Doutrinação não funciona para a nossa proposta. Pessoas suscetíveis a aceitar catequese de quem quer que seja, não são o nosso público. Não queremos entre os nossos a síndrome de rebanho. Costumamos dizer que não somos nem mesmo ovelhas negras, pois não admitimos sequer ser ovelhas. É preciso saber pensar livremente.
Livre pensar não é sinônimo de questionar compulsivamente. Também por isso não somos ovelhas, nem negras, pois não estamos contestando a forma de viver dos outros. Somos adeptos da diversidade de opções e da liberdade de escolha.
O fato de não professarmos nenhum credo, não preconizarmos nenhuma terapia, não oferecermos nenhum benefício, torna nossa proposta cultural protegida contra qualquer eventual tendência ao equívoco e confere-lhe incontestável seriedade.
Comentário de Luís Régio, de Portugal:
“Neste momento sou um praticante debutante, mas para mim o mais importante neste inicio não são propriamente as questões técnicas da prática, é sim o processo de envolvimento que se adquire numa escola deste tipo: aqui não estou a competir com ninguém; aqui não estou a ser catequizado; aqui ninguém me promete nada; aqui existe ambiente saudável; aqui, como dizem os adolescentes, «tá-se bem»; aqui estou em liberdade – nada de especial, pois não?”





sexta-feira, 16 de janeiro de 2009 às 3:21
alexandremontagna.com
É por isso que a Nossa Cultura agrega tantas mentes brilhantes e pessoas inteligentes, impulsiona nosso crescimento e consciência para além das expectativas iniciais, e cresce, a passos de elefante, pelos quatro cantos do planeta.
“É muito bom estar conosco”
Walter Cândido
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009 às 11:33
swasthya-yoga.de
Lieber DeRose,
nun bin ich wieder in Deutschland. Die Unterrichtsstunde am Dienstag war sehr interessant. Es ist wichtig auch über die moderne Vergangenheit des Yôga bescheid zu wissen.
Zu der Doktrinierung gebe ich Alexandre Recht. Unsere Kultur wird von Menschen ausgeübt, die eine eigene Meinung haben und eine gesunde Lebensphilosophie praktizieren möchten. Mit viel Freude, Spaß und der Begleitung so vieler interessanter Menschen.
Mit großen Umarmungen,
SwáSthya
Christian Mader
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009 às 11:49
yogabatel.blogspot.com
E é também por isso que fora do ambiente da nossa egrégora, ao menos comigo ninguém jamais criticou o fato de eu não beber (quer dizer uma vez há mais de 15anos atrás houve um, mas não era meu amigo e se desculpou tanto quando burlei uma das normas éticas e disse que era alcoólica e que havia saído de uma clínica de tratamento. Claro fiz isso de propósito para lhe deixar constrangido.) Fora este único caso, jamais houve outro. Muito ao contrário, todos acham o máximo, o fato de eu passar a noite toda, sem colocar um gole de bebida alcoólica na boca e me divertir e ter um pique maior do que todas as pessoas. Chegam a me parabenizar.
Uns cinco anos atrás no intervalo do show de uns amigos meus, um cara veio e me ofereceu whiskí. Respondi educadamente que não bebo, em seguida, achando que talvez fosse o whiskí, ofereceu-me cerveja, respondi novamente com educação que não bebo. Aí ele indignado, impossível, eu estava te observando e você é a pessoa que mais se divertiu nesse bar hoje, dançou a noite toda, que pique! Aí, meu amigo, vocalista da banda olhou para ele e disse: Ela não precisa ela faz SwáSthya! Bom, sorri e saí.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009 às 12:31
Este é um tópico importante, sobre o qual gostaria de expor o meu entendimento. Doutrinar segundo o dicionário significa ‘instruir em uma doutrina’. Doutrina, por sua vez, significa ‘conjunto de princípios que servem de base a um sistema religioso, político ou filosófico’, entre outras coisas.
Portanto, não entendo, existe uma instrução em relação à filosofia que é o Yôga Antigo (me corrija se estiver errada), já não querer convencer ninguém de coisa alguma, isso sim, sem dúvida não queremos fazer.
Um beijo a todos os amigos da egrégora e ao MADER da Alemanha, que muito embora eu não tenha entendido nada que ele escreveu (rs) adorei ver o seu post aqui e a página em Alemão que está super legal.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009 às 18:00
yogabatel.blogspot.com
Relendo meu post, descobri um erro de ortografia gravíssimo, saiu houve sem o h. Esta postagem não escrevi de casa e o H do computador não estava muito bom e a palavra acabou indo sem este. Foi falta de atenção minha não ter revisado antes. Desculpem o lapso.
Beijinhos
Rê
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009 às 18:39
uni-yoga.org
Sabe, Regina, normalmente eu corrijo os erros que encontro, pois sei que os internautas digitam muito rapidamente e é comum ocorrerem equívocos. Mas este me passou despercebido. Já corrigi. Beijos.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009 às 19:10
yogabatel.blogspot.com
Obrigada De. Bjs
domingo, 21 de março de 2010 às 20:38
nossacultura.org
Querido Shrí DeRose,
O comentário da Amina Guerra é curioso, levanta uma dúvida interessante, porque por vezes quando dizemos que não doutrinamos, ou quando levantamos a bandeira da não-doutrinação, pode aparecer um praticante que nos confronte com a definição básica de “doutrina” que se encontra em qualquer dicionário, e de facto o Nosso Método tem um conjunto de regras e princípios sistematizados que servem de base a uma Escola Filosófica, pode-se assim mesmo em excesso, dizer que temos uma doutrina. Mas importa aprofundar a explicação. Há um detalhe importante, é que “Doutrinar significa transmitir, convencer alguém de uma posição política, religiosa ou filosófica”, e nós não queremos CONVENCER ninguém! Instruimos, ensinamos e educamos, mas repito, não queremos CONVENCER ninguém, não temos uma doutrina ideológica, armada de patrulhamento.
A explicação julgo que se complementa se se adicionar que nós ensinamos, instruimos e educamos mas não doutrinamos. Ensinar, Instruir e Educar são tudo conceitos diferentes de doutrinar, pois não fazemos patrulhamento ideológico obrigando alguém a se convencer de nada, aliás, Axioma Número Um, Não Acredite! Vá estudar, investigar e praticar todos os dias para comprovar.
Remeto os paladinos para um jogo interessante que procura tentar mostrar as diferenças entre Ensinar, Educar, e Instruir, mesmo mostrando as diferenças, apresenta também a ideia que estes 3 conceitos não são estanques, pois interrelacionam-se.
Curioso que no jogo utilizei logo muito mais Instruir do que ensinar e educar, porque Instrução está mais ligado a actividade prática, Ensino e Educação a actividae teórica, e isso me fez recordar a definição técnica “Yôga é toda a metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi”. Também tem ensino e educação de teória, códigos e valores, mas tem acima de tudo e muito mais importante, tem muita instrução prática, o Método DeRose.
Aqui o link para o jogo: http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/hfe/jogo/index.htm
Em suma creio que: Instruimos um Método, não doutrinamos num Método. Isto na minha muito humilde contribuição, claro.
Abraços e Carinho,
SwáSthya!
Júlio Silva
Discípulo de João Camacho, Yôgachárya
Espaço Cultura Môksha
http://www.nossacultura.org/
domingo, 21 de março de 2010 às 20:43
nossacultura.org
Querido Shrí DeRose,
Só depois de colocar o comentário anterior é que fui ler o “pingback” do blog do Alexandre Montagna que remete para um seu outro post “A doutrinação deve ser execrada”, e só depois vi, e para minha tão boa surpresa, que Shrí DeRose nesse post já abordou a dúvida da querida Amina, e apresenta essencialmente na sua explicação que não ter doutrina no nosso caso é não querer convencer ninguém de nada, até porque temos o axioma número um: “Não Acredite!”.
Abraços e Carinho,
SwáSthya!
Júlio Silva
Discípulo de João Camacho, Yôgachárya
Espaço Cultural Môksha
http://www.nossacultura.org/