Sexta-feira, dia 6 de agosto, às 20 horas, na Al. Jaú 2000, em São Paulo, terá lugar uma noite cultural que compreenderá coreografias do Método DeRose, rápida palestra e autógrafos do conto Eu me lembro… que hoje constitui a melhor fonte de ensinamentos sobre os conceitos do Método.
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Nilzo Andrade Jr.
Mestrão.
Primeiramente, queremos agradecer a sua presença no final de semana passado aqui em Curitiba. Toda a nossa egrégora ficou em êxtase com todo o conhecimento transmitido.
Depois, quero compartilhar esse destaque que você recebeu na principal coluna social, no jornal de maior circulação do estado.
Todos estamos muito orgulhosos com a sua projeção e com o reconhecimento que, sabemos, está só no início.
Um grande beijo de todos nós para você, para a Fée e para a Jaya,
Nilzo
Representando a egrégora do Paraná
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Primeiro capítulo do livro “Eu me lembro…”
As manhãs da minha infância
Lembro-me de uma linda manhã de sol, em que os campos floridos ondulavam com a brisa fresca. Eu devia ter uns quatro anos de idade e minha mãe me ensinava como caminhar na trilha de terra evitando pisar sobre as folhas secas para não ferir alguma serpente que estivesse dormindo e não percebesse nossa aproximação, dizia ela. Segundo minha mãe, a serpente não era má e não me morderia por mal e sim por medo de mim, que era um animal muito maior do que ela.
Mamãe me ensinava também a perceber o ruído particular que cada animal, ave ou inseto fazia ao se deslocar ou ao espreitar. De fato, depois que passei a prestar atenção, podia perfeitamente separar o ruído do vento na vegetação, do chamado de um inseto quase imperceptível, ou do leve bater de asas de uma ave de rapina planando baixo para caçar um roedor desavisado. Um dia ela me disse:
– Shhh! Ouça.
Mas não ouvi nada. Então, ela apontou com o dedo médio, como era costume entre nosso povo. Olhei e nada vi. Mas comecei a perceber um leve ruído como se fosse uma lixa passando de leve sobre o chão arenoso.
– Não se mova para não assustá-la!
Em poucos instantes, vimos uma majestosa naja amarronzada de uns dois metros de comprimento saindo de trás do capinzal. Por tudo o que minha mãe me ensinou, posso dizer que lhe devo a vida várias vezes.
Passávamos a manhã inteira brincando de furar o solo de terra fofa com o dedo polegar e jogando dentro do orifício umas sementinhas. Depois, ficávamos algumas semanas brincando de colocar água e esterco de vaca em torno de cada local plantado. Também devíamos conversar e rir bastante ali por perto. Mamãe dizia que se a sementinha ouvisse nossa conversa e nossos risos ela iria pôr a cabecinha de fora para ver o que se passava. Então, permanecíamos dias a fio conversando e contando casos engraçados, esperando ansiosamente que a semente pusesse a cabeça para fora da terra.
Minha mãe tinha razão. Dali a alguns dias, vi, com uma alegria impossível de descrever, o primeiro broto saindo para o sol. E depois outro e outro.
– Agora – disse-me ela – devemos mostrar às plantinhas que o mundo aqui fora vale a pena. Vamos ficar sempre felizes uns com os outros que é para as plantinhas não voltarem lá para dentro. Também devemos cuidar delas porque, coitadinhas, não podem se deslocar como nós para ir beber água quando tiverem sede, nem para fugir quando alguém for pisar nelas.
Colocamos proteções de bambu à sua volta e todas as manhãs lhes dávamos água, porque era verão e o calor estava muito forte. Havia uns dias em que precisávamos protegê-las do sol e cobríamos uma grande área com um tecido quase transparente e já meio velho, mas que era mantido imaculadamente limpo. Nunca perguntei por que esse tecido era lavado, se ia ficar exposto ao sol e ao vento que, às vezes, levantava nuvens de poeira avermelhada. Mas, incansavelmente, as mulheres da aldeia, lavavam os metros e metros de tecido, sempre cantando e dando risadas das coisas mais simples.
Certa vez foi por causa de uma rã que saltou para dentro da cesta de vime. Uma das mulheres comentou que a rã estava querendo acasalar e, por esse motivo absolutamente ingênuo, as mulheres deixaram-se rir até o entardecer.






sexta-feira, 30 de julho de 2010 às 11:59
metododerose.org
Ela precisa conversar mais com os amigos. Todos devem convidá-la para sair, para almoçar, para jantar, para ir ao cinema, para viajar. Mas tudo isso deve ser feito discreta e gradualmente, para transmitir um clima de espontaneidade. Quanto ao sádhana, ela não necessita suprimir nenhuma técnica, mas precisa enfatizar os kirtans e deve priorizar as práticas em conjunto, evitando praticar sozinha por uns tempos. Beijão, Amigo.
sexta-feira, 30 de julho de 2010 às 15:15
Mestre querido, ayer por la tarde se realizó en Buenos Aires una disertación sobre Calidad de vida y administración del estrés, que dió el Maestro Edgardo Caramella en una reconocida Universidad de Buenos Aires. Participaron socios del Rotary Club y se organizó en conjunto con la gente de la Asociación Dale Vida!, que se ocupa de generar conciencia en cuanto a la donación voluntaria de sangre. De hecho, la entrada fue un libro infantil, y los libros que se juntaron fueron donados a la biblioteca de esa Asociación.
Fue un evento importante, pero descontraído, y las palabras del Maestro Edgardo fueron elocuentes y profundas, sin dejar de entretener a todos los presentes. ¡También hubo demostración de coreografías!
Como fue tan lindo, quería compartir en tu blog las fotos, y agradecer a Edgardo y a Lucía López, que trabajó mucho junto a la egrégora de instructores de Buenos Aires para que esta disertación sea una realidad.
http://picasaweb.google.com/natalia.sanmartin/DisertacionUBJulio2010#
Saludos con muchísimo cariño!
Natalia – Buenos Aires
sexta-feira, 30 de julho de 2010 às 15:20
ricpoli.com
Oi De, segue mais uma nota da imprensa sobre o lançamento da sexta-feira passada!
Beijos,
Ric Poli
http://www.DeRoseCentroCivico.org/blog
Curitiba – PR
DeRose Reply:
julho 31st, 2010 at 3:10
Que bom, Ric. Estou super feliz. Beijão.
sexta-feira, 30 de julho de 2010 às 17:00
Foi realmente uma tarde de domingo muito especial, podendo receber tanto conhecimento e de pertinho. A-do-rei.
Um beijo enorme para ti Mestre e outro para Halina, lindísima na foto ao seu lado.
Nádia
Unidade Londrina
DeRose Reply:
julho 31st, 2010 at 3:06
Obrigado, Nádia. Gostei muito que vocês tenham ido ao curso. Foi um grande estímulo para mim. Abração.
sexta-feira, 30 de julho de 2010 às 17:13
yogapress.net
Oi Mestre,
Gosto de ler esse capítulo do livro “Eu me lembro…” para os meus filhos.
Um dia desses fomos fazer uma trilha no Jd. Botânico e eles falaram “cuidado com as folhas secas para não pisarmos em nenhuma serpente”, achei tão lindo!
E assim eles vão aprendendo a viver Nossa Filosofia… Naturalmente.
Um abraço apertado e cheio de saudades.
DeRose Reply:
julho 31st, 2010 at 3:04
Veja como uma coisinha à toa pode salvar a vida de uma criança. Beijinhos para a criançada, do tio DeRose.
sábado, 31 de julho de 2010 às 7:21
Lembro que ao terminar de ler o Eu me Lembro pela primeira vez me emocionei e as lágrimas caiam sobre o livro, foi um momento mágico.
Obrigado Mestre,
Muitos beijos.
Dani Cardoso
Unidade Itapuã-BA
segunda-feira, 2 de agosto de 2010 às 11:33
zed.art.br
Querido Mestre,
Ontem estava relendo o livro “Eu me lembro…” e novamente me emocionei.
Refleti sobre a impotância de compartihar as coisas boas que podemos criar e com isso melhorar o mundo ao nosso redor. Seja compondo uma musica, pintando um quadro, fazendo uma comidinha especial, escrevendo um livro, ensinando, fazendo alguém sorrir. Tudo isso inspira as pessoas a Realizarem. Ilumina o universo.
Obrigado por iluminar o universo.
Vou me esforçar, seguir seu exemplo e semear mais luz ao meu redor.
Um grande beijo,
Thiago Gonçalves
http://www.DeRoseCentroCivico.org
Curitiba – Paraná
DeRose Reply:
agosto 2nd, 2010 at 14:21
Eu também me emociono com ele. Beijão.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010 às 22:42
yogaosiecki.blogspot.com
Olá De,
compartilho com a egrégora uma ferramenta pedagógica que temos aqui na Unidade Centro Cívico:
Blog da Biblioteca do Centro Cívico
- http://bibliotecacentrocivico.blogspot.com/
- Vídeo:
DeRose Reply:
agosto 2nd, 2010 at 22:46
Que ótima ideia! Tomara que todos sigam o seu bom exemplo. Mas o que eu gostei mais foi da música.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010 às 18:48
Que lindo capitulo!! No solo me gusta sino que también me estimula a aprender un poco de portugués, si que somos internacionales
Saludos Theo.
Buenos aires – San isidro.
DeRose Reply:
agosto 6th, 2010 at 1:59
Saludos desde São Paulo, Theo!
sexta-feira, 6 de agosto de 2010 às 16:43
Mestre lindo!
Eu amo esse livro de paixão. Foi o primeiro que meu shakta, Raphael Cagnotto, leu para mim quando começamos a namorar. Já tenho a edição antiga e vou hoje ao lançamento pegar a nova com certeza. Aproveito e te dou um beijo bem gostoso e um beijão na Fe linda, que faz anos de vida.
Um super beijo virtual por enquanto.
Marina Barreira – graduada – Vila Mariana
DeRose Reply:
agosto 11th, 2010 at 19:00
Obrigado, querida. Beijinho.