1960 – Tornei-me vegetariano
Até meus quinze anos de idade eu só comia carne. Era uma luta para minha mãe me convencer a provar os legumes e outras iguarias. Eu só comia carne e estava acabado. Ainda por cima, fazia questão de que a carne fosse mal passada e viesse sangrando! (Sim, todos temos um passado negro. Ou deveria dizer “um passado ensanguentado”?)
Por essa época eu tinha um amigo chamado Wladimir, que não comia carne. Quando ele ia almoçar na nossa casa, eu explicava à minha mãe:
– Mãe, o Wlad não come carne.
– Por que? – me perguntava ela.
– Sei lá. Maluquice dele.
Sempre achei meio doideira do Wladimir não se alimentar direito, como qualquer pessoa normal. No entanto, um dia tivemos uma disputa, dessas de adolescente, e partimos para a briga. A essa altura eu já estava – aparentemente – muito mais forte que ele. Tinha desenvolvido físico atlético, começara a praticar lutas. E, apesar disso, quando Wlad me segurava num estrangulamento ou outro golpe era de uma força descomunal. Aquilo mexeu comigo. De onde meu amigo tirava tanto vigor? Guardei a experiência no meu arquivo de memórias e segui em frente.
Quando tinha dezesseis anos de idade li em um dos muitos livros que eu debulhava incessantemente, que uma pessoa civilizada, educada e sensível não deveria comer as carnes de animais mortos. Que uma pessoa inteligente deve procurar ter uma alimentação mais seletiva. Que evitando as carnes de todos os tipos e cores, nosso corpo fica mais saudável e purificado, proporcionando condições para uma evolução interior muito mais rápida e efetiva. Não titubeei. Lembrei-me da força do Wladimir e decidi parar de comer carnes.
No entanto, era o mês de junho de 1960. Estava ocorrendo na minha rua uma festa junina que reunia a garotada de todas as casas e um dos prazeres dessas festas eram as comidinhas. E tudo grátis! Havia uma barraquinha de mini hot-dogs. Como despedida tracei quinze! Passados cinquenta anos, não me lembro se havia sido só o pão com o molho ou se foi com salsicha e tudo. O fato é que essa teria sido a última vez. Dali para frente, tornara-me formalmente um yôgin sincero e verdadeiro, logo, sem devorar carnes mortas.
Minha mãe entrou em pânico:
– Você vai ficar fraco. Vai ficar doente!
Mas eu não arredava pé da decisão. Então mamãe chamou o médico da família para uma consulta domiciliar, como era costume naquela época. O Doutor Rocha Freire olhou a minha língua, penetrou meus olhos com um feixe de luz, auscultou meus batimentos cardíacos, mediu-me a pressão e pontificou:
– Se não voltar a comer carne, você morrerá em três meses.
Por essa época, eu já utilizava o conceito que veio a se tornar o axioma número um do SwáSthya: “Não acredite”. E eu não acreditei. Pouco tempo depois, eu fui ao enterro do médico e continuo muito vivo até hoje, meio século depois.
Minha mãe sempre lamentava:
– Eu queria fazer uma comidinha gostosa para você, mas você não come nada…
E, por mais que eu explicasse que comia sim, de tudo, consumia agora muito mais variedades do que antes e apreciava uma profusão de pratos de forno e fogão, não adiantava. No conceito da mamãe (e de tantas outras pessoas!), eu “não comia nada”. E, mesmo ela não podendo mais contar com a cumplicidade do médico que morrera, o estribilho prosseguia buzinando nos meus ouvidos:
– Você vai ficar fraco. Você vai ficar doente.
Sob todo esse esforço de me sugestionar negativamente, foi mesmo uma proeza eu não haver sido influenciado e não ter ficado de fato enfermo.
Com o tempo, ela foi se acostumando, pois cada vez eu me tornava mais alto e mais forte, ultrapassando em muito os meus pais, tios e irmão mais velho que a essa altura estava na Academia Militar.
Mas não nos esqueçamos, nesse período, eu era aborrecente, com dezesseis, dezessete, dezoito anos de idade. Quando alguém questionava minha alimentação, eu respondia do alto da minha empáfia: “Não sou necrófago, não como cadáveres.” Ou então: “Não sou papa-defunto.” Ou, melhor ainda: “Não como comida de cachorro.” (Eu não imaginava que mais tarde viria a ter uma weimaraner vegetariana!) Obviamente, não recomendo a ninguém dar essas respostas mal-educadas.
Descobri, com o tempo, que as pessoas só implicam porque nós damos satisfação. Quem não gosta de comer jiló por acaso anda apregoando isso? Se alguém puser essa amaríssima solanácea no seu prato, quem não a aprecia simplesmente deixa-a de lado sem fazer alarde. Se puxarem assunto perguntando se a pessoa em questão não come jiló, ela, com naturalidade, responderá laconicamente e prosseguirá a conversa com outro tema.
O problema maior são os entes queridos que, estando mais próximos, invadem mais a nossa privacidade e não tocam no assunto uma só vez, en passant. Os íntimos voltam à carga outra e outra vez até entupir as medidas e acabam tirando do sério o desafortunado vegetariano. Nesse caso, observe o exemplo dos meninos de escola que experimentam ir chamando os colegas de qualquer coisa. Se algum dos apodos incomodar, esse é o apelido que vai pegar. Da mesma forma, se os familiares perceberem que você dá muita importância à opinião deles e que se irrita com a interferência sistemática na sua liberdade de opção, isso se transformará numa neurose obsessiva. Aproveitarão todas as oportunidades para lhe aplicar uma alfinetada. Contudo, se você não ligar a mínima e algumas vezes entrar na brincadeira, gracejando junto, todos vão considerá-lo uma pessoa equilibrada e bem resolvida. Depois, pararão de tocar no assunto, pois ele fica velho e acaba perdendo a graça.
Para mim, o fato de não ingerir carnes nunca trouxe dificuldade alguma de relacionamento. Estudei em colégio interno, pratiquei esportes, servi o exército na tropa, sempre fazendo muitos amigos. Incursionei por esse Brasil imenso dando cursos no interior de vários estados, depois viajei por outros países e jamais tive qualquer problema para me alimentar nem para cultivar as atividades sociais. Em alguns lugares o problema para comer era a diferença de paladar, mas não o fato de eu ser vegetariano.
Comida ruim não é vegetarianismo: é desinformação
É lamentável a mania de fazer comida ruim e marrom só para dizer que é saudável. Comida vegetariana não tem nada a ver com salada, nem com soja, nem ricota, tofú, algas, shoyu, missô. Nem mesmo com açúcar mascavo ou cereal integral. É claro que o cereal integral é melhor do que o refinado. Mas isso não tem nada a ver com comer carne ou não comê-la. As pessoas tendem a misturar as coisas. É uma pena.
A Índia, que é o berço do vegetarianismo e a maior nação vegetariana do mundo, não tem arroz integral. Essa foi minha pasmada constatação quando morei num mosteiro dos Himalayas. A comida não tinha nada de marrom, não era integral e não tinha gosto naturéba. Era colorida, aromática e temperadíssima!
Marinheiro de primeira viagem, meio garotão, fui consultar o Mestre do Shivánanda Ashram a esse respeito. Perguntei: “Como é que o Swámi Shivánanda escreveu em seus livros que devemos reduzir os temperos e a comida aqui é tão condimentada?” O Mestre respondeu, serenamente: “Tudo que é demais não é aconselhável.” E eu fiquei com a minha dúvida pairando no ar. Só quando saí do mosteiro, viajei pelo país e fui comer nos restaurantes normais é que compreendi. A culinária indiana legítima é tão superlativamente condimentada, que o que eles chamam de reduzir os temperos seria elaborar uma comida um milhão de vezes mais temperada e ardida que a nossa pobre, insípida, gororoba ocidental.
No livro Alimentação vegetariana – chega de abobrinha! abordo o tema da alimentação biológica, exponho a fundamentação antropológica que sustenta essa opção alimentar, forneço regras, dicas, receitas e endereços, além de relatar uma série de peripécias e curiosidades. Como tudo isso já está publicado noutra obra, neste capítulo vamos ficando por aqui.
Oi Mestre!
Você já assistiu o The Meatrix? Este vídeo é uma paródia dos filmes “The Matrix” que destaca os problemas da agricultura industrial.
http://www.youtube.com/watch?v=zhsy2-sWyk4&eurl=http://www.vivaqualidadedevida.org/search?q=meatrix
Beijos,
Rafinha
Mestre, me desculpe a demora para respondê-lo. Eu consigo entrar normalmente ao clicar no link que deixei e me parece que está correto, já que há um comentário da Regina Wiese dizendo que entrou no site e já preencheu o formulário. Tente mais uma vez:
http://www.vista-se.com.br/expedito
Este é o link para mais informações sobre o projeto de lei:
http://vista-se.com.br/site/primeiro-projeto-de-2009-amplia-direitos-do-consumidor
Se não conseguir, me avise novamente.
Beijos
Vivi
É muito bom ver todos participando do Blog.
E como mais uma contribuição, trago um vídeo muito legal sobre Vegetarianismo:
http://www.youtube.com/watch?v=nd71OvcCX2s&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=nd71OvcCX2s
Abraços!
Estou sempre aprendendo no seu blog, Mestre. Esse post me ensinou muito.
Ah, encontrei um link de uma notícia que não tem relação com o post, mas que pode ser interessante. A Manchete é “Efeitos globais do bife brasileiro”, e fala sobre como o gado de corte brasileiro é um dos mais impactantes mundialmente para o meio ambiente.
http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/efeitos_globais_do_bife_brasileiro.html
Oi, Mestre! Não sabia quais os melhores trâmites a seguir para poder deixar-lhe o link para um video que julgo que vai adorar. Devido ao tema em questão, procurei o arquivo de “amigos”, para melhor ilustrar a minha intenção.
É de uma beleza extrema, e julgo retratar na perfeição o que nos une a todos.
Espero sinceramente que goste!
Um enorme abraço
É muito bom ver todos participando do Blog.
E como mais uma contribuição, trago um vídeo muito legal sobre Vegetarianismo:
http://www.youtube.com/watch?v=nd71OvcCX2s&feature=related
Olá João Marcelo,
além da sunga, imagine o fato do atleta ser vegetariano…
O vegetariano Piero Venturato é duas vezes
campeão mundial de fisiculturismo, sete vezes campeão italiano e cinco vezes campeão europeu.

Oi Fernanda! Olha o Bill Pearl, vegetariano, com 56 anos…

Oi Mestre,
Não sei como postar aqui, mas gostaria de compartilhar um vídeo com todos
O vídeo é de uma matéria do SBT Realidade sobre longevidade. A cidade de Loma Linda nos Estados Unidos ficou em segundo lugar no mundo com a maior expectativa de vida, perdendo apenas para a ilha de Okinawa, no Japão
O interessante é que a cidade é de adventistas do sétimo dia, ou seja, não comem carne, não bebem e não fumam
Segue o vídeo abaixo:
Abraços




domingo, 22. fevereiro 2009
Eu não como carne desde meus 5 anos de idade. Assim como a maioria das mães, a minha também achava de extrema importância que eu comece. Então como já relatei antes, eu passava o prato por debaixo da mesa e a empregada era quem comia. Depois com o passar do tempo, simplesmente não me servia de carne, ou se colocavam em meu prato, eu simplesmente não comia. Por sorte, nunca fui questionada. Somente uma vez, resolvi fazer uma daquelas dietas que dizem ser milagrosas ( pura mentira) e naquela semana então, revelei que detesto carnes. Nessa época eu tinha meus 14 anos de idade. Dois anos depois vim morar em Curitiba e comecei a praticar SwáSthya. Ah, que sorte! Eu não era mais uma E.T que não come carnes!!!
Para que não me perturbassem os ouvidos, decidi desde cedo a fazer minha própria comida. Com 12 anos de idade, eu cozinhava para mim e quando achava uma receita diferente, meu pai era meu cobaia. Desta forma, foram raros os momentos que alguém veio com aquela conversa chata de que se eu não comer carnes, vou morrer.. Nessa hora, simplesmente mudo o assunto.
Quando me oferecem carnes, o que é raro, já que a maioria das pessoas com quem convivo sabe que não como, simplesmente respondo: _Não obrigada.
É a maneira mais simples. Sem maiores explicações.
domingo, 22. fevereiro 2009
Curiosidades
• Os países que mais consomem laticínios apresentam os números mais altos de osteoporose.
• Os habitantes de Vilcabamba, Equador, vivem freqüentemente mais de cem anos: eles comem menos de 30 gramas de carne por semana.
• Único atleta a vencer o triatlo no Ironman mais de duas vezes: Dave Scott (venceu seis vezes), um vegetariano.
• O mamífero e o pássaro que detêm o recorde de longevidade (elefante e papagaio) são vegetarianos.
• Milhões de pessoas na Índia, e em outros países, vivem, desenvolvem-se e multiplicam-se há milhares de anos sem provar carne de espécie alguma.
Alguns vegetarianos conhecidos
• Buda
• Confúcio
• Gandhi
• George Harrinson
• Jesus
• Lao Tse
• Leonardo da Vinci
• Paul e Linda McCartney
• Rita Lee
• Sócrates
“Tempo virá em que os seres humanos se contentarão com uma alimentação vegetariana e julgarão a matança de um animal inocente como hoje se julga o assassino de um homem”.
Leonardo da Vinci
Além de não comer carne…
Embora a alimentação seja um fator importante para mantermos a saúde, ela não é o bastante por si só. Se uma pessoa é vegetariana mais não toma sol e passa a vida sentada em ambientes confinados, se não mastiga direito, abusa de doces, de alimentos fritos ou gordurosos ou se, além disso, fuma ou usa bebidas alcoólicas (o que é raro entre os vegetarianos), ou, ainda, entrega-se a trabalho excessivos e passa noites mal dormidas, evidentemente o seu vegetarianismo não valerá muito.
Além disso, o fator moral e o equilíbrio sexual e emocional desempenham papéis importantíssimos na saúde física e mental do indivíduo.
Ser um bom vegetariano não é, simplesmente, suprimir a ingestão da carne.
“Se os matadouros fossem de vidro, pouca gente comeria carne.”
Paul McCartney
“Geralmente as pessoas usam como desculpa para continuar comendo carne o fato de que seres humanos sempre comeram carne. De acordo com essa lógica, não deveríamos tentar impedir pessoas de assassinarem outras já que esse comportamento acontece desde os tempos mais remotos.”
Isaac Bashevis Singer
Os males da carne
De acordo com o julgamento das maiores autoridades do planeta no combate ao câncer, só o cigarro pode ser mais perigoso do que uma picanha na brasa.
Segundo os médicos, 35% de todas as mortes por câncer se devem, em boa parte, ao abuso no consumo de filés, lombos e lingüiças.
Além dos cânceres de intestino, boca, faringe, estômago, seios e próstata, a carne provoca alto risco de ataque cardíaco, hipertensão, aterosclerose, excesso de ácido úrico (causador de gota e doenças articulares) úlcera no aparelho digestivo, doenças renais, diabete, pedra na vesícula e obesidade.
A carne é parte de um corpo morto (cadáver), e como tal, rapidamente se deteriora, formando substâncias prejudiciais ao organismo.
As substancias tóxicas produzidas pela carne atingem o interior das células e modificam sua estrutura genética.
O DNA é transformado e passa a comportar-se de maneira anormal e independente, não respeitando mais a harmonia e o equilíbrio que caracteriza um tecido normal. Após algum tempo, o numero de células rebeldes aumenta e domina os órgãos onde foram geradas. Finalmente, vem a destruição do órgão que as hospedou, e, por extensão, de todo o organismo.
O fígado é um dos órgãos gravemente atacados pela proteína animal, ou seja, carne branca, vermelha, ovos, leite e os seus derivados.
“Muitos têm pena, mas comem os objetos da compaixão que sentem.”
Oliver Goldsmith
Referências bibliográficas:
Revistas:
Super Interessante – 1998
Saúde – 2000
Vida e Saúde – 1999
Vida Simples – 2005
Boa Forma
Livros:
Alimentação sem Carne – Eric Flywitch
Vegetarianismo – Marly Wincker
Os Campeões são Vegetarianos – M. Charlotte Holmes
Retirado do site:http://www.afg.org.br
domingo, 22. fevereiro 2009
Ce chapitre a été une très agréable surprise pour moi, quand j’ai lu le livre Ser Forte.
C’es épatant comment tu réussis à ameilleurer tes livres à chaque édition.
je t’embrasse bien fort
Bon dimanche à toi Fê e Jaya
Sonia
domingo, 22. fevereiro 2009
Exmo Sr
Tenho 37 anos e tomei a decisão de começar a frequentar um ginásio. Sinto que preciso de algo para me sentir completa – um equilibrio interior, uma consciencialização de mim mesma espírito/corpo – e neste sentido vou iniciar Yoga. O meu receio é que não sei se a idade poderá ser um problema.
Gostaria de começar a alimentar-me correctamente e não sei ao certo como fazer. Poderá auxiliar-me nesse sentido?
Obrigada pela atenção dispensada
Maria
DeRose Reply:
fevereiro 22nd, 2009 at 12:29
Estimada Maria. A primeira coisa que você deve fazer é informar-se bem sobre os diversos aspectos da questão. Sugiro que navegue no nosso site, http://www.uni-yoga.org, pois ele oferece uma enorme quantidade de informações e é tudo gratuito. O site não vende nada. Há free downloads de vários livros meus, acesso a cerca de 60 webclasses sem custo algum e sem dúvida você encontrará o que precisa e muito mais. Depois, se estiver satisfeita com a qualidade das informações, sugiro que entre em contato pessoal com algum instrutor que seja credenciado pela União Nacional de Yôga. Os endereços também constam no site. Abraços do seu amigo DeRose.
Zélia Couto e Santos Reply:
fevereiro 23rd, 2009 at 23:06
Olá Maria, eu tornei-me vegetariana com 38 anos e foi das melhores opções que fiz. Por isso a idade não é problema.
Siga as indicações que o Mestre lhe deu, informe-se, faça SwáSthya Yôga e bom apetite!
Um abraço.
Zélia Couto e Santos
domingo, 22. fevereiro 2009
Ser vegetariano foi, sem dúvida, uma das melhores opções que fiz! 8 anos e 4 dias!
domingo, 22. fevereiro 2009
Grande Mestre !!
Muito obrigado por sua gentileza quanto aos posts, críticos, diga-se, logo abaixo. Não sabia que estavam relatados no livro ” Quando é Preciso Ser Forte “. Ainda não o tenho mas vou adquirí-lo.
Tornei-me vegetariano por influência direta do Profº Ricardo Mallet quando ele ainda portava aquela cabeleira esvoaçante, rsrs. Assistia a um curso dele, cujo nome agora não lembro -peço que me perdoe, e ele mencionou que quando jovem também comia cadáver.
Pode parecer deselegante, mas é eficaz. Mesmo assim, precisei de mais alguns meses para perceber que fazia o mesmo. Devo isso a ele.
A ignorância é terrível…..
Uma ultima observação quanto a foto das unidades na página de endereços: eu acho que mirei em ” a ” e acertei em ” b “, rsrs. Vamos ver.
Obrigado Mestre pelo seu carinho.
Roberto
domingo, 22. fevereiro 2009
Querido Mestre,
Encontrei no texto um termo incorreto mas muito utilizado pela população em geral: “tirou a pressão”. Se tirássemos a pressão de um indivíduo, este morreria no ato. É como uma bola de plástico que, sem ar, deixa de ser bola.
O que fazemos é medir, aferir a pressão arterial.
No livro Ser Forte também encontro o mesmo engano.
Sou da área médica e considero importante que o paciente conheça os termos corretos para entender melhor o que profissionais da saúde fazem ao examinar seu corpo.
Parabéns pelo texto, que tem grande valia para pessoas que enfrentam desafios ao optar pelo vegetarianismo e para aquelas que o pretendem.
Beijinhos com carinho.
Silvia
DeRose Reply:
fevereiro 22nd, 2009 at 23:15
Obrigado, Silvia. Vou corrigir os meus livros e também o meu cardiologista que usa essa expressão, talvez para reduzir a distância entre o especialista e o leigo em medicina. Da minha parte, gosto muito dessas correções, pois vamos depurando a linguagem até restar muito pouco de impropriedades. Acho isso fascinante. Beijos do DeRose.
domingo, 22. fevereiro 2009
Antes de me tornar vegetariana eu comia muito menos do que como hoje! rsrs não comia a maioria dos legumes e hortaliças…e nem a carne vermelha..e frango muito pouco..rsrs sempre dei trabalho pra minha mãe por conta disso.Peixe,só se fosse sem espinha!
Depois de me tornar vegetariana meu paladar mudou e melhorou muito!! Eu sinto muito mais o sabor dos alimentos e como de (quase) tudo!! =D
beijos a todos!! =D
domingo, 22. fevereiro 2009
Querido Maestro, soy practicante de SwáSthya desde hace aprox 1 año en Bs As, y desde hace varios meses inicié mi camino en la alimentación vegetariana. Me he sorprendido mucho desde entonces, y yo misma he empezado a derribar varios prejuicios y dudas que tenía.
Hace 1 semana terminamos con Edgardo una consultoría sobre cocina vegetariana de casi 3 meses, en la que nos divertimos mucho cocinando comidas exquisitas y disfrutando de su compañía y de sus experiencias. Por otro lado, en la sede donde practico, Sede Barrio Norte, se puso en marcha un restaurant (se llama Corazón de Melón) de platos vegetarianos muy ricos y originales, incluyendo algunas comidas típicas o regionales de Latinoamérica.
Cuento todo esto porque a través de estos recursos, lo mismo que de sus propias reflexiones y experiencias vividas en este tema, encuentro confianza para seguir incorporando estos nuevos hábitos de alimentación y de vida. Gracias Maestro y muchos cariños!!
Sofía
[Aos leitores de língua portuguesa: exquisito em espanhol traduz-se por delicioso ou requintado na nossa língua.]
segunda-feira, 23. fevereiro 2009
Ler os seus textos Mestre DeRose é sempre uma alegria, um texto bem temperado, é picante, é engraçado, é suave, é terno, enfim é uma delícia.
Tem conteúdo, por isso devemos saboreá-lo com gratidão cada palavra, cada pontuação, cada frase, cada mensagem. Re-ler seus textos, livros nos mostra o frescor das suas colocações. Percebemos as nuances dos diversos ingredientes utilizados no seu preparo.
Com as leituras e as práticas aprendi que a qualidade de vida é constituída por um conjunto de hábitos, valores e visão, que adotamos ao longo da vida.
E que são necessários para suprir nossas necessidades e aumentar e otimizar o nosso desenvolvimento pessoal de forma contínua, com plenitude.
Qualidade de vida é:
•É suprir as necessidades fisiológicas e ergonômicas, adotarmos hábitos que promovam e mantenham funcionadade do corpo, é o aprimoramento e desenvolvimento das nossas habilidades. Através da alimentação, atividade física e de utensílios ergonômicos – Yôga;
•É relacionar-se de forma equilibrada, ética e sustentável com o meio ambiente e o meio sócio-cultural procurando compartilhar e interagir agregando sempre valor em nossos relacionamentos. Através da adoção de um conjunto de valores, e Sistema de Governaça e processos – Tantra;
•É adotar um paradigma, de visão de mundo, que nos motive a buscar o desenvolvimento e o aprimoramento contínuo, conquistando a nossa Excelência e/ou Qualidade de Vida. Através de crenças, raciocínios e ideais – Sámkhya.
Qualidade de Vida em três palavras: Yôga-Tantra-Sámkhya.
Obrigado Mestre por tudo…
DeRose Reply:
fevereiro 23rd, 2009 at 1:09
Que bonito, Maurício. Posso usar esses conceitos? Beijos do DeRose.
Maurício Reply:
fevereiro 23rd, 2009 at 1:29
Claro, Mestre como você mesmo observou no seu post: Você já notou que as pessoas entram neste blog para contribuir e raramente para perguntar?
Depois de tudo que aprendi com você, e olha que falta muitos ensinamentos para eu assimilar, eu puder contribuir com o pouco que assimilei… Demonstra que estou no caminho certo…
Mais uma vez muito obrigado! Um mahá abraço nesse seu grande coração…
segunda-feira, 23. fevereiro 2009
Tenho 16 anos,e já faz 2 anos e 4 meses que eu não como carne,e me sinto muito bem por isso.
vegetarianismo não é questão de escolha e sim de consciência!
DeRose Reply:
fevereiro 23rd, 2009 at 1:07
É isso aí, Julia. Eu parei de comer cadáver com a sua idade. Daqui a alguns meses, vai fazer meio século dessa minha opção. Não fosse por ela, seguramente eu já teria tido um treco, ou no coração, ou câncer, ou qualquer outra coisa. Procure convivercom pessoas que professem a mesma opinião e os mesmos ideais, caso contrário podem fazê-la sentir-se “diferente”. Coragem, guria! Eu a admiro muito por isso.
Julia Reply:
fevereiro 23rd, 2009 at 13:18
Desculpem o meu erro,na verdade é;Vegetarianismo não é questão de escolha e sim de consciência!
segunda-feira, 23. fevereiro 2009
Ainda ontem a mãe de uma colega de trabalho ficou escandalizada quando a minha colega lhe disse que eu não comia carne nem peixe!
Uma das coisas que mais ouço é “Eu não conseguiria ser vegetariana” ou “Eu até queria/precisava, mas gosto tanto de carne” ou ainda o célebre “Então comes o quê?”.
Com o tempo (e com os seus livros) aprendi a falar cada vez menos sobre isto para evitar perguntas e comentários desnecessários.
Beijinho com abraço
DeRose Reply:
fevereiro 23rd, 2009 at 3:15
Não é “não comia carne nem peixe”. É “não comia carne de vaca nem carne de peixe”, afinal, peixe não é carne branca? Então, é carne! Mas é isso mesmo, Elsa. Quanto menos falar a respeito melhor. Abraços do DeRose.
Elsa Pereira Reply:
fevereiro 23rd, 2009 at 11:46
Pois é Mestre! Tem toda a razão.
segunda-feira, 23. fevereiro 2009
Bom dia Mestre,
Fico muito feliz em acordar e poder te dar bom dia como se você estivesse na minha própria casa.
No dia 4 de março estarei aí em SP para fazer aquela maravilhosa prática só para instrutores conduzida por você.
Um grande abraço!
DeRose Reply:
fevereiro 23rd, 2009 at 13:07
É um prazer poder receber e dar bom dia a você, Rogério. Aguardo sua viagem a São Paulo para o sádhana de instrutores.
Anahí Reply:
fevereiro 25th, 2009 at 13:12
Amigo! Saudades de você! Ontem estava arrumando o armário e encontrei quantidade de fotos nossas, fazendo ásanas, anos atrais.
Um beijo da sua amiga, desde Buenos Aires,
Anahí
segunda-feira, 23. fevereiro 2009
Mi mamá es nutricionista, y para seguir una alimentación vegetariana tuve que luchar con muchos preconceptos de esa formación profesional. El mito de los requerimientos básicos aportados por la carne y por nada más, las descripciones de lo que me iba a pasar, la procupación de madre, para que ya siete años después sea una persona muy saludable y con una mejor conducta alimentaria.
Estamos rodeados de muchas concepciones, en parte porque hay tanta información cierta por separado, que cuando se la intenta integrar resulta contradictoria. Me parece que experiencias, como la que comentas en tu libro, son muy importantes a la hora de formar un criterio. Y el criterio es lo único que se precisa para balancear bien la alimentación!!!
Gracias por las informaciones!!
Federico
DeRose Reply:
fevereiro 23rd, 2009 at 12:54
Federico, su experiência con la mamá nutricionista debe ter sido bien más difícil que la mia!
Anahí Reply:
fevereiro 25th, 2009 at 13:11
Auch, Fede! No conocía toda esa historia tuya!
Besos,
Anahí
segunda-feira, 23. fevereiro 2009
Não sou vegetariana,mas já faz 3 meses e 16 dias que eu não como carne(de boi),pois essa era a única carne(eca!)que eu comia,essa foi a melhor decisão que eu tomei na minha vida(curta é verdade),aos 15 anos deixei de comer cadáver.
“Os animais são meus amigos… e eu não como meus amigos.”
George Bernhard Shaw
DeRose Reply:
fevereiro 23rd, 2009 at 17:32
Minha querida Vanessa, se já faz três meses e meio que você não ingere carnes, pode se considerar vegetariana de carteirinha! Os primeiros dias são os mais difíceis, porque a pessoa tem que mudar os paradigmas. Depois é facílimo. Aproveite que já comemorou mais de três meses e não pare. Eu comecei na passagem dos 15 para os 16 anos, portanto, praticamente na sua idade. Conto com você. Beijos do seu amigo DeRose.
Vanessa Reply:
fevereiro 23rd, 2009 at 18:01
É verdade,os primeiros dias são os mais difíceis,mas vale a pena.Obrigada!
segunda-feira, 23. fevereiro 2009
Mi querido Maestro: Hace dias que soy una seguido de este blog y aunque me cuesta un poco leer en portugues si logro entenderlo y lo mas bonito es que siento que usted platica con nosotros. Infinitas gracias por compartir todas sus experiencias de forma tan amorosa, cada dia que pasa puedo ser una mejor persona con recordar su sonrisa.
Lo felicito por este espacio tan especial y de tanto crecimiento para nosotros. Yo tengo mas de año y medio de ser vegetariana y me han servido muchisimo sus comentarios al respecto como tambien los del Maestro Caramella. Todo mi agradecimiento y cariño
Maye
DeRose Reply:
fevereiro 24th, 2009 at 3:24
Que tal, Maye, utilizar el traductor que se encuentra à la derecha del texto? Las traductiones automáticas no son buenas, pero ayudan. Abrazos, DeRose.
segunda-feira, 23. fevereiro 2009
Ah, Mestre, logo hoje estavamos almoçando com o Federico e comentando sobre o tempo que temos de vegetarianos, e fui perceber que já vivi mais tempo sem comer carne do que comendo!

15 anos de vegetariana… contra 12 comendo carnes (poucas, por sinal).
Muito bom mesmo
Bem melhor assim! hehe.
Essa conversa surgiu ao ver a quantiade de carne que comiam as pessoas à nossa volta. É que estamos na Argentina, passeando, e aqui se come muita carne, mesmo… fazer o que.
Mas as pessoas aos poucos vão tomando mais consciência e escolherndo uma alimentação mais biológica. Isso nós sentimos no próprio atendimento, quando alguém chega até as nossas escolas pedindo informações, cada vez são mais pessoas que escolheram o vegetarianismo!
Beijinhos desde as Cataratas – Iguazú
Mel
terça-feira, 24. fevereiro 2009
Olá querido Mestre,
Recentemente assisti a um programa no canal Odisseia sobre um estudo que foi feito em três comunidades Mundiais distintas, sobre as razões da longevidade das suas populações: no Arquipélago de Okinawa(Japão), na Ilha da Sardenha e numa comunidade Adventista em Loma Linda (California).
O que me chamou atenção, foi o facto de a população de Okinawa ter uma alimentação, embora não sendo vegetariana, feita á base de legumes, frutas, soja e tofu, com actividade física moderada mas regular e baixos níveis de stress. Mais interessante ainda é a comunidade da California, que tem uma alimentação isenta de qualquer tipo de carnes, sem alcóol e sem fumos e um lifestyle muito diferente do tipico cidadão Estado-Unidense.
Embora eles levem em conta os factores genéticos, sem dúvida que os hábitos de vida condicionam a nossa longevidade.
Isto faz-me pensar o quanto eu não tenho que agradecer ao Mestre pela oportunidade que me dá em praticar, estudar e ensinar o SwáSthya e com isso de certeza viver muitos mais anos do que estava previsto.
Caso, tenham interesse em ler um pouco mais sobre estes estudos vão a;
http://www.okicent.org
e daqui podem aceder a várias reportagens feitas em publicações como a National Geographic, Time ou o Wall Street Journal.
Há uma questão que para mim fica no ar, falta fazer uma reportagem sobre uma comunidade que vai muita mais além do qualquer outra em termos de Qualidade de Vida…a nossa (Método DeRose). Precisamos divulgar cada vez mais e mais até que nos oiçam!!
Continuação de bom trabalho para todos.
Abraços e Beijos
Vitor Calisto
Claus Haas Reply:
fevereiro 24th, 2009 at 18:17
Já tinha lido sobre alguns textos assim. Geralmente estes costumes são restritos a comunidades em determinados locais.
Este é um grande trunfo da Nossa Cultura, por não se restringir a uma cidade, ou país. Está, cada vez mais, inserida nas diversas culturas pelo mundo afora!
Um abração, Claus.
Vitor Calisto Reply:
fevereiro 25th, 2009 at 20:46
Amigo Klaus,
É verdade, é por isso que dá um orgulho enorme fazer parte desta nossa (Dê)Cultura
Um forte abraço,
Vitor Calisto
Chrystine Omori Reply:
fevereiro 24th, 2009 at 19:36
Oi Vitor, tudo bem?
Gostaria só de complementar uma informação.
Não posso falar das outras comunidades, pois não as conheço, mas sobre Okinawa, acrescento que a base da alimentação também inclui frutos do mar, pelos quais a província é bem conhecida, uma vez que a pesca é uma das bases da economia local.
O site (sítio?) que citou dá bastante destaque à genética e à restrição calórica (comer pouco) e um pouco menos para a atividade física. Neste outro, há mais destaque para o estilo de vida (gostar do que faz, por exemplo).
http://madeinjapan.uol.com.br/2006/07/03/longevidade-o-segredo-da-dieta-japonesa/
A reportagem é um pouco antiga, da Made in Japan, uma publicação brasileira, mas considerando que temos a maior comunidade nipônica fora do Japão, acredito eu que continue válida. Palavra de uma descendente de japoneses.
Vitor Calisto Reply:
fevereiro 25th, 2009 at 20:59
Querida Chrystine,
Obrigado pelo complemento
Beijinhos de Amizade,
Vitor Calisto
terça-feira, 24. fevereiro 2009
Mestre, estava dando uma navegada na net e encontrei este site, entrei por curiosidade. É a coisa mais trash que já vi e do que me livrei.
http://thisiswhyyourefat.com
Fiz um check-up básico, de rotina e vi que estou muito bem , obrigada, rsrsrsrs
O médico me perguntou como me livrei do colesterol alto e da pangastrite e o informei que mudei meus hábitos, minha alimentação sem remédios e ele ficou admirado, gostou muito do que viu. Grande beijo
quarta-feira, 25. fevereiro 2009
Amei o vídeo do Leão que o Pedro Pereira recomendou. Simplesmente emocionante! Não dá para acreditar. Eu quero também um leãozinho para ter em casa!!!
Beijos,
Anahí
Lara Mota Pinto Reply:
fevereiro 27th, 2009 at 11:26
Eu nem costumo ser piegas, mas fiquei com lágrimas nos olhos com o reencontro..ai,ai!!
quarta-feira, 25. fevereiro 2009
Tornei me vegetariana por impulso próprio no ano 1997, aos dez anos de idade, e disso já faz muito tempo… Jamais me reformulei se estava certo o errado, simplesmente tinha que ser assim. Ao inicio teve bastante resistencia na minha casa, porém hj posso dizer feliz que a minha mãe e a minha irmã, com o tempo, também tornaram-se vegetarianas e assim também tantos amigos com os que fui convivendo (tudo isto antes de encontrar o SwáSthya). Uma vez no SwáSthya foi um grande alivio, pois tinha decenas de pessoas pensando como eu (na época, na egrégora de Buenos Aires eramos apenas dezenas).
Beijos!
Anahí
quarta-feira, 25. fevereiro 2009
Querido Maestro DeRose,
Me parece este el momento indicado para contarle algo que considero muy importante para mi, hace tres años aproximadamente a mediados de noviembre del 2005, por medio del libro “Yoga Avanzado”, tuve la dicha de conocer acerca del Swasthya Yôga, cuando leí el capítulo “Alimentación vegetariana: ¡basta de disparates!”, en primer lugar me pareció que el ser vegetariano, no es lo que comúnmente se piensa, es algo totalmente, diferente se puede comer todo, sabroso, nutritivo, colorido, a excepción de cualquier tipo de carnes.
Por mi pasado carnívoro, no ha sido fácil insertarme en este proceso, bajé totalmente la ingesta de carne, pero de todas maneras por el medio que me rodea en algún momento acababa comiendo algo de carne.
Afortunadamente hace tres meses para amanecer viernes 21 de noviembre del 2008, recibí una grata visita, que me causó inmensa alegría, parecía un niño que a los tiempos
veía a su padre, que salta de alegría sin importar ” el que dirán”.
Maestro DeRose gracias, me visitaste en sueños, y en este sueño vi, que sobre dos mesas habían tasones de vidrio con comida vegetariana, me miraste y señalando a los tasones solo me dijiste “mira ahí están los ángeles”, traté de ver algo parecido, no lo vi, pero me percaté que te referías a los alimentos que ahí se encontraban.
Vestías una camiseta de manga corta, de color verde con rayas negro y blanco en el cuello y filo de la manga, miré tu barba abundante y muy blanca.
En esos pequeños momentos percibí tu cariño, paciencia, amor pero también tu seriedad y disciplina, que me impactó y me di cuenta que era imperioso que tome una decisión radical respecto a mi alimentación.
Gracias maestro porque desde ese día no volví a comer carne de ningún tipo; a pesar de los comentarios, críticas y hasta chistes al respecto, las he pasado con calma y hasta con un poco de buen humor.
Esta fecha la recuerdo con mucho cariño y respeto, es para mi un día muy especial.
Gracias Maestro, un abrazo cariñoso.
David.
quinta-feira, 26. fevereiro 2009
Tornar-me vegetariana foi muito fácil e prazeroso. Tinha em torno de 16 anos de idade, comecei a me alimentar muito melhor.
Hoje, com mais de 8 anos de vegetarianismo, consigo perceber como esse decisão influenciou minha saúde, bem estar, qualidade de vida e consciência.
Beijos!
quinta-feira, 26. fevereiro 2009
Mestre querido,
quero deixar um recadinho aos pais que têm vontade de educar seus filhos sem o consumo de carnes.
Obrigada pela oportunidade.
Beijos com muuuiiito amor.
Fernanda Monteforte
“Minha filhotinha Helena tem sete anos e jamais comeu carne de qualquer natureza.
Sua pediatra eventualmente solicita um hemograma e, no último, pediu que eu disponibilizasse o resultado para utilizar em seus cursos, pois a Helena tem mais ferro, ferritina e vitamina B12 do que a maioria das crianças que se alimentam com os bichinhos. Para nós, nenhuma surpresa, para ela, material de pesquisa.
Mais do que a saúde perfeita, Helena é um doce, muito inteligente e tem uma sensilbilidade apurada. Aos três anos, quando foi elogiada por ter olhos brilhantes respondeu: – é claro, só me alimento com vida!
Corujisses à parte, que este depoimento sirva de estímulo aos pais que querem educar seus filhos com a liberdade de optar por essa forma tão bela de sorver a vida.
Se você adota a alimentação sem carnes e sabe o quanto ela lhe faz bem, seja convicto e dê a mesma oportunidade de escolha ao seu filho.”
DeRose Reply:
fevereiro 26th, 2009 at 2:13
É verdade, Fernanda. Minha filha Chandra desde que nasceu nunca comeu carne de nenhum tipo e está aí, hoje com 27 anos de idade, bonita, empresária e nunca me deu trabalho com problema algum de saúde.
quinta-feira, 26. fevereiro 2009
“Havia uma barraquinha de mini hot-dogs. Como despedida tracei quinze!” Quinze, DeRose!!!!!! hahahahahah Rindo muito aqui, imaginando o DeRosinho traçando quinze hot dogs.
Beijo.
quinta-feira, 26. fevereiro 2009
Infelizmente a maioria das pessoas está desinformada sobre esse assunto.
Elas simplesmente ignoram a possibilidade de mudar e abrir a cabeça para uma alimentação saudável. E quem ignora, é um ignorante. Logo, como pode ter uma opinião séria sobre um assunto que não sabe nada a respeito?
Se você começar a pesquisar sobre vegetarianismo, vai descobrir que não só não tem problema não comer carnes, como é muito melhor para a saúde.
Bom para o seu estômago que não precisa ficar trabalhando pesado por dias ou até semanas para digerir àquele alimento que começa entrar em estado de putrefação.
Bom para a sua consciência, pois você saberá que não estão matando animais para que você os coma. Além da energia que você sente quando não ingere esses pobres animais mortos.
A alimentação vegetariana é rica, saborosa, saudável, existem muitas opções e com certeza todos os aminoácidos, vitaminas e proteínas necessárias que o nosso corpo precisa diariamente.
Não devemos deixar com que ninguém nos influencie com suas opiniões, até por que não existe verdade, e sim pontos de vista.
As coisas que escutamos por aí é provavelmente a opinião mal informada das pessoas.
Por outro lado não devemos nos afastar e muito menos discutir com essas pessoas.
Ninguém precisa saber a sua opção alimentar, quanto menos você comentar para os outros sobre isso melhor. Ninguém vai entender mesmo.
domingo, 3. maio 2009
Eis algumas não-palavras sobre a gripe suína, digo, influenza A…
http://www.anda.jor.br/colunaDetalhe.php?idColuna=372
terça-feira, 19. maio 2009
TAFF MAN-E Contem Vinho em seus Ingredientes!
Ontem saí para jantar na Piola com alguns amigos da egrégora e o Edson, aluno do Rodrigo Malachini, nos perguntou se tomávamos Taff Man-E. Ali todo responderam que não. Então ele nos comentou que contem vinho na composição. Como este é um produto que muitos consomem, achei interessante, passar os ingredientes do mesmo para que todos conhecessem, pois realmente contem vinho em sua fórmula.
Descrição: Suplemento de Vitaminas TAFF MAN-E Yakult Vidro 110ml Informação Nutricional : Porção de 110ml (1 Unidade) Quantidade por porção %VD* Valor Energético 70 Kcal 4 Carboidratos 17g 6 Sódio 12mg 1 Vitamina C 31,5mg 70 Nicotinamida 11,2mg 70 Vitamina E 7,0mg TE 70 Pantotenato de cálcio 4,0mg 80 Vitamina B6 1,04mg 80 Vitamina B2 1,04mg 80 Vitamina B1 0,96mg 80 Vitamina A 300mcg RE 50 Vitamina B12 1,92mcg 80 (*)Valores Diários com base em uma dieta de 2.000 calorias. (**)Valor Não Estabelecido.
Ingredientes: Xarope (água, açúcar), vinho, mel de abelha, ervas aromáticas (guaraná, erva – doce, cravo -da – india, gengibre e canela), vitaminas (C, nicotinamida, E, pantotenato de cálcio, B6, B2, B1, A, B12), monoglutamato de sódio, edulcorante natural sorbitol, acidulante ácido cítrico, estabilizante citrato de sódio. NÃO CONTÉM GLÚTEN.
Abraços
Regina
quarta-feira, 2. setembro 2009
Querido Grande Mestre
Adquiri um livro que resulta de uma tese de mestrado da autora, Inês de Ornelas e Castro, com o título “O livro de cozinha de Apício. Um breviário do gosto imperial romano». Comprei-o no Museu arqueológico da cidade romana de Conímbriga, perto de Coimbra.
Nesse livro, na Introdução, na secção da «Evolução do paladar romano» a autora declara que, na origem e por muitos séculos, os romanos foram vegetarianos. E descreve o que eles comiam. Por curiosidade reproduzo o texto:
«Um povo vegetariano.
A leitura do “De re coquinaria” dificilmente nos deixa aperceber de que estamos perante um povo cuja alimentação foi, durnate séculos, vegetariana.
Aquando da fundação de Roma, cuja data lendária se situa em 753 a. C., o primitivo Lácio não era mais do que a zona a sul do rio Tibre limitada pelos Apeninos, os montes Albanos e o mar. Roma, no alto do monte Palatino, a 24 km da foz do Tibre, começou por ser uma entre as muitas aldeias de pastores, e depois agricultores, existentes na região. Com uma economia essencialmente agrária, os latinos eram frugais (de “frux”, fruto) e sabiam aproveitar quase todos os produtos da terra.
As papas (“puls”), antepassados do pão, constituiam a base da alimentação ora como prato único ora condutadas, daí ter permanecido a designação “pulmentum” para indicar qualquer alimento que servisse de acompanhamento. Se é verdade que as quatro receitas de papas do tratado (nºs 179 a 182) evocam este passado, o uso da carne picada e o excesso de condimentos está longe da sobriedade dos primeiros tempos. Feitas com grãos torrados e humedecidos e depois com farinha de trigo candial (“far”), o único trigo conhecido durante 300 anos, de espelta (“alica”), de milho painço (“milium”) ou de cevada (“polenta”), as papas eram simplesmente cozidas em água e sal ou leite, por vezes melhoradas com favas, lentilhas ou hortaliças.
Cozinhadas de igual modo eram as hortaliças, quer as cultivadas quer as selvagens. Considerada por Catão (Agr. 156, 1) o vegetal mais saudável, a couve, nas suas diferentes variedades, terá sido das primeiras espécies seleccionadas pelo homem. O alho, a cebola e raízes como o nabo, o rábano ou o maro eram outros dos legumes cultivados. Testemunho da prática generalizada da recolecção, pelos campos colhiam-se chicórias bravas, cardos, malvas, folhas de mostarda, rebentos de norça, acelgas, rábanos silvestres, urtigas, alcaravia (comia-se a raiz e usavam-se as sementes como condimento), pastinacas e até alfaces. Ainda rijos e certamente de sabor acre, estes vegeteais, que uma posterior selecção viria a tornar mais tenros e saborosos, obrigavam quer a cozeduras prolongadas quer à utilização de molhos avinagrados, quando consumidos em saladas.
(…)
Embora esteja atestado o cultivo de frutos, como as diversas qualidades de figos, pêras, ameixas e azeitonas, dependia-se parcialmente da recolecção; aproveitavam-se as bagas silvestres, bolotas, avelãs, castanhas e pinhões, que em breve viriam a ser de cultura.
A componente de proteínas advinha essencialmente dos ovos e dos queijos.»
De acordo com esta estudiosa, só após a expansão e o contacto com os hábitos alimentares de outros povos é que vão introduzindo outros alimentos nos seus hábitos. Adquirem novos gostos. Só com a conquista das cidades gregas no sul da Itália (270 a. C.) e da própria Grécia (146 a. C.), é que os Romanos deixam de ser vegetarianos.
Deixo esta curiosidade.
Um grande abraço
João Camacho
DeRose Reply:
setembro 2nd, 2009 at 23:39
Informações deveras interessantes. Obrigado por compartilhá-las. Beijos do seu amigo.
DeRose Reply:
setembro 4th, 2009 at 14:27
Estimado Camacho. Acabo de receber de volta uma correspondência que lhe enviei no dia 22 de julho de 2009. Ela foi endereçada, pela Virgínia, para Praça da Juventude, lote 1-2, 2975-339 – Quinta do Conde – Portugal. Retornou com a informação “mudou-se”. O Camacho teria uma direção nova? Ou terá sido endereçada com algum equívoco? Aguardo o esclarecimento para poder lhe enviar o livro revisado. Abraços.
sexta-feira, 4. setembro 2009
Querido Grande Mestre
Provavelmente por lapso a Virgínia não alterou na base de dados o meu endereço. Que é o seguinte:
Rua Galileu Saúde Correia, n.º 15-C, Pragal
2800-691 Almada
Portugal
Fico ansioso à espera da revisão
.
Obrigado e desculpe, em todo o caso, por este inconveniente.
Um grande abraço.
João Camacho