segunda-feira, 30 de novembro de 2009 | Autor: DeRose

Renata Andrade

É Mestre mais difícil do que ensinar é conseguir espargir o que aprendemos para um número expressivo de pessoas.

Mas graças ao trabalho desses que conseguem disseminar nossa cultura o Método DeRose é cada vez mais reconhecido e enaltecido mundo a fora. Recentemente tive uma experiência muito prazerosa. Estava numa consulta com a minha dermatologista e ela me perguntou qual era minha profissão e eu cai no erro de falar que era instrutora de Yôga. Pela sua reação pude perceber que na cabeça dela passaram-se mil pensamentos deturpados sobre o Yôga, coisas que não tem realmente a ver com o Yôga que professamos. Foi quase que uma reação de indiferença e até desprezo. Continuando a consulta tive a oportunidade de dizer que eu dava aula numa unidade do Método DeRose e então ela parou de escrever, olhou para mim com uma cara de orgulho e disse: Puxa, que legal. Método DeRose é muito sério.

Beijo grande e até o Fest-Yôga!!!

Fabiano Gomes

Mestrão,
Semana passada matriculei um novo aluno em minha escola. Este, integrante da mais alta classe de nossa sociedade (preservarei o nome) de muita influencia inclusive no âmbito nacional em função do trabalho que exerce. É uma grande pessoa, exigente, detalhista.
Disse-me ele o seguinte, olhando para minha placa (Uni-Yôga): “não sabia que vocês trabalhavam com o método DeRose, pois não vi o nome na placa. Se soubesse que vocês trabalhavam com este método, eu tinha parado aqui antes.”
É! Método DeRose é mesmo outra coisa.
Grande abraço

Fabiano Gomes – Porto Alegre

Camila Lopes

Oii,
Já passei por essa experiência e isso realmente está acontecendo com muito mais frequência e é uma satisfação quando alguém pergunta o que pratica ou faz, e então responde : faço, ou sou instrutor do Método DeRose, a pessoa : ah! sim, ouvi falar muito bem.
Demonstra o quanto vale cada degrau com esforço, mas alcançado com a seriedade que existe em nosso trabalho.
Por isso temos que acatar com lealdade a tudo o que nos é passado. Pois manter algo tão valioso como isso, requer além de muito amor a garra de um vitórioso que todos nós somos.

Ale Filippini

Hoje falei para uma amiga que fazia o Método DeRose e ela disse: Ah, me lembro uma vez que estava em Porto Alegre e tinha o pessoal do DeRose no mesmo restaurante que eu, eles estavam cantando e eram muito alegres, no final, eu e meu marido estávamos lá, cantando com eles, foi contagiante!
Ela nunca fez Yôga e é bem provável que seu eu falasse sobre Yôga, ela também faria confusão … mas sabia bem como era “o pessoal do DeRose” …

Alê – Unidade Alphaville / SP

Joao Marcelo
[João Marcelo é dono de uma expressiva agência de propaganda.]

Eu não consigo dar uma opinião do ponto de vista do instrutor e do diretor de Unidade, ou seja, de quem precisa ter a visão comercial das consequências de tirar a palavra Yôga dos materiais de comunicação.

Mas, posso dar minha opinião de profissional de Marketing: em uma palavra…..genial!!!! Assim, abandonamos a concorrência, muitas vezes estranha, das “iogas” e vamos para um novo patamar, onde estamos sozinhos, pois não há pessoa ou nome que alcance o DeRose.

Se hoje muitas pessoas já reconhecem, amanhã mais pessoas ainda vão reconhecer… depende de muito trabalho, coragem e de que todos tenham a noção exata de que passam a representar e, de certa forma, falar em nome do DeRose.

Ale Filippini

Cansei de falar que fazia Yôga e ouvia: “ah, não tenho paciência para essa coisa zen” ou “acho tão bonito ióga, tão tranquilo” ou “preciso fazer também, estou precisando me acalmar”… Ninguém faz a menor idéia do que realmente Yôga é!!
Comecei a falar que pratico o Método DeRose e ponto. No more questions …
E se alguém não conhecer, é mais fácil explicar do que tentar desfazer um estigma.

Alê – Unidade Alphaville / SP

Tamara Queiroz

Eu senti na pele a diferença:

Quando iniciei a faculdade, as pessoas souberam que pratico Yôga. Como mudei de grupo, neste semestre, uma moça disse assim: “Ah, você não sai, né?!”. Eu olhei para ela bem assustada e perguntei: “Por que diz isso?”. Esta respondeu: “Você é zen… pratica Y-ô-g-a”. HUNF.

Em compensação, para os meus novos contatos citei que pratico o Método DeRose e estes disseram: “Já ouvi falar. Parece interessante, mas sei pouco sobre”. =)

Ótimas oportunidades para recomendar a entrevista [Tamara se refere à entrevista com DeRose gravada em Portugal, que consta deste blog e que recomendamos seja copiada em DVD e presenteada aos nossos amigos, colegas, familiares e Imprensa. Agora já dispomos de um DVD editado pelo Prof. Luís Lopes, em Portugal, com legendas para espanhol, italiano e alemão].

Um beijão,

Lucas De Nardi

Oi Mestre!

Pois é, a Nai me contou que conversou contigo e falou deste epsódio.

Bom, eu sou um pouco detalhista demais quando conto histórias, então se ficar muito grande escrevo de novo. [Não precisa. Eu vou cortar um pedacinho.]

[ ... Trecho cortado para abreviar o relato. ...]

A outra situação aconteceu quando eu conversava com uma amiga e uma conhecida. Num determinado momento minha amiga comentou sobre a escola, e a terceira pessoa da conversa perguntou:

- Escola do que?
- Do Método DeRose
- Ah, do DeRose! – disse ela e ficou alguns instantes em silêncio. Logo depois falou:
- DeRose é Yôga, né!? Ele é muito sério, não é!? Tem várias escolas aqui em Porto Alegre.

Aquilo me deu uma alegria e um alívio ao mesmo tempo, pois parece que não precisamos mais mencionar Yôga, o nome do nosso Método já basta. E mesmo assim, as pessoas sabem que estamos nos referindo à filosofia do Yôga, mas alicerçada por algo mais sério. Ao menos foi o que senti nestas duas experiências.

Para concluir, gostaria de dizer que acho que o grande receio de tirarmos o nome Yôga dos diálogos, fachadas e material de divulgação de nosso trabalho é um receio comercial. [Mas quem não faz um trabalho comercial, não tem o que recear, não é mesmo?] Os diretores e instrutores tem medo de perder a identidade e deixar de cativar as pessoas para usufruirem de seus serviços. Mas se pensarmos no alívio que seria se sempre que identificarmos nossa proffisão e nossa filosofia de vida, as pessoas não fizessem caras esquisitas ou nos associassem com estereótipos que nada tem a ver com os conceitos de força, beleza, energia, qualidade de vida que ensinamos, certamente todos adotariam esta nova forma de identificação ante a sociedade.

E pensando mais a fundo, se as pessoas pararem de nos associar com tudo aquilo que não tem relação com o que fazemos, talvez comecem a nos associar com o que realmente somos!

Espero que não tenha ficado um texto muito longo, nem cansativo. E desejo que sirva de incentivo para que os demais também se pronunciem como ensinantes do Método DeRose para ver o que acontece.

Acho que era isso, né, Mestre!?

Beijos

Lucas De Nardi – Porto Alegre – RS

Carlo Mea

Querido Mestre,
não tem nada a ver com bagagem aérea, mas queria aproveitar para lhe contar a boa novidade de Roma:
(finalmente) conseguimos encontrar o espaço certo para a Unidade e já assinei o contrato! Na segunda começam as obras e em Fevereiro abrimos as portas!
Entretanto, tenho uma história interessante para lhe contar: quando eu me mostrei interessado na casa, dei-lhes o meu cartão de visitas e eles foram pesquisar informações sobre mim, para se assegurarem da minha honestidade como locatário, pois nestes bairros mais prósperos eles não aceitam qualquer um. Como o proprietário é um multimilionário que vive no Rio, ele informou-se acerca da nossa Rede e depois disse à agência que queria muito que fosse eu a alugar a casa, pois ficou muito bem impressionado quando se informou sobre o nosso trabalho nessa cidade. Daí em diante eles sempre se mostraram muito flexíveis na negociação até ontem, quando foi feita a assinatura do contrato, com condições mais favoráveis para mim. Por isso devo esta excelente casa ao bom nome da Rede e ao excelente trabalho que fazem aí no Brasil.
Estamos do outro lado do Atlântico mas mesmo assim a egrégora ajuda-nos a construir uma carreira de maior sucesso e realização pessoal.
Estarmos inseridos numa estrutura como a nossa é mesmo fantástico: precisando de ajuda temos centenas de instrutores pelo mundo inteiro com quem podemos sempre contar. Podemos pedir conselhos a nível financeiro, em artes gráficas, em informática, em direito, etc. Temos um monitor e um supervisor que nos orientam continuamente. Temos um nome de prestígio que utilizamos com muito orgulho e que nos credibiliza nos momentos cruciais. Isto para não falar do melhor Método de desenvolvimento pessoal alguma vez criado pelo Ser Humano!
Queria deixar um agradecimento especial ao Rio por me ter ajudado com esta casa!
Bom Natal para todos!

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25 comentários

  1. Só para lhe atualizar Mestre, fiz até o momento perto de 150 alterações na Wikipédia com material nosso e sempre colocando como referência nossos livros inclusive citando o ISBN e onde posso o site da Uni-Yôga.

    Você pode ver a lista de modificações que fiz e os arquivo que mandei para lá em:

    http://commons.wikimedia.org/wiki/Special:Contributions/Marcocarvalho

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Especial:Contribui%C3%A7%C3%B5es/Marcocarvalho

    Este comentário é só para deixá-lo atualizado, é melhor deletá :)

    Abraços

  2. Olá Mestrão,

    Uma forma rápida de observar o crescimento do uso do termo “Método DeRose” ao invés de “Yôga” por parte da comunidade mundial é uma busca no google, veja o número de resultados obtidos numa pesquisa feita hoje :

    About 183,000 for Método DeRose.

    Que este número aumente infinitamente.

    Abraços,

    Alex
    Método DeRose Pituba
    Salvador – Bahia

    DeRose Reply:

    Eu encontrei 86.000, o que já é um número relevante se considerarmos que nós começamos a utilizar essa marca há pouquíssimo tempo.

    alexmoraess Reply:

    É verdade mestre !
    O número encontrado pode ter diferido por termos usado terminações diferentes no endereço do google, por exemplo :

    Pesquisando através de http://www.google.com resultou em :

    183000 menções para “Método DeRose”
    245000 menções para “Método De Rose” ( com De Rose separado )

    Pesquisando através de http://www.google.com.br resultou em :

    205000 menções para “Método DeRose”
    1040000 menções para “Método De Rose” ( com De Rose separado )

    E as variações devem continuar para o endereço do buscador google de cada país, google.ar ( Argentina ) , google.co.uk ( United Kingdom ), etc.
    Por conta destas diferenças na teia internet de cada país, para que a amostra estatística dê resultados verossímeis é necessário usar sempre o mesmo endereço google para avaliar o crescimento das menções pesquisadas.

    Grande abraço !

    Alex

    alexmoraess Reply:

    Apenas corrigindo o endereço google da argentina, o correto é http://www.google.com.ar .

    Abraços,
    Alex

    DeRose Reply:

    Tem razão. Pesquisando no Google.com encontrei 195 000 menções para “Método DeRose”, junto, entre aspas.

  3. Fiquei com saudades do blog neste final de semana!!!
    Beijinhos,
    Anahí
    Buenos Aires

  4. Olá Mestre,

    Como profissional da área de marketing e publicidade, também considero esta mudança uma sacada genial! Agora podemos nos esquivar dos preconceitos e passar a criar a identidade que queremos para o Nosso Método e não sofrer as consequências das distorções sofridas ao longo dos anos.

    No entanto, encontrei um obstáculo nesse processo. Toda vez que falo que pratico Método DeRose, recebo as mesmas respostas:
    - “ah, é yóga, né?” e acabo caindo no estereótipo de novo; ou
    - “E o que é isso?” e tenho dificuldades de explicar o que é o Nosso Método sem utilizar a palavra Yôga!

    Acho essencial que todos saibam como explicar o que é o Método DeRose sem utilizar o termo Yôga para que a nova identidade que criarmos não venha associada a essa palavra, sob a pena de acabarmos caindo na mesma armadilha.

    A melhor forma que eu encontrei foi apresentar minha própria coreografia ou mostrar o video de alguma coreografia no youtube, mas nem sempre isso é possível.

    Gostaria de ler sugestões de quem já passou por isso e tem uma saída.

    Um abração

    Danilo Chencinski
    Chêla da Unidade Vila Mariana

    DeRose Reply:

    É verdade. Mas quando disserem “é yóga, né?” já estarão sabendo que é o do DeRose, o que já constitui um diferencial. E aos que disserem “e o que é isso?” nós daremos os esclarecimentos que tenho fornecido nos meus cursos. De qualquer forma, está para sair o pocket book O que é o Método DeRose, que explica a proposta para eles e para nós. Forte abraço.

    Dani Reply:

    Que bom! Aguardo o livreto então!

  5. Nossa, contundente esse post!

  6. Olá Mestre!
    Gostaria de compartilhar minha experiência também.
    Sou uma sádhaka da Escola de Londrina, do nosso querido Hudson.
    Utilizo sempre a medalha do ÔM, e um dia desses um dos diretores da empresa onde trabalho veio até a minha sala para tratar uma questão e ele me perguntou sobre a medalha, se eu fazia Yôga. Afirmei a ele que sim, e ele me perguntou de que linha? Respondi: “Médoto DeRose”. Então ele me disse assim: “Ahhh sei, já fiz uma aula com eles, mas não me adaptei não, prefiro algo mais calmo, pra relaxar!”
    Achei interessante, pois para ele ficou claro na prática, a diferença do Método DeRose e outras linhas de Ióga.
    Um beijo grande, meu carinho.
    Fabi Biazão – Londrina-PR

  7. Querido Grande Mestre

    Segue, infra, a tradução da entrevista para a língua francesa. O trabalho foi feito pela Instrutora Crisitina Pires e o marido, Paul.
    Um grande abraço e continuação de boas-festas.

    João Camacho

    Entrevue d´une heure sur « Notre Culture » enregistrée en Europe, par le journaliste António Mateus, Lundi, le 24 Août 2009

    Votre culture promeut un individu plus lucide, plus conscient, plus intervenant dans la société. N´est-ce pas ?

    La proposition est celle-là. La proposition est qu´à travers d´un ensemble de techniques et d´un d´ensemble de concepts nous puissions emmener une personne commune à un état de conscience étandue. Si cela sera obtenu ou non va dépendre d´une constellation de facteurs. Parmi eux, la génétique elle-même de l´individu. Quant à la partie controlable, elle va dépendre du dévouement, de l´investissemnent en temps dans la pratique de cette philosophie et aussi de l´environnement où la personne vit. Parce que cela va dépendre beaucoup du bagage culturel que la personne détient, du métier qu´elle exerce, de l´âge avec laquelle elle a commencé.

    Est-il possible sculpter un individu différent, plus intervenant dans la société?

    Chaque individu est une réalité différente. Les techniques elles-mêmes, par exemple, d´oxygénation cérébrale, vont réagir différemment d´un individu à l´autre.

    Mais vous avez une intention, vous avez une destination que vous voulez accomplir en sculptant cet individu ?

    Oui, le but que nous voulons atteindre est concéder à cette personne un état d´hyperconscience, un état de megalucidité. Qui, en réalité, est la direction dans laquelle l´humanité est en train de marcher.

    Quand les sociétés de nos jours n´ont ni un profil d´individu ni d´une société en soi, « Votre Culture » peut être la proposition qui manque. Cet individu, clairement différent, plus lucide, plus conscient, quel impacte réel a-t-il dans la société ? Et en quoi fait-il la différence ?

    Quand l´individu a plus de lucidité, la première chose qui arrive est qu´il va mieux exercer son travail, sa position dans la famille, son engagement independemment de l´idéal, soit-il politique, humanitaire, philanthropique, artistique, quel qu´il soit. Et, de plus, il se sent intégré. Quand l´individu n´a pas encore une pleine conscience, il trouve que le monde se divise entre le moi et les autres. Au moment où la conscience s´étend, il comprend que cette idée de moi et des autres n´existe pas. Nous sommes tous une seule chose, nous sommes tous entreliés, non seulement dans l´espèce humaine, mais entre toutes les espèces et avec la planète elle-même, avec l´Univers lui-même. Et cet état de conscience étendue peut être atteint. Mais, normalement quand la personne mentionne sa prétension, son intention d´atteindre un tel état de conscience, une autre personne qui n´imagine pas de quoi il s´agit, qui n´a pas lu, qui n´a pas étudié, qui ne s´est pas s´éclairci sur le sujet, peut supposer un état impossible d´atteindre ou simplement une fantaisie. En fait beaucoup de gens ont déjà joui de cet état.

    Cet état de hyperconscience, de megalucidité, se traduit-il en quoi au jour-le-jour ?

    Au jour-le-jour, il se traduit en une participation objective, que nous appelons d´action effective. Parce que beaucoup de gens ont des initiatives mais peu ont des achèvements. Alors, une des choses qu´une conscience plus grande nous concéde est percevoir qu´il ne suffit pas du discours, il ne suffit pas de l´intention, il faut réaliser l´oeuvre. Il faut avoir l´initiative, mettre en œuvre et atteindre le résultat final, pour la vie de cet individu, pour sa famille, pour ses amis, pour ses enemis, pour toute la société, pour la responsabilité sociale, pour la responsabilité environnementale, c´est à dire, il va ettendre son champ d´action, il cesse d´être un indigent, il cesse d´être un individu qui n´est pas entendu, qui n´a pas de voix, ni de vote. Il devient une personne qui agit et qui modifie le monde où il vit. Et comme cette personne, en général, est une personne qui a de nobles idéaux, en modifiant le monde où elle vit, le modifie pour un monde meilleur.

    Comment votre culture fait-elle cela sur l´individu ? De quels instruments, de quels outils dispose-t-elle pour faire cela ?

    A Nossa Cultura, eu chamo de “Nossa Cultura” porque é um conjunto de conceitos, é uma filosofia, é um sistema de vida. Essa Nossa Filosofia, essa Nossa Cultura, propõe actuar sobre o indivíduo através de uma reeducação comportamental progressiva e espontânea. Não somos a favor de doutrinação, portanto, doutrinação está excluída. Não somos também a favor de repressão. Sem doutrinação e sem repressão, o melhor caminho é o do exemplo. É a convivência. É o que nós chamamos de egrégora. É conviver com o poder gregário, de um grupo que já está dedicado a esses ideais. E, a partir daí, os conceitos são incorporados com muito mais facilidade. Quanto às técnicas, aí já é uma questão de dedicação individual, de praticar, de executar, de treinar.
    Notre Culture, j´appelle “Notre Culture” parce que c´est un ensemble de concepts, une philosophie, un système de vie. Cette Notre Philosophie», cette Notre Culture, propose d´agir sur l´individu à travers d´une rééducation comportamentale progressive et spontanée. Nous ne sommes pas en faveur de l´endoctrinement, donc, l´endoctrinement est exclu. Nous ne sommes pas non plus en faveur de la répression. Sans l´endoctrinement et sans répression, le meilleur chemin est l´exemple. C´est la fréquentation. C´est ce que nous appelons égrégore. C´est fréquenter le pouvoir grégaire d´un groupe qui est déjà dévoué à ces idéaux. Et, à partir de là, les concepts sont integrés avec beaucoup plus de facilité. Quant aux techniques, c´est déjà une question de dévouement individuel, de pratiquer, d´exécuter, de s´entraîner.

    Peut-on comparer ce type d´intervention comme qui accorde un orchestre ? Nous allons réunir les violons, les flûtes et les mettre tous à composer un même comportement dans une même direction ?

    Certainement que oui. Nous créons une synchronie avec tous les éléments qui constituent un être humain. Non seulement le corps et le mental, mais le corps physique, émotionnel, mental, intuitionnel, enfin, tous les éléments vont fonctionner ensemble, comme vous l´avez très bien exemplifié comme un orchestre. Ensuite, nous allons extrapoler au-delà de l´individu. Nous ne voulons pas que notre praticien se restreigne à agir à l´intérieur de son petit monde, de son univers personnel. En extrapolant, cet orchestre devient aussi l´orchestre de la famille, l´orchestre du travail qu´il execute, l´orchestre de son art, de tous les éléments, des personnes, des individus, des circonstances, de cet environnement. Et à mesure que vous élargissez votre champ d´action, vous arrivez à considérer que le monde est très petit, parce que vous atteignez les personnes à travers divers moyens. Autrefois, c´était à travers l´écriture, c´était à travers les livres, avant eux les parchemins. Aujourd´hui, nous réussissons à atteindre les personnes à travers des moyens électroniques, nous réussissons à écrire dans notre ordinateur à un moment et être lus et accédés en même temps par d´autres personnes dans n´importe quel coin de la planète.

    Carl Sagan défend, par l´opposé, qu´un sujet est contaminé par la société, qu´il est pollué para la société. Votre Culture promeut l´opposé. Elle promeut un individu actif, conscient, intervenant.

    Je suis d´accord avec lui. La société contamine l´individu. Mais l´individu a le pouvoir de contaminer la société. Cela part de la proposition que vous comprenniez réellement que la société a ce pouvoir, que tout l´environnement culturel où la personne vit a du pouvoir sur nous. En effet, nous sommes un produit, nous sommes des fruits de l´environnement, de la culture où nous avons été instruits, dans laquelle nous vivons. Si nous avons conscience de cela, de ce pouvoir que l´environnement nous contamine et si nous nous refusons d´accepter passivement cette contamination, alors nous inversons le processus et nous commencerons à influencer la société, la culture et le monde où nous vivons.

    Ce contre-courant du sujet passif et non passif, s´embranche sur ce que j´ai mentioné au début qui est la perspective de l´individu plus lucide, plus conscient. Cette lucidité a aussi à voir avec la capacité de l´individu de se rendre compte de comment l´influence extérieure peut lui être nuisible, n´est-ce pas ?

    Oui. Mais il faut rapeller que cette proposition, bien qu´étant révolutionnaire en termes de comportement, n´est pas agressive dans le mauvais sens du terme. Elle n´est pas violente. C´est-à-dire que nous n´allons pas contre ce qui est déjà établi, nous ne voulons pas que les personnes simplemment changent et adoptent Notre Philosophie. La proposition est : ceux qui pensent déjà de cette forme, qu´ils ne se sentent pas un oiseau rare. Que ces personnes sentent qu´il y a d´autres qui pensent pareillement. Et, alors, nous pouvons nous reunir, communiant d´un même idéal et partager les idées, les concepts, les pratiques, la manière de vivre, la manière de faire des amitiés, constituer des relations affectives d´une forme que nous considérons plus civilisée, qui est beaucoup plus amoureuse, qui est beaucoup plus tolérante.
    Un jour un jeune élève de notre Méthode nous a écrit une jolie lettre qui finissait en disant : « Je me suis toujours senti comme le joker d´un jeu de cartes et maintenant j’ai trouvé le jeu de cartes dans lequel toutes les cartes sont des jokers.

    Comme « Votre Culture » n´apporte pas seulement une proposition intérieure, de l´individu, mais aussi la forme comme il se met en rapport avec les êtres humains autour de lui, avec le monde physique autour de lui. Y-a-t-il une nouvelle esthétique et une nouvelle éthique ?

    Sans doute, parce que le concept d´un intérieur suppose qu´il y a une dichotomie entre l´intérieur et l´extérieur. Et dans Notre Culture nous ne voyons pas la personne et le monde comme deux choses separées. Un corps et une âme, par exemple. Un antagonisme entre le spirituel et le naturel, le physique, le corporel. Alors, nous considérons que l´intérieur et l´extérieur sont une seule chose. Qu´en étant intégré, nous parvenons à réaliser beaucoup plus, beaucoup mieux et bien mieux fait notre travail. Il ne sert à rien de parvenir à fournir une évolution personnelle à un individu si cela n´a pas répercussion sur la société, le monde, l´humanité et ou même sur l´environnement. Un niveau de conscienece plus élevé nécessairement entraîne une esthétique nouvelle et une nouvelle éthique par rapport aux valeurs aujourd´hui en viguer. D´autre part, nous ne proclammons rien de neuf.

    De nos jours, quand les gouvernements ne se préoccupent peu ou pas du profil d´individu, avec le profil de société à atteindre, si ce n´est dans le plan purement matériel, de l´exactitude des comptes financiers, il faut avoir un nouveau regard sur la qualité de l´individu. Et votre proposition de Culture répond exactement à cela. Est-il un sujet plus lucide, plus actif, sait-il par où il veut avancer ?

    Exactement. Et toujours sous l´égide de la tolérance. Parce que, si ce n´est pas ainsi, nous sommes en train de courir le risque d´inventer une nouvelle religion, ce qui n´est absolument pas l´intention. C´est une proposition d´éducation, une proposition culturelle, d´éléver l´individu à un palier plus elévé de civilité, de culture, d´éducation, de sens artistique, de sensibilité et, comme vous l´avez dit avant, d´éthique et aussi d´étiquette. L´étiquette est une petite éthique. Je veux dire par lá, nous avons la grande éthique et nous avons cette éthique, cette étiquette appliquée au jour-le-jour, dans les relations à l´intérieur d´une société spécifique, dans laquelle nous devons nous adapter. Parce que quand nous exposons une proposition élargie comme celle-ci, nous devons considérer qu´il existe une culture chrétienne, mais il existe une culture hindou, une culture judaïque, une culture islamique et nous ne pouvons suggérer une proposition qui s´adapte à peine à l´une de ces cultures.

    Cela change complètement la dynamique du monde autour de nous. Quelles sont les possibilités qui s´ouvrent?

    Les possibilités sont multiples et bien élargies. Néanmoins, la réalisation est toujours lente, parce que le changement des paradigmes est très difficile pour l´être humain. Nos circuits neurologiques ont été projétés d´une forme telle que, à partir du moment où nous apprenons un concept déterminé, un code de procédure déterminé, nous ne réussissons pas à changer. C´est très difficile de changer. Alors, quand nous transmettons cet enseignement, nous devons nous rapeller que c´est un enseignement essentiellement pour un publique jeune, adulte jeune. Le jeune adulte est celui qui est dans l´ activité, qui est dans la dynamique de l´entreprise, politique, artistique, enfin dans tous les secteurs. Cette personne a encore les conditions pour effectuer une transmutation dans sa manière d´être. Cette personne a des conditions d´incorporer une nouvelle « práxis ». Qui peut avoir ces conditions, à mon avis, c´est un jeune adulte.

    Martin Luther King nous a légué un rêve qu´il avait – “I have a dream”. John Lennon a peint en musique – “Imagine”. Nelson Mandela a échangé sa liberté contre ce rêve. Le visionnaire DeRose, comment configure-t-il ce rêve ?

    Je ne dirais pas visionnaire. Parce que notre travail est très terre à terre, est très objectif, il va directement à l´individu dans le monde où il vit. C´est-à-dire, sans subjectivités, sans théories, sans hypothèses. Idéaux, oui. Mais en prennant grand soin à ce que ces idéaux ne deviennent pas fanatiques. Le fanatisme doit être évité. Mais l´intention est précisément de conduire ces concepts pour que l´individu puisse les appliquer réellement. L´intention ne soit pas seulement être une belle proposition, un beau discours, mais qu´elle arrive là dans la société et la fasse fonctionner, en modifiant la structure de son affaire, l´administration de son entreprise, transformant chaque fonctionnaire, chaque collaborateur en un individu qui a de la valeur, qui a un potentiel, qui a une créativité et qui est un être humain. Non dans le sens obsolèt de seulement entendre le fonctionnaire et l´entrepreneur comme des forces opposées, mais en les plaçant tous exerçant l´effort dans la même direction, ce qui est le progrès individual et, par conséquence, le progrès de la societé.

    Quand vous imaginez, disons le cas de “Imagine” de John Lennon, quand vous rêvez le future, de quoi rêvez-vous?

    Dans le “Imagine” je vois un credo. Parce que, ce qu´il propose est réellement révolutionnaire. Je m´étonne même qu´il n´ait pas eu des réactions plus virulentes à ces propositions, parce que Lennon exhorte l´individu à surmonter les limitations de la patrie, les limitations des frontières. Cela ne plaît évidemment pas à la plupart de la population, des gouverneurs, des pouvoirs constitués. Vouloir que tous soient un seul peuple, une seule humanité. Et en proposant “no religion too” ! Il fallait s´attendre à ce que toutes les religions censurent l´idée audacieuse. Mais ce n´est pas arrivé. La musique est belle et ce que nous voyons, c´est que le texte est accépté par tous y compris les gouverneurs, les pouvoirs constitués et les religions en général. Les personnes ont aimé le message de « Imagine » parce que Lennon a su l´exprimer avec art et esthétique.

    Mais quand vous mobilisez vos instructeurs, votre famille, votre égrégore DeRose, vous configurez un avenir. Quel est l´horizon que vous configurez par votre passage dans la vie ?

    Je vois dans un bref délai des personnes plus heureuses et plus saines ayant une meilleure qualité de vie. Parce que c´est cela que nos techniques fournissent. D´abord une plus grande qualité de vie. À moyen terme, je vois de la prospérité. À long terme, je vois connaissance de soi-même. Une personne qui a une meilleure qualité de vie, qu´est plus tolérante, qui sait gérer l’être humain, qui sait gérer les relations avec ses supérieurs hiérarchiques ou avec ceux qu´il dirige, qui sait traiter ses clients, ses fournisseurs, ses amis et sa famille, ses relations affectives, cette personne sait gérer, controler. Cette personne devient un chef. Un chef calme, charismatique à l’intérieur de son environnement respectif. Alors, à moyen terme, cela crée la stabilité. Stabilité dans la relation affective, stabilité dans la famille, stabilité au travail. La conséquence est la prospérité. Je suis déjà dans cette longue course il y a un demi-siècle. Au cours de ces cinquante années de profession, j´ai observé que réellement les personnes qui suivent Notre Culture, à moyen terme, commencent à conquérir la stabilité, la prospérité, plus de bonheur, plus d´espérance de vie. L´augmentation de l´espérance de vie, conférée par les bonnes habitudes qui sont proposées. Notre Philosophie enseigne à ne pas utiliser de drogues, ni d’alcool, ni de tabac et à rechercher des habitudes saines. Ceci, loin de rendre la vie désagréable, rend en fait la vie beaucoup plus intéressante, parce quelle augmente votre lucidité si vous n’êtes sous le joug d´aucune drogue. Alors si vous n´êtes pas sous le juge d´aucune de ces substances toxiques qui interférent avec la conscience, vous jouissez incontestablement de plus de bonheur, plus de lucidité, vous percevez le monde d’une autre manière et, par conséquence, le monde et la vie sont beaucoup plus amusants. La personne est en effet plus heureuse. Et, à long terme, la proposition est cet état de conscience étandu qui nous conduira à la connaissance de soi-même.

    Est-ce l’objectif au niveau individuel ?

    Dans la sphère individuelle, la connaissance de soi-même. Si un jour, l’humanité réussit à atteindre cet état, nous auront une humanité très différente de celle que nous avons actuellement, parce qu’aujourd’hui nous avons des solutions drastiques. Nous observons toujours qu`à un même moment, plusieurs nations sont impliquées dans des conflits armés. Si nous parvenons à ce que , si non toute l’humanité, au moins ceux qui ont le pouvoir de décision, ceux qui peuvent créer des lois, ceux qui peuvent déclarer des guerres, si tous ceux-ci seraient dans un état de conscience meilleur, plus développé, nous aurions un monde beaucoup plus harmonieux. Aujourd’hui, nous voyons que, souvent, dans beaucoup de pays, le gouvernement ne veut pas le bien-être ni l’évolution du peuple. Parce que, si le peuple devient plus lucide, il est capable de lui soustraire le pouvoir. Considérant notre idéal, nous (l´humanité) nous ne vivons pas un bon moment. Et cette situation ce démontre exactement dans ces conflits que nous observons en plusieurs régions du globe. Mais si, pas à pas, graduellement, sans aucune intention de convertir aucune personne, peu à peu, la connaissance de soi-même se réalise correctement, dans le sens d’une expansion pour la population en général, je crois que réellement nous auront, dans l´avenir, un monde très différent.
    Le XXIe siècle est déjà différent si nous comparons la qualité de vie et le niveau de conscience, non seulement de culture, non seulement d’information, d’illustration, mais le niveau de conscience même de la plupart de la population comparée à 200 ans, 500 ans en arrière, 800 ans dans le passé, nous vivons dans cette période une courbe ascendante.

    Vous revenez au fondement de nôtre « existence » dans le (livre) « Eu me lembro », comme qui gagne de l´élan en recullant avant d´effectuer un saut. Ce saut, où nous mène-t-il ?

    Le livre « Eu me lembro » est un conte dont l´environement est un lieu, une période, une civilisation où, à nôtre connaissance par l’histoire, par l’archéologie, habitait un peuple qui vivait en harmonie. La population avait une grande qualité de vie, le citoyen était respecté. On n´a pas trouvé de constructions pharaoniques, ni pour le monarque, ni pour le clergé, mais on a trouvé des maisons très confortables pour la population. Nous nous refèrons à une période proto-historique qui est située immédiatement avant le surgissement des enregistrements historiques. Les historiens ont souvent fait l´appel à l’archéologie, pour pouvoir montrer un peu de l’histoire de ce peuple. Nous nous reférons il y a 5000 ans, c´est à dire 3000 avant le Christ. Et à cette époque, dans cette civilisation, appelée Civilisation de la Vallée de L´Indus, il y avait déjà des villes extremement bien urbanisées, assainies, les maisons du peuple étaient des bâtiments avec deux étages, mais encore un « atrium » pour la ventilation interne, avec salle de bain à l’intérieur de la maison et avec de l´eau courante. Mais ceci, 3000 ans avant le Christ, ce qui est quelque chose d´incroyable. Les archéologues eux-mêmes quand ils ont trouvé leurs ruines ont craint de communiquer la découverte aux académies des sciences, craignant d´être califié d´imprecis. Ainsi les découvertes ont été communiquées graduellement. Ils ont invité d´autres archéologues de différents pays venir constater les découvertes. Parce que c’était réellement une civilisation exceptionnelle pour l´époque et même comparée avec certaines régions de notre planète actuellement. Alors, vous imaginez que l´environement dans lequel se base cette histoire, cette fiction (le livre « Eu me lembro »), est celui d’un peuple heureux, est d’un peuple sain, stable, prospère dans les limites de la période historique. Et en reculant à ces origines, ont dirait très proches des origines de la civilisation elle-même, nous apprenons quelque chose avec elles. Quelque chose qui à été perdue ensuite. Les sociétés primitives, non-guerrières, toutes avaient tendance au matriarcat (comme c´est le cas de la civilization de la Vallée de l´Indus) et les sociétés patriarcales étaient toutes guerrières. Avec l´arrivé des aryens en 1500 a.C. s´est produit l´introduction du systéme patriarcal dans cette région. Dès le passé lointain, le système patriarcal a vécu de la guerre. D´autre part, la société matriarcale privilégie la mère, l’affection, le ventre, le sein …, c´est une autre forme de voir le monde, une autre proposition d´administrer la famille et l´État. Sans guerres, ce peuple évidemment réussit à consacrer son temps et ses ressources économiques à l’art, à la culture, à la science et à la philosophie. Tout cela sans répression, parce que la société matriarcale, en général, n’est pas répressive. Alors, sans répression, imaginez jusqu´où les impulsions artistiques et culturels de ce peuple ont pu s´étendre.

    Dans le « Je me souviens », vous reculez à un passé onirique et ensuite vous nous transportez dans une réalité plus concrète où les aspects tangibles, comme les instruments d’écriture, le language lui-même, sont déjà mesurables. C’est presque comme si c´était une vision anthropologique. « Comme vous ne donnez pas un point sans nœud », où voulez-vous nous prendre avec ce transport ?

    N´oublions pas que toute la description est une fantaisie, parce que dans ce livre, « Eu me lembro », je raconte des mémoires d’un passé, mais ce passé n’est pas spirituel, c´est une histoire. Alors, en menant le lecteur jusqu’à cette réalité culturelle, jusqu’à cette civilisation, jusqu’à cette façon d’être, je suggère une réflexion de l´individu concernant la validité de cette forme de se mettre en rapport avec les enfants, avec les parents, avec les amis, avec les enemis, avec la personne aimée. Alors, peut-être que le contenu du livre sera une contribution au perfeccionement individuel. Maintenant, où est la frontière entre la fantaisie, la fiction, le mythe et la réalité, c´est au lecteur de le découvrir.

    Néanmoins, la deuxième partie du livre a déjà un visage presque anthropologique, n´est –elle plus une fiction pure ?

    La fiction à laquelle je me rapporte est l’histoire en soi. J´ai utilisé le maximum d’éléments palpables, de faits réels, de données historiques, pour construire le fondement de l´histoire. Je vois la possibilité que le lecteur soit d´abord conquis par le coeur, donc le début du livre est très doux, très tendre, ensuite il est romantique, et finallement il est, disons, plus philosophique. Dans la partie finale il perd un peu cette douceur, parce qu´à l´âge mûre nous devenons plus réaliste. C’est l’histoire d’une personne qui grandit. D´abord il est un enfant, il a une vision plus imaginative du monde. Ensuite il devient adulte. À cette époque l´homme devenait adulte à l´âge de 15 ans, c´était l’âge où il était déjà apte à se reproduire, constituer famille. Et il vieillissait tôt, il était déjà un monsieur à l´âge de 30 ans. À ce moment, il voit déjà le monde d’une façon plus consistante, plus soigneuse, plus prudente. J’essaye de transmettre dans le texte un peu de Notre Philosophie, pas beaucoup, juste un petit peu, parce que le livre est petit. C’est un des livres plus petits que j’ai écrit.

    Il peut être mineur en dimension, mais j´ai senti que c’était l’élément le plus provocateur, parce qu’il y a plusieurs lectures sous jacentes à faire.

    Oui, y inclus une lecture révolutionnaire, dans le bon sens du terme. Une lecture qui dépasse les mauvaises habitudes et la structure de pauvre civisme de notre monde. Pas dans l’intention de demolir quoi que ce soit, mais dans le sens de suggèrer au lecteur qu’il s´arrête et pense : « En fait, cette proposition semble intéressante ! Qui sait nous pouvons l’adopter? Essayons lá, utilisons lá dans la famille, appliquons ces procédures avec nos amis. »

    Quand vous, par exemple, défendez dans l’une de vos pensées, défendre la liberté comme premier pilier de notre existence et, quand elle s’entrechoque avec la discipline, optez toujours pour la liberté.

    Cette pensée est bien catégorique. Elle proclame que la liberté est notre bien le plus précieux.

    Néanmoins, et au contraire, nous avons besoin d’avoir une discipline intérieure et existentielle pour défendre ces valeurs. Où se croisents ces deux frontières?

    La suite de cette pensée dit que si la discipline viole la liberté, il faut opter pour la liberté. Comment allons-nous moduler ces deux forces ? La discipline est fondamentale, mais si la discipline d´un groupe spécifique, quel que soit le groupe, un groupe politique, un groupe de sport, un club de football, n’importe quoi, si ce groupe a des normes et ces normes, cette discipline me heurte, je doit placer la liberté en premier lieu. En faisant quoi ? En me battant, en allant contre ? Non ! En m’éloignant. Clairement ce groupe ne me sert pas. Cette société, ce collège, ce lycée, cette faculté, ce club ne me sert pas, parce que ses normes me forcent. Alors, je sors en cherchant à preserver les amitiés et je vais à la recherche de mon groupe. Si nous faisons cela, à l’inverse de vouloir se battre, nous réussirons à jouir d´une vie meilleure. Et il est clair que je respecte ceux qui pensent le contraire. Il y a ceux qui sont d’opinion que pour déffendre un point de vue, nous avons besoin de combattre, de crier, d´insulter, d´aggrèsser et faire du scandale. C’est une question de temperament, d´éducation, de caractère. C´est bien. Mais ce groupe est un autre groupe. Dès que possible, je chercherai à m´en éloigner.

    Vous défendez, par exemple, la discipline, la riguer, l’uniforme, l’engagement, et ce collectif suppose que l’individu est secondaire par rapport au group. Est-ce correct?

    Non, ce n´est pas cela. Notre discours estime que tout ce que vous avez dit est valide, à condition de ne pas forcer l´individu. Cela ne peut pas agresser sa liberté et doit être bien basé sur la tolérance. Si nous réussissons cet amalgame, qui est alchimique, nous trouvons l’équilibre du « fil du rasoir ». Parce que réellement c’est un équilibre sur un chemin très étroit. Une brise peut faire que vous vous inclinez d´un côté, vers l’extrémisme de l’intolérance, de la discipline qui doit être accomplie à n’impote quel coût, ou dans autre côté, vers la tolérance excessive, la complaisance avec l’erreur.

    Votre Culture travaille, d’autre part, les extrêmes. Devons-nous travailler sur ce qui sont nos difficultés, nos points moins bons ou sur nos points les plus positifs ?

    Je ne sais pas si je poserais le sujet de cette manière, parce qu’en le disant ainsi, d’une certaine forme, nous christianisons un peu ce concepte, en exarcebant la notion du bien et du mal. Et notre proposition est celle d´avoir toujours conscience que le bien et le mal sont toujours relatifs. « Ce que vous faites est erroné. « Mais une erreur concernant quoi ? Concernant quel moment ? Richelieu a dit, une certaine fois, qu´être ou ne pas être un traître est une question de dates. C´est un peu de cela qu’il ‘sagit en rapport avec le correct et l´érroné. Dans quelle société, réligion ceci est correct ou ceci est érroné ? Vous entrez dans une église catholique et vous enlevez votre chapeau en signe de respect. Vous entrez dans une synagogue et vous le mettez en signe de respect. Je me souviens qu´une fois nous avons visité un temple sikh, en Inde, et ils nous ont demandé de couvrir la tête. Même la camera qu´eux-mêmes utilisaient pour enregistrer le cérémonial était couverte en signe de respect avec un tissu blanc. Donc, on conclu que tout est basé en convention. Et nous devons en être conscients chaque fois que nous nous laissons emporter à l´intérieur de la tradition que nous avons reçue, qui est celle du bien et du mal. « C´est votre mauvais côté ». « C´est une erreur que vous avez commise ». Peut-être, qu’en observant sous une autre optique, ce n’est pas exactemment ainsi. C’est mieux de considérer: peut-être ceci n´était pas convenient, á ce moment, ou dans ce groupe. Mais pas, que ce soit mauvais ou érroné. Un autre sútra dit que mal est le nom que l´ on donne à la semence du bien. Parce que tout ce que vous avez passé dans la vie de « mal » ou de « mauvais», vous pouvez observer par la suite (maintenant ou peu après) qu´aura produit un très bon fruit .

    En réalisant la lucidité consciente du citoyen, l´individu lucide, dans son voyage vers l’état de hyperlucidité, cette personne doit avoir la vision de vers où il marche. Comme celui qui va faire une course de fond, il doit savoir, pour se motiver lui-même, vers où il court. Votre Culture, comment l’imprègnez vous de ce sens objectif ?

    Nous essayons de voir comme si c’était un beau voyage que vous faites en train et vous savez qu’il vous conduit à une certaine destination. Mais vous regardez le beau paysage au dehors, vous parlez avec un ami du côté intérieur, vous allez jusqu’au wagon restaurant, vous vous enchantez des mets délicieux, vous vous reposez, vous dormez un petit peu. Vous jouissez plainement de la situation et prenez plaisir au voyage. Et, ainsi, vous arrivez plus rapidemment. Mais si l´individu pense seulement: « je dois arriver; ma destination, ma destination, ma destination ». Le voyage est désagréable et semble plus long. Concernant notre objectif, la recommandation est: ne vous préoccupez pas de l’objectif. Nous allons avoir l’usufruit de la communauté, des personnes. Les personnes qui, en général, suivent ce système, sont des personnes intéressantes, sont des personnes agréables, tant exterieurement que intérieurement, ce sont des personnes éduquées, sensibles et qui ont toujours un sujet à aborder avec leurs interlocuteurs.

    Néanmoins, quand nous voyons, par exemple, une société conservatrice qui, imaginons, par exemple, défend que la femme doit avoir un rôle dans la société, qu´elle doit vivre pour le mari, pour les enfants, pour les apparences, l’état de lucidité lui permet de dépasser cette frontière. La société conservatrice ne contrarie-t-elle pas immédiatement cette lucidité?

    Non, parce que nous ne critiquons pas la position traditionnelle en vigueur dans beaucoup de sociétés aujourd’hui dans le monde. Et comme Notre Philosophie n’a pas l´intention de catéchiser, elle ne veut pas s´élargir pour, enfin, recruter des partisans d’autres systèmes philosophiques, et encore moins des religieux. Pour ce motif, il n´a jamais eu de réactions négatives, il n’a jamais eu d´opposition en rapport à cette proposition.

    Mais il peut y avoir de l´hostilité dans la sphère familiale. Par exemple, si je ne connais pas une certaine lumière, je me sens perdu dans mon tunnel d’ombre et, soudain, apparaît une lumière au fond de ce couloir, qui peut être, supposons, Votre Proposition, et tout à coup je commence à marcher muni d´un autre courage dans cette direction. Et si le tunnel d’ombre est créé par la structure conservatrice qui la société a monté au tour de moi, je deviens rebel. Au moins je chemine dans une direction opposée. Cette division ne crée pas d’anticorps ?

    Quand dans un couple, dans une structure familial, un des deux conjoints adopte cette philosophie et l´autre pas, il peut avoir au début des difficultés de communication, comme si seulement un des deux adoptait un parti politíque, différent de celui de son conjoint, ou un club sportif adversaire du club de l’autre conjoint. Cela peut engendrer un froissement momentané, au cas oú il n´y a pas une attitude de compréhension, d´affection et de respect. Si vous avez évolué, si vous avez adopté une philosophie qui prétend évoluer vers une courtoisie plus grande, une lucidité plus grande, c´est vous qui avez changé. Parce que les deux se sont mariés à l’intérieur d’une certaine vision que l´un avait de l’autre, et chacun aimait l’autre comme il était. Ils se sont créé des règles et vous avez changé les règles du jeu pendant le jeu. Ce n’est pas le conjoint qui a tort, qui réagite mal. Alors, vous devez avoir plus de patience, vous devez avoir plus de tolérance, vous devez essayer de le hisser sans le forcer. Peut-être vous parviendrez à le stimuler à adopter le même style de vie à travers l’exemple, par votre façon d’agir, en montrant qu’aujourd’hui vous êtes une personne meilleure pour lui ou pour elle.

    Et si l´autre personne préfére vivre dans un autre type de références. Par exemple, si elle veut vivre pour les apparences et non pour l´essence ?

    C´est rare. Ce que nous observons c´est que s´il y a ce processus que j’ai mentionné, de tolérance, de patience et d´affection, en captivant l´autre personne au lieu de lui imposer une manière d’être, alors en général le conjoint accompagne. Parce qu’il aime ce qu´il voit. Soit le mari, soit la femme, remarque que l’autre s’est amélioré. Il s´est amélioré comme père ou mère, s’est amélioré comme mari ou épouse, s’est amélioré comme amant, s’est amélioré comme compagnon, comme ami. Alors, en général, il finit pour accepter volontiers et adopter la même philosophie de vie.

    Dans le livre « Encontro com o Mestre », le DeRose pubère se trouve avec le DeRose déjà mûr, déjà conscient. Qu´est-ce-que le Maître déjà conscient dirait-il aujourd’hui au jeune DeRose ? Dirait-t-il la même chose que vous avez dit dans ce livre ?

    Le résultat serait la même divergence que celle que j’ai exposée dans le livre, parce que là c’était l’auteur de 58 ans qui parle avec lui-même à 18 ans. C´était une fiction où DeRose de 18 ans apparaît dans la vie de DeRose de 58. Alors, il est en désaccord, il discute, il débat. Il dit: « ce ne peut pas être ainsi ; je ne suis pas d’accord avec cela; ce ne peut pas être ». Et le dialogue entre les deux, entre le jeune idéaliste de 18 et l’homme expérimenté de 58, prétend donner au lecteur un équilibre entre les deux avis, parce que beaucoup de nos lecteurs ont 18, 20, 25, 30, et d´autres ont 50, 60, 70, 80. Ce sont deux univers complètement différents et le livre cherche à marier ces deux univers, en montrant que les deux sont corrects, que tout est une question de perspective.

    Les deux s’équilibrent-t-ils ? Sont-ils une même chose ? Sont-ils deux regards sur la même chose ? Ou l´un est-il une évolution sur l’ autre ?
    Je dirais que, en vérité, les deux ont des préjugés, leurs pré-jugés. Tous les deux discriminent et cherchent à ne pas discriminer. Tous les deux essayent de ne pas avoir de préjugés et là, le plus agé apprend avec le plus jeune et le plus jeune apprend avec le plus agé.

    Nous avons tendence à augmenter dans la différence. Normalement les personnes prennent mal ce qui leur est différent, elles se défendent, elles rejettent, elles oppriment, elles suppriment, au lieu de s’impliquer dans la différence.

    Ces différences sont très importantes. Si tous mes amis ne me faisaient que des éloges, je serais entouré par des flagorneurs, comme ces monarques du passé et quelques hommes d´affaires d´aujourd´hui. Que vais-je apprendre de cela ? Je serais en tort et tout le monde me dira que je suis en train de réussir. Ils ne m´aiderons en rien. Mais quant à mes critiques de planton, alors que je n´aurai pas encore fait la moindre erreur, ils seront déjà lá à me montrer du doigt. Qui m’aidera le plus ? Qui m’aidera le plus est celui qui se considère un ennemi, mais qui en vérité, est plus efficace que mes amis en stimulant ma croissance, parce qu’il me montre le côté sombre de ce que je commets ou de ce que je suis prêt à commettre. Il montre l’erreur et je peux le corriger. Je compare toujours l’ami et l’ennemi à un arbre, où les racines, qui sont dans les ténèbres, qui grandissent en bas, sont les ennemis, parce qu´elles sont dans les ténèbres, mais sans lesquelles l’arbre ne reste pas debout. L’arbre a besoin des racines et les ennemis sont les racines. Et les amis sont les fleurs, sont les beaux fruits, merveilleux, mais sans les racines ils n’existeraient pas.

    Dans le nouveau livre qui vient d´être lancé à Lisbonne, vous donner tout de suite l´exemple, déjà dans la dédicace du livre, vous le consacrez à des personnes que vous admirez par leur lumière mais non à peine à eux, aux autres aussi. Pouvez-vous nos parler un peu de cela?

    Il y a des personnes qui quelquefois, par implication, même sans connaître bien l’autre côté, l´autre vérité, attaquent, diffament, aggrèssent, insultent, excluent. Vous pouvez vous considérer poursuivi, victime d´injustice, vous pouvez vous considérer une personne malheureuse, vous pouvez éprouver du ressentiment. Ou, vous pouvez comprendre, ayant un point de vue élargi, que ceci a été extrêmement important et vous pouvez être reconnaissant vis-a-vis de ces personnes. Mais sincerrement, il ne sert à rien d’être reconnaissant avec hypocrisie. Évidemment, l´attitude doit être authentique. Le Christianisme été connu seulement parce qu’il a été poursuivi, autrement il serait devenu une petite secte judaïque qui aurait aussitôt disparu. Mais la persécution a donné la visibilité et, à partir de là, les personnes qui étaient d’accord avec le point de vue, ont put mieux le connaître, renforcer ses rangs et ainsi ont contribué à sa perennité.

    N’est-ce pas cela que nous comprenons ou que Votre Culture décrit comme ahimsá ? C’est changer le fiel en miel, ou est-ce quelque chose de beaucoup plus profonde ?

    Notre Culture propose un concept de non-agrèssion active et jamais passive. Si vous avez de la maturité et savez vous valoriser personnellement, vous avez les conditions de comprendre qu´une certaine personne est agressive parce qu´elle a peur. Une personne est agressive quand elle craint.
    Si Jaya, qui est ma weimaraner, une race de grand chien, rentre ici en secouant la queue, nous disons: « qu´elle est jolie, vient ici, laisse moi faire un calin ».« Mais, si elle rentre ici en grognant, en montrant les dents, vous direz aussitôt: « retirez cette bête d’ici sinon je lui lance une pierre. » Pourquoi êtes-vous agressif ? Vous êtes agressif parce que vous avez eu peur. Et c’est ainsi dans toutes les situations. Si vous prêtez attention, si vous analysez avec impartialité, vous remarquerez que dans toutes les situations où une personne a été agressive, c’est parce qu’elle a eut peur, elle s´est sentit menacée, et s´est mit sur la défensive. Il y a des personnes qui sont ainsi tout le temps parce que le monde leur parait menaçant.
    Si quelqu’un est agressif avec vous, vous pouvez avoir une réaction immature qui est la suivante: Vous avez été agressif avec moi, je vous renvoie l’agressivité amplifiée de 50%. Ou, vous pouvez avoir une réaction réfléchie, d´une personne qui sait se valoriser et qui a une certaine maturité. Si vous avez été agressif avec moi, je dois comprendre que vous vous sentez agressé par moi, mais je n’ai pas eu l’intention de vous attaquer; vous vous êtes senti menacé par moi, mais je n’ai pas eu l’intention de vous agresser; vous vous êtes senti menacé par moi, mais je n’ai pas eu l’intention de vous menacer ; peut-être avez-vous une très mauvaise journée; peut-être vivez-vous un très mauvais mariage; je ne sais pas, peut-être avez-vous des difficultés, des problèmes dans votre vie. Et pour cela dois-je vous renvoyer plus d´agressivité ? Cela ne va pas m´aider. Cela ne va pas favoriser notre relation, qu’elle quelle soit relation d´affaires, relation d’amitié, n’importe quoi. Renvoyer l’agressivité c´est essayer de combattre la haine avec plus de haine. Essayer de combattre le feu avec de l´essence. Cette atitude n´aide à rien.

    J´ai bien aimé votre phrase « renvoyer le fiel avec du miel ». C’est intéressant, c’est plus ou moins cela. Parce que si la personne a agressé et vous lui répondez par un sourire, un sourire sincère, cette agressivité diminue. Elle diminue drastiquement.

    Je me souviens d’une situation où il y a eu une rencontre de deux lignes philosophiques utilisant des noms presque identiques, mais qui sont antagoniques. Lors de cette rencontre entre les deux philosophies, une dame, une enseignante de l’autre ligne est venue dans ma direction, avec le doigt en l’air et en disant: « DeRose, vous ceci, vous cela ! » Et elle a commencé à m’insulter à hauts cris, ésperant ainsi captiver l’attention et l’écoute de ceux qui étaient présents. Imaginez l´attitude kafkienne : elle étant professeur d´une philosophie qui préconise l´équilibre, la non-agression et le contrôle de soi-même, insultant et agressant un autre professeur seulement parce qu´il est d´une ligne différente ! Tous se sont arrêtés pour voir qu’elle serait ma réaction. « Alors serait-ce que tout ce qu´il dit, n’est que mensonge ? Comment réagira-t-il? Va-t-il en dire une bonne à cette dame ? Va-t-il crier ? Peut-être va-t-il l´attaquer ? Va-t-il tourner le dos et sortir comme un mal élevé ? Ou va-t-il s´arrêter et écouter passivement, en la laissant attaquer, parler, parler, parle, insulter, insulter, insulter ? Quelle sera la réaction ? »
    La réaction fut la suivante: j’ai attrappé la dame, je l´ai pris dans mes bras et quand je l´ai libéré, elle n´avait plus aucune agression, elle n’avait plus aucun insulte à dire. Quand je l´ai libérée, elle m´a regardé et a dit: « Ah ! Vous… DeRose, vous… ? » Terminé, le fiel enlevé avec le miel, en s´embrassant, sans présenter l´autre face, sans rester simplement, passif, en écoutant ses agressions, et sans lui renvoyer ses aggressions ce qui après tout, et ne favoriserait en rien ma relation avec elle, n´aideraient en rien mon image avec les autres qui assistaient. Et ne m´aiderait moi même, parce que cette nuit lá je n’aurais pas dormi aussi bien.

    Cela présuppose que l´individu que Votre Culture, la Méthode DeRose, prétend sculpter, cet individu lucide qui s’aperçoit de ce qui est en train d’arriver au tour de lui, comme si il voyait un filme, cet individu réagit d’une façon active, consciente et lucide, et non d’une forme primaire.

    Exactement. Comparons cela à la réalité d’un couple, d’un mariage, enfin, d´une relation affective quelconque. Dans un couple, tout les deux savent exactement quelle est la physionomie, quelle est le ton de voix et quelle est la phrase qui irrite l’autre. Ils savent cela parfaitement, puisqu´ils vivent ensemble. Et lors d´un conflit de couple, si l´un a dit un certain mot ou a eu un certain trait de visage, l’autre sait exactement quel est la physionomie, quel est le ton de voix et quel est le mot qui lui plaira, qui va atténuer cette situation. Mais pourquoi il ne le dit pas? « Parce que je ne vais pas plier, je ne vais pas céder, autrement, l’autre me marche sur les pieds. »
    Tout dépend de votre attitude, en disant le mot qui va interrompre le conflit conjugal naissant. Et ensuite il faut établir des limites. Si cette relation peut être maintenue, elle va être maintenue avec respect, avec considération, avec affection, avec camaraderie. Si elle ne peut pas être maintenue, c’est malheureux. Parce que toute relation qui se rompt a un coût émotionnel elevé, un coût importan pour la santé. Mais, c’est ainsi. Il y a un moment magique où les relations ont même besoin de finir, parce que dans ce cas les protagonistes finissent leur relation en amis. Et en dépassant ce moment magique, les personnes insistent, pensant qu’elles doivent rester ensemble, c´est l´heure de changer ce status quo, elles rompent la relation et sont comme des ennemis, pleins de ressentiments. Parfois c’est seulement une question de penser « aujourd’hui je cède et demain l´autre personne cédera ». Car il y a une réciprocité naturelle entre les êtres humains. Quand vous avez une attitude digne, une attitude noble concernant une personne, qu’elle soit intime, ou que ce soit un frère, ou un conjoint, la tendance est que l´ autre personne réagisse d’une forme semblable dans une situation immédiate ou future. Un jour, un de mes amis conduisait et conduisait en fait très mal. Il a fait une demi-tour d’une forme tout à fait erronnée et l’autre conducteur est presque entré en collision avec sa voiture, il mit la tête dehors et allait dire de villains mots. Mon ami lui a montré un sourire très sympathique, comme qui dirait: « excuse-moi, c´est ma faute. L’autre conducteur mit la tête à l’intérieur et dit: « va, mon fils, va ! » Et ils ne se sont pas disputés. Qu´est-ce qui a permit d´évitér la dispute ? A peine un sourire.

    L’importance de l´individu plus conscient, plus lucide, plus opératif à tous les niveaux. C’est cela que Votre Culture veut relancer dans la société ?

    Précisement. La tendance est de mettre une étiquette sur cette Culture. Je préfère l´appeler Notre Culture ou Notre Système, Notre Philosophie, en évitant d’y joindre une étiquette. Pouquoi ? Parce qu´au moment où les personnes mettent des étiquettes, elles fixent la chose. Et à ce moment lá commencent toutes les intolérances, même vis-à-vis de ceux qui sont dehors.
    Une des confusions que je cherche à corriger, une des visions tordues, c´est que la personne pratique la Méthode dans la classe où elle apprend. Seulement là c’est pour apprendre, ce n’est pas pour pratiquer. C’est pour mettre en pratique dans la vie réelle.
    Par exemple, si dans une classe, nous enseignons à respirer correctement, l’heure où la personne sort et part, elle ne sortira pas en respirant mal. Dans le cas contraire, cela n´a servi à rien. Elle a appris à respirer correctement ici, maintenant elle doit sortir en respirant correctement et marchant jusqu’à sa voiture en respirant correctement, elle doit s’assoir et conduire la voiture en respirant correctement. Elle arrive à son bureau et va travailler ou arrive dans son gymnase et va faire du sport en respirant correctement. Elle va respirer correctement d´une forme plus productive, toujours, parce que c´est ce qu´elle a appris ici. J’ai utilisé comme exemple la respiration, mais je pourrais utiliser n´importe quel autre technique pour l´illustrer. Cet ensemble de techniques et de concepts que le practicien apprend dans notre institution, il doit l´appliquer dans toutes les situations de la vie. C´est ce que nous essayons d’expliquer, d’exposer. C’est cela que notre èlève va transmettre, va répandre dans toute la société, car il va rayonner pour la famille, il va rayonner pour les amis, il va reproduire vers ses collègues de travail. Alors, cela va créer des ondes de choc et notre proposition va provoquer une contagion de forme positive vers toutes les personnes qui entrent en contact avec notre pratiquant.

    Si Carl Sagan disait que la société corrompt l´individu, cet effet d´imprégnation peut aussi fonctionner en sens contraire doit le faire, et vous prétendez qu’il fonctionne dans le sens contraire ?

    Nous savons que la société a de l’influence sur l´individu. Toutefois, l´individu peut aussi influencer la société.

    Si vous écriviez maintenant non pas le «Je me souviens», mais plutôt un « Je rêve », quel rêve écririez-vous ?

    En vérité, dans « Je me souviens» je ne réussirais pas à ajouter quoi que ce soit, parce que j’ai écris ce livre d’un seul trait. À sept heures de la nuit j´ai commencé à écrire. À sept heures du matin, je me suis reposé. Et c´était fini.

    Et le « Je rêve » qu´avait-il à l’intérieur ?

    Je ne sais pas. Il-y-a beaucoup de choses ! J´ai beaucoup de rêves !

    Mais vous voyez, certainement quelque chose. Nous rêvons que nos fils grandissent dans un certain monde, dans une certaine direction. Et nous configurons qu´elle est cette direction. N´avez-vous «hypothéqué», n’avez-vous pas investi 50 ans de recherche, de recherche du savoir, sans sentir en vous-même où vous vouliez arriver ? Où voulez-vous arriver?
    J’aimerais arriver à un point où les personnes, au moins, écouteraient ce que nous avons à dire. Qu´elles nous permetteraient de parler. Qu´elles nous ne bâillonneraient pas. Nous avons de très bonnes choses à dire, en ne proposant pas un débat, mais en proposant une réflexion. Ce qui arrive c´est que ceux qui n’aiment pas le système ou pensent qu´ils ne l´aiment pas, n’ont pas écouté. Ils n’ont pas dialogué avec moi, ils n´ont pas parlé avec nous, ils n’ont pas connu nos adeptes, ils n’ont pas lu nos livres. Mon rêve serait de pouvoir arracher ce bâillon.
    Je me sens comme sous cette punition ancienne, punition ecclésiastique, designée silence obséquieux. « Il a dit ce qu´il ne fallait pas, il ne parlera plus. » Ils ne veulent pas que je parle. Mais vous voyez ce que je dis n’est pas polémique. Je ne considère pas la polémique, parce que nous n´engagons pas une polémique, nous ne sommes pas en désaccord avec les autres. Ce n’est pas agressif, je ne le pense pas, je n’ai pas l´intention de que ce soit agressif. Je ne veux agresser personne. Et la proposition est bonne, une proposition de bonnes relations humaines, de bonnes manières, de bonne santé, de bonne qualité de vie, de bonne culture, et de bonnes habitudes. Nous travaillons essentiellement avec de jeunes adultes. Donc, en produisant une jeunesse saine, loin des drogues, de l’alcool et de la fumée, si rien d’autre dans notre travaille n’avait de valeur, au moins cette partie serait une contribution qui mériterait às être reconnue. C’est cette contribuition que notre travail fournit à la société depuis un demi-siècle.

    Pour nous, qui de dehors voyons Votre Culture, nous allons faire un exercice de flash. Votre vision ou votre mission quelle vois indique-t-elle ? Quel est l’horizon que vous definissez pour votre passage dans la vie ?

    J’ai connu des personnes très intéressantes, réellement des exemples d’êtres humains. Des personnes que j’ai le privilège de fréquenter. Quelques-unes il y a plus de 30 ans, d´autres il y a plus de 20 ans, d´autres que je connais maintenant, comme c´est votre cas, et ce qui pour moi constitue un privilège. Notre profession, notre idéal, nous permet cela : connaître des personnes. Nous ne sommes pas des head hunters, nous sommes des heart hunters.

    Merci!

    DeRose Reply:

    Camacho, você é mesmo impecável! Trabalhou no ritmo DeRose e passou até aqueles que vivem em França. Parabéns e obrigado ao Camacho, à Cristina e ao Paul. Feliz Ano Novo a todos vos.

  8. 8
    Teresa Milanez 
    sábado, 26. dezembro 2009

    Oi Mestre,

    Quero te desejar um ano novo cheio de alegria e amor.
    E também compartilhar este vídeo com você e com a nossa família SwáSthya.
    Um companheiro rotaryano que me encaminhou, e me causou reflexões interessantes. Espero que goste.
    Bjos

    DeRose Reply:

    Miuito bom, Teresa. Nossos alunos e seus pais deveriam assistir a esse vídeo. Obrigado.

  9. 9
    Alessandra Fernandes 
    segunda-feira, 28. dezembro 2009

    Olá Mestre!

    Realmente, esse velho estereótipo tem sido driblado de uma forma bem eficiente na minha vida, a partir do momento em que passei a utilizar o “Método DeRose”. Aliás, é possível observar claramente a noção diferente que as pessoas tem sobre o que pratico: aquelas que me conheceram na época em que eu falava apenas “Yôga”, e das que sabem que eu pratico o Método DeRose. Até mesmo a ideia que elas tem sobre mim se altera em função disso!!
    Dá um trabalhão, hoje em dia, fazer com que aquelas primeiras entendam que eu pratico uma outra coisa, que vai além do Yôga. E que eu não sou “zen”.

    Um beijo,
    Alessandra Fernandes
    Instrutora – Plaza Sul (SP)

    DeRose Reply:

    Boa sorte para todos nós com a nova nomenclatura. Beijinho de Ano Novo.

  10. Obrigado Mestre. Ao seu dispor.

    Feliz Ano Novo para si também.

    Um grande abraço

  11. 11
    Nina de Holanda 
    quarta-feira, 30. dezembro 2009

    C:\Users\Unidade Moema\Desktop\cartão natal 10.jpg

    Adeus ano velho, feliz ano novo que tudo se realize no ano que vai nascer……
    Que possamos aprender mais a cada ano, passar os conhecimentos e conquistar as pessoas com o que acreditamos.
    E acredite você pode fazer tudo acontecer!

    Abraços

    Nina de Holanda

    DeRose Reply:

    Conte comigo, Nina, neste próximo em em todos os demais anos das nossas vidas. Beijo de ano Novo para você e para o Bem, a quem também estimo muito.

  12. 12
    Nina de Holanda 
    quarta-feira, 30. dezembro 2009

    C:\Users\Unidade Moema\Desktop\cartão natal 10.jpg

  13. Miren que interesante. En http://www.harappa.com hasta el 31 de enero se pueden escribir preguntas a los expertos que están trabajando en el sitio.

    las preguntas se hacen a través de facebook, les dejo el link:
    http://www.facebook.com/topic.php?uid=24752074845&topic=13180

    y el texto que ellos escriben:

    Harappa.com is running an ‘Ask the Expert’ forum for two months until 31st January 2010. This is your chance to learn the latest about the Indus Valley Civilization directly from an illustrious panel of Indus Valley experts including Asko Parapola, Iravatham Mahadevan, Richard Meadow, Shereen Ratnagar and others. Ask your question and participate in discovering this remarkable civilization.

    To ask your question, please reply to this post below. As a guide, questions can be on one of the following topics, though any serious question is welcome. Please try to make your question as clear and specific as possible. Answers will appear at http://www.harappa.com/ in February-March, 2010. Ask away!

    Possible topics for questions:

    Origins of the Civilization
    The people of the Indus Valley
    Technology and Skills
    Governance and Daily Life
    Indus Script and Language
    Internal and External Trade
    Urbanisation and City Architecture
    Decline of the Indus Civilization

  14. Mestre mais que querido!!!!

    “Já perdoei erros quase imperdoáveis,
    tentei substituir pessoas insubstituíveis
    e esquecer pessoas inesquecíveis.

    Já fiz coisas por impulso,
    já me decepcionei com pessoas,
    Quando nunca pensei me decepcionar,
    mas também decepcionei alguém.

    Já abracei pra proteger,
    já dei risada quando não podia,
    fiz amigos eternos,
    amei e fui amado,
    mas também já fui rejeitado,
    fui amado e não amei.

    Já gritei e pulei de tanta felicidade,
    já vivi de amor e fiz juras eternas,
    “quebrei a cara muitas vezes”!

    Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
    já liguei só para escutar uma voz,
    me apaixonei por um sorriso,
    já pensei que fosse morrer de tanta saudade
    e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

    Mas vivi, e ainda vivo!
    Não passo pela vida…
    E você também não deveria passar!
    Viva!

    Bom mesmo é ir à luta com determinação,
    abraçar a vida com paixão,
    perder com classe
    e vencer com ousadia,
    porque o mundo pertence a quem se atreve
    e a vida é “muito” para ser insignificante”.
    (Charlie Chaplin)

    Feliz 2010, com inúmeras conquistas, realizações, amor e saúde!!!

    Beijos e abraços bem coloridos!!!
    Cris.

    DeRose Reply:

    Obrigado, Cris. Que texto lindo! Beijos e abraços coloridíssimos para você.

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