É uma ótima dica para adotar nas Unidades e em casa mesmo…
Fontes:
Qualiblog – http://qualiblog.wordpress.com/2009/02/04/ecofont/
Blog do Nicholas – http://nicholasgimenes.blogspot.com/2009/01/ecofont-letra-ecolgica.html
Um mahá abraço a toda nação SwáSthya!!!
Bem, Mestre eu passei o antivírus Avira AntiVir PE Premium, versão paga, e não detectou nada…
aqui vai a versão em português do site:
http://www.ecofont.eu/ecofont_pt.html
Me pareceu um site bem confiável, li a indicação pelo blog Qualiblog, que acompanho já algum tempo, o blog já foi premiado pelo seu conteúdo, o tema abordado é sobre a implementação da ISO 9000.
De uma olhada no post…aqui não deu problema não…
Um Grande abraço, saiba que é muito gratificante ler o seus textos, sempre que leio um procuro torná-los em uma ação efetiva… Agradeço de todo coração pelos seus ensinamentos…
Passeando pela internet, achei essa curiosa ilustração, que mostra formas que nós podemos colaborar com a solução do aquecimento global.
Veja o que acha: http://live-the-solution.com/wp-content/uploads/globalwarmingrecent.jpg
Beijos com carinho





domingo, 8 de fevereiro de 2009 às 23:04
yogabatel.blogspot.com
Legal,vou dar uma olhada nos sites indicados e baixar o programa!
Bjs
domingo, 8 de fevereiro de 2009 às 23:46
Muito boa esta dica! Ainda mais se levar em consideração que um litro de tinta para impressoras chega a custar seis mil reais (R$6.000,00 – isto mesmo!). 20% é uma boa economia neste caso.
Acho que o melhor é procurar nem imprimir o que recebemos nos computadores.
Abraços, Claus.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009 às 8:56
Olá Mestre
Há uma outra maneira de lidar com os cartuchos de tinta.
Não jogue fora, doe.
Instituições como a AACD aceitam doações de cartuchos vazios. Pode-se enviar pelo correio para o endereço:
Rua Borges Lagoa, 1505, CEP:04038-004 A/C Almoxarifado.
Beijos
Márcia
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009 às 9:14
O Que é Ecologia Profunda?
(Apresento aqui a introdução do livro “A Vida Secreta da Natureza” de Carlos Cardoso Aveline.)
A natureza, cuja evolução é eterna, possui valor em si mesmo, independentemente da utilidade económica que tem para o ser humano que vive nela. Esta ideia central define a chamada ecologia profunda – cuja influência é hoje cada vez maior – e expressa a percepção prática de que o homem é parte inseparável, física, psicológica e espiritualmente, do ambiente em que vive.
Na nova era global, milhões de pessoas voltam a perceber que o sentimento de comunhão com a natureza é um dos mais elevados de que o ser humano é capaz, e fonte de grande felicidade. Não é coisa do passado ou um costume do tempo das cavernas. Ao contrário, deverá marcar as civilizações do futuro. Em qualquer tempo histórico, o convívio directo com a natureza foi e será um factor decisivo para o bem-estar físico e psicológico do ser humano.
A expressão ecologia profunda foi criada durante a década de 1970 pelo filósofo norueguês Arne Naess, em oposição ao que ele chama de “ecologia superficial” – isto é, a visão convencional segundo a qual o meio ambiente deve ser preservado apenas por causa da sua importância para o ser humano.
Ao nível superficial, o homem coloca-se como centro do mundo e quer preservar os rios, o oceano, as florestas e o solo porque são instrumentos do seu próprio bem-estar. Quando olha para o meio ambiente com esta preocupação, o homem só enxerga os seus próprios interesses, já que, inconscientemente, se considera a coisa mais importante que há no universo. Olha a árvore e vê madeira. Olha o solo e vê o potencial agrícola ou a possível exploração de minérios. Olha o rio e vê um curso de água navegável por barcos de determinado porte. Ele sabe que deve preservar os chamados recursos naturais, porque são preciosos. A natureza para ele é um grande cofre, abarrotado de riquezas renováveis, mas que deve ser cuidadosamente preservado. Daí a necessidade de autoridades ambientais actuantes e uma boa legislação que preserve o meio ambiente.
Este nível da consciência ecológica tem importância, porque faz com que os seres humanos questionem seu comportamento económico e comecem a perceber mais claramente que a ética, afinal, dá bons resultados. A postura mais primitiva, de mera pilhagem, vem sendo deixada de lado em grande parte da economia. As políticas públicas de meio ambiente têm reforçado até hoje prioritariamente este primeiro nível, claramente insuficiente, de consciência ambiental. A multa, a repressão, a aplicação da legislação ambiental e a fiscalização seriam instrumentos muito úteis a curto prazo, se no Brasil a política nacional de meio ambiente não tivesse sido tão persistentemente esvaziada.
Mas as boas notícias são mais fortes que as más. Uma nova consciência empresarial já repensa o conjunto das actividades económicas a partir da meta de administrar sabiamente, a longo prazo, os recursos naturais. As gerações mais recentes de empresários e executivos trazem consigo uma forte consciência ambiental. Sua atitude é compatível com a descrição holística do universo e com a ecologia profunda. Progresso económico e bem-estar material deixam de ser inimigos da preservação ambiental ou da busca espiritual. As novas tecnologias permitem aumentar a produção, ao mesmo tempo que se diminui, radicalmente, o impacto ambiental. O verdadeiro progresso económico – surge agora um consenso em torno disso – deve ser socialmente justo e ecologicamente sustentável. As medidas convencionais e de curto prazo para a preservação ambiental combatem os efeitos da devastação e pressionam pela gradual adaptação das actividades económicas às leis da natureza. Mas a ecologia profunda dá um sentido maior às estratégias convencionais de preservação. Atacando as causas ocultas da devastação, projecta e estimula o surgimento de uma nova civilização culturalmente solidária, politicamente participativa e ecologicamente consciente.
Em última instância, as causas da destruição ambiental são o individualismo ingénuo, o sentimento de cobiça material sem freios e a ilusão de que o ser humano está separado do meio ambiente, podendo agir sobre ele sem sofrer as consequências do que faz. Ter isto claro é importante. No entanto, não basta uma percepção teórica deste dilema ético. Além de compreender intelectualmente o princípio da unidade ecológica de tudo o que há, é oportuno vivenciar e deixar-se inspirar pelo sentimento da comunhão com a natureza. Deste modo, aprende-se a colocar cada um dos processos económicos e sociais a serviço da vida, já que é absurdo pretender inverter o processo e colocar a vida a serviço deles.
Não há, pois, oposição real entre a ecologia convencional ou de curto prazo e a ecologia profunda ou mística. São dois níveis diferentes de consciência. Ambos são indispensáveis, e são mutuamente inspiradores. Foi em meados da década de 1980 que diversos pensadores – Warwick Fox, Henryk Skolimowski e Edward Goldsmith, além do próprio Arne Naess – começaram a produzir textos variados a partir do ponto de vista da ecologia profunda. A nova física e a nova biologia, com Fritjof Capra, Gregory Bateson, Rupert Sheldrake, David Bohm, e também os trabalhos científicos de James Lovelock e Humberto Maturana, entre outros, deram legitimidade científica à ecologia profunda. Em sua vertente religiosa, esta corrente de pensamento tem ampla base de apoio na tradição mística de todas as grandes religiões da humanidade. São Francisco de Assis, padroeiro da ecologia, está longe de ser uma figura isolada.
Cauteloso, Arne Naess recusou-se a criar um sistema racionalmente coerente – um circuito fechado de ideias – capaz de limitar o conceito de ecologia profunda, e manteve-o como uma ideia aberta segundo a qual a variedade da vida é um bem em si. Para Naess, esta ecologia surge do reconhecimento interior da nossa unidade com a natureza. O fato nem sempre requer explicações e muitas vezes não pode ser descrito com palavras. Mas a acção frequentemente mostra com clareza o que é ecologia profunda.
Em certa ocasião, um rio da Noruega foi condenado à destruição para que fosse construída uma grande hidroeléctrica. As margens do curso de água seriam inundadas para que se fizesse o lago da barragem. Um nativo do povo Sami recusou-se, então, a sair do lugar. Quando, finalmente, foi preso por desobediência e retirado dali à força, ele não teve opção. Mais tarde a polícia perguntou-lhe por que se recusara a sair do rio. Sua resposta foi lacónica:
“Este rio faz parte de mim mesmo”.
O indígena estava certo. O meio ambiente faz, realmente, parte de nós mesmos. São dele os ares que respiramos e a água que compõe 70 por cento do nosso corpo físico. Dele vêm os nutrientes que renovam a cada instante as nossas células. Esta unidade dinâmica não está limitada ao plano material da vida, mas também é psicológica e espiritual, mesmo que alguns de nós não tenham plena consciência disso.
A Vida Secreta da Natureza reúne textos publicados inicialmente nas revistas Planeta, Planeta Nova Era e outras publicações. Veremos experiências de contacto directo com o mundo natural como fonte de inspiração para a alma humana em seu crescimento interior. E também reflexões sobre a proposta de um desenvolvimento ecologicamente sustentável; sobre a cidadania local e global como base para a construção de uma civilização solidária; e sobre a poderosa combinação actual entre o pensamento ecológico, a ciência moderna e a tradição esotérica.
Muitos beijinhos Mestre
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009 às 9:38
qualiblog.wordpress.com
Agradeço ao Maurício a divulgação do meu post sobre a Ecofont e friso que pequenas atitudes assim, como o uso dessa fonte, individualmente, podem fazer diferença. Acompanharei a série de posts 100 maneiras de melhorar o mundo e oportunamente falarei sobre ela no Qualiblog.
Um grande abraço a todos e parabéns ao mestre De Rose pelo ótimo blog!
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009 às 9:39
yogajardimanaliafranco.com.br
Bem legal mesmo! Instalei no meu computador e quando imprime-se nem dá para perceber os “furinhos”.
Ótima dica! Beijos
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009 às 14:00
Adorei a dica do cartucho.
Já colocamos em prática aqui na Unidade Anália Franco.
Beijinhos
Pati
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009 às 15:18
Muito bom!
)
Já baixei a fonte
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009 às 1:02
Olá Mestre!
Passeando pela internet, achei essa curiosa ilustração, que mostra formas que nós podemos colaborar com a solução do aquecimento global.
Veja o que acha: http://live-the-solution.com/wp-content/uploads/globalwarmingrecent.jpg
Beijos com carinho.
Lerivan Ribeiro Reply:
fevereiro 10th, 2009 at 14:28
Muito legal Alessandra!
domingo, 15 de fevereiro de 2009 às 20:22
Olá a todos…
Sugestão: Vejam o vídeo
http://video.google.com/videoplay?docid=-3412294239230716755&hl=en
(A História das coisas…)
Dá mesmo que pensar…
Beijinhos
Beijinhos
domingo, 15 de fevereiro de 2009 às 23:00
yogajardimanaliafranco.com.br
Esse site http://www.akatu.com.br/ tb é bem legal, dá algumas dicas de como evitar o desperdício de alimentos e faz as contas de quanto, em $$, desperdiçamos com nossas compras de alimentos.
Nesse vídeo também tem uns comerciais engraçadinhos da PETA sobre vegetarinismo,
beijos