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segunda-feira, 1 de março de 2010 | Autor: DeRose

Chego em casa com o corpo cansado mas o coração feliz. Acabamos de realizar o maior evento do país em comemoração do Dia do Yôga por Lei Estadual em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Ceará, Piauí e Pará, além do Distrito Federal. Simultaneamente, Portugal e Argentina também realizaram festejos.

No Brasil, o evento teve lugar no Citibank Hall que lotou com mais de seiscentos praticantes, entre instrutores e alunos de mais de vinte cidades.

A cerimônia começou com a entrada solene da Bandeira Nacional ao som do Hino à Bandeira. Em seguida a Banda Marcial do Exército executou o Hino Nacional que foi respeitosamente entoado por todos os presentes.

Depois de um átimo de intervalo, tivemos um show de mantras executado por Charles Maciel e sua banda contagiante. Dava gosto ver a moçada acompanhando em coro os mantras em sânscrito, cujas letras a maioria sabia de cor, e reagindo com alegria sincera, como nos grandes shows de celebridades da música.

Após os mantras, a instrutora Virgínia Barbosa, de São Paulo, apresentou sua coreografia: a coisa mais linda! Depois, o Diretor da Unidade Asa Norte, de Brasília, demonstrou que as leis da física estão equivocadas, assim como as da anatomia, mediante sua coreografia avançadíssima com domínio magistral do corpo.

Na sequência, o Hino da União Nacional de Yôga, ouvido por todos respeitosamente em pé.

Em seguida uma homenagem ao Deputado Dennys Serrano, Presidente da Ordem dos Parlamentares do Brasil, que proferiu algumas palavras emocionadas sobre o trabalho edificante que é realizado pelas centenas de instrutores que ensinam o Método DeRose.

Começou a prática com um poderoso pújá a Shiva, o criador do Yôga. Alguns pránáyámas, kriyá, ásanas, yôganidra, mantra e samyama. Foi emocionante.

Ao final, as homenagens. Primeiramente ao Colegiado de Presidentes das Federações de vários estados do Brasil, da Argentina, de Portugal, da França e da Inglaterra. Uma homenagem póstuma à Profa. Renata Sena, que foi a introdutora do nosso Método em Paris. Tudo foi acompanhado em direto pelo telão em Portugal e tivemos oportunidade também de assistir a algumas tomadas transmitidas de Portugal para cá. Re-emocionante.

Depois, a homenagem aos organizadores do evento, que são os membros do Conselho Administrativo da União Nacional de Yôga. Esses, são os Diretores de Unidades Credenciadas que se dispõem a reunir-se todas as semanas para deliberar sobre os desígnios da nossa União. Foram homenageados também os Diretores Dantas e Gustavo que não fazem parte do Conselho mas que ajudaram muito na organização do evento. Tri-emocionante.

Receberam homenagens especiais a instrutora Carla Mader pelo exemplo de solidariedade, a Instrutora Chandra DeRose pelo exemplo de autossuperação e a Profa. Fernanda Neis pela maestria com que conduz a nossa egrégora.

Foram homenageados ainda o Dr. Wagner Montenegro pelo projeto Bela Ação, que atende a comunidades carentes, da qual a Dona Lu Alckmin é a madrinha e nós somos o parceiro número um.

Foram elaborados Diplomas de reconhecimento ao Deputado Edson Aparecido (que elaborou o projeto de Lei do Dia do Yôga em São Paulo), ao Dr. Geraldo Alckmin (que, quando Governador do Estado sancionou a Lei 11.647, instaurando o Dia do Yôga) e ao Assessor Especial do Governador, o então Deputado Edmur Mesquita.

Na saída, todos receberam como cortesia um exemplar de luxo do livro Yôga Sútra, de capa dura, gravada a ouro.

Tudo correu conforme o planejado, começou no horário, terminou no horário e foi tão bem organizado que não posso deixar de parabenizar mais uma vez os promotores do evento, membros do Conselho Administrativo: Fernanda Neis, Charles Maciel, Flávio Moreira, André Mafra, Daniel Borges, Gisele Setti, Rosana Ortega, Heloiza Gabriolli, Daniel De Nardi. E mais o Dantas e o Gustavo Oliveira.

As fotos do evento serão inseridas neste post assim que as recebermos.

Se você esteve lá, escreva um comentário com as suas impressões, suas emoções, para compartilhar com aqueles que não conseguiram vaga e com os que não puderam participar por qualquer razão. Não se esqueça de informar qual é a sua unidade, cidade e estado.

Estou aguardando sua manifestação aqui no blog.

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Mestre a aula foi fantástica!

Aqui em Portugal foi uma emoção partilhar esses momentos únicos. Obrigado.
Aqui vai o video com as fotos do nossa aula lusa

http://www.youtube.com/watch?v=sAfH-Ru2o84

beijinhos e ron-rons

Instrutora Martinha, Unidade Antas, Portugal

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Sumándonos a los festejos que se realizaron en Sao Paulo y otras ciudades del mundo, el sábado 27 de febrero celebramos el dìa del Yôga en Buenos Aires con un mega ashtánga sádhana dictado por el Maestro Edgardo Caramella.

Mestre, te mando unas fotos para compartir.
El álbum completo con las fotos está en: http://picasaweb.google.com/natalia.sanmartin/DiaDelYogaEnBuenosAires#

Muchas gracias a Natalia Sanmartín por las fotos,

Mestre te mandamos todos los participantes un abrazo gigante!

Instructora Luchia, Buenos Aires, Argentina

– Veja os comentários.

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 | Autor: DeRose

Herois do mar, nobre povo,

Nação valente, imortal,

Levantai hoje de novo

O esplendor de Portugal! 

Assim é. Estou cá e estou lá. Enquanto escrevo estes posts sou powerizado pelo magnífico som do CD de áudio Os Lusíadas, do shakta ZéPaulo, autor do nosso Hino da Uni-Yôga. Sonzaço, de uma grandiosidade digna de Camões. Sinceramente e sem exagero algum, se não soubesse que é de gente nossa, só ouvindo, eu apostaria que era trilha sonora de uma superprodução de Hollywood. Tenho pena que um gênio como o ZéPaulo ainda não tenha sido descoberto. Tenho pena de nossa editora ainda não dispor de mais recursos para podermos editar tudo o que merece e precisa ser editado. Tenho pena de não vivermos no centro do Império Romano onde todas estas obras contariam com a visibilidade e com o reconhecimento que merecem.

Procurem, companheiros da Nossa Cultura, escutar e ter para si esta obra que me infunde força e poder, mas ao mesmo tempo lágrimas aos olhos, de uma emoção inexplicável que turva as palavras que escrevo. Refiro-me neste momento à faixa 4, intitulada Vasco da Gama. Sinto-me arrebatar pelos mares desconhecidos, com a bravura indômita daqueles herois que fizeram de nós, brasileiros, o que hoje somos. E, apesar de constituírem a Pátria-Mãe do nosso Brasil, recebem-nos com a simplicidade e com o carinho que em nenhuma outra parte encontramos; com a paciência pelas nossas indelicadezas involuntárias que só um avô concederia aos seus netinhos mal-educados.

Minha alma agradecida se curva perante a estatura do artista ZéPaulo que me conduziu a esta viagem pelo tempo dos nossos ancestrais, mergulhando meu espírito em pompa, glória e dignificência. É difícil imaginarmos hoje o que era a superpotência mundial que singrava os oceanos e conquistava a Ásia, a África e a América. Escutando o acordes de Os Lusíadas de ZéPaulo, você vai entender a que me refiro e vai se emocionar também.

E obrigado Zélia, por respaldá-lo com o seu amor e apoio. Os artistas precisam muito de compreensão para que possam criar as obras que nos curvarão os joelhos pelos séculos vindouros.

 

Zelia Couto e Santos

Só para relembrar o blog dos Lusíadas é:

http://zepaulo.bloguedemusica.com/

SwáSthya!

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sábado, 6 de fevereiro de 2010 | Autor: DeRose

Querido Mestre, desde hace un tiempo y al regresar de los eventos en los cuales participo, tengo la costumbre de escribir una crónica de viajes que subimos al Blog de la Sede Decana. Se me ocurrió enviarte el que escribí sobre Paramparaná. Si te parece interesante, podés subirlo al Blog. Caso contrario, podés deletearlo sin culpas…
Crónica de viajes: Paramparaná, en las proximidades de Curitiba.

Esta vez fue la ciudad de Curitiba la que nos esperaba para recibirnos con todo el encanto de sus lugares y su gente. Viajé invitado a participar del evento llamado Param-Paraná, una palabra que surge de la fusión de parampará (del sánscrito, literalmente de boca a oído; representa la tradición iniciática por la cual el Maestro le enseña a su discípulo en forma directa) y Paraná que es el estado brasileño donde se encuentra ubicada la ciudad anfitriona.
En realidad, el evento se realizó a unos 30 kilómetros del centro de la ciudad, en el especial hotel La Dolce Vita. Si no comprendiera italiano, al llegar al lugar rápidamente hubiera entendido el porqué de ese nombre. Fueron tres días de dulce vida, en uno de los hoteles que integran el llamado roteiro do charme, expresión que podríamos traducir como la ruta del encanto.
Se trata de un lugar muy grande, con varias lagunas, enclavado en una zona de suaves sierras, lo que da la sensación de transportarnos a la campiña italiana. En las lagunas se puede practicar canotaje y pesca. Hay piscina, sauna, cancha de tenis, salas de juego y un excelente restaurante ubicado en la punta de un muelle, sobre uno de los lagos. Al almorzar o cenar, parece que se estuviera navegando sobre sus aguas.
A mi llegada fui recibido con el cariño propio de los curitibanos. La buena recepción, el almuerzo de bienvenida y el viaje hasta el hotel en compañía de Rogelio, Charles e Isaac, queridos instructores de la Red DeRose, constituyó un adelanto de la alegría que condimentó el evento.
Fui hospedado junto con mi amigo Joris, Presidente de la Federación de Yôga de Santa Catarina, Brasil, en un cuarto decorado con estilo de cabaña, al cual la madera y las cortinas otorgaban un clima cálido y acogedor. En el cuarto vecino se alojaron Fernanda y el Maestro DeRose.
Ese primer día fue el de encontrarse con los amigos, compartir una rueda de alegres mantras, participar de una cena excelente y conversar hasta la madrugada en una noche lluviosa, que ponía el marco ideal para este tipo de encuentros.
La mañana siguiente nos sorprendió con un sol radiante, lo que hizo posible disfrutar de la piscina y el solárium, lugares compartidos con los demás colegas que también estaban deseosos de dorar su piel.
Luego, almuerzo, un par de prácticas, reuniones informales con otros Presidentes de Federación y la cena. Al entrar al restaurante toda mi genética italiana se activó: imaginen una gran mesa con todo tipo de pastas y distintos calderos humeantes con variedades de salsas…, una tentación a la cual no me pude resistir.
Más tarde, el esperado encuentro con DeRose, para escuchar sus palabras, recibir su conocimiento en forma directa y de esa forma mantener vivo el parampará. Fue una charla excelente en la cual se abordaron variados temas. Desde filosofía, pasando por cuestiones profesionales, matizado con anécdotas, preguntas, consultas y comentarios de la atenta platea.
Quiero destacar que este fue el primero de una serie de eventos conmemorativos de los cincuenta años de ejercicio del magisterio de nuestro respetado Maestro.
Al día siguiente, con esa sensación de que ya se termina pero queremos más, continuamos disfrutando del sol, de la piscina, de las comidas excelentes y especialmente sazonadas con cardamomo, cayena, asafétida, jengibre, fenogreco, clavo de olor y demás especias con generosidad.
A media tarde nos encontramos para la despedida, dejando fluir los abrazos, los saludos, con la alegría de sentir la amistad que se vivencia en todo lugar donde el Método DeRose esté presente.
Por la noche, los pocos que habíamos decido extender el encuentro hasta el día siguiente fuimos juntos a cenar a la ciudad de Curitiba, en una cantina italiana en la cual todo era excelente, desde la atención hasta los platos. Fue una buena elección para la última noche.
Ya el lunes nos trajo a cada uno de regreso a su ciudad, a su país, a su realidad de todos los días. Claro que con mucha más alegría, energía y ganas de seguir compartiendo un estilo de vida que coincide con ese camino en el cual se encuentra ubicado el hotel donde estuvimos alojados: se me ocurre decir que ser parte de esta Cultura es ingresar al roteiro do charme…!!!
¡Hasta la próxima!!!

Maestro Edgardo Caramella, Sede Decana, Buenos Aires, Argentina.

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010 | Autor: DeRose
  

pedro garcia

Olá Mestre! Como está?
Um grande abraço de Lisboa.
Gostei imenso deste post, muito interessante ver as coisas assim numericamente. Mesmo já sabendo, depois de o ler confirmo mais uma vez que também eu sou um privilegiado. Que sentimento de gratidão me invade. E só para completar, quem proferiu o texto na parte final foi Satchel Paige, lenda do Baseball.
Despeço-me com um video. Uma brincadeira que demonstra que é urgente reinventar um Heroi. Espero que goste .

http://en.tackfilm.se/?id=1263919630959RA63

Forte Abraço
Pedro Garcia
Espaço Lifestyle, Lisboa

Obrigado, Pedro. Demora um pouco, uns dois minutos, para baixar, mas vale a pena esperar. Tomei um susto e vai ser uma surpresa para quem tiver paciência. DR – Veja os comentários.

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sábado, 9 de janeiro de 2010 | Autor: DeRose

Quem deu o nome Método DeRose foram os alu­nos e instrutores que vieram utilizando tal referên­cia durante décadas, até que finalmente, comemo­rando cinquenta anos de ensino, concordamos em utilizar essa nomenclatura.

Quem cunhou a frase: “Método DeRose é outra coisa”? Curiosamente, foram os que ensinam ou­tras modalidades de Yôga, a fim de distinguir que o nosso Método é, de fato, diferente. Nem melhor, nem pior. É “outra coisa”. Interessante, porque quem cunhou o termo impressionismo fora justa­mente um crítico de arte, opositor ferrenho à pin­tura de Monet e usara aquele termo com intenção depreciativa. Acabou por produzir o efeito contrá­rio e foi quem desencadeou a fama desse ilustre pintor.

No nosso caso, ficou claro que a intenção dos co­legas de outras linhas ao nos classificar como “outra coisa” era de boa-fé quando uma aluna, casada com um editor inglês, sugeriu que ele pu­blicasse um livro de Yôga e ele se recusou de forma categórica. Quando a esposa disse que pro­pusera a edição porque estava praticando o nosso Método, o marido respondeu inusitadamente: “Ah! DeRose eu publico.” Ela questionou: “Por que Yôga não e DeRose sim?” E veio a resposta histórica: “DeRose é outra coisa.”

Então, está bem. Se todos são unânimes em de­clarar que DeRose é outra coisa, nós simples­mente acatamos a vox populi. Esperamos que seja a vox Dei.
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domingo, 20 de dezembro de 2009 | Autor: DeRose
 

 

Carlo Mea

Querido Mestre,
não tem nada a ver com bagagem aérea, mas queria aproveitar para lhe contar a boa novidade de Roma:
(finalmente) conseguimos encontrar o espaço certo para a Unidade e já assinei o contrato! Na segunda começam as obras e em Fevereiro abrimos as portas!
Entretanto, tenho uma história interessante para lhe contar: quando eu me mostrei interessado na casa, dei-lhes o meu cartão de visitas e eles foram pesquisar informações sobre mim, para se assegurarem da minha honestidade como locatário, pois nestes bairros mais prósperos eles não aceitam qualquer um. Como o proprietário é um multimilionário que vive no Rio, ele informou-se acerca da nossa Rede e depois disse à agência que queria muito que fosse eu a alugar a casa, pois ficou muito bem impressionado quando se informou sobre o nosso trabalho nessa cidade. Daí em diante eles sempre se mostraram muito flexíveis na negociação até ontem, quando foi feita a assinatura do contrato, com condições mais favoráveis para mim. Por isso devo esta excelente casa ao bom nome da Rede e ao excelente trabalho que fazem aí no Brasil.
Estamos do outro lado do Atlântico mas mesmo assim a egrégora ajuda-nos a construir uma carreira de maior sucesso e realização pessoal.
Estarmos inseridos numa estrutura como a nossa é mesmo fantástico: precisando de ajuda temos centenas de instrutores pelo mundo inteiro com quem podemos sempre contar. Podemos pedir conselhos a nível financeiro, em artes gráficas, em informática, em direito, etc. Temos um monitor e um supervisor que nos orientam continuamente. Temos um nome de prestígio que utilizamos com muito orgulho e que nos credibiliza nos momentos cruciais. Isto para não falar do melhor Método de desenvolvimento pessoal alguma vez criado pelo Ser Humano!
Queria deixar um agradecimento especial ao Rio por me ter ajudado com esta casa!
Bom Natal para todos!

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sábado, 28 de novembro de 2009 | Autor: DeRose

Por falar em momento mágico, habitue-se a dormir mantendo papel e caneta ao alcance da mão. Logo, logo a sua mente vai compreender que é para não perder as boas idéias tidas durante o sono e tais idéias – que hoje você já tem, mas são poucas e depois esquece – passarão a fluir com mais freqüência. Este capítulo, por exemplo, fez parte de um veio de idéias que minha mente abriu na madrugada do dia 3 de maio de 2009. Acordei e anotei a primeira. Mas aí surgiu a segunda e uma terceira. Levantei-me e vim escrever. Foram capítulos de vários livros, projetos, cartas e mais um montão de coisas que se eu ficasse na modorra, ter-se-iam perdido para sempre.

Nada de indolência! Isso de achar que a idéia é tão boa e está tão clara que é melhor continuar dormindo e amanhã você se recordará, é uma mera desculpa da madrasta preguiça. Se não anotar, você a perderá, pois a mensagem que passou à sua mente foi a de que isso não era importante. Se fosse, você se levantaria no meio da noite e iria escrever.

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sábado, 21 de novembro de 2009 | Autor: DeRose

Isto deveria estar no meu livro de boas maneiras. Mas não está. Não há coisa mais frustrante – e eventualmente constrangedora – que você colocar a torrada ou bolacha na mão e, ao tentar passar a manteiga, a coisa toda se partir em vários pedaços, inclusive sujando a mão.

Contudo, evitar isso é fácil: basta colocar uma torrada em cima da outra ou um biscoito em cima do outro.

Esse exemplo também nos demonstra o quanto a união faz a força. Um sozinho é fácil de ser quebrado pelos inimigos, mas juntos somos imbatíveis.

Certa vez, o líder mongol Temujin, o Gengis Khan, percebeu um movimento separatista entre as várias tribos que juntas constituíam uma grande força. Então, o Khan mandou que os separatistas agarrassem um cavalo pela cauda e a arrancassem. Por mais que puxassem, ninguém conseguiu. Aí, ele mandou que arrancassem um fio de cada vez. Depois que arrancaram o primeiro fio com extrema facilidade, todos compreenderam a metáfora.

Seria muito fácil arrancar a cauda do equino separando os fios e atacando um de cada vez, assim como seria muito fácil derrotar uma por uma das tribos se ficassem separadas. Mas seria uma empreitada impossível se os mongóis estivessem unidos.

E assim foi. Gengis Khan constituiu um enorme império invencível que se estendeu até à Índia. Um descendente seu, Shah Jahan, foi quem mandou erigir o Taj Mahal.

Por isso, na nossa egrégora valorizamos tanto a união, a coesão e o apoio recíproco.

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sexta-feira, 30 de outubro de 2009 | Autor: DeRose
   

 

Thiago Duarte

Mestrão. Obrigado pelos elogios ao Sankalpa. Foi uma honra ver-te na platéia.
E se gostaste quer mesmo dizer que estamos a representar bem o Método DeRose, o que é nosso principal objetivo: espalhar Nossa Cultura para todos aqueles que a merecerem. Dexo-te aqui alguns videos daquela noite. Fiquei imensamente feliz por tu estares ali na primeira fila a nos prestigiar com tua inspiradora presença.

Obrigado de coração, por compartilhar teu sonho connosco!

Abraços cheios de amor,

Thiago Duarte e Sankalpa!

http://sankalpaband.blogspot.com/2009/11/gala-derose-2009-ultimo-espectaculo.html

  

 

 DeTigre

Obrigado pelo carinho do reconhecimento, relativamente ao nosso projecto SanKalpa, querido Mestre.
É um pújá efectivo à nossa egrégora, que fazemos com muito bháva.
Para quem ainda não conhece, fica aqui o link: http://www.SANkALPAband.com

Tudo ÔM, para todos.

   marco silva

Querido DeRose, é com honra, orgulho e emoção que, por entre os demais agradecimentos, li a sua gratificação aos Sankalpa band. Faz-nos sentir valorizados, especias. Vindo de si, tem uma valia e um sentimento inenarrável. Todavia, sem o Mestre e o resgate desta maravilhosa filosofia de vida ancestral jamais este projecto musical existiria com este propósito.

Mergulhamos bem fundo na consciência do kirtan. Pois foi no âmago da excepcional civilização dravídica que germinou a nossa cultura. Ela é verdadeira, forte, transformadora, opulenta, límpida, alegre, naturalista e merecedora do trabalho que temos vindo a desenvolver ao longo da nossa carreira como profissionais do Método DeRose.

Despertou-me assim, a vontade de partilhar estas palavras consigo para que possamos transmitir ao mundo a nossa causa maior, nesta forma de trajar os mantras que resultam numa combinação entre o ancestral e o actual, o oriental e o ocidental. Porém, conservando as vocalizações milenares dos inebriantes e poderosos mantras sem os alterar.

Com este projecto comunicamos em linguagem musical com o orbe, mas mais importante, divulgamos o nosso Método pela e para a humanidade, cooperando assim, para a preservação desta deslumbrante filosofia de vida, em prol da sua obra.

Que este primeiro e singelo trabalho dos Sankalpa contagie e estimule o progresso e o emocional de quem os pratica, seja em aula, ou fora dela, mas que o comovam a si também.

Para reviver os momentos deliciosos que compartilhámos juntos, em Portugal, aqui fica o link do nosso blog:

http://sankalpaband.blogspot.com/2009/11/gala-derose-2009-ultimo-espectaculo.html

Em nome de todos os elementos dos Sankalpa band, um forte abraço, com carinho!

SwáSthya!

  

Gu Pelicano

Mestrão!
Fiquei verdadeiramente comovido em ver a referência do Mestre à nossa banda! Foi, sem sombra de dúvida, um dos momentos mais importantes do meu percurso musical, ter o privilégio de tocar para si! E estava tão nervoso! Já toco faz quase 10 anos, mas mal me aguentava de pé! E, ainda por cima, o Mestre estava sentado mesmo à minha frente! Quando fechava os olhos ao tocar, podia sentir a sua presença!
No início dos nossos ensaios, fazemos um pújá ao Mestre e nessa noite tivemos a oportunidade de o executar na variação báhya.
Sentimos na pele a importância da tradição que professamos e carregamo-la ao peito com um orgulho imenso. E esperamos sinceramente honrar toda a nossa egrégora, mostando a todas as pessoas o poder e a alegria da Nossa Cultura!
Mentalizo a oportunidade de tocar na sua presença novamente em breve.
Um abraço do tamanho de todo o carinho que sinto por si.
Gualter Pelicano
Unidade Campo Alegre – Porto – Portugal

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sábado, 17 de outubro de 2009 | Autor: DeRose

Já vi muita gente declarando: “Fulano não serve para ser meu amigo. Vou lhe dizer umas poucas e boas.”

A sabedoria popular diz que mexer no que não cheira bem só faz piorar o odor. Se o Fulano em questão realmente não serve como amigo, o melhor é tomar uma medida amenizadora do mal-estar ou do mal-entendido surgido e, depois, promover um afastamento cordial.

A vida me ensinou que uma pessoa que não sirva para se conviver, alguém em quem não se possa confiar, é também uma pessoa com quem devemos evitar confusão.

O que é que você ganha discutindo com alguém? Algumas pessoas fazem isso porque andaram assistindo novela e aprenderam a “não levar desaforo para casa”. Algumas dessas pessoas nem mesmo sabem conduzir um relacionamento de amizade ou conjugal sem estar todo o tempo a contender, como se a existência devesse consistir em um incessante defender-se dos outros e proteger seu território. Isso caracteriza nível educacional muito baixo. Pessoas educadas e elegantes não utilizam esse paradigma.

Quem se melindra e briga por tudo e por nada, é portador de complexo de inferioridade. Se você não é um complexado, não precisa responder a uma agressão com outra agressão.

Agora considere: quem parte para um bate-boca não pode ser uma pessoa fina. Geralmente, tem pouco a perder. Não é o seu caso. Tornar-se inimigo de uma pessoa ralé pode lhe custar dissabores futuros, ao longo de toda a sua vida. O que fazer então? Deixar o inconveniente azucrinar a sua existência? Jamais! Quem não serve para ser seu amigo deve ser afastado com arte. Dependendo do tipo de relacionamento que vocês mantiveram, promova um distanciamento progressivo e, volta e meia, você tempera com uma cortesia. Por outro lado, recuse gentilmente os convites para o estreitamento da convivência, mediante justificativas aceitáveis.

O que você não deve fazer é partir para a briga, ou insultar, ou prejudicar a quem quer que seja. A maior parte das pessoas que trabalharam comigo e que eu precisei exonerar, continuam minhas amigas. A maior parte das minhas ex-esposas continuam mantendo boas relações comigo. As pessoas com quem não consegui preservar o distanciamento cordial e que hoje não gostam de mim, considero que, com essas, fracassei. Felizmente, foram poucas.

Isso de “ter que conversar” só funciona quando as pessoas são de fato amigas ou muito inteligentes, o que não constitui a média da humanidade! Nem com marido e mulher essa coisa de sentar para conversar funciona muito bem. Cada qual fica na defensiva e sai briga. Isso só funciona para os terapeutas, cuja profissão é o diálogo. É muito melhor adotar a tática da gentileza e do carinho quando não for o caso da necessidade de afastamento.

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