia e Irlanda juntos (U.K. = 244.820 km2). A imigração foi principalmente alemã e italiana. Em algumas cidades, ainda é possível escutar os dialetos alemães (Hunsrückisch, Plattdeutsch) e italianos.

O estado de Santa Catarina (95.346 km2) é maior que a Hungria (93.030 km2). Nele, recebemos principalmente a imigração alemã e até hoje há cidades onde só se fala alemão, com exceção da capital, na qual a imigração foi principalmente açoriana. Também tivemos a presença italiana no sul do estado.

O estado do Paraná (199.709 km2) tem território maior que a Grécia (131.990 km2). A imigração foi principalmente alemã, holandesa, italiana, polonesa, ucraniana, japonesa e árabe.

O estado de São Paulo (248.808 km2) tem território em que cabem mais de oito Bélgicas (30.528 km2). A imigração majoritária foi a italiana. Depois, a japonesa. Em seguida, a árabe (libaneses, sírios e turcos). Tem uma população israelita bastante expressiva e que se dá muito bem com o segmento islâmico. Convivem lado a lado, fazem negócios entre si e ocorrem até casamentos entre suas famílias!

O estado do Rio de Janeiro (43.909 km2) é maior que a Suíça (39.770 km2). A imigração foi majoritariamente portuguesa, contudo, na serra instalaram-se finlandeses, suecos, suíços e alemães.

O estado da Bahia (567.692 km2) sozinho englobaria facilmente a Inglaterra, Escócia, Irlanda, Grécia, Hungria, Bélgica, Suíça e Portugal. Tem uma presença preponderante da cultura africana na religião, na culinária, na língua e na etnia.

Os estados do Norte são alguns dos maiores. São fascinantes, um outro mundo. Essas regiões apresentam uma influência maior das culturas indígenas.

No Nordeste tivemos invasões holandesas que deixaram muitos genes recessivos de olhinhos azuis que reaparecem aqui e ali; e também invasões francesas que resultaram no nome da capital São Luís.

No Sul e Sudeste as temperaturas no inverno podem chegar a alguns graus celsius abaixo de zero e em algumas cidades, como São Joaquim, costuma nevar.

Segundo o IBGE, dez por cento dos brasileiros tem ao menos um antepassado alemão e 25 milhões são descendentes de italianos, sendo que a metade desse número vive no estado de São Paulo. No entanto, como um todo, fomos colonizados pelo portugueses os quais nos concederam sua nobre língua que é a melhor língua literária do mundo. Oficialmente, falamos português. Coloquialmente, falamos brasileirês que possui uma sintaxe diferente da língua mater e um vocabulário bem diverso, com inumeráveis vocábulos agregados dos povos que para cá emigraram, mais os termos indígenas e africanos, o que tornou o brasileirês a língua de vocabulário mais vasto em uso hoje no mundo e de mais largo espectro fonético. No entanto, regionalmente, surgiram os dialetos simplificados do brasileirês, tais como o gauchês, o carioquês, o mineirês, o paulistês e o paulistanês etc.

As pronúncias são tão diversas que, normalmente, um habitante do Sul ou do Sudeste não compreende o falar do Norte ou do Nordeste. Temos, por exemplo, três tipos de r: o r francês, produzido na garganta; o r italiano, línguodental; e o r inglês, articulado principalmente no interior de São Paulo e de Minas Gerais.

Com uma vastidão territorial como a que foi descrita, bem como com tantas línguas e dialetos, é impressionante que tenhamos preservado uma unidade federativa e uma identidade nacional.

Para completar esta contextualização, que aparência têm as nossas cidades? Bem, cada cidade tem sua personalidade própria, mas podemos afirmar que São Paulo é uma das mais sofisticadas, confortáveis e seguras cidades do mundo (seguras, sim, pois em 66 anos de vida só fui assaltado uma única vez). Se precisássemos comparar São Paulo com alguma cidade, essa seria New York. São Paulo lembra um pouco Manhattan, só que é melhor. A gastronomia é a mais variada e refinada. Aqui encontrei a mais apurada qualidade de vida. Tanto que, depois de viajar o mundo todo, elegi essa capital para morar e como central internacional do nosso trabalho. Só o fato de que ninguém pára tudo e fecha tudo para o almoço, como fazem em tantos países, já constitui um grande conforto. Além disso, a qualquer hora da madrugada encontramos bons restaurantes, livrarias e supermercados onde podemos fazer compras às duas,  três ou quatro da manhã. A qualidade dos produtos e serviços, bem como a cortesia dos profissionais e dos empregados paulistas é proverbial. Até a Polícia Militar é formada por pessoas educadas e de boa índole. O atendimento hospitalar é superior ao da maior parte dos países europeus. Ah! E os nossos chuveiros! É uma delícia retornar ao Brasil e poder tomar uma ducha decente, fixa, com muuuita água, sem o risco de que a água quente vai se acabar no meio do banho.

Então, pergunto eu, será que há crocodilos no Sena ou no Tâmisa?


[1] Denominamos América Maior àquela porção de terras e países que se estende pelas três Américas, desde a Patagônia, no extremo austral da América do Sul, passando por toda a América Central, até o México, na América do Norte.

sexta-feira, 4 de junho de 2010 | Autor: DeRose

Arthur é o filhinho da minha amiga Cláudia Dutra, de BH. Ele pratica com ela em casa. Quando eu estive em Belzonte não pudemos nos ver. Então pedi que ela me enviasse estas fotos. Aqui estão elas. Obrigado, Cláudia. Beijinhos, Arthur.

http://www.facebook.com/album.php?aid=23442&id=100000149996531&l=7a2bfbba82

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