Isso não é mérito algum. É puro prazer. Há pessoas para quem a satisfação reside em não fazer nada nos fins-de-semana (e, se possível, nos outros dias também). E há os que se divertem bastante trabalhando, realizando e construindo. Desde 1974, quantos cursos tive que dar em meio a crises de qualquer coisa, afinal, se nosso corpo é uma máquina, é natural que vez por outra ocorra alguma falha mecânica. Assim, já estou acostumado a dar cursos em meio a problemas. Nestes trinta e cinco anos viajando, várias foram as vezes em que sai do hospital para a sala de aula ou para o estúdio de televisão dar uma entrevista. Ou vice-versa!
Uma coisa é certa: as técnicas do Método me salvaram a vida várias vezes. Nos primeiros dez anos de viagens, eu as fazia em ônibus interestaduais porque as passagens aéreas eram muito caras naquela época – ou eram caras para mim. Comendo em rodoviárias e restaurantes de estrada, mais de uma vez sofri intoxicação. E foi o dhauti kriyá que me ajudou. Aplicando essa lavagem estomacal e entrando em jejum pude minimizar a gravidade das ocorrências. Desta vez, estou em meio-jejum há 48 horas. “Meio-jejum”, porque estou tomando chás e, a partir das 48 h, suco de uva. Para mim foi ótimo, pois eu estava mesmo precisando queimar as reservas de inverno. Creio que baixei um ou dois quilinhos.
Sobre trabalhar nos fins-de-semana, não compreendo quando um profissional que diz querer subir na vida dá-se ao luxo de parar sábado e domingo. Isso é uma sequela da síndrome de empregado, que fim-de-semana quer parar, pois continua ganhando para ficar em casa e porque o que faz não lhe dá prazer: trabalha por dinheiro. Nós trabalhamos por satisfação, motivação, arte e Karma Yôga.
Espero que nunca me aposente. Aposentar é uma palavra parecida com entrevar, já que aposento designa um cômodo da casa. Podemos adaptar o tipo de trabalho e o ritmo. Eu hoje não trabalho no mesmo ritmo de vinte ou trinta anos atrás. Atualmente, estou muito mais dinâmico! Nunca produzi tanto, nunca estudei tanto, nunca escrevi tanto, nunca dei tantos cursos, nunca viajei tanto, nem para tantos países. Se isto continuar acelerando nesta proporção, mal posso imaginar como estarei aos 90 ou 120 anos.





segunda-feira, 6 de julho de 2009 às 2:20
Concordo plenamente Mestre querido!!!
O que fazemos é uma honra e um prazer, algo que nos enobrece e faz perpetuar este verdadeiro tesouro da humanidade.
Também quero te acompanhar nessa maravilhosa missão até além dos cem anos de idade!!!
Mil beijinhos..
Instra. Cris Volter
Luis Eduardo Magalhães – BA
segunda-feira, 6 de julho de 2009 às 2:54
Algo que leí hace poco y me entusiasmó mucho es que el famoso pintor japonés Hokusai produjo sus mejores obras (él mismo lo reconoció) a partir de los setenta años. Y vivió pasados los noventa! incluso él se había programado para alcanzar la perfección en ciertos aspectos a los ochenta y cinco.
Igual hay que subrayar que comenzó a pintar desde muy chico, y a estudiar seriamente a los dieciocho.
segunda-feira, 6 de julho de 2009 às 9:36
yogapress.net
Uau, quero continuar me aprimorando mais e mais a cada dia, seguindo seu exemplo, Mestre querido!
Fico feliz por estar melhor e tão rápido.
Uma observação: há dois errinhos de digitação.
1. trinta E cinco anos – quinta linha;
2. eram muito caraS – nona linha.
A letra em caixa alta não quer dizer que estou gritando, ok? rsrsrs. É só para melhor visualização.
Obs.: Por favor, peço a gentileza de não publicar.
Grande beijo, com saudades de ficar mais pertinho e de dar um abraço mais demorado. Te amo e cuido de ti em meus sentimentos e pensamentos.
DeRose Reply:
julho 6th, 2009 at 14:05
Obrigado, lindinha. Já corrigi. Beijoca.
segunda-feira, 6 de julho de 2009 às 9:58
swasthya.art.br
Adoro quando o Mestre fala em 120 anos…
Quando eu era mais jovem, antes mesmo de conhecer o Yôga, dizia que viveria até os 130, depois julguei que não seria possível mas agora com o Nosso Método quem sabe.
Abraços
Everton
segunda-feira, 6 de julho de 2009 às 13:20
Sábias palavras!
Estive durante um bom tempo trabalhando em empresas, mas sempre me achei “desloucado” porque eu sempre fui formiga, de trabalhar bem e de forma otimizada. Mas na maioria dos lugares, de nada valia, não era a “cultura” da empresa ou dos funcionários, então agora estou convencido que devo ter meu próprio negócio.
E os fim de semana são os melhores dias para trabalhar, principalmente em SP. Você consegue se deslocar, as pessoas estão disponíveis etc.
Um abraço,
Fernando Salvio
São Paulo – SP – Brasil – Rede DeRose
segunda-feira, 6 de julho de 2009 às 13:53
Admirável como sempre!!
Quero poder ficar muito tempo ao seu lado e compartilhar dessa companhia tão agradável!!
Alê – Unidade Alphaville / SP
segunda-feira, 6 de julho de 2009 às 14:03
Cest super travailler dans les weekends
cet le meilleur moment, car les élèves sont plus attentifs et mois dispersés par la routine du travail de la semaine
terça-feira, 7 de julho de 2009 às 1:21
E como é bom trabalhar no final de uma semana…e começar outra, feliz da vida!
Junto com tantas atividades do weekend festivo, a Unidade São Bernardo ainda recebeu seus filhotes no domingo, numa consultoria que iniciou as 8 horas.
…
Muitos vieram praticamente direto da festa
Sob a maestria da nossa querida Profa. Dora Santos, recebemos as Unidades Joinville/SC, Santo André/SP, Bueno/GO, São José dos Campos/SP e Goiaberas/MT.
Entre diretores e instrutores estávamos em mais de trinta pessoas!!
Uma verdadeira festa, agregando ao trabalho sério da nossa Rede momentos de muita diversão, companheirismo e amizade sincera.
Como é linda nossa família Mestre, tudo o que temos privilégio de vivenciar como instrutores do Método DeRose é fruto da sua dedicação, que tanto nos inspira.