Antigamente, eu dava cursos. Agora são tantas as atividades e tão variadas a cada viagem, que podemos considerar um mini-festival. Temos conversa com os alunos de uma das unidades, almoço com um professor da ióga, lançamento de livro, jantar com os instrutores, entrevista na imprensa, visita a uma personalidade importante (um deputado, um embaixador, um prefeito, um governador), tudo isso além dos cursos de sábado e de domingo. Sem mencionar que vem gente de vários estados. Quando bem divulgados, os meus cursos reúnem pessoas de até cinco estados e, às vezes, de mais algum país. Em Paris, Londres (e em abril também em Roma), meus cursos reúnem pessoas de mais de seis países. Já não podemos chamar de cursos. São mini-festivais.
Fazemos tantas coisas nos fins-de-semana que quando retornamos a São Paulo na segunda-feira, frequentemente me surpreendo ao perceber que as incumbências deixadas na sexta-feira aos colegas ainda estão por fazer.





sábado, 29 de agosto de 2009 às 15:09
É verdade Mestre! Já estou ansiosa pela vossa visita à terrinha “agora” em Novembro.
Beijos com saudades…
sábado, 29 de agosto de 2009 às 15:41
Seja bem-vindo Mestrão!
Eu sou sou bem suspeita para falar desta cidade gostosa que é Curitiba…
Apenas continuando a série: Animais tem sentimento
http://www.pea.org.br/imgnoticias/20090806144928.jpg/img
Olha aí um coala após um incêndio na Austrália, precisou ser amparado com muita água e carinho!
Aqui o link do vídeo:
Até mais De!
Raffa Loffredo
Unidade Champagnat -- Curitiba
sábado, 29 de agosto de 2009 às 22:47
E como sempre os cursos são tão gostosos que nem percebemos as horas passarem!
Bjs
Regina- Curitiba
Lerivan Ribeiro Reply:
setembro 2nd, 2009 at 11:36
Saudades Rê.
Beijos
Regina Wiese Zarling Reply:
setembro 2nd, 2009 at 21:42
Oi eu também estou com saudades!
Bjs
domingo, 30 de agosto de 2009 às 1:46
Ah que legal, mini-festival do Método DeRose!! Adorei.
Kaká – Curitiba – Batel
domingo, 30 de agosto de 2009 às 2:03
Oi De, verifiquei na Tratado de Yôga e crocodilo está como makara sem acento. Então pela lógica a escrita da letra M, é makára com o acento. Eu achei que fosse ao contrário pelo fato de Ômkara ser escrito sem acento. Procurei na internet e só consta o termo makara e uma das definições é que makara é o veículo de Varuna. Não sei se se no Sanskrit-English Dictionary Sir Monnier , livro impresso se encontra este termo. No dicionário online, não encontrei. A dúvida que me surgiu foi se o termo makara, designa crocodilo e makára no caso seria a escrita da letra “m”. Então Ômkara também não deveria levar acento e ser escrito Ômkára? ( No Programa do Curso Básico que tenho consta a escrita Ômkara). Ou ainda poderiam ser os dois escritos da mesma maneira e o que definiria se trata-se de um termo ou de outro seria o contexto da frase ?
Bjs
Regina- Curitiba
DeRose Reply:
agosto 30th, 2009 at 11:08
Vou consultar os dicionários, querida. Obrigado pelo interesse. Foi esse interesse que permitiu que a nossa Escola se tornasse a mais precisa do mundo em ortografia e acentuação de transliteração. Mais exatos que nós, só os sanscritistas e os professores da língua, pois eles adotam sinalizações mais exigentes, que para nosso uso são desnecessárias. Gostei do Ritmo DeRose. Você foi bem rápida na pesquisa e na postagem aqui no blog. Parabéns!
domingo, 30 de agosto de 2009 às 9:11
ahhhhhh
c’est vrai eheheeh
j’ai eu l’opportunité de t’acompagné et à Fê et le rythme est vraiment incroyable
merci pour tout à vous deux
je vous aime et vous me manquez
Sonia
segunda-feira, 31 de agosto de 2009 às 14:40
Parabéns, Mestre, temos que ser tão realizadores como você é. Uma fonte de inspiração!!
Alê – Unidade Alphaville / SP