terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 | Autor: DeRose

Nossa definição oficial é a seguinte:

Qualidade de vida é tornar sua existência descomplicada, é fazer o que lhe dá prazer,
com alegria, saúde e bem-estar.

Mas o Maurício nos ofereceu um raciocínio muito esclarecedor a respeito. Leia abaixo:

Maurício

Ler os seus textos Mestre DeRose é sempre uma alegria, um texto bem temperado, é picante, é engraçado, é suave, é terno, enfim é uma delícia.

Tem conteúdo, por isso devemos saboreá-lo com gratidão cada palavra, cada pontuação, cada frase, cada mensagem. Re-ler seus textos, livros nos mostra o frescor das suas colocações. Percebemos as nuances dos diversos ingredientes utilizados no seu preparo.

Com as leituras e as práticas aprendi que a qualidade de vida é constituída por um conjunto de hábitos, valores e visão, que adotamos ao longo da vida.
E que são necessários para suprir nossas necessidades e aumentar e otimizar o nosso desenvolvimento pessoal de forma contínua, com plenitude.

Qualidade de vida é:
•É suprir as necessidades fisiológicas e ergonômicas, adotarmos hábitos que promovam e mantenham funcionadade do corpo, é o aprimoramento e desenvolvimento das nossas habilidades. Através da alimentação, atividade física e de utensílios ergonômicos – Yôga;

•É relacionar-se de forma equilibrada, ética e sustentável com o meio ambiente e o meio sócio-cultural procurando compartilhar e interagir agregando sempre valor em nossos relacionamentos. Através da adoção de um conjunto de valores, e Sistema de Governaça e processos – Tantra;

•É adotar um paradigma, de visão de mundo, que nos motive a buscar o desenvolvimento e o aprimoramento contínuo, conquistando a nossa Excelência e/ou Qualidade de Vida. Através de crenças, raciocínios e ideais – Sámkhya.

Qualidade de Vida em três palavras: Yôga-Tantra-Sámkhya.

Obrigado Mestre por tudo…

 Novo texto revisado e aperfeiçoado

Nossa definição de qualidade de vida

Síntese: Qualidade de vida é tornar sua existência descomplicada, é fazer o que lhe dá prazer, com alegria, saúde e bem-estar.

 

Fundamentação, elaborada a partir do texto que o praticante Maurício Waly de Paulo postou como comentário em nosso blog (fizemos alguns ajustes):

Qualidade de vida é suprir as necessidades fisiológicas e ergonômicas, é adotarmos hábitos que promovam e mantenham a funcionalidade do corpo, do emocional e do mental, é o aprimoramento e desenvolvimento das nossas habilidades, através da boa alimentação, boa forma e boa cabeça – isto é Yôga.

Qualidade de vida é relacionar-se de forma descontraída, ética e responsável com o meio ambiente e o meio sócio-cultural, procurando compartilhar e interagir, agregando sempre generosidade, elegância, respeito e carinho aos nossos relacionamentos, mediante da adoção de um conjunto de valores que incluem boa cultura, boa civilidade e boa educação – isto é Tantra.

Qualidade de vida é adotar uma visão de mundo que nos motive a buscar o desenvolvimento e o aprimoramento contínuo, conquistando a nossa excelência através do estudo, ideais e autoconhecimento – isto é Sámkhya.

Conclusão: qualidade de vida resume-se na proposta de um Yôga de fundamentação Tantra e Sámkhya, isto é, o Yôga Pré-Clássico – SwáSthya Yôga.

28 comentários

  1. 1
    Regina Wiese Zarling
    terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 às 5:40
    yogabatel.blogspot.com
     

    Perfeito!
    Bjs Rê

  2. 2
    Eimara Lima
    terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 às 6:07
    eimarablog.blogspot.com
     

    Mestre, postei este texto no meu blog uma vez (http://eimarablog.blogspot.com). Um beijão delicioso em todos.

    Viver!
    “Eu fico com a pureza da resposta das crianças
    É a vida, é bonita e é bonita!
    Viver
    e não ter a vergonha de ser feliz!
    Cantar, e cantar e cantar
    a beleza de ser um eterno aprendiz.
    Ah, meu Deus, eu sei! Eu sei
    que a vida devia ser bem melhor, e será.
    Mas isso não impede que eu repita:
    É bonita, é bonita e é bonita!”
    (Gonzaguinha)

    Quinta-feira fui assistir, orgulhosa e corujíssima, à apresentação da minha irmã caçula no Teatro da Caixa. Dudu estava lá. Agora acabei de chegar de mais uma sessão de rica corujice no Clube do Choro, onde aconteceu uma apresentação ainda mais linda. Dudu não estava. Não viu nem ouviu a Orquestra das Senhoritas, junto com a platéia, mostrar sua versão dessa tão conhecida e querida preciosidade brasileira. Sei que ele preferiu descansar, para estar bem disposto na semana que vem. Ele já deve ter visto essa versão em outras oportunidades.

    Quem freqüenta essas paragens musicais daqui de Brasília deve conhecer o Dudu. Para quem não o conhece, Dudu sofreu uma vez um grave acidente que limitou seriamente sua fala e locomoção. Mesmo assim, Dudu está em quase todos os eventos culturais em que eu mesma gostaria de estar, mas não estou, em uma boa parte, por uma questão de escolha e prioridades. Senti falta dele hoje. Durante os shows ele se manifesta, sem medo: “Muito bom!” “Maravilhoso!” “Toca aquela!” “Você não tocou aquela, toca aquela!”. Depois, ao ser questionado sobre qual viria a ser “aquela”, ele solta, satisfeito e faceiro: “Aquela… é aquela que ele resolver tocar!”. Ele sai de um evento e vai para outro logo em seguida, todo animado.

    Fiz questão de colocar aqui, no nosso blog, a lição que Dudu me deu essa semana: “Eu tenho qualidade de vida. Faço sempre o que gosto. Sou bem relacionado. Sou feliz.”

    Preciso falar mais? Dudu já disse tudo. E mostra pelo exemplo. De fato, pelo exemplo. Nada mais.

  3. 3
    Instr. Federico Juan Fontana
    terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 às 9:34
     

    Hola Mauricio!!!
    Me parece muy interesante, más que nada en la relación con el medio socio-cultural. Es un punto que muchas veces se considera menor, pero que es tan importante como el relacionamiento con el medio ambiente. De hecho, es un medio social, por tanto es el que permite la comunicación de nuestra actividad y la re-educación de actitudes para garantizar el desarrollo personal.
    Gracias por el téxto!!

  4. 4
    Rômulo Justa
    terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 às 11:47
     

    …ou qualidade de vida em três verbos: poder-saber-sentir,

    poder sentir, sentir que pode, poder pelo saber, sabê-lo por sentir, sentir o poder que há em saber…

    Enfim, tem pra todo mundo! Façam suas próprias combinações, todas elas têm, vá lá, uns cinco mil anos de garantia :)

    Abraços Mestrão!

    Lerivan Ribeiro Reply:

    Sentir é viver, viver é aprender, aprender é existir, existir é superar, superar é lutar, lutar é vencer, vencer é persistir, persistir é querer, querer é conseguir, conseguir é saber, saber é entender, entender é fazer, fazer é acontecer, acontecer é agir, agir é começar, começar é terminar, terminar é apenas o início que a vida ensina a sentir que aprendemos a viver.

    Lerivan Ribeiro

  5. 5
    Bruno Alexandre Vilela da silva
    terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 às 12:13
    cardapium.blogspot.com
     

    Muito bom post, sem duvida.

  6. 6
    Sónia Saraiva
    terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 às 13:26
    yogarivegauche.fr
     

    Superbe texte Maurício.
    On est vraiment chanceux de connaître cette façon de vivre et pouvoir en plus côtoyer celui qui nos la offert.
    A Paris on travail, pas de carnaval, mais je vous souhaite tous une très bonne journée
    Gros Bisous Maître Fê et Jaya
    Sonia

    Luísa Sargento Reply:

    Je vais pratiquée mon français ici: mon amie ou comme je dit ma cousin française ihihih tu est a mon couer! Quand tu viens aux Portugal et a notre école tes yeux will shine like you never expect. Ai tenho que praticar o meu francês…e o inglês também, é como qualquer técnica de SwáSthya: até já chegámos lá, até sabemos como fazer, mas sem prática, nem disciplina perdemos o alcançado e lá voltamos ao princípio. Bjinhos para ti e para o Manu. Já foste ao meu blog: http://www.sorrieomundosorrictg.blogspot.com

  7. 7
    Joaquina
    terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 às 14:48
     

    lindísimo post!
    Mauricio, gracias por exponer con tanta lucidez
    montones de besos
    desde Buenos Aires
    Joaquina
    Joaquina García Laborde
    Instructora de SwáSthya Yôga
    Sede Recoleta

  8. 8
    Alessandra
    terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 às 15:53
     

    Fantastico post!!!
    A saudade da egregora é sempre maior e ler esses artigos maravilhosos aqui me deixa mais pertinho de vcs.
    Baci,
    Alessandra Nobrega – Trieste (Italia)

  9. 9
    Gigi Beirigo
    terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 às 19:30
     

    Que LINDO texto !
    Parábéns Mauricio e obrigada por deixar meu dia mais cheio de satisfação e alegria !
    Um grande beijo
    Gigi Beirigo

  10. 10
    Gigi Beirigo
    terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 às 19:32
     

    Que LINDO texto !
    Parabéns Mauricio e obrigada por deixar meu dia mais cheio de satisfação e alegria !
    Um grande beijo
    Gigi Beirigo

  11. 11
    Cris Volter
    terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 às 20:13
     

    Querido Mau!!!

    Simplesmente perfeito seu texto!!
    Excelente, parabéns por ter se expressado com tamanha clareza e objetividade.
    Um mahá abraço garoto!!!

    Cris Volter – LEM – BA

  12. 12
    Dalila
    quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009 às 8:26
     

    CHOCOLATE QUENTE

    Um grupo de jovens licenciados, todos bem sucedidos nas carreiras, decidiu fazer uma visita a um velho professor, agora reformado. Durante a visita, a conversa dos jovens alongou-se em lamentos sobre o imenso stress que tinha tomado conta das suas vidas e do seu trabalho.
    O professor não fez qualquer comentário sobre isso e perguntou se gostariam de tomar uma chávena de chocolate quente. Todos se mostraram interessados e o professor dirigiu-se à cozinha, de onde regressou vários minutos depois com uma grande chaleira e uma grande quantidade de chávenas, todas diferentes – de fina porcelana e de rústico barro, de simples vidro e de cristal, umas com aspecto vulgar e outras caríssimas. Apenas disse aos jovens para se servirem à vontade.
    Quando já todos tinham uma chávena de chocolate quente na mão, disse-lhes:
    – Reparem como todos procuraram escolher as chávenas mais bonitas e dispendiosas, deixando ficar as mais vulgares e baratas… Embora seja normal que cada um pretenda para si o melhor, é isso a origem dos vossos problemas e stress. A chávena por onde estais a beber não
    acrescenta nada à qualidade do chocolate quente. Na maioria dos casos é apenas uma chávena mais requintada e algumas nem deixam ver o que estais a beber. O que vós
    realmente queríeis era o chocolate quente, não a chávena; mas fostes conscientemente para as chávenas melhores… Enquanto todos confirmavam, mais ou menos embaraçados, a observação do professor, este continuou:
    – Considerai agora o seguinte: a vida é o chocolate quente; o dinheiro e a posição social são as chávenas. Estas são apenas meios de conter e servir a vida. A chávena que cada um possui não define nem altera a
    qualidade da vossa vida. Por vezes, ao concentrar-mo-nos apenas na chávena acabamos por nem apreciar o chocolate quente que Deus nos ofereceu. As pessoas mais felizes nem sempre têm o melhor de tudo, apenas sabem aproveitar ao máximo tudo o que têm. Vivei com
    simplicidade.
    Amai generosamente. Ajudai-vos uns aos outros com
    empenho. Falai com gentileza… e apreciai o vosso chocolate quente.
    (autor desconhecido)

    Muitos beijinhos
    Lila :)

  13. 13
    Márcia Cordoni
    quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009 às 9:31
     

    Olá Maurício
    Coincidentemente estava a corrigir a monografia de um aluno nosso sobre qualidade de vida, quando entrei no blog.
    É isso mesmo, ter qualidade de vida é ser simples e ser feliz.
    Que bom estar com vocês.
    Beijos
    Márcia

  14. 14
    Lerivan Ribeiro
    quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 às 13:58
    YogaKobrasol.com.br
     

    O SwáSthya Yôgin preserva a qualidade de vida em cada ato da sua existência, até mesmo num simples gesto como respirar…
    Parabéns pelo texto Maurício, gostei muito!
    Abração!

  15. 15
    Yael Barcesat
    sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009 às 1:55
    yaelbarcesat.com
     

    Querido Maestro, tratando de traducir con Diana esta frase, tropezamos con un obstáculo considerable: ¡justamente la palabra “descomplicada”! no existe en castellano, y estuvimos explorando otras posibilidades sin éxito. Sólo que a estas horas de la madrugada se me ocurrió que la palabra tal vez sea “simple”, ¿qué opinás? La definición en ese caso podría ser así:
    “Calidad de vida es lograr que la existencia sea simple, es hacer lo que da placer, con alegría, salud y bienestar.”
    Abrazo nocturno!

    DeRose Reply:

    Outros termos que correspondem quase exatamente a descomplicado são: desencanado e desembaraçado. Simples não! Jamais! O adepto do nosso estilo de vida não deve ser uma pessoa simples e sim sofisticada, requintada. Tenho a certeza de que existe um termo equivalente a descomplicado. Ele define uma pessoa que não complica, não enrola, não cria casos, não dá nó em pingo d’água. Para fazer negócios é rápido, fácil e honesto. Se for marido ou esposa, não faz D.R., não briga, não faz ceninhas de ciúme. Se for aluno não faz perguntas labirínticas. Se for prospect, aceita os horários, os preços, as normas da escola, o exame médico, os testes mensais e não complica, não põe dificuldade. Se for filiado compreende os regulamentos, não reclama, não cobra. A Fée sugeriu “descontraído”, mas não é só isso. Vamos continuar tentando. Beijos paulistanos.

    DeRose Reply:

    Em se tratando de público de Yôga e assemelhados não se pode usar a palavra “simples”. Sob esse pretexto, desde o início da minha carreira até os cursos que eu dei 40 anos depois em Lomas de Zamora, as pessoas diziam: “Ah! O DeRose é maravilhoso, é uma pessoa muito simples!…” e por isso me instalavam em acomodações ridiculamente desconfortáveis, de padrão insultuosamente baixo. Muitas vezes ao longo da minha profissão, tive que mudar de hotel à revelia do organizador e anfitrião. Na manhã seguinte, ele ia me buscar para o curso e não me encontrava. Eu estava, indignado, em um outro hotel, à altura do ministrante. Essa observação me foi feita também por vários professores que passaram por experiências semelhantes em várias cidades e países. Portanto, trata-se de uma pandemia mundial. Simples, não! Embora descomplicados, sejamos exigentes, elegantes, requintados, dentro dos limites do razoável.

    Yael Barcesat Reply:

    Gracias Mestre :) me quedó clarísimo! no había tenido en cuenta esa connotación de la palabra “simple”. También habíamos pensado en “descontraída”, pero además de que no transmite la totalidad del concepto, no existe en español. Vamos a continuar buscando! Besos mañaneros :)

    Regina Wiese Zarling Reply:

    É verdade De. Aqui no Brasil, as pessoas entendem simples como alguém até sem muita cultura. Uma pessoa humilde, sem estudos.. e não simplesmente o contrário de complicado.
    Se usamos a frase: Ah, ele é simples, a maioria dos ouvintes já está incutido a entender que neste caso, trata-se de uma pessoa de poucos recursos e que qualquer cantinho está bom.
    Não menosprezando as pessoas realmente simples, mas nem por isso precisamos nos igualar a elas. Ao contrário, devemos dar o exemplo que é possível elas também mudarem.
    Beijos
    Re

  16. 16
    Luiz
    sábado, 28 de março de 2009 às 1:55
     

    Temos que ter cuidado quando usamos a expressão “qualidade de vida”, e apresentarmos o nosso conceito de qualidade de vida logo em seguida. A expressão pura sem explicação não remete a nada para quem ouve. Exemplo:
    Se eu digo “Eu tenho qualidade de vida”, quem ouve pode pensar “ele diz que a vida dele é boa. Mas boa em que sentido?”.
    Ouvimos com frequencia esta expressão em diversos discursos de diversas áreas, usada em diversos contextos com propósitos bem diferentes.
    Milton Santos escreveu certa vez algo do tipo: qualidade de vida é um termo neoliberal – mata qualquer discussão.
    O que ele quis dizer é que o termo por si só é vazio e carece de um explicação ou definição em seguida. Em meios político, por exemplo, é sempre uma promessa, que não se explica como vai acontecer…
    Enfim, ao invés de apensa dizer “vamos buscar qualidade de vida”, temos que dizer como, e em que sentido, né?
    Podemos dizer apenas: “vamos buscar a descomplicação” ou “vamos buscar o estado de prazer e a alegria”

    DeRose Reply:

    Tem razão, Luiz. Por isso mesmo, adotamos uma definição para qualidade de vida que está aqui no blog. Se você tiver algo a sugerir, comente aqui para que eu encaminhe sua sugestão aos Conselhos. Gostei muito do comentário do Mauricio, que reproduzo abaixo:
    Qualidade de vida é:
    •É suprir as necessidades fisiológicas e ergonômicas, adotarmos hábitos que promovam e mantenham funcionadade do corpo, é o aprimoramento e desenvolvimento das nossas habilidades. Através da alimentação, atividade física e de utensílios ergonômicos – Yôga;

    •É relacionar-se de forma equilibrada, ética e sustentável com o meio ambiente e o meio sócio-cultural procurando compartilhar e interagir agregando sempre valor em nossos relacionamentos. Através da adoção de um conjunto de valores, e Sistema de Governaça e processos – Tantra;

    •É adotar um paradigma, de visão de mundo, que nos motive a buscar o desenvolvimento e o aprimoramento contínuo, conquistando a nossa Excelência e/ou Qualidade de Vida. Através de crenças, raciocínios e ideais – Sámkhya.

    Qualidade de Vida em três palavras: Yôga-Tantra-Sámkhya.

    Abraços do DeRose.

    Alexandre Montagna Reply:

    Mestre, é devaneio meu ou realmente seria sensato suprimir a palavra “crenças” deste último parágrafo, uma vez que o verbo crer é o que melhor define o Vêdánta – a filosofia oposta ao Sámkhya?

    DeRose Reply:

    NOVO TEXTO REVISADO:

    Síntese: Qualidade de vida é tornar sua existência descomplicada, é fazer o que lhe dá prazer, com alegria, saúde e bem-estar.

    Fundamentação, elaborada a partir do texto que o praticante Maurício Waly de Paulo postou como comentário em nosso blog (fizemos alguns ajustes):

    Qualidade de vida é suprir as necessidades fisiológicas e ergonômicas, é adotarmos hábitos que promovam e mantenham a funcionalidade do corpo, do emocional e do mental, é o aprimoramento e desenvolvimento das nossas habilidades, através da boa alimentação, boa forma e boa cabeça – isto é Yôga.

    Qualidade de vida é relacionar-se de forma descontraída, ética e responsável com o meio ambiente e o meio sócio-cultural, procurando compartilhar e interagir, agregando sempre generosidade, elegância, respeito e carinho aos nossos relacionamentos, mediante da adoção de um conjunto de valores que incluem boa cultura, boa civilidade e boa educação – isto é Tantra.

    Qualidade de vida é adotar uma visão de mundo que nos motive a buscar o desenvolvimento e o aprimoramento contínuo, conquistando a nossa excelência através do estudo, ideais e autoconhecimento – isto é Sámkhya.

    Conclusão: qualidade de vida resume-se na proposta de um Yôga de fundamentação Tantra e Sámkhya, isto é, o Yôga Pré-Clássico – SwáSthya Yôga.

    Maurício Reply:

    Alexandre, achei muito pertinente sua observação de suprimir a palavra crença…

    Alexandre Montagna Reply:

    Uaaaaaaau!! Maintenant, il est magnifique, Maître!

  17. 17
    Maurício
    domingo, 29 de março de 2009 às 2:34
     

    Mestre sua lapidada no texto foi muito boa.
    Aproveito para dizer que fiquei muito emocionado por ter meu comentário publicado e pelos elogios recebidos por todas as pessoas que comentaram…

    Aaah! O meu nome completo é Maurício Waly de Paulo.

    Abraços, Maurício.

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