Doutrinação não funciona para a nossa proposta. Pessoas suscetíveis a aceitar catequese de quem quer que seja, não são o nosso público. Não queremos entre os nossos a síndrome de rebanho. Costumamos dizer que não somos nem mesmo ovelhas negras, pois não admitimos sequer ser ovelhas. É preciso saber pensar livremente.
Livre pensar não é sinônimo de questionar compulsivamente. Também por isso não somos ovelhas, nem negras, pois não estamos contestando a forma de viver dos outros. Somos adeptos da diversidade de opções e da liberdade de escolha.
O fato de não professarmos nenhum credo, não preconizarmos nenhuma terapia, não oferecermos nenhum benefício, torna nossa proposta cultural protegida contra qualquer eventual tendência ao equívoco e confere-lhe incontestável seriedade.
Comentário de Luís Régio, de Portugal:
“Neste momento sou um praticante debutante, mas para mim o mais importante neste inicio não são propriamente as questões técnicas da prática, é sim o processo de envolvimento que se adquire numa escola deste tipo: aqui não estou a competir com ninguém; aqui não estou a ser catequizado; aqui ninguém me promete nada; aqui existe ambiente saudável; aqui, como dizem os adolescentes, «tá-se bem»; aqui estou em liberdade – nada de especial, pois não?”




sexta-feira, 16. janeiro 2009
É por isso que a Nossa Cultura agrega tantas mentes brilhantes e pessoas inteligentes, impulsiona nosso crescimento e consciência para além das expectativas iniciais, e cresce, a passos de elefante, pelos quatro cantos do planeta.
“É muito bom estar conosco”
Walter Cândido
sexta-feira, 16. janeiro 2009
Lieber DeRose,
nun bin ich wieder in Deutschland. Die Unterrichtsstunde am Dienstag war sehr interessant. Es ist wichtig auch über die moderne Vergangenheit des Yôga bescheid zu wissen.
Zu der Doktrinierung gebe ich Alexandre Recht. Unsere Kultur wird von Menschen ausgeübt, die eine eigene Meinung haben und eine gesunde Lebensphilosophie praktizieren möchten. Mit viel Freude, Spaß und der Begleitung so vieler interessanter Menschen.
Mit großen Umarmungen,
SwáSthya
Christian Mader
sexta-feira, 16. janeiro 2009
E é também por isso que fora do ambiente da nossa egrégora, ao menos comigo ninguém jamais criticou o fato de eu não beber (quer dizer uma vez há mais de 15anos atrás houve um, mas não era meu amigo e se desculpou tanto quando burlei uma das normas éticas e disse que era alcoólica e que havia saído de uma clínica de tratamento. Claro fiz isso de propósito para lhe deixar constrangido.) Fora este único caso, jamais houve outro. Muito ao contrário, todos acham o máximo, o fato de eu passar a noite toda, sem colocar um gole de bebida alcoólica na boca e me divertir e ter um pique maior do que todas as pessoas. Chegam a me parabenizar.
Uns cinco anos atrás no intervalo do show de uns amigos meus, um cara veio e me ofereceu whiskí. Respondi educadamente que não bebo, em seguida, achando que talvez fosse o whiskí, ofereceu-me cerveja, respondi novamente com educação que não bebo. Aí ele indignado, impossível, eu estava te observando e você é a pessoa que mais se divertiu nesse bar hoje, dançou a noite toda, que pique! Aí, meu amigo, vocalista da banda olhou para ele e disse: Ela não precisa ela faz SwáSthya! Bom, sorri e saí.
sexta-feira, 16. janeiro 2009
Este é um tópico importante, sobre o qual gostaria de expor o meu entendimento. Doutrinar segundo o dicionário significa ‘instruir em uma doutrina’. Doutrina, por sua vez, significa ‘conjunto de princípios que servem de base a um sistema religioso, político ou filosófico’, entre outras coisas.
Portanto, não entendo, existe uma instrução em relação à filosofia que é o Yôga Antigo (me corrija se estiver errada), já não querer convencer ninguém de coisa alguma, isso sim, sem dúvida não queremos fazer.
Um beijo a todos os amigos da egrégora e ao MADER da Alemanha, que muito embora eu não tenha entendido nada que ele escreveu (rs) adorei ver o seu post aqui e a página em Alemão que está super legal.
sexta-feira, 16. janeiro 2009
Relendo meu post, descobri um erro de ortografia gravíssimo, saiu houve sem o h. Esta postagem não escrevi de casa e o H do computador não estava muito bom e a palavra acabou indo sem este. Foi falta de atenção minha não ter revisado antes. Desculpem o lapso.
Beijinhos
Rê
sexta-feira, 16. janeiro 2009
Sabe, Regina, normalmente eu corrijo os erros que encontro, pois sei que os internautas digitam muito rapidamente e é comum ocorrerem equívocos. Mas este me passou despercebido. Já corrigi. Beijos.
sexta-feira, 16. janeiro 2009
Obrigada De. Bjs