Que época rica em almas inspiradas! Alexandre Dumas, Victor Hugo, George Sand, Honoré de Balzac, Lizst… Esses e tantos outros, todos juntos numa só época e num só lugar!
Balzac já havia escrito uma carrada de livros, era o mais lido em Paris e suas obras um sucesso pelo mundo afora. A essa altura sua mãe lhe disse: “Honoré, você não nasceu para escrever. Maldita hora em que enfiou essa idéia na cabeça. Você deveria ter um emprego regular e receber um salário, ao invés de viver cheio de dívidas e ser insultado nos jornais pelos críticos que o ridicularizam com suas caricaturas!” Até a Igreja colocou o nome de Balzac na lista negra, considerando seus livros perniciosos. Balzac, o herege, o maldito.
Ah! Se Balzac tivesse ouvido sua mãe… Ah! Se eu tivesse ouvido a minha mãe… Hoje a literatura não teria La Comédie Humaine e eu seria um empregado numa empresa qualquer. Não teria escrito mais de vinte livros, não teria viajado o mundo todo tantas vezes, não teria mudado para melhor a vida de tanta gente. Teria me limitado a trabalhar para viver e viver para trabalhar como as legiões de empregados infelizes, sem motivação, que viveram e morreram sem nunca saber a que vieram ao mundo. Nesta idade, provavelmente, eu estaria velho, pobre e doente, como em geral estão os empregados nessa fase da vida, ansiando por uma aposentadoria que, longe de ser libertadora, constituiria o prenúncio do fim.
Mas, se a instituição do emprego é nociva, por que nossos pais nos aconselham a sermos empregados? Pior: eles nos doutrinam, pressionam e, muitas vezes, obrigam a esse destino desafortunado e sem perspectivas.
Conscientize-se desta realidade humilhante. Um amigo pergunta: “O que o seu filho faz?” E o pai tem que responder: “Ele é um empregado.” Numa situação assim embaraçosa, é normal que esse genitor justifique: “Mas ele está muito bem. É uma carreira de futuro. Trabalha numa grande empresa.” (Com sorte e se trabalhar direito, dentro de dez anos ele poderá estar ganhando bem, se não for despedido antes.)
Quando escuto isso sinto como se o pai de um escravo no Império Romano estivesse respondendo: “Meu filho é escravo. Mas ele está muito bem. Trabalha para um rico senhor, muito conceituado.”
E se o filho ou filha encontra um caminho melhor, instala-se em casa um clima de tragédia e tortura psicológica. Mas os pais não querem justamente o bem dos seus filhos?
Querem. Contudo, são condicionados pelo Sistema e acham honestamente que o melhor é ser empregado.
Primeiro paradigma: o sistema de escravagismo
Os historiadores estimam que nos últimos 50.000 anos, desde o período pré-histórico até o final do século XIX, o escravagismo era um princípio aceito e praticado por quase todos os povos. Pode-se declarar, então, que a humanidade sempre explorou a escravatura e que a supressão dela no século XX foi um pequeno espasmo, um soluço na história laboral. Era considerada uma prática natural, pois, se não fossem os escravos, quem construiria as grandes obras e quem trabalharia nas residências? O trabalho escravo parecia ter todas as vantagens e sempre contou com o beneplácito da religião. Mesmo pessoas tidas como bondosas e inteligentes não viam nada demais em ter escravos.
Segundo paradigma: a revolução industrial
Num dado momento, ocorreu um arroubo de transição reforçado, em grande parte, pela revolução industrial. A maior parte das nações e quase todos os intelectuais, repentinamente, despertaram da sua letargia e declararam-se contra a escravidão. A nova onda era o emprego! O que eles não confessaram – talvez nem se tenham dado conta – é que a legião de empregados era apenas uma leve adaptação do sistema de escravagismo. Ninguém quis reconhecer que a instituição da mão de obra descartável beneficiava a todos, menos aos empregados que eram explorados para que o Sistema se mantivesse em movimento. Sem a massa anônima de empregados, as indústrias não funcionariam; o comércio entraria em colapso; e os serviços, quem os faria? Portanto, o melhor sempre foi usar um tapa-olho e enxergar só a metade que convinha à sociedade.
Nessa ótica, os empregados são como os soldados de um exército. Os generais sabem que os soldados estão ali para ser sacrificados. Antes de uma batalha são avaliadas as expectativas de baixas: 30%, 50%, 70% – mas a batalha precisa ser ganha. Para a instituição militar, se o comandante tivesse pena de enviar seus comandados para a carnificina, estaria subvertendo o Sistema e seria, ele próprio, sacrificado.
Na instituição do emprego é a mesma coisa. Os empregados ganham mal, são humilhados, contraem doenças laborais e vivem na corda bamba, já que a qualquer momento podem ser demitidos. E o serão, inexoravelmente. Todo empregado já esteve desempregado e sabe que o estará outras vezes. Então, por que cargas d’água nossos pais nos empurram para esse destino impiedoso? Porque toda a sociedade tem que ser condicionada, mediante uma verdadeira lavagem cerebral sistemática, a considerar que a única opção é ser empregado.
É a mesma coisa com o militarismo. É melhor achar bonito um batalhão marchando ao som de hinos marciais, com seus uniformes e armas viris; é melhor louvar o heroísmo e condecorar os mortos. Porquanto, se questionássemos isso, o que poríamos no lugar? Como garantiríamos a soberania nacional? Como defenderíamos nossos lares?
Assim, mandamos nossos filhos para o sacrifício do emprego, um verdadeiro holocausto, achando que é para o bem deles. Não é. É para o bem da sociedade, que se nutre das vidas dilaceradas de tantos jovens que são obrigados a humilhar-se por um salário ofensivo, em um emprego sem segurança. Mas, se não tem segurança, por que nossos pais aplicam o chavão “a segurança de um emprego”?
É sabido que as empresas demitem. É sabido que se você for demitido com mais de trinta anos de idade será difícil conseguir outra colocação. Com mais de trinta e cinco será quase impossível. Conheço profissionais capacitados, com diversos diplomas, que ficaram desempregados por vários anos. Por que ocorre isso? Primeiro, porque o Sistema educa as pessoas para ser empregadas como ideal de vida. Os cursos técnicos e as faculdades todos os anos despejam milhões recém-formados no mercado de trabalho. Isso cria uma oferta maior que a procura, o que desvaloriza o profissional e o obriga a aceitar condições indignas. Segundo, porque um recém-formado tem mais entusiasmo, dedica-se mais, exige menos regalias e aceita um salário mais modesto. Tudo isso, porque ele é jovem, cheio de esperanças, está ali para vencer e quer tomar o lugar dos mais antigos. Como vantagem adicional, tendo sido formado mais recentemente, deve estar mais atualizado. Quem você acha que o empregador vai preferir? O veterano que tem quase dez anos de casa, está mais velho, mais acomodado, já tem família, precisa ganhar mais, exige regalias e não aceita certas tarefas nem hora extra? Quem você acha que o empregador vai preferir? Isso mesmo. Qualquer um escolheria o mais novo. A tão propalada segurança do emprego é uma balela.
Terceiro paradigma:
a obsolescência da relação patrão/empregado
Em pleno século XXI, podemos afirmar sem margem de erro que o conceito de emprego e a relação patrão/empregado estão obsoletos. Ainda vão durar bastante, pois a mudança de paradigma demora muito para se processar. Contudo, hoje já existem plenas condições de sucesso para os jovens que optarem por carreiras não convencionais. Aliás, é onde se encontram as maiores e melhores oportunidades.
Acontece que toda a sociedade está estruturada para produzir um contingente humano que constitua força de trabalho. Por isso, desde pequenos sempre escutamos: “Você tem que estudar para conseguir um bom emprego.” Tudo gira em torno disso. Emprego para o homem e casamento para a mulher. Até parece que estamos escrevendo no início do século passado! No entanto, as coisas continuam assim. É como os cadarços dos sapatos. Há mais de meio século, quando eu ainda era criança, lançaram os primeiros calçados sem cordão. Eram os sapatos de fivela. Tempos depois introduziram o elástico. Depois, o velcro. Depois, o zíper. E até hoje a maior parte dos sapatos continua usando os absurdamente unpractisch cadarços que dão trabalho para calçar, para descalçar e desamarram-se o tempo todo, fazendo crianças e adultos tropeçar e cair. Por que continuam usando uma coisa dessas, trabalhosa, sem praticidade e perigosa, ao invés de substituí-la por alguma das muitas alternativas mais modernas? A explicação é que o humanóide demora a incorporar as mudanças.
Com a universidade é a mesma coisa. Antigamente, poucos tinham o privilégio de estudar. O diploma era cobiçado. Os tempos mudaram, não obstante, ainda hoje é assim, especialmente para aqueles que não puderam estudar na época em que ter diploma era chique. Naquela época era um diferencial. Hoje todo o mundo tem diploma. E ele não vale mais nada. Foi banalizado. Quem cursa uma faculdade “para conseguir um bom emprego” vai ficar desempregado se não fizer uma pós-graduação no exterior, mestrado, doutorado, especializações etc. Isso custa caro. Custa tempo. Anos verdes de vida, anos preciosos de início de carreira na juventude. Quando o brilhante e esforçado estudante consegue ingressar no mercado de trabalho terá perdido tanto tempo que jamais aprenderá a ganhar dinheiro, como o aprenderam aqueles que, sem diploma algum, começaram a trabalhar em tenra idade.
Estaríamos pregando que os jovens deixassem de estudar? De forma alguma. Defendemos o direito de quem quiser estudar para ser empregado numa carreira comum, que o seja; mas, por outro lado, que respeitemos a liberdade de escolha de quem quiser seguir uma carreira nova, criativa, inusitada, que o realize e gratifique mais. Ainda que seja a de saxofonista ou a de instrutor de Yôga!
Assista agora ao discurso do Steve Jobs:
Continuação do dircurso:
Sobre produção, indústrias, emprego, consumo, poluição, reciclagem, contaminação do solo, do ar e da água:
Mestre, não tem a ver com assunto, mas achei este texto sobre trabalho interessante. Fica bem clara a diferença entre o profissional preso a um emprego que não o satisfaz e o Instrutor de SwáSthya, que alia uma enorme paixão pelo que faz ao desafio do empreendedorismo. Beijão!
Um mundo sem desafios: os riscos de infelicidade da carreira “confortável”
SÃO PAULO -- A certeza é uma necessidade do ser humano. Quem não quer garantia de que amanhã terá emprego e salário? Mas essa premissa se transforma em armadilha a partir do momento em que os profissionais criam uma zona de conforto e, ao mesmo tempo em que conseguem prever o futuro, se sentem infelizes. A explicação é do presidente da SBC (Sociedade Brasileira de Coaching), Villela da Matta.
Ele conta que oito em cada dez profissionais estão infelizes. Por conta de tanta infelicidade, as empresas necessitam operar com um número maior de funcionários do que realmente era necessário para se manterem competitivas.
O motivo é que gente desmotivada trabalha aquém de seu potencial. Não é só uma questão de produtividade, mas principalmente de qualidade e envolvimento. Para sobreviverem, as organizações necessitam de quem enxerga além e pensa de forma estratégica.
A falta de desafios
A necessidade da certeza afastou as pessoas dos desafios. Daí surgiu um paradoxo. Segundo Villela da Matta, a incerteza também é uma necessidade do ser humano. Sem ela, não é possível ser feliz!
Imagine um mundo no qual tudo é fácil: as pessoas não precisam estudar, uma vez que há ótimos empregos para todos, sem exceção. Os salários, as casas, os carros são todos iguais. E não há preocupações, porque o governo cuida de tudo, até mesmo paga salários extras para a população.
O que aconteceria se vivêssemos em um lugar assim? Sem objetivos a serem perseguidos, a vida ficaria sem graça! Acredite, o ser humano também não suporta muitas certezas!
O que a maioria das pessoas buscam, ainda que não notem? Desafios. O problema é que encarar desafios significa trilhar caminhos desconhecidos, o que envolve riscos. E então, dependendo da pessoa, a necessidade da certeza pode falar mais alto.
Escravo da certeza
Como é possível ser escravo da certeza e, ao mesmo tempo, necessitar de desafios para ser feliz? A vida é feita de escolhas. A necessidade da incerteza faz com que as pessoas cresçam e trilhem caminhos inimagináveis, cujo fim provável é o sucesso ou, no mínimo, a satisfação pessoal.
Empresários hoje admirados pelo público, por exemplo, não existiriam se não fosse a busca incessante por desafios. Quantas pessoas têm coragem de investir o dinheiro de toda uma vida ou o empréstimo obtido no banco, mesmo sabendo dos riscos de o negócio aberto não dar certo? Por sua vez, a necessidade da certeza leva muitas pessoas a terem apenas um objetivo com relação ao trabalho: as férias. Conforme explica o presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, existem três formas de lidar com as barreiras à realização profissional e pessoal:
Ignorando-as: o profissional se convence de que a situação não é tão ruim, sendo capaz de ficar anos a fio em uma mesma empresa, que não o agrada;
Responsabilizando fatores externos e as pessoas ao redor: “Neste caso, o profissional diz para si mesmo: não tenho dinheiro suficiente porque sou jovem; não cresço porque meu chefe não quer um rival; não consigo mudar de emprego porque a situação na minha área é crítica. É uma forma desesperadora de se enganar. Quem encara a vida dessa forma enfrentará todos os dias os mesmo problemas”, diz da Matta.
Fazendo algo novo, para virar o jogo: trata-se da melhor maneira de enfrentar problemas. “É uma insanidade buscar coisas novas para sua vida fazendo sempre o mesmo”, adverte o especialista. “Nos caminhos que envolvem riscos, não existem erros, apenas aprendizados”, garante.
Como não ser refém de sua zona de conforto?
Segundo o presidente da SBC, para fugir da zona de conforto, as pessoas precisam ter objetivos de vida. Mas atenção: não estamos falando de desejos como “quero comprar uma Ferrari”.
Além disso, é importante estabelecer uma data para que a meta seja atingida, bem como os meios para tal.
No entanto, saiba que, para fazer algo grandioso, é preciso mudar a partir de agora, trabalhando as limitações. “Poucas pessoas entendem que, para mudar algo em suas vidas, precisam fazer coisas diferentes e ser alguém diferente desde já. A maioria diz: na segunda-feira, eu começo a dieta; ou quando eu terminar a faculdade, tentarei viajar para aquele lugar que sempre quis conhecer”.
Para mudar, por sua vez, o especialista recomenda que a pessoa cultive crenças fortalecedoras, tais como “Eu sou responsável pelo meu mundo” e “Eu crio meus próprios caminhos”. Acreditar que cada um é responsável por sua vida e felicidade é o primeiro passo. Confira as dicas de Villela da Matta para enfrentar desafios e sair da zona de conforto:
Saiba quais são seus objetivos de vida;
Acredite que você é o único responsável por sua vida;
Convença-se de que não existem erros, apenas aprendizados. “Se analisar a biografia das pessoas mais bem-sucedidas do mundo, perceberá que elas erraram muito mais do que acertaram”, diz da Matta;
Aprenda a dar tempo ao tempo;
Ao realizar seu planejamento de carreira, não superestime o que pode fazer em um ano, mas também não subestime o que pode conseguir em cinco;
Não existe milagre. É necessário entrar em ação constantemente, todos os dias;
Aprenda que tudo na vida tem um preço e pague o preço que for necessário.
http://economia.uol.com.br/planodecarreira/ultnot/infomoney/2009/01/26/ult4229u2258.jhtm
Vídeo interessante para retratar o paradigma do empregado (e um pouco a questão burocrática também).
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Olá Mestre! Mais um ano se passou, e que alegria poder dizer com convicção que não se tratou de apenas mais um ano. Um ano bom para o Brasil e ótimo para o Método DeRose. Em 2009 me formei instrutor e parece que já faz décadas, tamanha a intensidade das mudanças que se operam na minha vida. Nunca trabalhei tanto, nunca aprendi tanto e nunca conheci tantas pessoas legais, de bem com a vida como nestes poucos meses de formado. Nunca ganhei tão bem, nem viajei tanto! Deixo no meu caminho pessoas felizes, e eu mesmo me torno a cada dia portador de uma felicidade sincera e contagiante. Finalmente, estou trabalhando em algo de que gosto, mas mais do que isso num ambiente de trabalho incrível, rodeado de pessoas fantásticas. E para completar ainda caminhando paralelamente a meus propósitos individuais de vida. Agradeço de coração à equipe de instrutores do Alto da XV, em especial ao Prof. Rogério Brant, e ao meu monitor Alexandre Meireles. E um abraço especial a você meu Mestre querido. Sem você nada disso seria possível. Que neste ano vindouro minhas ações possam honrar o nome que portamos nas nossas insígnias e medalhas, o DeRose que está na ponta das nossas línguas e no fundo do nosso coração. Que venha 2010 cheio de força! Encontramo-nos no Param-Paraná, Beijos. Felipe Lengert -- Unidade Alto da XV -- Curitiba, Brasil
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gustavo321 |
Enviado em 23/01/2010 às 10:29
Mestre, Eu assino esta revista online e olha só que interessante este artigo que vem ao encontro daquilo que dizes e que muitos desdenharam, achando que os tempos nunca mudam e que vivemos num mundo cristalizado. 21/01/2010 – O Enigma da Longevidade – Júlio Sérgio Cardozo A tecnologia tem o seu lado perverso, apesar de aumentar a produtividade, tira o emprego. Como você vai se posicionar em um mundo em que cada vez mais há menos oportunidades de trabalho? Pense em sua empregabilidade futura. O problema do desemprego é uma ameaça real em todo o mundo, que se agrava diante do crescimento desordenado da população e se torna um desafio quando enfrentamos crises como a que vivemos no último ano. Apesar dos sinais de recuperação da economia, uma lição ficou na mente dos executivos: fazer mais com menos. Não tem jeito, os duros prejuízos reportados ao longo das inúmeras crises que passamos deixaram marcas e as empresas estão cada vez mais conscientes de que não podem jogar dinheiro fora. Aquela era de gastos desvairados em momentos de torneiras abertas acabou. Hoje, qualquer investimento que for feito será muito bem avaliado, pensado e dimensionado. E mais do que nunca a questão custo versus retorno certamente ditará as regras de todos os projetos que sairão da gaveta. As perspectivas para 2010 e os anos que se seguirão são bastante positivas. Mas como já disse, nada será como antes. Haverá emprego como antes? Minha resposta é não. As estatísticas mostram claramente que o modelo do emprego formal, como estamos acostumados a ver da carteira assinada, está acabando. Da mesma forma que assistimos a uma reinvenção das profissões. Pode parecer um cenário catastrófico, mas as mudanças que vemos hoje terão impactos profundos bem mais cedo do que imaginamos. Quando o economista Jeremy Rifkin, em seu livro “O Fim dos Empregos” previu um futuro sombrio há 16 anos, não só causou grande polêmica, como foi alvo de olhares desconfiados, já que estamos acostumados a ver futurologias caírem por água abaixo. Infelizmente, ele estava certo. A busca com sofreguidão por redução de custos na produção provocou cortes e mais cortes de postos de trabalho. Por outro lado, esta nova fase, chamada por Rifkin de a terceira revolução industrial, é o resultado do surgimento de novas tecnologias, como o processamento de dados, a robótica, as telecomunicações e as demais tecnologias que aos poucos vão pondo máquinas nas atividades anteriormente realizadas por seres humanos. O pior de tudo é que as pessoas ainda não se deram conta de que viverão cada vez mais, não encontrarão tantas oportunidades de trabalho porque já não há empregos para todo mundo como antes e terão carreiras mais curtas nas empresas. Esses aspectos já estão afetando suas vidas e é um caminho sem volta. O mercado de trabalho não consegue absorver os milhares de profissionais que perdem seus empregos todos os dias e quem passou dos 60 enfrenta o dilema de encontrar um lugar ao sol. O que fazer então se dados recentes do IBGE chamam a atenção para o aumento da expectativa de vida dos brasileiros, que está na casa dos 72 anos? A resposta para este paradoxo – menos emprego, carreiras mais curtas e a longevidade – é planejar a carreira o mais cedo possível e antes que a tragédia do desemprego perene bata à sua porta. Ter um plano B deixou de ser uma possibilidade para se transformar em necessidade imperiosa. No livro “O Melhor Vem Depois”, que escrevi em coautoria com a jornalista Andrea Giardino, retratamos bem essa questão. Impressionante os depoimentos que nos chegam diariamente dos leitores que comprovam esse movimento que acontece no mercado. Tem sido difícil dar conta de tantos pedidos de conselhos de como enfrentar a situação. Casos, às vezes, desesperadores. Muitos dos profissionais que entrevistamos para ilustrar o livro foram reféns desse cenário e por não terem um plano B, ingenuamente acreditavam que se recolocariam rapidamente. O ex-presidente da GVT, Marcio Kaiser, enfrentou um duro golpe ao se ver um belo dia sem o sobrenome corporativo e descobrir que não havia mais espaço para seu talento. Após meses e meses de tentativas, parece ter encontrado um caminho. Se tivesse traçado uma meta desde cedo, talvez seu destino tivesse sido outro e não o da vítima do acaso. Cabe a nós dentro dessa sociedade baseada na informação, valorizar nosso conhecimento e transformar as competências adquiridas em algo que nos perpetue como população ativa, mesmo aos 70 anos. Quer um conselho? Corra e prepare o terreno desde já e comece a traçar seu plano B. Se você não for o comandante pelo menos seja um passageiro da primeira classe e aproveite a paisagem. Ficar aí ao sabor do destino não dá. Reaja! Por Julio Sergio Cardozo (CEO da Julio Sergio Cardozo & Associados e professor livre docente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Website: http://www.cardozo-group.com/. Twitter: http://Twitter.com/juliocardozo) ———————————————————————– |





segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 4:12
yoganosjardins.com.br
Um grande exemplo do que você diz, das Universidades, está neste discurso do Steve Jobs.
Vale a pena ver (está em 2 partes):
Fernanda Neis Reply:
janeiro 19th, 2009 at 4:36
Pots De o segundo link não foi direito.
Aqui vai
aí vc recorta e cola
http://br.youtube.com/watch?v=ksoo-G_YB2o&feature=related
Anahí Reply:
janeiro 19th, 2009 at 17:07
Adoro esse dicurso do Steve Jobs. É super inspirador.
Beijinhos,
A.
Daniel Cambría Reply:
janeiro 19th, 2009 at 16:01
Fantástico! Obrigado por compartilhar.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 8:40
wwww.yoga.pt
Também gostei muito do discurso de Steve Jobs. Adicionei o seu vídeo no meu blogue. Concordo plenamente com estas palavras, pois também eu larguei um emprego tão confortável, para me dedicar a 100% ao SwáSthya. Mas pressão da família faz com que eu me fortaleça e finque mais os meus pés neste ideal. Obrigada Dê.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 8:52
uni-yoga.org
Eu também acabei ficando no Yôga pela vida toda graças as pressões da minha família contra. É a lei de ação e reação. O proprio Cristianismo não teria ficado tão forte se não tivesse sofrido tantas pressões contra, no seu início, nem teria se tornado tão conhecido. É muito estúpido que as pessoas não percebam isso! Eu também acabei ficando mais forte graças às campanhas que os inimigos fizeram, e ainda fazem, contra o meu trabalho. Por favor, que eles continuem pressionando.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 9:31
yogabatel.blogspot.com
Realmente posso-me considerar privilegiada com os pais que tenho, embora minha mãe já tenha falecido. Mesmo que quando criança, eles sonhavam que eu iria ser administradora da empresa de meu avô ( afinal todos os pais tem um sonho para seus filhos e como eu sempre fui primeiro lugar em matemática…) quando falei que não queria, respeitaram minha decisão e sempre me apoiaram em todas minhas escolhas. Sempre me deram incentivo em tudo o que fiz, em todas as minhas escolhas. E eu jamais tive um emprego em toda a minha vida! Não ganho rios de dinheiro, mas tenho certeza de minha felicidade. Será que se eu estivesse num escritório, ganhando cem mil por mês, agora poderia estar aqui, olhando esse blog? Ou estaria ao contrario, contanto os minutos, para chegar o fim-do-dia?
Beijos
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 10:09
yogaantiguo.wordpress.com
Ay, Mestre. Tengo la profunda sensación de que mi vida hubiera sido bastante diferente si yo hubiera leído este texto. Me hubiera ahorrado por lo menos diez años de disgusto, que pasé sin comprender porqué aquello para lo que fui educada no me satisfacía.
Sólo una cosa valoro aún hoy del trabajo en relación de dependencia: conocer cómo es, cómo se vive y cómo te pueden tratar (incluso apoderándose de tus ideas para ponerles otro nombre…. robándote!) me hizo saber que nunca, nunca de verdad quiero eso otra vez para mi. Y así, valoro mucho más la libertad y el libre albedrío que tengo en esta profesión tan maravillosa de instructora de SwáSthya.
Gracias por tus palabras! Son lo primero que leo en el día!
Un abrazo,
Natalia
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 10:43
yogaweb.com.pt
Mestre este texto contém tudo o que se pode dizer sobre o paradigma do emprego. Só quero deixar o meu testemunho.
Aos 38 anos comecei a praticar SwáSthya. Tinha uma posição muito confortável e com muitas regalias, numa das maiores empresas portuguesas.
Entretanto, formei-me como Instrutora e aos 42 anos rescindi o contrato com essa empresa. Dois anos mais tarde abri a minha própria Unidade. Foi uma das melhores decisões da minha vida. Deixei de ser empregada e passei a ser senhora das minhas próprias decisões, do meu horário de trabalho e, o melhor de tudo, a fazer algo que me inspira e completa. Adoro a minha profissão. E eu, que dantes, nem profissão tinha! Era uma empregada. De uma empresa de luxo, é certo, mas uma empregada.
Hoje com 50 anos não vivo a pensar na hora da reforma. Aliás, não me quero reformar. Se o Manoel de Oliveira aos 100 anos continua a fazer filmes, eu aos 108 ainda quero dar umas aulas
Um beijão
Zélia Couto e Santos
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 10:43
adyashtanga.org
Querido Mestre
Posso remeter-lhe, por correio, um livro que escrevi, Pránáyáma Samhita? Para a sua revisão e autorização para publicação?
SwáSthya
João Camacho
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 13:37
Um dia eu tembém ouvi que deveria estudar Administração e não “ióga”!!
Que bom que não dei trela e encontrei você Mestre.
Beijos
Márcia
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 14:36
Mestre
Estava meditando sobre estes assuntos ontem.
SwáSthya, movendo montanhas, como sempre.
Beijo
João
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 15:19
Além disso, observo nos meus amigos de mesma faixa etária que exercem uma determinada profissão na condição de empregado, a perda da criatividade, do livre-pensar.
Algumas vezes tenho a oportunidade de reencontrá-los. Viraram autômatos!
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 15:44
Mestrão, fico muito feliz de poder fazer parte desta família e de representar o seu trabalho.
Tudo o que vc ensina sobre como devemos encarar o trabalho está anos-luz à frente de tudo o que está sendo executado na empresas atualmente.
Um grande abraço e até breve!
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 18:04
alexandremontagna.com
Gosto muito desse texto. Sabe, Mestre, há muitas pessoas inteligentes neste mundo que têm pontos de vista mais lúcidos, diferentes da maioria. O que ocorre é que raríssimos são os que conseguem se expressar e criticar alguns sistemas humanos de maneira tão elegante e diplomática como você.
Alguns escritores falam a verdade e, por isso, agradam poucos.
Outros escritores agradam muitos, porque falam de amenidades e ilusões.
Você é o meu exemplo da síntese do melhor dos dois itens: fala a verdade, conseguindo agradar muitos. Até mesmo os que inicialmente não compartilhariam da mesma opinião. É o siddhi da palavra escrita.
Abraço forte,
Montagna
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 19:14
zeitgeistmovie.com/add_portug.htm
Mestre gosto muito quando você fala sobre este assunto em particular. Existe um filme distribuído na internet que fala sobre como ainda estamos vivendo em um sistema que acaba por nos consumir por completo e o que achei mais interessante é que na segunda parte do filme ele propõe como poderia ser melhor agora, neste exato instante, sem a necessidade de inventar nada novo, apenas alterando o paradigma atual e o foco da economia.
Recomendo assistir =)
http://www.zeitgeistmovie.com/add_portug.htm
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 23:39
uni-yoga.org
Sei bem o que é isso, Ana, quando reencontro antigos amigos que desistiram de ser homens livres para se tornar empregados.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 23:40
uni-yoga.org
Com a sua ajuda, Nilzo, estaremos todos juntos, muitos anos à frente e marcaremos a História com nossas contribuições.
Marilia Zanco - Uniyôga Plaza SUl Reply:
janeiro 20th, 2009 at 8:58
Parabéns pela coragem de todos que comentáram aqui… acho que ainda tenho que trabalhar mais o desapego e o medo do futuro p/ tomar uma atitude dessas…mas com certeza um dia eu consigo….
terça-feira, 20 de janeiro de 2009 às 7:50
espaceenergie.fr
Obrigado Mestre por este texto, ele tem mesmo a força de mudar vidas!
Sobre este tema gostaria de partilhar um ou texto, inspirado neste, extraido do meu futuro livro, “Universidade de Yôga – Escola de Sábios” :
QUANDO FOR GRANDE QUERO SER…
Só por si esta premissa já é bastante infeliz, mostrando à criança que mais cedo ou mais tarde ela vai perder a sua identidade e receber um rótulo. Além disso, parece que não é importante ser criança, interessa é começar a definir o que vamos ser no futuro: lá vamos realmente ser alguém.
Gosto de comparar o mundo dos pequenos com o mundo dos grandes. Onde há crianças há sempre risos, alegria, saltos, sonhos, imaginação, cores, brinquedos, travessuras, fantasia, dias grandes, etc. Já no mundo dos adultos, stress, apreensão, ressentimentos,… O tempo nunca é suficiente, os dias voam. Vistas as diferenças fico a pensar, por que motivo uma criança gostaria de ficar grande?
Certamente a vida das crianças é mais confortável uma vez que contam com a protecção dos adultos que se sacrificam a trabalhar para que “nada lhes falte”. Será então ilusório esse mundo em que as crianças vivem, sendo inevitável o dia de colocar os pés no chão, guardar os sonhos na gaveta e fazer pela vida?
Preocupados com o futuro dos seus herdeiros, os pais são os primeiros a influenciar os pequenos a pensar no futuro. Os principais critérios para a escolha da futura profissão são o retorno financeiro e o reconhecimento social. Apanhados num momento de indecisão, a maioria não faz ideia do que fazer da vida, e empurrados por um exército de influenciadores constituído por pais, familiares, vizinhos e amigos, os adolescentes não dispõe de argumentos para discordar que estudar medicina, engenharia, arquitectura, direito, procurar um emprego “seguro”, é o melhor a fazer. Mesmo quando não tem a mínima vocação para essas matérias. Muitos acabam mesmo por acreditar que é mesmo isso que querem. Receber um bom ordenado que permita comprar uma casa, carro e férias nalgum local paradisíaco, deve ser óptimo!
Depois de anos e anos de estudo, infindáveis horas em salas de aula, o jovem recebe o seu diploma e está pronto a entrar no mercado de trabalho. Aí começam os problemas. Muitos nem conseguem colocação na área de trabalho para a qual estudaram. Os que conseguem, rapidamente constatam a armadilha em que caíram. O dia a dia é chato, monótono, não há espaço para expressar criatividade.
[...]
terça-feira, 20 de janeiro de 2009 às 13:33
zeitgeistmovie.com/add_portug.htm
Mestre existe um filme que fala sobre a nossa sociedade atual e se posiciona de maneira muito semelhante ao seu ponto de vista com relação ao emprego e propõe uma mudança de paradigma para um novo sistema econômico diferente de qualquer forma de socialismo, capitalismo, fascismo ou outros sistemas que conhecemos.
O filme é gratuito e basta acessar este link
http://www.zeitgeistmovie.com/add_portug.htm
Abração!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 11:17
Este texto é muito bom. O vídeo do Steve Jobs é fantástico.
Eu já fui empregado e sentia que estava sendo engolido pelo Sistema, entorpecido pela Matrix.
As pessoas entram num círculo vicioso: acordam, vão pro trabalho, voltam cansadas e dormem; no outro dia, tudo de novo, e de novo, e de novo. Tornam-se sonâmbulos, não têm tempo de se dedicar às coisas que parecem relamente importar na vida, param de pensar até onde vai o universo (esses pensamentos eu tinha qdo criança e me esforço para continuar tendo! rsrs).
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009 às 13:00
Umas das primeiras coisas que aprendi na Universidade de Yôga quando estava no meu processo de formação profissional para me tornar Instrutora de SwáSthya Yôga foi: Torne-se um empresário e não um empregado!
Como fazer isso? Pensei…
A Rede DeRose tem refinado cada vez mais o seu sistema de trabalho, são mais de 50 anos no mercado, uma estrutura rica, sábia e muito inteligente, e que ainda dá suporte para os recém-formados, podendo trabalhar já no seu primeiro ano de formação; adquirindo “know-how” em 4 anos ele já pode ter a sua própria escola, ou seja tornar-se um empresário, não é maravilhoso?
Como o Nilzo citou anteriormente, estamos muito à frente de muitos sistemas de trabalho no mundo todo.
Parabéns pelo excelente trabalho Mestre, eu sei que não foi nada fácil, mas tudo isso aqui é maravilhoso!
Obrigada por compartilhar essa herança cultural!
Um grande beijo no seu coração.
Michele
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009 às 0:03
Querido Mestre,
estou extremamente feliz em escrever pela primeira vez em seu blog, sinto a sensação de ser um privilegiado, como tantos outros, em ter contato com esta imensa fonte de lucidez.
É muito satisfatório ler seus posts, pelo fato de despertarem reflexões sobre várias coisas que acontecem e deixam de acontecer em nossas vidas, e claro, ficar um pouquinho mais próximo de ti e dos outros amigos que fazem parte desta família.
Obrigado, de coração, pela injeção de ânimo que faz com que aprofundemos cada vez mais no SwáSthya Yôga.
Procuro, dentro do meu ritmo galgar os estágios mais avançados para em um dia próximo tornar-me instrutor deste maravilhoso método.
Em relação aos vídeos, fiquei surpreso pela história vivida e contada pelo Steve Jobs, realmente não a conhecia, arrebatadora! Ao outro, The Story of Stuff contada por Annie Leonard vale a pena ver pela conscientização global que estamos passando neste novo milênio, saber de onde vem nossas coisas e para onde vão é muito importante.
O vídeo citado por Arthur Costi, Zietgeist, já o ví e recomendo a todos também.
Grande beijo
terça-feira, 3 de março de 2009 às 18:48
uni-yoga.org
Estimado Luc. É conveniente você fundar uma associação e abrir uma empresa. Mas os detalhes não podem ser tratados aqui. Abração do amigo DeRose
domingo, 15 de março de 2009 às 17:19
Sobre o video do Steve Jobs: Legal ele falar em confiar no coração. Ou seja, confiar no Mestre!
Parece que aqueles que aprendem isso estão fadados ao sucesso!
Swásthya!!
sexta-feira, 20 de março de 2009 às 10:49
Sobre ouvir as mães, descobri essa música fantástica:
Luc Reply:
junho 11th, 2009 at 17:53
Mudou para este endereço:
sexta-feira, 8 de maio de 2009 às 0:41
alexandremontagna.com/blog
Vídeo interessante para retratar o paradigma do empregado (e um pouco a questão burocrática também).
DeRose Reply:
maio 8th, 2009 at 9:40
Excelente, Montagna. Obrigado por compartilhar. Espero que todos o assistam. Abraço forte
Everton Vieira Reply:
junho 9th, 2009 at 18:32
Uau! Esse vídeo é muito bom mesmo!!! Que seja uma semente na minha vida, vou colocar em observação.
Abraços!
Everton
Ale Filippini Reply:
junho 10th, 2009 at 13:55
Ótimo! Como é comum isso acontecer … um empurra para o outro e ninguém resolve nada …
(Unidade Alphaville – São Paulo)
Luc Reply:
junho 11th, 2009 at 17:55
Aproveitando o embalo, descobri no youtube este outro indicado pelo Mestre:
DeRose Reply:
junho 12th, 2009 at 3:07
Na verdade, o vídeo tem mais ou menos meia hora. Dele, este link apresenta apenas três minutos. Recomendo que você procure o arquivo inteiro. O nome é A questão dos paradigmas, da empresa Siamar. A Siamar fica na Al. Jaú. É nossa vizinha. Também não custa nada você ir assistir ao vídeo na Siamar. Ou alugar o DVD.
Luc Reply:
junho 12th, 2009 at 14:09
Esta lista de reprodução mostra o documentário todo:
terça-feira, 9 de junho de 2009 às 15:57
Que coincidência: meu post de hoje também contém o vídeo de Sir Ken Robinson!
Um beijo e até breve (irei para SP amanhã).
terça-feira, 9 de junho de 2009 às 16:48
leilanelobo.blogspot.com
Recebi essa mensagem e achei muito interessante, vale a pena ler e refletir um pouco.
Beijos,
Instra. Leilane Lobo
Fortaleza-CE
O vôo do rato
Diz a lenda que um jovem piloto experimentava um monomotor muito frágil,
uma daquelas sucatas usadas no tempo da Segunda Guerra Mundial,
mas que ainda tinha condições de voar….
Ao levantar vôo, ouviu um ruído vindo debaixo de seuassento.
Era um rato que roia uma das mangueiras
que dava sustentação para o avião permanecer nas alturas.
Preocupado, pensou em retornar ao aeroporto para se livrar de seu incômodo
e perigoso passageiro, mas lembrou-se de que devido à altura o rato logo morreria sufocado.
Então,voou cada vez mais alto e num certo momento notou,
para seu alivio e convicção, que acabaram os ruídos que estava colocando em risco sua viagem,
o seu grande sonho de vida,que era realizar a arrojada aventura de dar a volta ao redor do mundo…
O rato?deixe ele para lá! È passado!
Moral da história:se alguém lhe ameaçar,voe cada vez mais alto.
Se alguém lhe criticar, voe cada vez mais alto.
Se alguém lhe criticar, voe cada vez mais alto…
Sabe por que?
Quem ameaça sem embasamento,quem critica sem fumdamento,
quem inveja maldosamente,quem não sabe valorizar o que de bom há a seu redor,
quem é injusto com os de boa indole,
são iguais ao ” ratos”.
Não resistem as grandes alturas!
terça-feira, 9 de junho de 2009 às 18:01
Querido Mestre,
Estou agora reenviando este texto para meus amigos e alunos…Adorei! Meu brevíssimo rol de empregado a 18 anos atrás foi para ver de perto o que nao quería fazer da minha vida e juntar um dinhero para fugir de esse sistema no qual nunca acredite.
Da misma forma que meu cautivo a leitura de “Quando é precisso ser forte” a 8 anos atrás(em aquela epoca “Yôga Mitos e Verdades”), me cautivo a postagem. Obrigado!
terça-feira, 9 de junho de 2009 às 20:33
myspace.com/viniciusbregaldabaiaopess
Nossa! Que texto arrebatador!
Nunca havia enxergado a questão assim!
Obrigado pelo esclarecimento Mestre!
quarta-feira, 10 de junho de 2009 às 0:47
Think different
quarta-feira, 10 de junho de 2009 às 5:58
é um prazer escrever aqui pela primeira vez; Eu fui aluna da Jô em Americana (ela que me passou o endereço do Blog, merci Jô) Atualmente moro na França, nos arredores de Paris, e estou organizando a minha vida para voltar à pratica.
Eu hoje “precisava” muito ler esse paradigma e assistir esses videos, para acalmar um furacão que passa atualmente pela minha vida, muito obrigada, merci beaucoup et à bien tôt!!
DeRose Reply:
junho 10th, 2009 at 12:34
Querida, não fique sozinha. Vá visitar nossas duas escolas de Paris. Quando estamos fora do nosso país, é importante fazer amigos de várias nacionalidades (tem gente de diversos países). Isso atenua o sentimento de solidão que às vezes maltrata o coração. Caso você se identifique, passe a frequentar alguma das escolas. Ah! E uma vantagem extra: você pode entrar falando português!
Ana Paula Rovina Reply:
junho 10th, 2009 at 16:12
jà estive na unidade da Sonia, não sabia que tinha outra, ela é um amor, mas não consegui conciliar os horarios e é um pouco longe pra mim, mas vou tentar de novo!!
merci,
Jo DePaula Reply:
junho 13th, 2009 at 12:58
Ana, querida!
Estou muito feliz em tê-la aqui conosco, nessa grande família do nosso Mestre. Ana é uma amiga fiel, foi minha aluna aqui em Americana e, minha professeur de français.
Brevemente estará frequentando uma Unidade, aí em Paris.
Felicidades!
Bisous!
DeRose Reply:
junho 13th, 2009 at 23:20
Que bom termos unidades em tantas cidades e em vários países, não é? Não há nenhuma outra escola de Yôga que ofereça tantas facilidades e apoio aos alunos que viajam! Nenhuma outra instituição, clube ou confraria que proporcione uma família internacional tão grande, tão querida, íntima e confiável quanto a nossa. Precisamos divulgar mais esse diferencial aos nossos alunos.
quarta-feira, 10 de junho de 2009 às 12:51
Esse post é o melhor! Independente de qualquer coisa, seja carreira, futuro, etc, etc, etc, princípios valiosos estão nos videos e textos.
Everton Vieira Reply:
junho 12th, 2009 at 17:40
Gosto de definir princípio como o responsável pelas coisas que foram, que são e que serão! Olha a importância!
quarta-feira, 10 de junho de 2009 às 14:00
Antes de mais nada gostaria de agradecer a você, Mestre, por ter dedicado sua vida a essa cultura, sem o que hoje não estaríamos aqui, mudando nossas vidas e quebrando os paradigmas.
Hoje mesmo estava conversando com uma colega do Swásthya sobre fazer o que nos dá prazer e traz felicidade. Trabalhar apenas para ganhar dinheiro ou por entender estar seguro num emprego só pode gerar frustrações.
Tanto eu quanto ela optamos ser instrutoras e em breve faremos parte do grupo de pessoas que tiveram coragem de mudar seu karma.
Aliás, não vejo a hora de estar neste “time”!
(Unidade Alphaville – São Paulo)
quinta-feira, 11 de junho de 2009 às 3:00
Outro filme antigo, mas que vale a pena ser citado é o “Sociedade dos poetas mortos”. Fala sobre a imposição que os pais fazem aos filhos… e infelizmente é assim até hoje.
Abração!
DeRose Reply:
junho 11th, 2009 at 3:11
Esse filme é muito desagradável. Em 1984 conheci o pai de uma instrutora de Porto Alegre que era igual ao pai que no filme leva o filho ao suicídio. Era parecido não só nas atitudes, mas também fisionomicamente. Quando assisti a essa película, disse àquela instrutora: “Assisti a um filme em que o seu pai atuou.” Mas não lhe disse o nome do filme. O crápula era tão igual que a instrutora, sem saber o nome do filme, respondeu: “É, eu também assisti.”
lerivan Reply:
junho 11th, 2009 at 4:06
Nossa! Essa cena é realmente desagradável. Entretando gosto da parte do “Carpe diem”. Esse filme poderia ter um fim bem melhor.
Everton Vieira Reply:
junho 12th, 2009 at 17:45
Numa demonstração de amor paternal, o Mestre guarda seus discípulos, hão de reconhecer no futuro, todo seu mérito, meu querido Mestre, fonte de luz!
sábado, 17 de outubro de 2009 às 23:56
Mestre, tudo bem?
Hoje o escritor Walcyr Carrasco fez uma crônica para a revista Veja São Paulo (Vejinha) que me lembrou muito este seu post. A grande questão colocada foi: as pessoas mais velhas, que acumularam experiências e conhecimentos sólidos, não merecem mais as oportunidades de trabalho do mercado?
Que sociedade cruel que vivemos se isso for mesmo realidade.
Segue o link da crônica para quem se interessar: http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/235/cronica-geracao-desempregada-506168.html
Muitos beijos carinhosos.
Marina Barreira – Yôginí – Vila Mariana – São Paulo