natcerqueira
Olá Mestre, no blog do Seth Godin ele mencionou o mesmo fenômeno com a palavra mágica “vegan”.
A ausência do termo acidentalmente evitou a activação de todos os esteriótipos associados, transformando o produto num sucesso tanto para os vegetarianos quanto para o público em geral, aqui vai o post :
http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2010/06/lulas-logic.html
beijinhos de lisboa!
Natália
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Martin V
Hola querido De!
Sobre el uso de palabras mágicas… leí un artículo sobre una heladería en New York:
Se especializan en helados veganos, sin nada de lácteos. Pero cuando abrieron no tenían mucho dinero, ni siquiera les alcanzó para poner un cartel de “vegan” en la puerta!
Años después se convirtieron en una de las mejores heladerías de la zona, pero nunca pusieron un cartel “vegan”. Se dieron cuenta de que convenía evitar esa palabrita mágica: al escuchar vegano, muchas personas se imaginan soja, tofu, cosas marrones y sin mucho sabor! Al no decir nada al respecto, la gente toma el helado sin preconceptos! Y les encanta!
Un abrazo!
Martín
Sede San Isidro
Buenos Aires
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Alexandre Montagna
Vim responder teu apelo, Mestre: “Por que não mencionar no mesmo lugar o Método e a palavra mágica?”
Venho com a atitude de mea culpa, mea maxima culpa, pois há tempos escrevi um texto que publiquei ultrarrecentemente em meu blog.
Está bem. “Quando muda um paradigma, volta tudo a zero.” Mas está na hora de eu compreender bem as regras, as exceções e as regras das exceções (se houverem) para esclarecer o nosso trabalho ao mundo. Certamente, escrevi na melhor das boas intenções (aquelas das quais o inferno está cheio), achando que o texto receberia a condescendência da exceção devido ao seu posicionamento de esclarecer que a palavra mágica está contida no Método DeRose, mas que é apenas uma fração da filosofia que propomos.
Minha contribuição para a pergunta do primeiro parágrafo: “Porque mudar o rótulo de nosso trabalho para Método DeRose é o que nos permitirá mostrar ao mundo, ao governo, às organizações e instituições sociais e filantrópicas, aos pais e aos amigos, a verdadeira essência do que fazemos e da cultura que preconizamos. Num texto rico de um milhão de palavras, basta que seja uma a mágica para que deixemos de ser profissionais de qualidade de vida de altíssimo nível e passemos a ser ensinantes de saltimbancos para mulheres, idosos e gestantes.”
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HeduanRespondendo a pergunta: Por que não mencionar no mesmo lugar o Método e a palavra mágica?
Para entender a fundo esta questão precisamos voltar um pouco no tempo…
Durante dezenas de anos toda a nossa egrégora batalhou intensivamente para que o público e imprensa entendessem nossa proposta. Mas não teve jeito. Nossa luta foi em vão.
Nenhum de nós aguentava mais a falta de compreensão. Alguns de nós já estávamos desesperados. Falávamos de autoconhecimento, filosofia, cultura e aprimoramento das relações humanas e todos entendiam terapia, zen, relaxamento e religião. (Opa, isto é mágica! Transforma o significado!)
Então, nos conscientizamos que a palavra mágica era na verdade uma caixa preta intocável e imutável.
Solução?
Não vamos mais usar tal palavra. Pronto. Vamos usar outra palavra, outro nome. Qual? Método DeRose parecia mais apropriado, pois era assim que o público, que verdadeiramente nos compreendia, nos chamava.
Quando usamos este nome, todos entendem. Todos se abrem para compreender. Todos associam-no a um trabalho íntegro e responsável. Não existem AINDA conceitos pré-estabelecidos. O nome é quase virgem. Basta que nós façamos a boa fama! (que continuemos a edificar a boa reputação que já tem).
E mais: Método DeRose é mais que Yôga. É maior! É outra coisa.
Dizer que o Método é Yôga é simplificá-lo. Então, não pode. Não podemos comprometer o satya. rsrsrs
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Caros amigos.
Sou empresário, dedico minha vida a uma profissão, ensino um “life style” mais saudável com ênfase em qualidade de vida, nas horas vagas surfo ou faço vôo livre. Me visto discretamente e adoro o básico, calça jeans e camisa, procuro me atualizar no que se refere a alimentação, vestimenta, esporte, cultura, arte e lazer. Como será que sou visto pelos que me cercam? E se eu mencionar a “palavra mágica”, será que muda alguma coisa?
Não aguentamos mais, todas as vezes que mencionamos a “palavra mágica” para nossos amigos e familiares, eles interpretarem aquilo que não fazemos e o que não somos. Se amigos e familiares não compreendem, o problema é mais sério do que pensamos: como entendem aqueles que não nos conhecem? E nossos futuros clientes e alunos? E a opinião pública e a mídia?
Somos responsáveis por esta imagem, positiva para nós ou nem tanto. Temos duas escolhas:
A primeira é continuar sendo comparados com “alternativóides”, “bichos grilos”, “naturebas” e “eco-chatos”, simplesmente informando que fazemos a “palavra mágica”. Vale ressaltar que não tenho nada contra essas formas de levar a vida, apenas tenho um estilo diferente daqueles e que também não fui eu quem os batizei assim;
A segunda é assumir que temos um produto diferente, perceber que ele é destinado para poucos que optaram e querem um estilo de vida mais saudável. Pessoas que assumirão e acatarão, por livre escolha, nossos ensinamentos, que extrapolam posições estereotipadas, o modismo e o consumismo acidental.
Na segunda opção além de nos desvincular de uma imagem errônea, assumiremos nossa marca, defendendo-a e deixando-a livre de possíveis más interpretações oriundas principalmente de informantes externos. Além disso, empresarialmente falando, todas as vezes que valorizamos nossa marca através do profissionalismo, publicidade e de um trabalho sério, que é praxe nossa, estamos atrelados e valorizando a concorrência simplesmente se mantivermos a “palavra mágica”.
Assumamos uma atitude pacífica de não mais estarmos atrelados à “palavra mágica”, assim, por não fazermos mais parte desse meio, não teremos mais confrontos. Por outro lado, devemos adotar uma atitude combativa em assumir e defender nosso Método (e Mestre). A vida é feita de escolhas, optemos como queremos ser vistos e assumamos de que lado profissional queremos estar.
Abraços,
Marcus Amorim
Diretor da Unidade Granja Viana, São Paulo.





segunda-feira, 14 de junho de 2010 às 17:06
anahiflores.org
Queremos una heladería así en Buenos Aires!!!
segunda-feira, 14 de junho de 2010 às 17:08
anahiflores.org
Já reparou que tem 1907 amigos do blog?
Que tal fazer alguma comemoração especial ao atingir os dois mil?
Exemplo: que o amigo N 2000 ganhe um livro autografado por vc. (Algo assim, simpático).
Deixo aqui a ideia.
Beijinho!
Anahí
Buenos Aires
DeRose Reply:
junho 15th, 2010 at 1:45
Talvez façamos algo assim. É uma boa ideia. Vou consultar o blogmaster para ver ser é viável.
Anahi Flores Reply:
junho 15th, 2010 at 20:38
segunda-feira, 14 de junho de 2010 às 20:17
Respondendo a pergunta: Por que não mencionar no mesmo lugar o Método e a palavra mágica?
Para entender a fundo esta questão precisamos voltar um pouco no tempo…
Durante dezenas de anos toda a nossa egrégora batalhou intensivamente para que o público e imprensa entendessem nossa proposta. Mas não teve jeito. Nossa luta foi em vão.
Nenhum de nós aguentava mais a falta de compreensão. Alguns de nós já estávamos desesperados. Falávamos de autoconhecimento, filosofia, cultura e aprimoramento das relações humanas e todos entendiam terapia, zen, relaxamento e religião. (Opa, isto é mágica! Transforma o significado!)
Então, nos conscientizamos que a palavra mágica era na verdade uma caixa preta intocável e imutável.
Solução?
Não vamos mais usar tal palavra. Pronto. Vamos usar outra palavra, outro nome. Qual? Método DeRose parecia mais apropriado, pois era assim que o público, que verdadeiramente nos compreendia, nos chamava.
Quando usamos este nome, todos entendem. Todos se abrem para compreender. Todos associam-no a um trabalho íntegro e responsável. Não existem AINDA conceitos pré-estabelecidos. O nome é quase virgem. Basta que nós façamos a boa fama! (que continuemos a edificar a boa reputação que já tem).
E mais: Método DeRose é mais que Yôga. É maior! É outra coisa.
Dizer que o Método é Yôga é simplificá-lo. Então, não pode. Não podemos comprometer o satya. rsrsrs
DeRose Reply:
junho 15th, 2010 at 1:23
Heduan, você está uma fera!
segunda-feira, 14 de junho de 2010 às 20:24
E agora, respondendo a pergunta com uma pitada de humor: Por que não mencionar no mesmo lugar o Método e a palavra mágica?
O nome da mágica é: A MÁGICA DO DESESPERO.
O mágico fala: – SHAZAM!! e o coelho desaparece.
O instrutor fala: – YÔGA!!! e a bagunça se fortalece!
Isto é mágica! Nós não fazemos mágica. Fazemos Método DeRose.
Curitiba-Brasil
segunda-feira, 14 de junho de 2010 às 21:16
romulojusta.blogspot.com
É… já sofri bastante com o vodu das palavrinhas mágicas…
Formado em psicologia, ouvia inúmeros absurdos quando me apresentava como psicólogo. Umas das mais insanas e clássicas era a seguinte interpelação:
- “Pissicólogo” é? Você não está lendo meus pensamentos, está?
Só conseguia responder:
- Não, sabe o que é, é que eu reprovei na disciplina de Telepatia II…
Rômulo Justa
Unidade Dom Luís – Fortaleza/CE
DeRose Reply:
junho 15th, 2010 at 1:17
É um alívio saber que não somos as únicas vítimas dos estereótipos temperados com as especiarias da burrice. Beijão, amigo.
terça-feira, 15 de junho de 2010 às 3:15
mestrao querido, Heduan querido!!!!
estava aqui assistindo o DVD com sua entrevista, parabens pela qualidade do produto em si e pelo conteúdo…
Te ver pra mim é um grande prazer já faz algum tempo…
Como andei longe de unidades a algum tempo, quando percebi a mudança e, inicialmente, não entendi, sempre lutamos pela palavrinha mágica e hoje mudou…
Uma das coisas que tenho observado é que mudamos sempre, mudar é parte do processo de consciência, é parte da evoluçao… o mesmo cara de 18 anos, hoje tem sessenta e poucos, passou por muitas transformações… creio que o Metodo também… Sua sistematização é um tesouro pra mim… não importa quantos anos fora, a essência do conhecimento está lá, a egrégora, o amor, o contentamento… a palavrinha mágica significa União, plenitude… Isto está entranhado no Metodo DeRose… e isto está em mim e não sai (as tatoos que o digam).
Beijo enorme e que mais evolução venha, seja o nosso De.
DeRose Reply:
junho 15th, 2010 at 9:58
Fiquei bem feliz com o seu comentário, Hemerson. É isso mesmo. Você compreendeu cem por cento. Eu só não diria que “hoje mudou”, porque na verdade não mudou nada. Apenas tomamos consciência de que nestes 50 anos de magistério o Método foi se formatando e se expandindo muito gradualmente, de forma natural, e num dado momento assumimos que fazemos outra coisa. Mas que essa coisa, o Método, continua contendo o Yôga em seu acervo, na parte das técnicas. Por isso, em sala de classe, continuamos pronunciando a palavra mágica. Por isso, continuamos escrevendo e publicando livros sobre esse assunto. Apenas precisamos compreender que o Método engloba essa filosofia hindu milenar, mas não se restringe às suas técnicas e abrange muito mais. O “muito mais” são os conceitos, proporcionando uma visão livre de estereótipos, sem sânscrito e que nos permitirá mudar o mundo. Os conceitos são propostas comportamentais que nos permitem reeducar todos quantos estiverem receptivos para melhorar e crescer, inclusive em civilidade, responsabilidade social e consciência ambiental. Os conceitos juntamente com as técnicas constituem uma cultura. Por isso é importante ter claro que não mudamos nada. Não há nenhuma novidade no conteúdo. É uma nova abordagem de um conteúdo antigo que preservamos com muita reverência. Um beijão para você e seja bem-vindo de volta à egrégora que lhe tem muito afeto.
Heduan Reply:
junho 15th, 2010 at 11:26
Saudades de você Hemerson. Sinto falta de ver o seu jeitão alegre de ser por perto! Lembrei do sat chakra de despedida da Assíria, quando ela foi pra Europa. Foi muito bom!
Abração.
terça-feira, 15 de junho de 2010 às 8:01
A nova palavra mágica e que está na moda é terapia. É poesia terapia, é música terapia, é expressão corporal terapia, é massagem terapia, etc, etc. Tudo terapia, é demais!
Abraços
Luís Roldão – Unidade Marquês de Pombal/Lisboa
terça-feira, 15 de junho de 2010 às 12:52
Maestro, ahh la palabra mágica, creo que nos vendria bien una heladeria asi en Guatemala tambien. Muchos saludos desde Guatemala
terça-feira, 15 de junho de 2010 às 19:35
blog.aprates.com
Respondendo a pergunta: Por que não mencionar no mesmo lugar o Método e a palavra mágica?
Como há muita confusão sobre a palavra mágica optamos por usar uma marca virgem!
Método DeRose é um estilo de vida, um método para aprimorar a qualidade de vida, uma forma de mudar o mundo começando por você. Sua estrutura vai muito além de técnicas para aprimorar o indivíduo, é uma cultura, é uma experiência a ser vivenciada em grupo através da convivência.
Para que as pessoas não nos confundam com uma visão estereotipada de algo que de fato não somos, evite a todo custo a tal palavrinha mágica.
Think diferent. Diriam os usuários da Apple.
Live by it. Diriam os da tribo Harley Davidson.
It’s a lifestyle. Diriam os praticantes do Método.
Yô Reply:
junho 17th, 2010 at 14:25
that’s the way!
I like It!
quarta-feira, 16 de junho de 2010 às 0:37
Olá mestre querido!!!
Respondendo à pergunta: Porque não usar no mesmo lugar o método e a palavra mágica?
Trabalhamos com conceitos, com técnicas, mas acima de tudo com pessoas.
Cada qual tem sua bagagem cultural, vive num meio social, passou por diferentes experiências e travou contato com pessoas muito diferentes entre si.
Dentro deste caldeirão de informações, para todos aqueles que buscam a Nossa Cultura, o Nosso Método para organizar o seu HD, é preciso que sejamos nós, os instrutores, os praticantes realmente identificados e engajados que façamos o papel de diferenciação, de esclarecimento, de mostrar que DeRose é outra coisa.
De que forma? Pelo exemplo de fidalguia, de politesse, de refinamento até mesmo ao informar do que se trata o método, que ele se diferencia, ou melhor que é muito mais abrangente do que apenas a “palavra mágica”, que esta é apenas uma das peças que constituem esse imenso quebra-cabeças perfeito de apoio à evolução humana, mas sem o qual, a obra de arte final ficaria incompleta.
É preciso deixar claro que a “palavra mágica” é a peça-chave, do centro do quebra-cabeça mas que não é O quebra-cabeça.
Beijinhos a todos os amados amigos e um ainda maior para você!!!
Instra. Cris Volter
Luis Eduardo Magalhães – BA
DeRose Reply:
junho 16th, 2010 at 1:07
Gostei de “a palavra mágica é a peça-chave, do centro do quebra-cabeça mas que não é O quebra-cabeça.” Muito perspicaz! Beijinhos.
quinta-feira, 17 de junho de 2010 às 14:22
sem comentários! A síntese da Cris abrange tudo o que tenho visto aqui em Curitiba… Por isso o sucesso é inevitável…
Obrigado Mestrão…
Ps: Otima aula na terça.