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sexta-feira, 27 de agosto de 2010 | Autor: DeRose

Temos a mania de manifestar a síndrome do “eu sou pobre, pobre, pobre de Marais je suis“. E, portanto, precisamos utilizar todos os espaços disponíveis. Não conseguimos deixar espaços em branco, respiros elegantes e margens generosas. Não conseguimos deixar de poluir nossos impressos, textos, seja lá o que for. Eu também padeço dessa síndrome. Mas estou me curando bem rápido. Na verdade, com meus quase setenta anos de idade, estou evoluindo mais rápido que a moçada de vinte, trinta e quarenta. Já expliquei várias vezes à nossa agência que quero uma arte com muitos espaços, respiros e margens, mas os executivos não conseguem compreender isso e continuam insistindo em empapuçar os espaços disponíveis com corpos de letra e imagens grandes demais.

Talvez, assistindo o vídeo abaixo consigamos compreender melhor a que me refiro. Assista, medite, assista de novo, medite outra vez. Assista pela terceira vez e dê uma marretada na moleira para ver se entra!

Colagem feita pelo Gustavo Oliveira.

Apple / Microsoft

sábado, 14 de agosto de 2010 | Autor: DeRose

Temos uma dívida de gratidão com o Governador Dr. Geraldo Alckmin e com o Deputado Edson Aparecido

O Dia Estadual do Yôga, data oficial no calendário do Estado de São Paulo, no dia do meu aniversário, 18 de fevereiro, foi sancionado pelo Dr. Geraldo Alckmin quando foi Governador do Estado pela primeira vez. Que este post seja o símbolo do nosso reconhecimento.

Temos nos esquivado de mencionar a palavra mágica tanto quanto possível, já que hoje nós trabalhamos com o Método DeRose e queremos evitar que as pessoas embaralhem as coisas ou que sucumbam sob os estereótipos. Contudo, aqui não podemos evitar a menção, já que se trata – realmente – do Dia do Yôga. Assim, que fique aqui registrado o nosso agradecimento ao Deputado Edson Aparecido que redigiu a Lei e ao Dr. Geraldo Alckmin que a sancionou.

Além do estado de São Paulo, o Dia do Yôga é comemorado no dia do meu aniversário, em 18 de fevereiro, data oficial, por lei, nos estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Goiás, Ceará, Piauí, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Distrito Federal. Mais da metade do país (14 dos 27 estados): todo o Sul, todo o Sudeste e boa parte das demais regiões.

É por esse motivo, e pelas homenagens e condecorações que o nosso trabalho vem recebendo dos Governos Estaduais, das Câmaras Municipais, do Exército, da Polícia Militar, da Defesa Civil, da Associação Paulista de Imprensa, da OAB-SP, do Rotary International e outras instituições humanitárias e filantrópicas, é por esse motivo que finquei pé no Brasil e em São Paulo, apesar do crescimento do nosso trabalho noutros países.

Porque é preciso retribuir àqueles que nos apoiam.

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segunda-feira, 19 de julho de 2010 | Autor: DeRose

A garotada ressucitou um jogo chamado “Assassino”, em que a comunidade dos que estão jogando precisa encontrar o dito-cujo. O maior ensinamento desse jogo é a tomada de consciência de que o ser humano tende a tachar uma pessoa, por qualquer motivo real ou imaginário, e para sempre ela carregará essa peja, seja justa ou injusta.

No jogo em questão, a quem calhou por sorteio ser o assassino em um jogo anterior, passa a ser morto na primeira rodada nos jogos seguintes, mesmo que ocorram em outros dias. Ora, todos sabem intelectualmente que a chance de calhar mais de uma vez essa qualificação por sorteio sobre a cabeça da mesma pessoa é muito improvável. No entanto, emocionalmente, todos olham para o colega e vêem nele o famigerado assassino da brincadeira anterior. Por isso, eu apenas assisto, mas não entro no jogo. Isso não quer dizer que o censure: ao contrário, acho-o muito divertido e recomendo que as escolas o adotem como meio eficiente de reforçar os vínculos de amizade.

Da mesma forma como no jogo, a opinião pública e a Imprensa, quando encasquetam que você é isto ou aquilo, mesmo que você não o seja, vai dar muito trabalho para convencer as pessoas da verdade. É que a inverdade tornou-se a percepção, e a percepção do observador é sempre aureolada como verdade.

Moral da história: façamos todos um trabalho extremamente sério, exerçamos em nossa vida pessoal uma honestidade fundamentalista e conquistemos a todos com a nossa simpatia, cavalheirismo e generosidade. É preciso que mesmo os instrutores mais novos e até os alunos reconheçam a importância de cultivar uma boa imagem em todos os lugares, com todas as pessoas.

Ah! E joguem mais “Assassino”!

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Mais um exemplo de estigma: o ator sueco Max von Sydow, que havia participado de quase todos os filmes de Ingmar Bergman, aceitou com 40 anos de idade representar o padre do antológico filme “O Exorcista“, maquiado para parecer que tinha 75 anos. O resultado foi que nenhum estúdio mais o chamou para trabalhar, porque ele ficou estigmatizado por ser velho… coisa que ele não era!

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Pois é, Mestre. Você foi a primeira pessoa que alertou-me, há muitos anos atrás, que verdades, são em sua esmagadora maioria, apenas visões, interpretações pessoais dos fatos, não coincidindo, quase nunca, com a realidade.

Todos nós, o tempo todo, estamos olhando os fatos segundo os nossos pontos de vista, e portanto, passíveis de distorcer os fatos, e o que é pior, sem nos darmos conta disso!

Para exemplificar, tenho um amigo, uma pessoa pública, muito famosa e que conheço há mais de 35 anos. É uma pessoa seriíssima, correta e honesta. Sempre foi. Seu erro foi atuar profissionalmente com decência, muita competência e honradez, em uma área aonde a grande maioria do métier é formada de pessoas sem formação, aventureiros e desonestos. Isto lhe angariou uma horda de desamigos, que tentaram em vão, ao longo de mais de 40 anos, fazê-lo desistir da profissão. Mas como sua honestidade fundamentalista, jamais ofereceu a esses invejosos, qualquer indício que pudesse ser usado para proibi-lo de trabalhar e crescer. Então a arma que eles vêm utilizando neste tempo todo é a calúnia, a mentira e a fofoca, para tentar desacreditá-lo junto à opinião pública.

Algumas vezes, ao conversar com algum jornalista sobre este meu amigo, percebo que aquele faz comentários pouco elogiosos sobre este. Porém ao perguntar-lhe se conhece o meu colega, o repórter simplesmente diz que não. E quando faço a defesa do meu injustiçado amigo, demonstrando, de forma educada, o valor, as qualidades, a seriedade e honestidade pessoal e profissional, o jornalista fica surpreso e admirado.

Agora, Mestre, imagine que este profissional, não receba esclarecimentos prévios e é convocado para realizar uma matéria em jornal, revista ou televisão sobre este meu querido amigo. Milhares de leitores e telespectadores receberão uma imagem totalmente distorcida, inverdadeira e injusta dele.

É assim que se constrói uma “verdade”, Mestrão. E agora, durma-se com um barulho destes.

Beijos do velho discípulo.

Prof. Joris Marengo, Presidente da Federação de Santa Catarina.

Acredito, Joris, que se todos os instrutores e alunos tivessem a mesma atitude sua de ação efetiva, a Justiça e a Verdade se instalariam e, não apenas eu, mas todos nós ficaríamos muito mais felizes com o reconhecimento do valor deste trabalho que compartilhamos.

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“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade.” (Joseph Goebbels, Ministro da Propaganda Nazista)


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terça-feira, 13 de julho de 2010 | Autor: DeRose

Normalmente, nós costumamos só visitar a página atual, mais recente, nos blogs e outros acessos que fazemos no Google etc. Porém, no caso deste blog – por ser de uma Cultura estável, milenar, de valores quase imutáveis, vale a pena dispor de algum tempo para ler e compartilhar as boas mensagens, artigos, pensamentos, experiências, músicas, vídeos, entrevistas, links, coreografias e todo um tesouro de comentários que os companheiros deixaram nas páginas anteriores.

Olá, Mestrão!
Para facilitar a navegação, formatei todo o texto em formato de teia de links. Se for conveniente, então que ele fique à sua disposição para o melhor uso. Um abraço forte e até daqui a alguns dias!
Montagna

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Você vai encontrar tópicos como:

meio ambiente, ecologia, clima, responsabilidade ambiental, biosfera, planeta, rios, dicas;

maneiras de melhorar o mundo;

alimentação, vegetarianismo, comer carnes, celebridades vegetarianas;

cães, animais de estimação, alimentação para cachorros, adestramento, ração vegetariana para cães;

vídeos, músicas, fotos;

coisas que a vida me ensinou (capítulos desse livro);

paradigmas, estereótipos;

história, arqueologia, filosofia, biografia;

ortografia, fonética, línguas, idiomas, linguística, latim, hebraico, sânscrito;

trabalho versus emprego; crise e sucesso profissional;

mensagens, artigos, pensamentos;

faculdade, universidade, pós graduação, MBA;

a gripe e outra pandemias, o que há por trás;

palestras de vários intelectuais, empresários de sucesso e de quem passou por experiências interessantes;

como os seres humanos tratam seus luminares;

relacionamento afetivo, boas maneiras, educação, boas relações humanas;

entrevistas com DeRose gravadas no Brasil e no exterior;

reportagens feitas com outros instrutores, cobertura de eventos;

coreografias lindíssimas de vários instrutores de diversos países;

ações sociais e humanitárias, filantropia, voluntariado, defesa civil;

Índia, Himálayas, templos, viagens, monumentos, Civilização do Vale do Indo;

Hinduísmo, Shiva, Upanishad, Yôga Sútra, shástras, escrituras hindus;

prevenção do câncer;

cursos, festivais, congressos, eventos – no Brasil, Argentina, Portugal e França;

fumo, álcool e drogas;

jovens, juventude, valores, caráter;

profissões, profissionalismo, formação profissional, carreira, futuro;

solenidades, outorgas, homenagens, medalhas, comendas, reconhecimento público;

livros, literatura, documentação bibliográfica, capítulos de livros, trechos de livros deste autor;

artigos, crônicas, contos, ficção;

links relevantes para outros sites e blogs.


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sábado, 10 de julho de 2010 | Autor: DeRose

Salve amado Mestre.

Como havíamos conversado no DeRose Festival de Floripa, adotamos em nossa Unidade Av. Rio Branco, aqui em Floripa, posicionar os alunos em sala de aula conforme o grau hierárquico, mas desde que portassem a insígnia.

Ou seja, se um Docente entrasse em sala de práticas sem insígnia, seria preterido por um sádhaka ou outro aluno ou Instrutor em um grau inferior ao seu, sendo orientado para posicionar-se atrás destes.

Como de praxe, os mais antigos e mais próximos são os mais indisciplinados. Então foi muito engraçado ver as carinhas de decepção quando pedíamos para estes irem para o fundo da sala, trazendo os mais novos para a frente. Nem disfarçavam a expressão de decepção!

Mas foi um sucessinho, como diz a minha querida Vivi Mondardo. Em um mês, não só todos estão usando as insígnias como buscam os graus mais adiantados da nossa Escala Evolutiva. Ninguém mais quer ser aspirante. Rsrsrsrsr.

E o outro sucessinho é a cerimônia de passagem de grau nos sat chakras mensais. Todos estão usando sua insígnia com mais orgulho e mesmo fora do ambiente da Unidade. Até os Instrutores!

Estamos melhorando cada vez mais. Está realmente muito divertido e motivador.

Abração do Jojó

jojomarengo@terra.com.br
Joris Marengo