quarta-feira, 12 de maio de 2010 | Autor: DeRose

Votado e confirmado.

Aproveitando, gostaria de recomendar esse artigo

http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/ideias/desobedeca/

do Denis Russo da Veja, que fala sobre como pequenas atitudes ou “desobediências” podem alterar o karma de uma pessoa ou mesmo o coletivo.

Abraços,

Fernando Salvio
Unidade Alameda Campinas
São Paulo – SP – Brasil

[Quando ler o artigo do link, entre no outro link que o artigo sugere. Trata-se de uma palestra TED muito boa.]

20 comentários

  1. 1
    Caio Melo
    quarta-feira, 12 de maio de 2010 às 8:42
    paraviverbem.com.br
     

    Isso me lembra a história que conclui que não somos ovelhas negras, porque sequer ovelhas nós somos.

    São os diferenciais de um pessoal culto e inteligente que permanece lúcido e acordado o tempo todo, ouvindo tudo ao redor, mas filtrando para assimilar somente aquilo que vai ao encontro dos seus valores e ideais, certo?

    Beijos e abraços!

    Caio Melo
    Unidade Kobrasol – Florianópolis/SC

  2. 2
    Anahi Flores
    quarta-feira, 12 de maio de 2010 às 9:30
    anahiflores.org
     

    Muito, mas muito boa a matéria.
    Obrigada a Fernando por ter compartilhado!

    Por sorte eu sempre fui bastante desobêdente (não sei como se escreve), haha.

    Beijos e bom dia!
    Anahí
    Buenos Aires

  3. 3
    carla mader
    quarta-feira, 12 de maio de 2010 às 11:41
     

    Adorei a matéria! Me fez lembrar uma frase de Immanuel Kant:

    “É por isso que se mandam as crianças à escola: não tanto para que aprendam alguma coisa, mas para que se habituem a estar calmas e sentadas e a cumprir escrupulosamente o que se lhes ordena, de modo que depois não pensem mesmo que têm de pôr em prática as suas idéias.”

  4. 4
    Luana Zambiasi
    quarta-feira, 12 de maio de 2010 às 11:46
    twitter.com/account/profile_image/luana_z?hreflang=en
     

    Amado Mestre!

    Lendo este artigo, relembrei algumas leituras que fiz há alguns anos, em torno dos livros do filósofo e professor francês, Michel Foucault. Uma das obras que me chamou atenção, Vigiar e Punir, evidencia os poderes destinados a educar (na visão do escritor, adestrar) as pessoas, para que estas cumpram normas, leis e exercícios de acordo com a vontade que detém o poder. “Poder que atinge os corpos dos indivíduos, seus gestos,seus discursos, suas atividades, sua aprendizagem, sua vida cotidiana (…)”.

    Infelizmente, presenciamos todos os dias a síndrome “maria vai com as outras”, gerando falta de personalidade e opinião própria. A falta de expressão de alguns, pode ter origem devido a fatos repressores desde a infância, modo de criação familiar e escolar. Sem contar a influência dos meios de comunicação e seus parâmetros de comportamento. Devemos nos preocupar sim, e estarmos alertas em relação aos que virão, por mais que os filhos e os problemas não sejam nossos! Sempre nos afetarão indireta e inconscientemente.

    Um beijo carinhoso no coração!

  5. 5
    Nati Aramburú
    quarta-feira, 12 de maio de 2010 às 11:58
     

    Muy buena nota, increíble como el ser humano puede ser manipulado, y olvidarse de sus propios deseos o ideales.
    Un texto que me marcó para desobedecer algunas reglas fue “Vamos criatura”, de DeRose.
    Gracias por compartir la nota.
    Nati

  6. 6
    dwayne
    quarta-feira, 12 de maio de 2010 às 12:09
    dwayne.com.ar
     

    Una película muy buena sobre este asunto es “La Ola”.

  7. 7
    luis roldao
    quarta-feira, 12 de maio de 2010 às 12:44
     

    Excelente artigo. Às vezes temos mesmo que desobedecer. Ontem, assisti a um episódio curioso na rua, devido à visita do Papa a Lisboa, em que num diálogo duas pessoas amaldiçoavam o país e o referido senhor porque lhes alterou a rotina. Mas, o que é verdadeiramente interessante era a expressão deles porque não souberam de nada até aquele momento.

    Grande abraço
    Luís Roldão – Unidade Marquês de Pombal/Lisboa

  8. 8
    Ana Fior
    quarta-feira, 12 de maio de 2010 às 12:55
     

    Link para a palestra do Philip Zimbardo com legenda. Obrigada Fernando por compartilhar esse assunto tão interesssante!

    http://www.ted.com/talks/lang/por_br/philip_zimbardo_on_the_psychology_of_evil.html

    Ana Fior
    Unidade Alto da XV – Curitiba

  9. 9
    Regina Wiese Zarling
    quarta-feira, 12 de maio de 2010 às 16:03
    metododerosepelomundoeventos.blogspot.com
     

    Se eu tivesse sido obediente, teria seguido a carreira sonhada pelos meus avós e pais e hoje estaria dirigindo a firma da nossa família, talvez fosse infeliz, já que nunca sonhei isso para mim, para aliviar a tensão como não teria conhecido o Método DeRose, provavelemente estaria recorrendo a psicóloga “Mari Juana” como fazem a maior parte dos moradores de Itajaí e quem sabe se iria ficar só nisso! Já pensou que horror que essa obediência poderia me levar?
    Hoje posso não ser trilionária, mas levo uma vida confortável, mesmo tendo que abrir mãos de alguns luxos alguns momentos. Certas vezes penso que deveria aprender a dirigir, pois depender de transporte público em Curitiba é um horror! ( mas acho muito chato) e sempre preferi viajar do que sustentar um carro.
    É como lembrou nosso amigo Caio Mello, é preciso filtrar para assimilar o que vai de encontro aos valores de cada um.
    Bjs
    Regina- Método DeRose Alto da XV

  10. 10
    Leilane Lobo
    quarta-feira, 12 de maio de 2010 às 17:11
    leilanelobo.blogspot.com
     

    Que matéria boa! Obrigada!

    Beijão!

  11. 11
    José Afonso
    quarta-feira, 12 de maio de 2010 às 20:13
    espaceenergie.fr
     

    O canal francês France 2 passou recentemente um documentário em que a experiência de Milgram é reconstruída, neste caso com o formato de um programa de televisão : “Le Jeu de la Mort”.

    A experiência decorre neste caso num palco de televisão e a autoridade é representada pela apresentadora que perante os gritos de sofrimento do questionado, apenas diz ao questionador para não se deixar impressionar e continuar.

    Num dado momento não se ouvem mais os gritos dos questionado, dando a ideia que poderá estar já estar morto. Mesmo assim o questionador sob influência de todo o “mise en scène” do palco de televisão vai até ao fim!

    Neste caso o objectivo era estudar até onde poderão chegar os excessos da televisão.

    Além de confirmar os dados da experiência de Milgram, a reconstrução mostrou que a percentagem de voluntários que levaram a experiência até ao fim nos nosso dias foi bem maior (passou de 65% para aprox. 80%). Levando a pensar que a sociedade é hoje ainda mais “obediente” do que o era em 1964.

    Esse documentário pode ser consultado aqui (em francês):
    http://www.dailymotion.com/video/xcuvon_le-jeu-de-la-mort-le-film-1-5_shortfilms

    abraços!
    José Alphonse – Espace Energie – Paris

  12. 12
    Aline Anginski
    quarta-feira, 12 de maio de 2010 às 23:27
    alineanginskiblog.blogspot.com
     

    Olá,
    Primeiramente, gostaria de me apresentar, me chamo Aline e sou aluna da Unidade Batel, Curitiba.
    Sobre o artigo, gostaria de dizer que acredito na obediência como um fator de manutenção e conservação da ordem ainda mais em sociedades caóticas. O comportamento padrão, ou seja, a obediência de toda a sociedade é o que faz com que a máquina funcione. Cada um “obedece” seu papel. Entretanto, o texto é muito feliz quando nos faz pensar: ok, a obediência é mesmo um fator de ordem, mas como inovar? Como permitir que a criatividade e a inteligência tragam benefícios para todos?
    Na minha opinião, desobedecer é buscar uma maneira nova de se fazer uma mesma coisa e, portanto, o “desobedecer” deveria ser feito de forma sutil e delicada para que não agrida os “obedientes” e para que este “desobedecer” traga as alegrias e benefícios de sua prática. Mas, atenção, que nenhum “desobediente” pense que será uma tarefa fácil. Desobedecer requer, além de sutileza, inteligência e coragem para lidar com uma possível reação dos sempre obedientes! ;)
    Mas, como já afirmou aqui Caio Mello e foi reafirmado pela Regina: é preciso filtrar para assimilar o que vai de encontro aos valores de cada um.
    Um beijo

    DeRose Reply:

    Muito lúcida, Aline. Seja bem-vinda.

  13. 13
    Federico Barrios
    quinta-feira, 13 de maio de 2010 às 0:41
     

    Hola Mestre,

    Gracias Fernando por postear esta nota, es muy interesante!

    Uno de los pioneros de este tipo de experimentos de campo fue el Polaco Kurt Lewin: experimento en el “liderzago” sobre un grupo humano para probar la efectividad del mismo y el nivel de frustración y obediencia de los liderados. Es la teoria conocida como la “dinámica de grupos”
    A partir de los años 40 en los cuales trancurrió la segunda guerra mundial, este tipo de experimentos se llevaron a cabo para cambiar, por ejemplo los hábitos alimenticios de los Estado Unidenses ante la falta de carne para la población y para las tropas en Europa y Asia.

    Veo que hoy por hoy este tipo de experiencias se siguen realizando y con resultados bastante peculiares:

    http://www.hoycerdo.com.ar/

    el link de arriba forma parte de una campaña para promover el consumo de carnes porcinas en la Argentina, data del 2006. Conto con una fuerte campaña de difusión en todos los medios, TV, gráficos, internet. Incluso el gobierno promovió su consumo.
    Habría que revisar los resultados de esta campaña para saber que tan obedientes o influenciables fueron los consumidores! =P

    Un abrazo enorme!

    Federico Barrios – Sede Decana – BsAs

    FernandoSalvio Reply:

    Aqui no Brasil, especificamente em São Paulo, haviam propagandas do tipo “coma carne” no Metrô. Dizia algo como “Carne é saúde”.

    Vendo esse site que o Federico enviou, fiquei com mais nojo, do que vontade de consumir ao ver os cortes transversais dos porquinhos.

    Propagandas assim poderiam ser estimuladas, mostrando realmente como é o bicho morto e não só o “filé” vendido no supermercado ou no prato. Ok ok Fui ironico aqui. Mas aposto que se você mostrar isso para uma criança ela vai recusar.

  14. 14
    FernandoSalvio
    quinta-feira, 13 de maio de 2010 às 12:33
     

    Oi Mestre e amigos,

    Fico muito feliz que tenham gostado e mais feliz ainda de ler comentários tão inteligentes e lúcidos como o da Aline.

    E prometo fazer propaganda do Blog do Denis pela última vez. :-D

    Se gostaram daquele post, tem outros bem interessantes, atentem para os comentários:

    Estilo gafanhoto
    http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/ideias/estilo-gafanhoto/

    Petróleo o cocô do Diabo
    http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/energia/petroleo-o-coco-do-diabo/

    Prédio em forma de libélula
    http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/ideias/libelula-um-sonho/

    Qual embalagem?
    http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/consumo/qual-embalagem/

    Bjs e abraços

    Fernando

  15. 15
    Luisa Sargento
    quinta-feira, 13 de maio de 2010 às 14:31
     

    Desobedecer só com consciência, não dá para desobedecer só porque sim… Mas desobedecer sempre a toda a hora ;) beijinho

  16. 16
    Claus Haas
    quinta-feira, 13 de maio de 2010 às 15:21
    yogaemribeirao.org/claus
     

    Muito boa a palestra mesmo.

    Abraços!

  1. [...] This post was mentioned on Twitter by DeRose, DeRose C. Cívico. DeRose C. Cívico said: Desobedeça!: Votado e confirmado. Aproveitando, gostaria de recomendar esse artigo http://veja.abril.com.b... http://bit.ly/9e1U4F [...]

  2. [...] Desobedeça – O equívoco começa bem cedo na vida. Desde a primeira infância, a criança aprende a acreditar que ser “bom” é sinônimo de ser “obediente”. Mas não é. Aliás, muito longe disso. Quem quer realmente ser bom necessariamente vai ter que desobedecer autoridades em algum momento da vida. Via Blog do DeRose [...]

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