A princípio o dêvanágarí não traz a acentuação tônica das palavras mas esse autor resolveu colocar e olha só que interressante que ficou:
http://is1.mum.edu/vedicreserve/rk_veda/rk_ved_m1.pdf
Os scripts tendem a ir evoluindo cada vez mais condizentes com a entoação de cada língua.
As línguas mortas têm o gigantesco benefício de não estarem sujeitas a várias corrupções que estão sujeitas as línguas vivas.
Abraços
Everton
[Veja só que interessante! Podemos chamar o fato de memética, pois não creio que esse autor tenha se inspirado nos meus livros e eu, certamente, não me inspirei nos textos dele. Considerei uma descoberta genial e muito importante para o caso de alguém precisar de fundamentação para a minha iniciativa de sublinhar as sílabas tônicas do sânscrito. Valeu, Everton.]
Também podemos invocar a teoria da sincronicidade:
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Sincronicidade é um conceito desenvolvido por Carl Gustav Jung para definir acontecimentos que se relacionam não por relação causal e sim por relação de significado. Desta forma, é necessário que consideremos os eventos sincronísticos não a relacionado com o princípio da causalidade, mas por terem um significado igual ou semelhante. A sincronicidade é também referida por Jung de “coincidência significativa”.
O termo foi utilizado pela primeira vez em publicações científicas em 1929, porém Jung demorou ainda mais 21 anos para concluir a obra “Sincronicidade: um princípio de conexões acasuais”, onde o expõe e propõe o início da discussão sobre o assunto. Uma de suas últimas obras foi, segundo o próprio, a de elaboração mais demorada devido à complexidade do tema e da impossibilidade de reprodução dos eventos em ambiente controlado.
Em termos simples, sincronicidade é a experiência de ocorrerem dois (ou mais) eventos que coincidem de uma maneira que seja significativa para a pessoa (ou pessoas) que vivenciaram essa “coincidência significativa”, onde esse significado sugere um padrão subjacente.
A sincronicidade difere da coincidência, pois não implica somente na aleatoriedade das circunstâncias, mas sim num padrão subjacente ou dinâmico que é expresso através de eventos ou relações significativos. Foi um princípio que Jung sentiu abrangido por seus conceitos de Arquétipo e Inconsciente coletivo.
Acredita-se que a sincronicidade é reveladora e necessita de uma compreensão, essa compreensão poderia surgir espontaneamente, sem nenhum raciocínio lógico. A esse tipo de compreensão instantânea Jung dava o nome de “insight”.





sábado, 2 de janeiro de 2010 às 13:48
YogaKobrasol.org
Interessante mesmo.
Achei legal algo sonre memética no Wikipédia:
Um meme, termo cunhado em 1976 por Richard Dawkins no seu bestseller O Gene Egoísta, é para a memória o análogo do gene na genética, a sua unidade mínima. É considerado como uma unidade de informação que se multiplica de cérebro em cérebro, ou entre locais onde a informação é armazenada (como livros) e outros locais de armazenamento ou cérebros. No que diz respeito à sua funcionalidade, o meme é considerado uma unidade de evolução cultural que pode de alguma forma autopropagar-se. Os memes podem ser idéias ou partes de idéias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma. O estudo dos modelos evolutivos da transferência de informação é conhecido como memética.
DeRose Reply:
janeiro 2nd, 2010 at 14:11
Boa contribuição, Lerivan, aos que não sabem o que é memética.
sábado, 2 de janeiro de 2010 às 18:35
Talvez realmente você não tenha uma influência direta na adoção da prática deste autor em assinalar as sílabas tônicas do sânscrito com underline, mas talvez seja responsável por criar e/ou contribuir para a cristalização e/ou sedimentação deste hábito no inconsciente coletivo hehehe…
Afinal, para haver captação do conhecimento necessita-se de alguns fatores como a receptividade e identificação, neste caso acredito que houve apenas receptividade.
DeRose Reply:
janeiro 2nd, 2010 at 20:57
Ou, talvez, a célebre sincronicidade de Jung.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010 às 13:31
Outro padrão subjacente e por assim dizer “ironia do destino” que saltou aos meus olhos é o caso da oposição histórica entre Tantra X Vêda ou Drávida X Árya e a importância que o Tantra dá a Kundaliní (serpente ígnea) e a importância que o Vêda dá a Agni (fogo).