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quarta-feira, 10 de março de 2010 | Autor: DeRose

É que as técnicas só beneficiam quem decidiu praticar formalmente o Método, senta e usa os exercícios. Mas esse praticante, quando incorpora os conceitos, contagia os familiares e os amigos que acabam praticando a Nossa Cultura e nem sabem que o estão fazendo. É o marido ou esposa, é o filho ou o pai, ou o irmão que acha que “ainda” não aderiu ao Método porque não pratica ásanas. No entanto, já absorveu um life style, um modus vivendi, adotou hábitos, posturas, atitudes, comportamentos que são o cerne do nosso Método, conforme está descrito no livro O que é o Método DeRose:

O Método DeRose é uma proposta de life style coaching com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respi­ratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimora­mento da descontração emocional e da concen­tração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhe­cimento.

Para cada um que pratica formalmente o Método, podemos encontrar até dez que o praticam sem saber. Quem melhor descreve isso é a instrutora Jamile Martins, filha da instrutora veterana Conceição Martins, de Feira de Santana, no interior da Bahia:

“Comecei a minha primeira turma aos 9, são 20 anos de Swásthya, nem sei como é viver sem o Swásthya e sem o DeRose na minha vida! Obrigado pela presença constante: nas fotos dos quadros, nos livros da estante, nas roupas do guarda roupa, na conversa em família, em cada parte há um pedacinho do DeRose e principalmente…no coração! esse é o bem mais precioso que me foi passado pela minha mãe, que passei ao meu marido, minha sogra, meus amigos e alunos e agora passo a minha filha.”

 É de emocionar, não é?

Quando Jamy expressou “esse é o bem mais precioso que me foi passado pela minha mãe, que passei ao meu marido, minha sogra, meus amigos e alunos e agora passo a minha filha” definiu da melhor maneira a aula em que eu explico que o Método é muito mais do que simplesmente as técnicas, mas uma Cultura que se reverbera pelo círculo familiar e pelo dos nossos amigos. Assim, muita gente pratica o Método e nem sabe disso.

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Mestrão.
Depois deste último contato na nossa aula, fiquei pensando nos reais valores do nosso Método, quanto seria justo pela cobrança e investimento nos nossos serviços. Quanto vale um dia de vida? E uma vida então?
Se cada um dos alunos e instrutores que travam, ou travaram, contato com Nossa Cultura depusesse aqui os resultados evolutivos como seres humanos que obtiveram como, por exemplo, o resultado na sua qualidade de vida; na sua expectativa de vida; ou “simplesmente” o atual cultivo de hábitos emocionais, alimentares, corporais, de saúde, relacionamentos, profissionais muito mais saudáveis… Será que conseguiríamos mensurar? Se isso só tivesse ocorrido com um de nós apenas, já não haveria ouro no mundo para pagar sequer uma mensalidade, tenho certeza. Perguntemos a esta pessoa.
O sucesso do Método DeRose se dá pelo exemplo maior, que você nos dá? Manter este conhecimento, estas “técnicas oriundas de uma tradição muito antiga” intactas, imutáveis, autênticas, da mesma forma que era há milênios, independentemente das situações pessoais, empresarias, financeiras que passamos, mantê-las incorruptíveis.
Tenhamos como exemplo o ouro, metal que não se corrompe, mantém-se puro, intacto pelos milênios e jamais deixa de ter o seu verdadeiro valor; façamos assim com algo que temos a certeza de valer mais do que ouro puro, o Método DeRose: que como o ouro, não se corrompe.
Um forte abraço de alguém que não se corrompe e sabe dar o valor que o ouro tem.
Obrigado Mestre por ser esta pepita em minha vida.

Marcus Amorim
Diretor da Unidade Granja Viana – SP

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010 | Autor: DeRose

Olá Mestre,

Uma aluna (Daniela) enviou este link, muito interessante sobre a produção e consumo de carne.

http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/02/23/terra+e+incapaz+de+acompanhar+ritmo+atual+de+consumo+de+carnes+e+pescado+9406165.html

Abraços,

Sergio Ferreira

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Mestre, veja que matéria interessante. O que será preciso para que as pessoas percebam que uma mudança é necessária? Beijos!

Terra é incapaz de acompanhar ritmo atual de consumo de carnes e pescado
23/02 – 11:29 – AFP

No topo absoluto da cadeia alimentar, os seres humanos se dão ao luxo de comer de tudo, mas a um preço elevado: a pesca massiva está levando as espécies marinhas à extinção, e a piscicultura polui a água, o solo e a atmosfera – o que precisa fazer com que mudemos de hábitos.
Alimentar a humanidade – nove bilhões de indivíduos até 2050, segundo as previsões da ONU – exigirá uma adaptação de nosso comportamento, sobretudo nos países mais ricos, que precisarão ajudar os países em desenvolvimento.

Segundo um relatório da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), publicado nesta quinta-feira, a produção mundial de carne deverá dobrar para atender à demanda mundial, chegando a 463 milhões de toneladas por ano.

Um chinês que consumia 13,7 kg de carne em 1980, por exemplo, hoje come em média 59,5 kg por ano. Nos países desenvolvidos, o consumo chega a 80 kg per capita.

“O problema é como impedir que isso aconteça. Quando a renda aumenta, o consumo de produtos lácteos e bovinos segue o mesmo caminho: não há exemplo em contrário no mundo”, destacou Hervé Guyomard, diretor científico em Agricultura do Instituto Nacional de Pesquisa Agrônima da França (INRA), responsável pelo relatório Agrimonde sobre “os sistemas agrícolas e alimentares mundiais no horizonte de 2050″.

Atualmente, a agricultura produz 4.600 quilocalorias por dia e por habitante, o suficiente para alimentar seis bilhões de indivíduos.

Deste total, no entanto, 800 se perdem no campo (pragas, insetos, armazenamento), 1.500 são dedicadas à alimentação dos animais – que só restituem em média 500 calorias na mesa – e 800 são desperdiçadas nos países desenvolvidos.

Por outro lado, o gado custa caro ao meio ambiente: 8% do consumo de água, 18% das emissões de gases causadores do efeito estufa (mais que os transportes) e 37% do metano (que colabora para o aquecimento do clima 21% mais que o CO2) emitido pelas atividades humanas.

E, mesmo que seja fonte essencial de proteínas, a carne bovina não é “rentável” do ponto de vista alimentar: “são necessárias três calorias vegetais para produzir uma caloria de carne de ave, sete para uma caloria de porco e nove para uma caloria bovina”, explicou Guyomard.

Desta maneira, mais de um terço (37%) da produção mundial de cereais serve para alimentar o gado – 56% nos países ricos – segundo o World Ressources Institute.

Seria o caso, então, de reduzir o consumo de carne e substitui-lo pelo peixe?

Os oceanos não podem ser considerados uma despensa inesgotável, estimou Philippe Cury, diretor de pesquisas do Instituto de Pesquisas para o Desenvolvimento (IRD).

O número de pescadores é duas a três vezes superior à capacidade de reconstituição das espécies.

No atual ritmo, a totalidade das espécies comerciais haverá desaparecido em 2050.

Bruno Sousa, Unidade Leblon, Rio de Janeiro

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Mestre

Neste link do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que cita uma matéria da Época
http://www.inpe.br/noticias/clipping/img/clip10122009_15.pdf

O link acima trata de um estudo de pesquisadores de várias instituições tais como o INPE e a UnB. O sumário executivo feito por esses cientistas está no link abaixo. Nele consta que 3/4 do desmatamento da amazônia se devem especificamente à atividade da pecuária bovina. (O que o estudo não relaciona é o quanto que foi desmatado para a produção de soja [ração para o gado] que é de 25% segundo o Ministério do Meio Ambiente. Faça as contas e verá que dá 100%!)
Esse é o link para aquele estudo. Veja essas informações na página 1, último parágrafo.
http://www.amazonia.org.br/arquivos/337617.pdf

Um abraço
César – Unidade Saquarema – RJ

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 | Autor: DeRose

Olá Mestre,

olha só estas tirinhas:

Abração!

Claus Haas, São Bernardo, SP
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010 | Autor: DeRose
  Claus Haas

Este outro texto li no blog evoluindo-sempre.blogspot.com:

“Se pudéssemos sintetizar a população do mundo num pequeno vilarejo de 100 habitantes com as características do mundo atual, como seria?

Seria assim:

Haveria 57 asiáticos; 21 europeus; 14 americanos (norte, sul e centro) e 8 africanos. 52 seriam mulheres e 48 homens; seriam 30 brancos e 70 não brancos;

Trinta seriam cristãos e 70 não cristãos. Seriam 89 heterossexuais e 11 homossexuais. Seis pessoas possuiriam 59% das riquezas da vila, e todas elas seriam norte americanas.

Oitenta viveriam em casas sem condições de higiene. Setenta seriam analfabetos. Cinquenta seriam mal alimentados. Um estaria quase morrendo e outro quase nascendo. Um possuiria um computador. Um teria título ou curso superior (sim, somente um).

Considerando-se o mundo nesta perspectiva, está clara a necessidade de aceitarmos a todos de forma humana, educada e respeitosa.Consideremos também isto: Se acordamos hoje cheios de saúde, temos mais sorte que milhões de pessoas que não a têm.

Se nunca passamos pelas amarguras da vida; pela solidão, pela agonia da tortura, pelo desespero da fome; pelo enfado de viver, somos mais felizes que 500 milhões de habitantes deste mundo. Se podemos frequentar quaisquer espetáculos, sem ser ameaçados, presos, torturados ou mortos, temos mais sorte que 3 bilhões de pessoas do mundo.

Se temos alimentação em casa, roupas, um teto e um lugar para dormir, somos mais ricos que 75% dos habitantes deste planeta;

Se temos algum dinheiro no banco, na carteira, e uns trocados no bolso, estamos no meio dos 8% das pessoas mais bem aquinhoadas do mundo;

Se temos os nossos pais ainda casados e vivos, somos pessoas raras.

Se podemos ler esta mensagem, não nos encontramos entre os 2 bilhões de pessoas que não aprenderam a ler.

Alguém já disse:
Trabalhe como quem não precisa de dinheiro।
Ame como ninguém o tivesse feito sofrer.
Dance como se ninguém o estivesse olhando.
Cante como se ninguém o estivesse ouvindo.
Viva como se o paraíso fosse aqui na Terra.
Faça com que o dia de hoje seja um dia maravilhoso.
E assim É.”

Depois de ler tal texto me ocorreu mais uma vez de como sou privilegiado por estar na companhia de pessoas cultas e pró-ativas, cujo convívio nos faz crescer e evoluir.

E também de como é importante levarmos estes conceitos para o resto mundo, para que todas as pessoas possam ter as mesmas chances e oportunidades…

Interessante, não?

Abraços.

___________________________

  Thiago

Duarte

Que texto bem bom esse.

Há um video que tem parte dessas informações. É bem tocante e mostra nossa capacidade de ajudar.

http://thiagoduarte.tumblr.com/post/226014415/via-masilvapaz

Tenho uma frase de um grande pensador:

Muito perde quem nada tem: a oportunidade de dar.
DeRose

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sábado, 9 de janeiro de 2010 | Autor: DeRose

É da natureza humana querer compreender as coi­sas e, para isso, tentamos enquadrá-las em escani­nhos já estabelecidos em nossa mente. Não é à toa que “enquadrar” e “escaninho” são conceitos as­sociados a algo quadrado e padronizado.

Portanto, é natural que o interlocutor queira saber se é dança, ginástica, arte, terapia, religião… Mas e se não se “encaixar” em nenhuma das alternativas?

Quando um praticante pretende explicar o que é o Método, frequentemente é confrontado com a per­gunta:

–  Método de quê?

Para que as pessoas compreendam melhor o que é o Método e, dessa forma, possam desfrutá-lo em todas as suas nuances, decidimos prestar estes esclarecimentos.

Para tanto, a primeira coisa a conhecermos deve ser sua definição. Apesar de este Método ter sido sistematizado a partir de 1960 e, portanto, já con­tar com meio século, o processo foi bem gradativo e empírico. Assim, dispomos de várias definições muito boas.

Podemos definir esta cultura como:

Método DeRose é uma urdidura entre conceitos e técnicas oriundas de tradições culturais muito antigas.

Ou de forma mais extensa:

O Método DeRose é uma proposta de life style coaching com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respi­ratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimora­mento da descontração emocional e da concen­tração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhe­cimento.

Listando por tópico, facilita a compreensão:

  • uma proposta de life style coaching;
  • com ênfase em boa qualidade de vida;
  • boas maneiras;
  • boas relações humanas;
  • boa cultura;
  • boa alimentação;
  • boa forma;
  • reeducação respiratória;
  • administração do stress;
  • técnicas orgânicas;
  • tônus muscular;
  • flexibilidade;
  • concentração e meditação;
  • a meta final é o autoconhecimento.

Benefícios? Não! Apenas consequências de uma filosofia de vida saudável.
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

Everton Vieira

Olha só esse vídeo:

Massacre dos Golfinhos

Primeiro mundo? Será que esse é o pináculo da evolução humana alcançada até hoje pela humanidade?

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

Acesse o link abaixo, entre na aba Quem somos e tenha uma agradável surpresa. Devemos a presença do nosso logo à aluna e amiga Lu Fandinho.

http://diasemcarne.wordpress.com/
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

Recomendo que os donos de cães leiam a matéria deste link:

http://animaux.douceurs.site.voila.fr/page6.html

E que pesquisem aqui no blog os posts e os comentários sobre cachorro, cão, weimaraner, ração vegetariana e que também pesquisem no Google a respeito do debate sobre a ração com restos de carniça.

 

Comentário de um companheiro:

Olá pessoal

Gostaria de divulgar também o site http://www.caesvegetarianos.info
Com livro disponibilizado pela Associação de Nutrição para Cães Veganos.

Att

Anderson

 

Este é um site de veterinários sobre alimentação para cães:

http://www.cachorroverde.com.br/

Um veterinário amigo meu me informou que algumas marcas de ração para cães estavam causando câncer de fígado e de rins. Perguntei os nomes das rações assassinas, mas ele não quis dizer. Perguntei a causa e ele me afirmou que era a procedência da matéria prima inapropriada para o consumo de qualquer animal, com excesso de química e um monte restos industriais e porcarias que depois de processadas ficam com outro cheiro e outra aparência, produtos esses usados em cada vez maior proporção por interesses meramente de lucro. Não posso me responsabilizar por essa denúncia porque não sou veterinário e há muitos boatos sobre qualquer assunto. A vida e a experiência me ensinaram a ser cauteloso e a não acreditar.

Comuniquei ao meu amigo que eu só dou ração vegetariana para a Jaya, minha weimaraner, e ele se desdobrou em elogios pela iniciativa. Obviamente, seguindo o Axioma Número Um, além da ração que diz conter todos os nutrientes necessários, acrescento por precaução muitas frutas, legumes, queijos e yogurt (leite não, que solta o intestino). Não sai caro. No Brasil, frutas, legumes e queijo branco têm um preço acessível. O yogurt pode-se fazer em casa. Assim, fico com a consciência tranquila por estar alimentando muito bem esse serzinho que confia em mim. E, de fato, ela é grande, forte, ágil, inteligente, extremamente sociável, mas tem um rugido de meter medo a quem se aventure além dos limites.

Como efeito colateral, Jaya não tem hálito de cão, meu carro não tem cheiro de cachorro e ela não me passará doenças transmissíveis típicas dos animais carnívoros.

Recomendo a marca de ração que uso porque quero que a fábrica continue produzindo e não vá à falência. Ajude-me com essa campanha, dando ração vegetariana ao seu amiguinho ou amigão de quatro patas. Só precisa ir fazendo a transição progressivamente. Se trocar da noite para o dia, o cão vai rejeitar. Mesmo assim, para dar uma ajudinha ao paladar habituado a outro sabor, recomendo colocar um pouco de yogurt ou coalhada misturada no meio da nova ração.

Detalhe: ela é mais barata, especialmente se comprada diretamente do produtor. O nome da ração é Fridog, alimento super premium. É produzida por Rações Fri-Ribe S.A. e o telefone é (16) 3952-9500, Via Armando Salles Oliveira, km 356, Pitangueiras, SP, site www.fri-ribe.com.br e-mail fri-ribe@sp.fri-ribe.com.br.

Carla Ferraz, de Portugal, me enviou este link:  http://www.petemotions.com/produtos.asp?class=1&marca=15&cat=11&produto=16

Antes de efetuar qualquer troca de dieta do seu cão, consulte o seu veterinário de confiança.

 

Onde encontrar rações vegetarianas:

Nem todas as rações são veganas, mas todas são vegetarianas

Benevo
http://www.efeitoverde.com ou em http://www.centrovegetariano.org/loja
Ração vegana para cães e gatos, sem OGM, nem corantes ou conservantes sintéticos.

Yarrah
http://www.yarrah.com
Informações e vendas Porto: 916225263, 933300879; Lisboa: 214852573, 937850434
Uma gama completa de alimentos biológicos para cães e gatos, com algumas rações, biscoitos e snacks 100% vegetarianos para cães.

Petemotions
http://www.petemotions.com
Techni-Cal Vegetarian – Ração vegetariana para cães à venda online. Entregas dentro de Portugal continental.

Vegetarian Society do Reino Unido
http://www.vegansociety.com
Possibilidade de encomendar pela Internet, principalmente suplementos vegecat.

Veggie Pets
http://www.veggiepets.com/acatalog/vegetarian_cat_food.html
Loja online com rações vegetarianas e veganas para cães e gatos, de várias marcas disponíveis no mercado.

Rações Fri-Ribe
http://www.fri-ribe.com.br
Fri-Dog Premium – Vegetariana – Ração 100% vegetal, com 25% de proteínas, à venda no Brasil. Recomendada para alimentação diária de cães adultos de todas as raças e portes.

Fridog
http://www.racao.vegetariana.pop.com.br
Fri-Dog Premium – Vegetariana – Ração 100% vegetal, com 25% de proteínas, à venda no Brasil.

Amí
http://ami.aminews.net
Produtos alimentares totalmente vegetarianos para cães e gatos. Sem corantes, nem conservantes nem produtos transgénicos.

Referências:
http://www.vegetarianismo.com.br/animais.html
http://www.vegepets.info

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009 | Autor: DeRose

Foram três dias de estudo, práticas, vivências, companheirismo, coreografias de tirar o fôlego, um friozinho gostoso e comidinhas capazes de converter em vegetariano entusiasta o mais fanático comedor de cadáveres. Dei um curso sobre meditação que os mais antigos, como o Joris Marengo e o Edgardo Caramella, declararam que nunca antes havia sido dado, com informações inéditas. Muitas reuniões fecundas, muitas conversas informais, muitas amizades reforçadas.

Depois das coreografias, o Festival nos brindou com um desfile das roupas produzidas pelos mais diversos instrutores e alunos das nossas escolas. Ficamos fascinados com o bom-gosto e altíssimo padrão. Dava para perceber que o nosso público evoluiu bastante e hoje exige, acima de tudo, qualidade e bom acabamento nos produtos (assim como nos serviços). As escolas que optaram por produzir roupas, tanto as de prática, quanto as de uso no dia-a-dia, vão suprir essa demanda para todo o Brasil e para os demais países que fazem parte da nossa Jurisdição das Américas e Europa. Há alguns meses, um ex-colega que deixou a rede DeRose por motivo de força maior, pouco tempo depois acabou por fechar sua escola e abandonou a profissão. Na época, ele comentou que a maior besteira que cometeu foi ter saído da rede e que se não tivesse saído estaria muito mais feliz e bem de vida. No festival, nós compreendemos o porquê.

No sábado tivemos noite de autógrafos de quatro lançamentos: o livro de alimentação vegetariana, da Rosângela de Castro; o livro de mantras, de Ricardo e Caio Melo; o livro de poesias do Fábio Euksuzian; e o meu, de viagens à Índia. Só em um evento da nossa família poderia ocorrer o lançamento simultâneo de quatro livros novos, todos de instrutores do Método. Tive oportunidade de perguntar apenas aos autores do livro de mantra quantos exemplares venderam. Foram mais de 400 exemplares! Isso, com a concorrência concomitante dos outros três! Nenhum autor lá fora tem tanto sucesso. Isso ainda não é nada comparado com as dezenas de milhares de exemplares que poderão ser fornecidos às escolas da nossa rede internacional.

No salão principal, onde ficam os stands e também onde a moçada permanece entre uma atividade e outra, ou simplesmente para descansar, rodou ininterruptamente o vídeo da entrevista realizada em Portugal. Uma entrevista de uma hora de duração, sem que a palavra Yôga tivesse sido pronunciada nem pelo entrevistador, nem pelo entrevistado. E, tampouco, termo algum de sânscrito, nem conceito algum esterotipado. Essa matéria foi feita para mostrar aos nossos instrutores, aos nossos alunos, e aos entrevistadores de todos os países que temos muito a dizer sobre a Nossa Cultura e que não precisamos nos ater aos velhos e batidos estereótipos. E, se ficou interessante? Basta dizer que o maître do hotel queria comprar uma cópia!

O tema deste evento foi:

Os que dizem que não gostam de nós sempre são os que não nos conhecem, os que não leram nenhum livro do DeRose, os que não o conheceram pessoalmente. Os que nos conhecem, imediatamente mudam de opinião e passam a gostar de nós.

 Assim sendo, a missão transmitida foi a de que os nossos alunos e instrutores informem o mundo exterior (familiares, amigos, mídia) sobre:

- Quem somos nós, realmente;

- O que ensinamos;

- A que nos propomos.

Tudo isso, sem mencionar nenhuma palavra que possa conduzir a falsos estereótipos, preconceitos e discriminações.

Os que lá estiveram, saíram com a convicção da importância de divulgar a Nossa Cultura. Espero que cada leitor deste blog assuma a mesma missão.

Para auxiliá-lo nesse tarefa, postamos a entrevista acima mencionada, a fim de que você possa fornecer o link  às pessoas, para que a assistam. Foi instalado um dispositivo permitindo que você, além de indicar o link, também possa fazer download para exibir em reuniões especialmente organizadas com esse objetivo ou, ainda, gravar CDs para presentear os amigos e a mídia.

Essa entrevista precisa ser muito divulgada para todos os seus amigos, parentes e meios de comunicação, para que entendam o que é o Método DeRose. E para que, se vierem nos entrevistar, possamos dialogar sobre temas realmente abrangentes e relevantes.

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sábado, 4 de julho de 2009 | Autor: DeRose

Só no meio da madrugada assumi: peguei uma intoxicação alimentar naquele jantar beneficente. Posso ter sido só eu, afinal basta uma salmonelazinha em um talher mal lavado que, por talento em controle de qualidade, tinha que vir para mim.

Cheguei do jantar passando mal, mas não poderia deixar de prestigiar a festa junina da nossa galera. Lá, piorou bastante, mas sobrevivi até chegar à casa. Por isso, escrevi uns posts tão pequenos. É que eu estava enxergando dois computadores – às vezes, três!

Terminei a revisão da tradução do livro da Yael (o que será que eu escrevi?) e fui dormir. No meio da noite é que percebi que a situação era grave. E fiquei matutando: ainda bem que não como carnes. Se comesse, poderia ter morrido ou, no mínimo, teria que ser hospitalizado.

Mas isso eu não podia aceitar, nem a primeira, nem a segunda hipótese, pois hoje tenho que ministrar um curso em uma conhecida universidade e há um montão de alunos inscritos. O pior é que o curso é sobre… Alimentação biológica!

Então, o jeito é fazer dhauti e jala basti, e beber muita água até a hora do curso. Só não vou poder tomar chai, porque leva um pouco de leite. Não sei se conseguirei enxergar o telefone para avisar a organização, pois estou vendo quatro deles na minha frente. Mas um chá inglês (Earl Grey) bem quentinho, seria muito oportuno. Não deve ser levado pronto em garrafa térmica. Leva-se a água quente (como o fazem os gaúchos como recurso de identificação da sua confraria do chimarrão) e os sachés, postos depois ”para não liberar os demônios”.

É que uma antiga lenda chinesa diz que o chá durante os primeiros cinco minutos na água quente libera os deuses. A partir de então, libera os demônios.

Terminei este texto e fui revisar. Nunca dei tanta risada. As letras estavam todas trocadas! Acho que o curso de hoje vai ser bem engraçado!

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