sábado, 28 de agosto de 2010 | Autor: DeRose

Bárbara Santiago

Olá mestre, tudo bom?
Vi este video hoje e gostaria de compartilhar com você e todos que acompanham o seu blog. Espero que goste.
Beijinhossss

Essa cadelinha tem uma grande lição a ensinar aos seres humanos, especialmente àqueles que têm tudo para ser felizes e vivem chorando e se lamuriando. Temos mais é que ser felizes e contentes, e dar graças por termos tudo o que temos. DeRose

sexta-feira, 27 de agosto de 2010 | Autor: DeRose

Temos a mania de manifestar a síndrome do “eu sou pobre, pobre, pobre de Marais je suis“. E, portanto, precisamos utilizar todos os espaços disponíveis. Não conseguimos deixar espaços em branco, respiros elegantes e margens generosas. Não conseguimos deixar de poluir nossos impressos, textos, seja lá o que for. Eu também padeço dessa síndrome. Mas estou me curando bem rápido. Na verdade, com meus quase setenta anos de idade, estou evoluindo mais rápido que a moçada de vinte, trinta e quarenta. Já expliquei várias vezes à nossa agência que quero uma arte com muitos espaços, respiros e margens, mas os executivos não conseguem compreender isso e continuam insistindo em empapuçar os espaços disponíveis com corpos de letra e imagens grandes demais.

Talvez, assistindo o vídeo abaixo consigamos compreender melhor a que me refiro. Assista, medite, assista de novo, medite outra vez. Assista pela terceira vez e dê uma marretada na moleira para ver se entra!

Colagem feita pelo Gustavo Oliveira.

Apple / Microsoft

sexta-feira, 27 de agosto de 2010 | Autor: DeRose

Quando utilizamos até os mínimos espaços para entupi-los de texto ou para ampliar o tamanho das letras até os limites do papel, estamos passando ao leitor uma mensagem de mau-gosto, de falta de profissionalismo e pobreza de espírito. Algo do tipo: “eu sou pobre, pobre, pobre, de Marais, Marais, Marais…, então, preciso aproveitar todo o papel, pois disponho de pouco papel, tenho que fazer o impresso menor por economia e assim a solução é apertar o texto e diminuir as entrelinhas”.

Se queremos transmitir uma mensagem de elegância, a primeira providência é proporcionar margens generosas e espaços estéticos entre os blocos de texto e de ilustração.

Uma das poucas exceções é a instituição do pocket book, pois sua existência já é uma confissão de proposta de economia de papel e no preço final do livro. Mesmo assim, se for possível, é conveniente levar em consideração os princípios acima mencionados.

Há vários manuais interessantes sobre diagramação de impressos. Um deles é Design para quem não é designer, de Robin Williams. Comprei pela Amazon.


Veja os comentários

quarta-feira, 25 de agosto de 2010 | Autor: DeRose

tatianeleao

Oi Mestre.
Hoje recebi o e-mail de uma aluna bem interessante. Mais uma vez, reforçando a importância da egrégora, agora no âmbito da saúde, já que acredito, sim, que boas relações humanas podem fazer toda a diferença no nosso dia-a-dia. Veja como a maioria dos nossos intrutores tem uma vida super ativa, trabalhando muito, inclusive sábados, domingos e feriados e ainda assim temos uma saúde de ferro.
Viva nossos festivais! Assim vamos viver uns 200 anos.
Beijinhos.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010 | Autor: DeRose

Luana Zambiasi

Bom dia Mestrão!

Para firmar ainda mais a ideia de que animais são providos sim de sentimentos, envio o vídeo abaixo. Fiquei emocionada com a atitude dos elefantes ao salvar o filhotinho que havia caído na lama.

E veja, podemos até mesmo comparar a cena com a nossa egrégora. Por estar fazendo o módulo a distândia, várias vezes me senti um “elefantinho afundando na lama”, de repente surgiam de todos os lados as pessoas mais amáveis e bem dispostas que já conheci, estendendo a mão, o braço, o corpo e a alma inteiros para que eu mantivesse a postura firme e seguisse adiante. Após vários salvamentos compreendi a relevância desta União que existe para nos mantermos fortes!

Um beijo e um abraço … de coração com coração!

Lu

Unidade Centro Cívico — Curitiba — PR
http://yogacentrocivico.com/blog/

Linda cena, que mostra o quanto os animais têm sentimentos. Obrigado por compartilhar. DeRose.