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domingo, 4 de julho de 2010 | Autor: DeRose

Não deixe para a última hora. Você já sabe que as vagas dos Festivais se esgotam com meses de antecedência. Veja a mensagem do Mestre Edgardo Caramella:

NO SE PIERDAN EL VII DeROSE FESTIVAL de Argentina. Con las mayores autoridades mundiales del Método DeRose los días 24, 25 y 26 de setiembre de 2010.
Ingresá a http://www.fest-yoga.com.ar/programa.html y encontrarás toda la programación, los disertantes, videos, imágenes y la forma de inscribirte. NO TE LO PIERDAS.

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sábado, 3 de julho de 2010 | Autor: DeRose

Com mais de dois meses de antecedência esgotaram-se as vagas no Festival da Nina. O evento reúne centenas de instrutores e alunos do Método DeRose provenientes de vários estados do Brasil e de mais seis países. Em apenas três semanas todos os lugares foram ocupados. Um dos segredos da Nina é a alimentação deliciosa e farta, que cativa os participantes e os torna seus fans incondicionais. Outro dos seus trunfos é o hotel em que se realiza o evento, cujas instalações são excelentes. Ele ainda oferece aos hóspedes uma quantidade de atividades de lazer e diversos espaços com ambientes os mais variados. Mas o principal é o conteúdo do evento, com ministrantes de primeira grandeza, festas excelentes, palestras e vivências que marcam para sempre a vida dos participantes, demonstrações de coreografias do Método DeRose de tirar o fôlego, desfile com as roupas do Método feitas pelos nossos estilistas e uma equipe de organização sempre atenta para cuidar das necessidades dos inscritos, a fim de que fique todo o mundo satisfeito.

Na verdade, já havia interessados em inscrever-se até antes que se fizesse qualquer divulgação, mas a norma vigente é a de esperar que se realize o Festival anterior (no caso, o de maio em Florianópolis) para, só então, divulgar o seguinte. Como agora todos os festivais estão consolidados e são sucesso absoluto com lotação esgotada, talvez essa norma possa ser flexibilizada. Aí está uma boa sugestão de pauta para a reunião do Colegiado no próximo evento.

O que desejo saber dos organizadores é se desta vez atenderam às minhas recomendações e se para o próximo festival haverá atividades gratuitas, abertas ao público, na capital.


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sexta-feira, 25 de junho de 2010 | Autor: DeRose

Seja você aluno ou instrutor, se quiser alegrar meu coração, peça, motive, instigue, insista com o seu Diretor de unidade para que ele adote os testes mensais. Às vezes, o Diretor fica reticente porque acha que alguns alunos não vão gostar. Mas outros, como você, vão gostar muito! E já sabemos que o formato atual é o de não-obrigatoriedade. Basta incentivar os alunos para que eles queiram estudar.

Fico muito, mas muito entristecido mesmo, achando que todo este esforço não está adiantando nada, quando dou um curso e pergunto, como o que dei no mês de julho de 2009: “O que é sádhana?”  E nenhum dos alunos presentes na minha sala de aula sabe responder. A pergunta seguinte foi: “Você é praticante de pré-Yôga?” E a resposta de todos: “Sou aluno de SwáSthya.” Mas, então, não fez um teste escrito para passar ao Yôga?” E todos ficaram me olhando constrangidos.

Eram alunos de várias cidades e um deles passou do pré-Yôga para o SwáSthya quando estudava a Nossa Cultura na França. A considerar que o teste de admissão foi realmente prestado e que a correção do teste foi mesmo bem feita, só nos resta a justificativa de que se o aluno não procede aos testes mensais simplesmente não fixa a matéria e se esquece do que havia estudado-apenas-para-ser-aprovado e poder ingressar no Yôga.

Comentei isso com um instrutor que estava presente e testemunhou a cena e ele me disse: “Pois é, Mestre, por causa disso eu me sinto um mero treinador físico. Isso não me realiza. Não foi para isso que me tornei instrutor de Yôga.”

Nem a mim. Isso também não me realiza. Portanto, se alguns Diretores fazem corpo mole para adotar os testes, com receio de perder alunos, que seja você, aluno, e que seja você, instrutor, a me ajudar nessa tarefa ingrata que é a de encorajar seu Diretor. Eu estou desgastado de tanto solicitar e não ser atendido. Afinal, estamos todos trabalhando pelo mesmo ideal ou estou iludido e as escolas querem outra coisa?

Meus cursos tem muito conteúdo, não são para quem não sabe de que eu estou falando. Não são para quem não leu meus livros. Não são para quem não assistiu as aulas em DVD. Não são para quem não faz os testes mensais. Por isso, durante muito tempo só dei cursos para instrutores. A pedido dos organizadores de cursos, abri uma concessão permitindo que alguns cursos inscrevessem alunos. Mas se os alunos não tiverem nível para me acompanhar, não aceitarei mais dar cursos para alunos e voltarei a só aceitar instrutores.

Este é um desabafo muito sentido. Acredite que eu mesmo me autocensurei e deletei a maior parte do texto, porque estava entristecido demais. Você não ia gostar de ler o que eu escrevi antes.

Se você, Diretor, está pensando em me dizer que este problema deveria ser de âmbito interno e não abordado públicamente, quero relembrá-lo de que há anos venho abordando este tema em circulares às escolas, em informativos aos instrutores e de viva-voz em cursos e em eventos para instrutores. Em vão. Não quero usar de autoritarismo e MANDAR que essa recomendação seja obedecida. Quero que parta da opinião e colaboração dos alunos e dos instrutores. Que eles digam aos seus diretores para não ter medo de perder alunos por causa dos testes. As escolas que aplicam os testes são as que tem mais alunos! Por que será? E se perderem alguns, é porque eles não vieram buscando uma Cultura. Vieram buscando outra coisa que não é com o que trabalhamos. É preciso fazer escolhas. É preciso abrir mão de alguma coisa para atingir um objetivo.

Será que posso contar com você para incentivar o seu Diretor e me proporcionar essa satisfação?

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Che Cardoso

Posso contribuir com uma sugestão?

Aqui nas Antas ao final das aulas do Curso Básico, que acontecem todas às terças-feiras, os alunos fazem o teste da aula da semana.

Ou seja, logo após ouvirem a aula já respondem às 10 questões relativas ao tema para memorizarem o conteúdo.

Isso também é interessante, pois estimula que eles treinem aquilo que viram na aula e depois consultem o livro para perceberem se assimilaram o que foi ensinado. E ao fazê-lo estão estudando duas vezes!

Ao final do mês fica mais fácil lembrar das 30 questões por irem estudando semalmente um pouquinho.

Bjos


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quarta-feira, 16 de junho de 2010 | Autor: DeRose

Fe Rengel


Olá querido Mestre,

Quero lhe agradecer pelo sádhana no domingo, foi muito especial. Além disso, foi uma oportunidade de estarmos próximos e rever os amigos.

Escrevo também para tirar uma dúvida: quando falamos sobre a nossa formação, dizemos que somos instrutores do Método DeRose formados pela …? Já sei que não devemos misturar a palavra mágica com o Método. Mas neste caso qual seria a forma mais adequada para falar que somos formados por uma instituição sem citar a palavra mágica?

Talvez esta questão já tenha uma resposta e eu é que estou desatualizada, neste caso peço-lhe desculpas por perguntar algo que já deveria saber.

Um beijo cheio de carinho.

Fernanda Rengel
Joinville – SC

Sua pergunta é bem pertinente, Fernanda. É um tópico que ninguém ainda havia perguntado, mas certamente alguém titubearia ao tentar responder.

Os instrutores do Método DeRose são formados pelo próprio sistematizador e homologados pelo Diretório Central do Método DeRose.

Vou lhe contar uma história muito interessante. Há alguns anos, houve um encontro do Yôga com a ióga para debater sobre a regulamentação da profissão. O outro time convidou um alto funcionário do MEC, que era amigo deles, para esclarecer algumas questões. Para me espezinhar, perguntaram-lhe se era possível que alguém tivesse uma Universidade de Yôga. O alto funcionário do MEC respondeu-lhes “Por que não?”. Visivelmente abalados, questionaram: “Mas então teria que ser reconhecida pelo MEC, não é mesmo?” E, mais uma vez, o amigo deles que fora convidado para tentar me desmoralizar, respondeu que não era preciso nenhum reconhecimento do MEC. Aí ficaram zangados: “Mas, ô Fulano, se não precisa do reconhecimento do MEC o que é que dá a credibilidade a essa universidade?” E a resposta que ele deu em seguida é antológica: “O reconhecimento do MEC não dá credibilidade. Quantas faculdades e universidades fajutas você conhece e que são reconhecidas pelo MEC? Muitas, não é? O que dá credibilidade não é o MEC, é o nome de quem expede os certificados. Se o Dr. Pitanguy resolver dar um curso de cirurgia plástica na sua clínica, o que dá a credibilidade é o nome dele. Ninguém está ligando a mínima que o curso não seja reconhecido pelo MEC.” Com isso, o outro time me ajudou bastante, pois, graças à polêmica levantada, várias pessoas presentes decidiram fazer o curso da Universidade de Yôga, não por causa do nome Universidade e sim pelo nome DeRose, que assinava o certificado.

Nossos inseparáveis amigos que vivem prestando atenção ao que eu faço para me atacar prestaram-me mais um grande serviço. Eu queria consultar oficialmente o MEC a respeito, mas hesitava para não levantar a lebre e evitar chamar a atenção sobre a nossa Universidade de Yôga, pois poderia criar mais problemas do que soluções. Então, meus grandes colaboradores de plantão me ajudaram denunciando-me ao MEC. Com isso, o MEC respondeu a eles por escrito declarando que a minha Universidade de Yôga não precisava de registro naquele Ministério e que eu tinha a liberdade de ensinar o que bem entendesse. O documento acabou nas minhas mãos e hoje eu tenho essa declaração oficial. Devo isso aos que queriam me prejudicar e, como sempre, acabaram me ajudando. Por que lhe contei toda essa história? Só para ilustrar que o que dá credibilidade ao certificado é o meu nome, marca forte que está há 50 anos no mercado e que constitui o maior grupo desse segmento não apenas do Brasil ou da América Latina, mas o maior do mundo, com escolas na França, Inglaterra, Itália, Espanha, Portugal, Estado Unidos, Argentina, Chile e tantos outros países.

Assim sendo, nossos certificados já não serão mais expedidos pela Universidade e sim pelo Método, ou melhor, pelo Diretório Central do Método e firmados pelo próprio sistematizador. A União Nacional de Yôga e sua divisão Universidade de Yôga estão praticamente inativas, convertendo-se em chancelas de garantia de qualidade dos livros de Yôga, mas sem divulgação externa e sem movimentação financeira.

Acho que com essa larga explanação você fica municiada para qualquer questionamento.
Um forte abraço para você.

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Regina Wiese Zarling

Eu jamais me esquecerei desse encontro lá no Rio de Janeiro, no qual fomos proíbidos por eles de te aplaudir. Então só levantavamos os braços fazendo movimentos de alegria… Na minha equipe [de debates], fizeram de tudo para boicotar a nossa egrégora [os instrutores da nossa modalidade] … E tinha uma senhora bem querida de uns quase 70 anos ou mais que olhou para todos e disse: “Eu fui formada pelo DeRose e na minha frente ninguém fala mal dele!” Enquanto nós tentávamos [pedir que parassem de atacá-lo] era só gritaria [por parte dos ensinantes da ióga] , mas aquela mulher calou a boca de todos, pois os surpreendeu [talvez pela idade] ! Mesmo assim, durante os debates, a nossa egrégora [nossos instrutores] foi praticamente proibida de falar! [ ... ] Hoje, depois de um tempo até que lembramos disso com uma certa diversão, mas na hora, a pressão foi tão grande, que causou outra dor a nossa querida Ro de Castro. Sei que sabes do que estou falando. [Como isso já foi publicado em livro, creio que não há problema em mencionar aqui: A Rosângela estava grávida e por causa das agressões perpetradas contra nós, perdeu o bebê.]
Bjs
Regina
Método DeRose Alto da XV
Curitiba-PR

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Renata

Estou com uma dúvida, e o nome Uni-Yoga, permanecerá?

Obrigada!

Sim. A Uni-Yôga – União Nacional de Yôga continua existindo, mas apenas como um selo de qualidade. É também com quem são firmados os contratos de credenciamento enquanto não houver outra entidade que possa substituí-la. Já a Uni-Yôga – Universidade de Yôga é quem avaliza a qualidade dos livros de Yôga que forem editados por nós ou mesmo por edições independentes. E todas as escolas que não conseguirem a certificação para colocar o logo do Método DeRose em sua fachada, continuarão a ostentar a placa da Uni-Yôga.
Obrigado por nos ajudar colocando a sua dúvida. Abraço.

terça-feira, 1 de junho de 2010 | Autor: DeRose

Tivemos participantes de todo o Brasil, Argentina, Portugal, Espanha, Inglaterra e Itália. Centenas de pessoas lindas por dentro e por fora, gente saudável, culta, educada, lida e viajada. Pessoas jovens, entusiasmadas com a nossa proposta cultural de transformar o mundo. Centenas e centenas de praticantes que não fumam, não tomam álcool, não usam drogas e não ingerem carnes. Constate nas fotos abaixo, que gente mais linda, mais forte e mais querida. Estes guerreiros são o meu grande orgulho.

Alessandro Martins

Compartilho o post do blog da Unidade Alto da XV onde, ao final, estão todos os links para cada um dos álbuns do DeRose Festival 2010:

http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-festival-2010-em-florianopolis-as-imagens-falam-por-si/

Abraços!

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Sensacional a enorme quantidade de registros fotográficos que você postou, Ssandro. Todo o mundo vai ficar muito feliz! E quem não participou do evento vai ficar com água na boca. Valeu, mesmo! Abração de todos nós.

O que está faltando são fotos que mostrem o mar de gente que compareceu. Se alguém tiver fotos que possam dar uma ideia da quantidade de alunos e instrutores presentes, eu gostaria que postasse também aqui. E fica um pedido: que, nos grandes eventos, não nos limitemos a fazer fotos de pequenos grupos e dos amigos, mas que nos preocupemos em registrar a enorme participação de praticantes, pois isso emociona!

Seria, ainda, interessante postarem as filmagens das coreografias e outras cenas cativantes. DeRose.

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Suassuna

Mestrão,
Escrevo-lhe para dizer o quanto fiquei feliz em vê-lo em mais uma edição do DeRose Festival.
E que festa!
Este foi o quarto ano em que subi ao palco para apresentar e é sempre uma emoção indescritível ver aquele mar de gente nossa com o brilho nos olhos característico dos praticantes do Nosso Método. Algumas pessoas filmam a coreografia. Gostaria eu de filmar aquela multidão naquele instante. Assistiria a esse vídeo sempre.
Irei à São Paulo no próximo sábado para fazer seu curso e dar-lhe-ei mais um abraço forte pessoalmente.
Até logo.

Daniel Suassuna
Diretor da Unidade Asa Norte
Brasília – DF