A linguagem foi criada para conseguir a boa comunicação entre os seres humanos. A partir do momento em que ela não sirva para essa comunicação ou, até mesmo, cause mal-entendidos, tal linguagem precisa ser repensada.
Quando nós expressamos o vocábulo “Yôga”, o interlocutor já começa a embaralhar “o Yôga” com “a Yôga”. Dali a pouco ele já evolui para “o Yóga” e depois para ”a ióga”. Com o nome, já começam as discrepâncias. (Explicação: é que há muitos instrutores que o pronunciam e escrevem de diferentes formas e que o interpretam de maneiras divergentes.)
O debatedor questiona o gênero da palavra, a pronúncia e a escrita. Como se isso já não fosse confusão suficiente, na sequência passa a associar o que fazemos com algo completamente diferente e até mesmo antagônico àquilo que estamos querendo ensinar. (Explicação: existem 108 tipos de Yôga que são diferentes entre si.)
“Não, meu querido, não precisa de paciência, não, para praticar”, diz você cheio de tolerância, e tem que ouvir: “Como que não? Todo o mundo sabe que a ióga é muito parada…” (Explicação: há algumas modalidades que são realmente paradas.)
“Não, companheiro, não é para tua namorada, não, é a ti que eu estou convidando”, insiste você já com menos paciência, e amarga a resposta: “Ah! Minha mulher é que gosta ‘dessas coisas’.” (Explicação: embora na Índia o Yôga seja uma arte de cavalheiros, no Ocidente, a partir da década de 1960, foi muito difundido para senhoras.)
“Não, meu anjo, não é para idosos, não, é para gente jovem”, diz você disfarçando como pode a irritação que quer explodir num berro de desabafo, e é obrigado a escutar: “Quando eu ficar mais velho e não puder mais fazer esportes, aí, quem sabe?” (Explicação: de fato, o Yôga é para gente jovem, mas alguns ensinantes se especializaram em recursos inspirados no Yôga para aplicar à terceira idade.)
“Não, cara, não é terapia coisíssima nenhuma, é para gente saudável”, diz você visivelmente abalado, e mal consegue deixar que o interlocutor termine a frase: “Como que não, se os professores de ióga divulgam os benefícios para a saúde e alguns até enumeram as doenças que ela cura?” (Explicação: alguns profissionais exploram a eficácia das técnicas, direcionando-as para atenuar problemas de saúde.)
“Não, seu pafúncio, não é uma seita, não, é para pessoas lúcidas e de bom-senso”, diz você já querendo saltar sobre a jugular do outro, e indigna-se ao ouvir: “Como que não é, se eu vejo sempre na televisão e no cinema pessoas que dizem professar a ióga, com roupas exóticas, cantando Harê Krishna; e outras com atitude mística, colocar as mãos em prece e se inclinar para a frente ao mesmo tempo que pronunciam o mantra adamastêr?” (Explicação: de fato, há vertentes que se consideram religião, como é o caso do Harê Krishna e outras.)
É… essa palavra mágica que produz tanto mal-entendido só pode mais ser utilizada para a comunicação com quem for estudioso da mesma modalidade. Por isso, internamente, prosseguiremos utilizando o termo Yôga, mas para fora, para comunicarmo-nos com amigos, familiares, colegas do escritório, da faculdade, do ginásio, imprensa, conhecidos e desconhecidos, não vamos mais utilizar esse termo.
Quando formos dar entrevistas em rádio, TV, jornais e revistas, o que precisamos a partir de agora é dizer, com muita educação e simpatia, que não queremos falar de Yôga. Que essa palavra não deve constar da entrevista nem uma única vez. Que queremos falar exclusivamente sobre o Método DeRose. Que é uma proposta nova e queremos explicar o que é. (O conteúdo não é novidade alguma. A proposta é que é nova.)
Para tanto, é claro que nenhum press release deve mencionar a palavra Yôga em hipótese alguma.
Mas então, Método DeRose é apenas um outro termo para intitular a mesma coisa? Não.
Método DeRose é outra coisa.
Na verdade, o Método DeRose é constituído por uma tecedura de conceitos e técnicas, das quais as técnicas (e unicamente as técnicas) são provenientes do Yôga Antigo.
Portanto, Método DeRose não é Yôga. Ao mesmo tempo, utiliza o Yôga como uma de suas ferramentas mais importantes.
Conforme pode ser constatado em informativos enviados várias vezes nos últimos anos aos instrutores do Método, nós oferecemos nada menos que 30 alternativas para referir-nos a ele. Algumas delas são: a Nossa Cultura; a nossa proposta; o nosso método; a nossa filosofia; nosso movimento cultural, reeducação comportamental, life style coaching etc.
Quem deu o nome “Método DeRose” foram os alunos e instrutores que vieram utilizando tal referência durante décadas, até que finalmente, comemorando cinquenta anos de ensino, aceitamos utilizar essa nomenclatura.
Quem cunhou a frase: “Método DeRose é outra coisa“? Curiosamente, foram os que ensinam outras modalidades de Yôga, a fim de distinguir que o nosso Método é, de fato, diferente. Nem melhor, nem pior. É “outra coisa”. Interessante, porque quem cunhou o termo impressionismo fora justamente um crítico de arte, opositor ferrenho à pintura de Monet e usara aquele termo com intenção depreciativa. Acabou por produzir o efeito contrário e foi quem desencadeou a fama desse ilustre pintor.
No nosso caso, ficou claro que a intenção dos colegas de outras linhas ao nos classificar como “outra coisa” era de boa-fé quando uma aluna, casada com um editor inglês, sugeriu que ele publicasse um livro de Yôga e ele se recusou de forma categórica. Quando a esposa disse que propusera a edição porque estava praticando o nosso Método, o marido respondeu inusitadamente: “Ah! DeRose eu publico.” Ela questionou: “Por que Yôga não e DeRose sim?” E veio a resposta histórica: “DeRose é outra coisa.”
Então, está bem. Estamos convencidos. Se todos são unânimes em declarar que DeRose é outra coisa, nós simplesmente acatamos a vox populi. Esperamos que seja a vox Dei.





terça-feira, 29 de setembro de 2009 às 11:16
swasthya-yoga.de
Esse processo será um grande passo adiante. Precisamos treinar isso diariamente.
Acabei de confirmar a minha presença na Feira Internacional de Livro de Frankfurt para representar a DeRose Editora.
Preciso dos contatos já existentes que estarão na Feira, assim como um direcionamento e as metas da nossa presença. Se houver algum material que você julgue importante, pode me enviar.
Estou trocando e-mails com o Luís e aguardando respostas da Vivi.
Um forte abraço,
Christian Mader
Skype: christian.mader
DeRose Reply:
setembro 29th, 2009 at 21:53
Que ótimo, Mader! Fiquei bem feliz com a notícia. Ação efetiva, amigo.
terça-feira, 29 de setembro de 2009 às 11:25
Até em casa estou acostumando meu marido a dizer que estou indo praticar o Método DeRose (e não para o Yôga); estou estudando para ser instrutora do Método DeRose … até treinei-o a explicar o que é o Método, caso queiram saber o que é mesmo que a esposa dele “tá” indo fazer?! rs
Mestre, no 18º parágrafo, saiu: “Por acabou por …”
Beijos
Alê – Unidade Alphaville / SP
DeRose Reply:
setembro 29th, 2009 at 21:49
Obrigado pela correção, querida. É por isso que vamos sempre para a frente, porque cada um ajuda o outro. Beijinho.
terça-feira, 29 de setembro de 2009 às 12:05
Masterpiece…
Me encantó este post. Se siente como todas las piezas encajan a la perfección. Siento que a partir de ahora nuestra comunicación va a ser mucho más efectiva y… placentera!
Abrazos!
terça-feira, 29 de setembro de 2009 às 12:30
yogaemsantos.com
Olá Mestre, que saudades já estou de você! E cá estou eu novamente escrevendo em seu blog! Foi difícil mas consegui… rsrsrs
Só estou passando aqui para lhe deixar um beijão.
Com carinho.
Thais Lopes
DeRose Reply:
setembro 29th, 2009 at 21:47
Um beijo para você também.
terça-feira, 29 de setembro de 2009 às 13:08
Pafuncio!!! Adorei… acho que vou adotar.
A titulo de curiosidade – Pafúncio e Marocas – fazem parte da história das bem sucedidas tiras da Arte Moderna norteamericana são os novos-ricos da Belle-Époque no início do século passado.
Com seu eterno charuto, e pose brega de emergente. !!!!!!!! Pafúncio, junto com sua Marocas e sua filha Nora, fizeram o maior sucesso. “Um casal da classe operária, que ficou rico, jogando em corridas de cavalos, mas a grande jogada mesmo, era atingir a alta sociedade.
Nas tirinhas Marocas faz de tudo para parecer chique, mas Pafúncio, que se veste de fraque e cartola, fumando grandes charutos, sempre bota tudo a perder. Ele é comandado por Marocas, embora esteja sempre de olho nas belas mulheres. Nora é uma moça bonita, mas sem muito glamur, passando desde que a família ficou milionária, a ter uma fila de pretendentes.
Uma critica social profunda a parte da sociedade.
Todo post é excelente e certamente teremos muito a comentar. As orientações aqui contidas são muito preciosas.
Parabéns mais uma vez caro amigo.
Um grande abraço a todos.
DeRose Reply:
setembro 29th, 2009 at 21:40
Bom esclarecimento aos que são de gerações mais novas e não alcançaram as tirinhas nos jornais brasileiros. Um abraço saudoso ao querido casal.
terça-feira, 29 de setembro de 2009 às 13:16
Gracias! Un texto esclarecedor y práctico, bien al DeRose style
Un abrazo,
Natalia
DeRose Reply:
setembro 29th, 2009 at 21:37
Obrigado, querida. Besito.
terça-feira, 29 de setembro de 2009 às 15:35
Nossa, dei boas risadas lendo esse post. De fato não dá para ser feliz usando as palavrinhas mágicas, muito menos achar que basta substituir o termo Yôga por Método DeRose. Exige uma outra postura, outra abordagem… é outra coisa.
Ainda não tive o prazer de ler o pocket sobre o Nosso Método, então fica aqui minha curiosidade. Quando enfatizamos que trata-se de uma urdidura de conceitos e técnicas, não deixamos de dar a devida importância ao sistema comportamental que também sustenta Nossa Cultura?
Abraços do Caio
Unidade Kobrasol – SC
DeRose Reply:
setembro 29th, 2009 at 21:35
Mantenha a curiosidade!
terça-feira, 29 de setembro de 2009 às 15:49
swasthya.art.br
Beauty!
terça-feira, 29 de setembro de 2009 às 16:37
vivaswasthya.blogspot.com
Falando nisso, me enviaram esse site por email:
http://yogadogz.com/dogs.html
Será que eles são vegetarianos como a Jaya?
Beijão cheio de saudades
Rodrigo Vivas
terça-feira, 29 de setembro de 2009 às 18:47
Olá Mestre por falar em entrevistas gostaria de deixar aqui um link para uma entrevista que o Prof. Ricardo Mallet deu, na passada 5ª feira, a um famoso jornalista da Rádio e TV de Portugal, Fernando Alvim, muito ouvido e apreciado pelos jovens.
A entrevista foi na Rádio, no programa “Prova Oral” da Antena 3. A conversa foi sobre o curso “Realize-se e Realize Mais” e o Método DeRose. Foi show!
Como retorno dessa entrevista tivemos 4 ouvintes que se inscreveram no curso, que fizemos no domingo, na Unidade 5 de Outubro e adoraram.
Junto envio o link para quem quiser ouvir a entrevista bem como algumas fotos.
O Alvim recebeu como presente “O Tratado de Yôga”.
Então aqui vai o link
http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?prog=1070
e as fotos
http://www.facebook.com/album.php?aid=7233&id=100000127907840&saved#/photo.php?pid=87891&id=100000127907840
Beijinhos para todos
Zélia Couto e Santos – Unidade 5 de Outubro – Lisboa
DeRose Reply:
setembro 29th, 2009 at 21:29
Parabéns à Zélia e ao Mallet. Mas não consegui localizar o áudio da entrevista. O link me oferece algumas opções, contudo, não achei a entrevista do Mallet. As fotos também não entraram.
terça-feira, 29 de setembro de 2009 às 20:04
Simples, claro e objetivo !
Faltou um dos meus preferidos :
” … Um amigo meu me falou mal pra caramba do pessoal do DeRose, disse que lá fazem lavagem cerebral em você, te obrigam a fazer coisas ! … ”
Sucede-se minha réplica:
Não fulano, isto não é verdade, por que não passa em uma das nossas escolas para conhecer você mesmo ?
Assim poderá tirar suas próprias conclusões …
A tréplica é puro silêncio.
Risos !
Abraço !
Alex Souza
Método DeRose Pituba – Salvador BA
DeRose Reply:
setembro 29th, 2009 at 21:18
Boa resposta. Mas, no caso do post, estamos considerando apenas o rótulo Yôga. Um abraço.
terça-feira, 29 de setembro de 2009 às 20:34
Mestre!
Que ótimo este post. Vale a pena guardá-lo e relêe-lo diversas vezes para que fique bem claro de que forma, quando e como esclarecer sobre Nossa Cultura. Adoro quando nos referimos a reeducação comportamental, pois isso define muito bem o Método.
Um forte abraço,
Romina
terça-feira, 29 de setembro de 2009 às 20:40
Olá Mestre.
O texto está de vir às lágrimas de tanto rir. E no entanto, foca o essencial desta tão necessária mudança, para que nos desatrelem de uma vez por todas destes estereótipos, com os quais não temos nenhum ponto em comum.
Aproveito para informar que no antepenúltimo paragrafo, na última frase, está um erro. Onde se lê “Por acabou por produzir o efeito…”, aparece a palavra “Por” no início que não faz sentido na frase.
Não precisa publicar este meu reparo.
Grande abraço.
DeRose Reply:
setembro 29th, 2009 at 21:15
Obrigado, Morais. Já corrigi. É por isso que considero o Tratado um livro que não é meu e sim nosso, pois a cada edição algum colega me ajuda com a detecção de mais um detalhe que pode ser melhorado, como foi o seu caso aqui no blog. Ainda bem que as lágrimas foram de rir! Abraço.
terça-feira, 29 de setembro de 2009 às 21:23
bomfeeling.com
Oi Dê! Está mesmo um primor este texto.
Projetamos esse texto hoje para os alunos hoje ao final da nossa aula.
Afinal, muitas vezes são eles que estão mais em contato com o que acontece “lá fora”.
Será ótimo se você puder falar um pouquinho sobre este texto na sua aula hoje.
Estou aqui à espera de começar!
um beijo de saudade
terça-feira, 29 de setembro de 2009 às 22:58
Dê, estoy escuchando tu clase, y recién dijiste que quien asiste a las transmisiones y está atento al blog, está up to date al respecto del vocabulario, de la forma de decir las cosas, aunque esté del otro lado del océano. Y yo estoy del otro lado del océano, feliz pero sintiendo falta de la egrégora…
Es especialmente en un momento como éste que siento cómo a través de las clases on line y de tu blog, estoy cerca aunque esté lejos. Y te escucho hablar de distancia, de ángel gregario, de formación… es una forma hermosa de tenerte aquí al lado, y a toda la egrégora también.
Es impresionante la fuerza de la egrégora. Y es increíble cómo esa fuerza se percibe más cuanto más lejos estamos
Te mando un beso enorme y transatlántico. Y a todos mis amigos también!
P.S. A Claudinha está em Fortaleza! E eu nao sabía nada!
Vou aproveitar o blog para mandar para ela um beijo enorme e muito apertado, amiga querida de faz muito tempo!
terça-feira, 29 de setembro de 2009 às 23:20
Parla querido Mestre, parla! rs
DeRose Reply:
setembro 30th, 2009 at 2:07
Parlo! Só não me golpeie o joelho com a marreta do escultor.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009 às 1:09
Adorei o texto, ficou leve, engraçado e muito educativo.
A aula on-line foi fantástica.
Somos mesmo uma família muito feliz.
Beijos
Marisol Espinosa – Porto Alegre – Brasil
quarta-feira, 30 de setembro de 2009 às 1:21
Ri muito com o post. Quem nunca ouviu o clássico “ah, mas eu não tenho paciência…”? Sendo que, na realidade, eu nunca vi nem um aluno reclamar de impaciência. Nem antes, durante ou depois da prática!
Enfim, essa é só mais uma das milhares de confusões que infelizmente o termo Yôga produz. De fato, utilizar o ‘Método DeRose’ é uma medida vinda em boa hora, que trará consequências positivas no curto, médio e longo prazo.
E não está longe o dia em que diremos que praticamos o Método DeRose e todas as pessoas, finalmente, saberão do que estamos falando: sem estereótipos ou antigos paradigmas.
Um beijo com todo carinho,
Alessandra Fernandes
Complementanda Unidade Plaza Sul – SP
DeRose Reply:
setembro 30th, 2009 at 2:03
Que alívio, não é, Alessandra?
quarta-feira, 30 de setembro de 2009 às 1:36
São tantos os absurdos que já ouvi quando dizia que praticava Yôga. A última vez que usei o termo Yôga com estranhos, fim dos anos 90, talvez no ano 2000. Lembro-me que um cara falou, ah, que legal, vou te dar um santinho do Sai-Baba! Desse momento em diante, pensei, não vou mais usar o termo Yôga entre leigos e passei a dizer somente SwáSthya. Bom, aí vinha o que é esse tal de “svasta” ? É um hidolatria ao ditador Hittler ” Hi Hitler”! ? Não, fulano é apenas uma filosofia prática de vida. E a discussão continuava, mas a “svasta não vem da svastika o símbolo da nazismo ? A essa altura, meus ouvidos já estavam doendo de ouvir tantos absurdos. Então pensei, se eu usar novamente o termos Yôga, vou ouvir mais absurdos, SwáSthya, a pessoa resolve pronunciar outra coisa e entende o que resolveu entender.. e achei melhor mudar de assunto. Em casa, comecei a pensar e se amanhã encontro outro curioso desse, o que vou responder a famosa pergunta, a você usa a medalha do ÔM, você faz ióga né ? Não posso dizer, eu faço Yôga, acham que é apenas uma questão de sotaque.. dizer que faço SwáSthya , pode vir outra ladainha… O que vou responder… ? Então pensei, sempre que alguém vir me perguntar se faço Yôga, vou apenas responder, sou da Rede DeRose. Naquela época usávamos ainda o termo Rede DeRose.
Hoje, uso como os demais Método DeRose. E por incrível que pareça, não preciso mais dar explicações.
Bjs
Regina-Curitiba-PR
DeRose Reply:
setembro 30th, 2009 at 2:02
Isso é o que tem ocorrido com todos nós durante décadas.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009 às 2:16
Apoiado.
Cabe a todos evitarmos termos massivamente
estereótipados.
Nossa Cultura é riquíssima, e poderá oferecer muito mais ao ganhar seu espaço .
Rafael
Curitiba Pr
DeRose Reply:
setembro 30th, 2009 at 2:19
Obrigado pelo apoio.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009 às 8:51
Ciao Maestro! E’ un articolo molto bello! Un saluto affettuoso dalla città eterna!
Donatella
quarta-feira, 30 de setembro de 2009 às 9:59
YogaKobrasol.org
Realmente agora fica muito claro os prejuízos e desgastes desnecessários em se usar a palavra “que não devemos dizer”. O problema é que o ser humano demora a entender e assimilar, e acho que talvez muitos alunos e até Instrutores demorem para sair deste rótulo por estarem desatualizados, assim nosso trabalho acaba ficando prejudicado. Mas se cada um fizer a sua parte, no seu bairro, na sua cidade, no seu estado, todos juntos seremos muito forte para nos fazer entender e mostrar a beleza do Método DeRose.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009 às 11:22
Olá Mestre,
Obtive resultados maravilhosos com essa nova e despretenciosa nomeclatura que adotamos agora.
Como no caso de método, comendador e shakta haverão de nos colocar em patamares mais elevados e bem vistos pelos leigos.
Sempre evoluido
Um forte abraço!!!
Mateus
quarta-feira, 30 de setembro de 2009 às 14:10
Mestre, falando em não dar entrevista sobre Yôga, ontem passou para os planos invisiveis o professor de yogaterapia, Shotaro Shimada.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009 às 15:26
Olá Mestre, estou fazendo umas pesquisas sobre arte e achei essa explicação sobre a utilidade da arte bem interessante. Segue como curiosidade. Um grande beijo do Thi.
Qual a utilidade da arte?
Uma das características da arte é a dificuldade que se tem em conferir-lhe utilidade. Muitas vezes esta dificuldade em encontrar utilidade para a arte mascara preconceitos contra a arte e os artistas.
O que deve ser lembrado é que a arte não possui utilidade, no sentido pragmatista e imediatista de servir para um fim além dele mesmo. Assim, um quadro não “serve” para outra coisa, como um desenho técnico, como uma planta de engenharia, por exemplo, serve para que se construa uma máquina. Mas isso não quer dizer que a arte não tenha uma função.
A arte possui a função transcendente, ou seja, manchas de tinta sobre uma tela ou palavras escritas sobre um papel simbolizam estados de consciência humana, abrangendo percepção, emoção e razão (segundo Charles S. Peirce, fundador da semiótica). Essa seria a principal função da arte.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009 às 17:13
uni-yoga.org
Querida Thais. Como unidade agregada, infelizmente, não pode ainda utilizar a marca Método DeRose. Snif, snif.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009 às 18:49
Mestre, querido.
Hoje tive uma experiência parecida com as que outros instrutores estão tendo. Um amigo do Rio de Janeiro viu meu e-mail (@metododerose.org) e disse: O que é isso….método DeROSE…huumm….ah, é aquela escola de Yôga? E abriu aquele sorriso. Disse que não conhece mas já ouviu falar muito bem!
Ah, fiquei super feliz!
Outro ótimo retorno sobre nosso trabalho.
Bjo grande!
Tati
quinta-feira, 1 de outubro de 2009 às 2:04
Olá Mestre, gostei muito da utilização da palavra “tecedura” no lugar de “urdidura” , penso que ficou mais estético .
Também gostaria de sugerir outros termos como opção, no sentido de esclarecer ainda mais .
São eles: “enlace” , “entrelace” e “entrelaçamento” .
Abraços
Rafael
Curitiba Pr
quinta-feira, 1 de outubro de 2009 às 18:54
Mestre eu carreguei no link e foi lá dar direitinho. O tema é “Realize-se e Realize Mais” é preciso seleccionar wma ou mp3.
O link das fotos vai dar ao facebook. Espero que agora já consiga.
Beijinhos e abraços
Zélia
DeRose Reply:
outubro 1st, 2009 at 21:34
Obrigado, Zélia. Beijos.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009 às 19:41
Olá Mestrão!!!!
Realmente estamos todos conectados em rede, talvez pura transmissão de pensamento, pois que comentávamos sobre esse assunto às vésperas do post. É impressionante como tuas palavras transmitem clareza e elucidação!!
Sem dúvida DeRose é outra coisa… para mim a melhor de todas…
Forte abraço.
Rafael Reami.
Luis Eduardo Magalhães – BA.
DeRose Reply:
outubro 1st, 2009 at 21:33
O mais lindo é que se estivermos realmente sintonizados, quase não precisamos receber instruções escritas. É tudo intuitivo. Abração.
sábado, 3 de outubro de 2009 às 4:03
Oi Mestre querido!!!
Estou usando o texto em aula para esclarecer dúvidas e orientar os alunos, tem sido muito interessante a experiência e muito oportuna a grande virada que a Nossa Cultura está fazendo.
Acredito que isso tudo se deve à maturidade do nosso método, agora que já está beirando a idade da sabedoria, dos seus 50 anos de existência.
Agradeço por existires e por proporcionares a cada momento mais e mais ferramentas para que façamos deste um mundo melhor.
Beijinhos com muito carinho e saudades..
DeRose Reply:
outubro 3rd, 2009 at 11:36
Estou enviando esta semana o texto completo do pocket book O que é o Método DeRose aos Diretores de unidades para que procedam à revisão e sugiram alguma coisa que tenha faltado. Você pode pedir ao seu Diretor que lhe forneça uma cópia. Beijinho, Cris.
sábado, 3 de outubro de 2009 às 14:50
Será um prazer e uma honra, pode contar comigo.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009 às 6:12
metododeroseitalia.com
Caro Maestro,
este texto está mesmo fantástico.
Várias vezes tentei explicar aos instrutores italianos o quanto é importante abandonar a palavra Yôga, principalmente para divulgação externa, mas senti que nunca fui 100% esclarecedor.
Depois de eles terem lido este texto tudo se tornou mais claro, pois o Maestro conseguiu transmitir de forma simples e divertida o problema de usar a palavra errada (para os instrutores que já ouviram estas coisas não é tão divertido assim…).
O livro O que é o Método De Rose substitui o Yôga a sério? Excelente, assim posso traduzir este livro para italiano e usá-lo como divulgação para o público externo.
Vêmo-nos no Porto, para a Gala, e depois também em Paris, para o Euro-****.
Un forte abbraccio da Roma.
DeRose Reply:
outubro 21st, 2009 at 10:42
Na verdade, o O que é o Método De Rose não substitui o Yôga a sério, mas soma-se a ele e cada qual é utilizado em uma circunstância diferente. Beijos e até o mês que vem.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009 às 11:36
Olá, Mestre!!! Já falta pouco para lhe dar um beijinhos pessoalmente
Queria só esclarecer uma dúvida: o que entendi foi que deixaríamos de usar a palavra Yôga para nos referirmos ao nosso trabalho, à Nossa Cultura principalmente quando falamos com o público de fora. Incentivaremos os alunos a usarem todas as outras formas possíveis quando se referem ao nosso método, relembrando que trabalhamos um estilo de vida, uma forma de estar na vida que se baseia numa cultura ancestral.
Ora a minha dúvida surge quando estamos no ashtánga sádhana. Se vamos referir essa cultural ancestral, referimos o nomes das três filosofias que a compõem: a prática, a teórica e a comportamental ou ficamo-nos apenas pelas teórica e comportamental? É que para mim não faz sentido excluir a prática, mas para alguns faz (posso estar equivocada…).
Queria saber o que para si é o mais correcto. Beijinhos mt grandes
DeRose Reply:
outubro 21st, 2009 at 14:39
Tenho explicado em detalhes, de viva-voz, nos meus cursos e vou deixar para esclarecer todas as dúvidas quando estivermos juntos em Portugal, daqui a alguns dias. Até lá, fique com o meu carinho.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009 às 14:48
Lá estarei, Mestre! Beijinho grande!!!
quarta-feira, 4 de novembro de 2009 às 19:34
Maestro querido, quería pedirte permiso para usar este texto, traducido al castellano por Diana, incorporándolo a mi monografía.
Un abrazo!
Nat · Las Palmas de GC
DeRose Reply:
novembro 4th, 2009 at 20:03
Parece una idea muy buena. Permiso concedido. Besos.
domingo, 13 de junho de 2010 às 23:21
Ri demais com este texto!!
Mestrão, imagino a coragem que você tem para parar de utilizar a palavra Yôga, depois de ensinar durante tantos anos a falar Yôga ao invés de ióga. Mais uma vez tiro o chapéu pra você!!
Abração
domingo, 13 de junho de 2010 às 23:32
Querido Maestro,
sin duda por el poco tiempo que llevo en contacto contigo, ha sido principalmente (y especialmente) por tu obra escrita, por tu trabajo como escritor…
Y hoy, en Argentina, es el Día del Escritor (13 de junio), es por esto que quiero desearte -especialmente- un hermoso día!, lleno de letras celestes….
Te abrazo en cada letra!
Ailén
Sede Callao – Bs. As.
DeRose Reply:
junho 14th, 2010 at 2:07
Gracias, Ailen.
segunda-feira, 14 de junho de 2010 às 0:31
Como praticante quero compartilhar minha experiência pessoal nessa mudança… No início quando meu instrutor orientou que não usasse mais a palavrinha mágica senti muita dificuldade em mudar… Inicialmente não entendia o porquê dessa orientação… Depois de muita explicação e conversas com o Pedro (meu instrutor) percebi como a “palavrinha” gera esteriótipos… Este post foi muito esclarecedor…
Grande abraço,
Até 20 de junho em Brasília
segunda-feira, 14 de junho de 2010 às 11:48
Hola querido De!
Sobre el uso de palabras mágicas… leí un artículo sobre una heladería en New York:
Se especializan en helados veganos, sin nada de lácteos. Pero cuando abrieron no tenían mucho dinero, ni siquiera les alcanzó para poner un cartel de “vegan” en la puerta!
Años después se convirtieron en una de las mejores heladerías de la zona, pero nunca pusieron un cartel “vegan”. Se dieron cuenta de que convenía evitar esa palabrita mágica: al escuchar vegano, muchas personas se imaginan soja, tofu, cosas marrones y sin mucho sabor! Al no decir nada al respecto, la gente toma el helado sin preconceptos! Y les encanta!
Un abrazo!
Martín
Sede San Isidro
Buenos Aires
DeRose Reply:
junho 14th, 2010 at 14:41
Así es. Todo es una question de rotulos. Abrazo.
segunda-feira, 14 de junho de 2010 às 21:27
Sou praticante do Centro Cívico.
Vamos ver se eu entendi…
Afirmo, ao indagado, que pratico o Método DeRose no lugar de Swásthya Yôga. Que faço coreografia do Método DeRose e não coreografia de Swásthya Yôga. Não digo a palavra mágica (Yôga) quando mencionar o Método DeRose.
Estou com uma dúvida: No dia 18 de fevereiro que é o dia do Yôga, tenho que evitar associar o termo Yôga com o Método no dia ou vai ser mudado para dia do Método DeRose? Ou então o que digo, uma vez que eu sempre faço a prática no parque aqui em Curitiba neste dia e sempre tem a imprensa entrevistando os praticantes?
Abraço. Alceu
DeRose Reply:
junho 15th, 2010 at 0:55
Muito boa questão, Alceu. Muita gente deve estar com a mesma dúvida. Lá vai o esclarecimento:
Quando se tratar de Yôga (por exemplo, quando se comemora o Dia do Yôga) não se menciona Método DeRose. Continuaremos publicando livros de Yôga. Neles, a palavra Yôga, obviamente, aparece. Nesse caso, evitamos usar Método DeRose no texto dos livros. Esse tropeço ainda acontece, mas vamos limpando aos pouquinhos. Numa aula de Yôga, de SwáSthya, dizemos essa palavra várias vezes porque aí estamos tratando da parte técnica do Método e o Yôga está embutido aí, na parte técnica. Assumimos com os nossos alunos que essa palavra pode ser usada sem restrições dentro das nossas escolas, pois quando um de nós verbaliza “Yôga” o outro entende e sabe a quê estamos nos referindo; mas da porta da escola para fora, não usaremos a palavra mágica com os nossos amigos, conhecidos, desconhecidos, colegas de trabalho ou familiares, porque eles entendem outra coisa completamente diferente por essa mesma palavra – e talvez seja isso que ainda está faltando: que os nossos instrutores dêem esta explicação, desta forma, aos seus alunos.
Obrigado por nos ajudar. Um forte abraço para você.
terça-feira, 15 de junho de 2010 às 0:02
Olá Mestre querido,
Estava lendo mais uma vez este post e após ler os comentários percebi que ele havia sido postado anteriormente. O mais curioso foi ler os comentários e me deparar com o meu próprio. E como escrevi antes vale de fato lê-lo diversas vezes, pois é algo que deve ser bem assimilado, e treinado para que a mudança se efetive.
Um forte abraço.
Romina
Av. Rio Branco – Floripa