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quarta-feira, 1 de setembro de 2010 | Autor: DeRose

Priscila Ramos – Alphaville, SP

Mais um vídeo sobre a relação animal-hominal. Já te mandaram esse, Mestrinho?

Gostei bastante, espero que você goste também!
Beijinhos
Pri

Já mandaram, sim, Pri. Eu só não me lembro se postei ou se apenas aprovei. Então, vamos postar. Beijinho. DeRose.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010 | Autor: DeRose

Temos a mania de manifestar a síndrome do “eu sou pobre, pobre, pobre de Marais je suis“. E, portanto, precisamos utilizar todos os espaços disponíveis. Não conseguimos deixar espaços em branco, respiros elegantes e margens generosas. Não conseguimos deixar de poluir nossos impressos, textos, seja lá o que for. Eu também padeço dessa síndrome. Mas estou me curando bem rápido. Na verdade, com meus quase setenta anos de idade, estou evoluindo mais rápido que a moçada de vinte, trinta e quarenta. Já expliquei várias vezes à nossa agência que quero uma arte com muitos espaços, respiros e margens, mas os executivos não conseguem compreender isso e continuam insistindo em empapuçar os espaços disponíveis com corpos de letra e imagens grandes demais.

Talvez, assistindo o vídeo abaixo consigamos compreender melhor a que me refiro. Assista, medite, assista de novo, medite outra vez. Assista pela terceira vez e dê uma marretada na moleira para ver se entra!

Colagem feita pelo Gustavo Oliveira.

Apple / Microsoft

sexta-feira, 27 de agosto de 2010 | Autor: DeRose

Quando utilizamos até os mínimos espaços para entupi-los de texto ou para ampliar o tamanho das letras até os limites do papel, estamos passando ao leitor uma mensagem de mau-gosto, de falta de profissionalismo e pobreza de espírito. Algo do tipo: “eu sou pobre, pobre, pobre, de Marais, Marais, Marais…, então, preciso aproveitar todo o papel, pois disponho de pouco papel, tenho que fazer o impresso menor por economia e assim a solução é apertar o texto e diminuir as entrelinhas”.

Se queremos transmitir uma mensagem de elegância, a primeira providência é proporcionar margens generosas e espaços estéticos entre os blocos de texto e de ilustração.

Uma das poucas exceções é a instituição do pocket book, pois sua existência já é uma confissão de proposta de economia de papel e no preço final do livro. Mesmo assim, se for possível, é conveniente levar em consideração os princípios acima mencionados.

Há vários manuais interessantes sobre diagramação de impressos. Um deles é Design para quem não é designer, de Robin Williams. Comprei pela Amazon.


Veja os comentários

sábado, 14 de agosto de 2010 | Autor: DeRose

Martin Pereira

Mestre, te quería dejar el link actualizado del video de la entrevista en Portugal, con los subtítulos en español. EL anterior ya no está online.

http://vimeo.com/13750675

Un abrazo enorme!

Martín
Sede Palermo – Buenos Aires

sábado, 14 de agosto de 2010 | Autor: DeRose

Temos uma dívida de gratidão com o Governador Dr. Geraldo Alckmin e com o Deputado Edson Aparecido

O Dia Estadual do Yôga, data oficial no calendário do Estado de São Paulo, no dia do meu aniversário, 18 de fevereiro, foi sancionado pelo Dr. Geraldo Alckmin quando foi Governador do Estado pela primeira vez. Que este post seja o símbolo do nosso reconhecimento.

Temos nos esquivado de mencionar a palavra mágica tanto quanto possível, já que hoje nós trabalhamos com o Método DeRose e queremos evitar que as pessoas embaralhem as coisas ou que sucumbam sob os estereótipos. Contudo, aqui não podemos evitar a menção, já que se trata – realmente – do Dia do Yôga. Assim, que fique aqui registrado o nosso agradecimento ao Deputado Edson Aparecido que redigiu a Lei e ao Dr. Geraldo Alckmin que a sancionou.

Além do estado de São Paulo, o Dia do Yôga é comemorado no dia do meu aniversário, em 18 de fevereiro, data oficial, por lei, nos estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Goiás, Ceará, Piauí, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Distrito Federal. Mais da metade do país (14 dos 27 estados): todo o Sul, todo o Sudeste e boa parte das demais regiões.

É por esse motivo, e pelas homenagens e condecorações que o nosso trabalho vem recebendo dos Governos Estaduais, das Câmaras Municipais, do Exército, da Polícia Militar, da Defesa Civil, da Associação Paulista de Imprensa, da OAB-SP, do Rotary International e outras instituições humanitárias e filantrópicas, é por esse motivo que finquei pé no Brasil e em São Paulo, apesar do crescimento do nosso trabalho noutros países.

Porque é preciso retribuir àqueles que nos apoiam.

Captura-de-tela-2010-06-12-às-14.38.09.png

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