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sexta-feira, 12 de março de 2010 | Autor: Daniel Cambría

Favor replicar este vídeo para todos os seus conhecidos, amigos e imprensa.

Faça o download da entrevista com DeRose neste link: http://www.uni-yoga.org/entrevista_derose_tv.php

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Mestre!

Le paso la entrevista con António Mateus con los subtítulos en español, si se necesitan en otro formato puedo modificarlo y enviárselo.

Faça o download no link: http://www.tramman.com/entrevista_portugal_rerose_subt.flv

Abrazo!
Martín
Sede Palermo

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Tamara Queiroz

Só ouço excelentes comentários de quem assistiu a entrevista e não é praticante do Método.

Mestre, a entrevista tem uma característica muito interessante: o clima. Dá a impressão que estamos muito próximos e que poderíamos ficar horas e horas a conversar.

B-joletas saudosas

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Arley Salgado

Querido Mestre DeRose,

Hoje estava na faculdade e uma colega me parou e disse que viu o link dessa entrevista no meu perfil do Orkut e resolveu ver o que era.

Disse que simplesmente não conseguiu parar de assistir enquanto a entrevista não acabou (eu a compreendo).

Elogiou sua forma de falar, sua eloqüência, o conteúdo e o mais interessante: disse que sentiu muita vontade de conhecer o Método.

Ela, inclusive, já olhou uma unidade mais próxima dela para conhecer e eu disponibilizei-me para ir com ela em sua aula experimental.

Gostei do fato de ela ter me procurado pedindo informação sobre a Nossa Cultura e o que possibilitou isso foi a entrevista!

Divulgar essa entrevista através do MSN, Orkut, Facebook, blogs e qualquer outra ferramenta online não tem custo e tem um impacto grande devido à visibilidade que a internet proporciona.

Obrigado, do fundo do meu coração, por tudo que você nos proporciona, principalmente o convívio com essa egrégora maravilhosa.

Um forte abraço e um grande beijo,

Arley Salgado

sádhaka -- Unidade Savassi -- Belo Horizonte-MG

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Leilane Lobo

Entregamos uma cópia para todos os alunos e agora estamos entregando aos que vêm fazer aula experimental. Logo, logo estaremos entregando aos prospects que nos pedirem informações.
Uma aluna me disse que a mãe dela já assistiu umas três vezes e semana passada uma amiga da mãe dela se matriculou de tanto que ela falava! =D

Agora temos em DVD editada, com uma capa lindíssima que compramos da Unidade Vila Mariana.

Um beijo enorme.

Instra. Leilane Lobo
Fortaleza-CE

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Querido Mestre,

A tua entrevista e excelente! E eh muito importante para nos sim!
Estamos trabalhando há semanas nela para colocar os subtítulos, só que e um trabalho titânico, para começar não tínhamos computadores que conseguissem suportar tamanho peso, tivemos que conseguir um só para tal feito.
Finalizamos a entrevista no Youtube agora mesmo, enquanto das a aula online, meu computador sofre para terminar a edição!
Mas ficou pronto, aqui est’a e as pessoas da língua inglesa já podem assisti-la.
Lamentavelmente eu tinha programado para que a entrevista fosse online no dia do teu aniversario, mas não deu pelo tamanho da obra.
No Youtube ja esta: http://www.youtube.com/user/derosemethod#p/u .
Agora estamos colocando online em todos os outros servidores possíveis.

PS: Prof. Luis Lopes, já temos todo o material e posso fornecer-te, dize-me apenas o formato em que queres.
Em relação a tradução do John, adaptamos para o inglês britânico e fizemos pequeníssimos ajustes de interpretação.

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010 | Autor: DeRose

O Axioma Número Um da Nossa Cultura recomenda laconicamente: Não acredite!

Caros amigos.
É com muito entusiasmo que quero informar outra grande descoberta do mundo da ciência. Encontraram outro fóssil bastante interessante…
Yubaba-dubbado!

Gostaria de dar meus sentimentos a família do Dr Emmett Brown desaparecido há algumas centenas de anos. Suspeitava-se que o mesmo havia ficado perdido no continuo do espaço tempo, mas em escavações nas montanhas antigas de Hill Valley na califórnia os mesmos renomados arqueólogos o encontraram.

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A mesma equipe de renomados arqueólogos encontrou o fóssil de uma fada! E prometem em breve achar uma prova viva da existência de duendes.

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Para aqueles que acham que a garotada de hoje é moderna, e que só os mais novos curtem jogos eletrônicos. Temos aqui uma versão proto-histórica do nintendo DS. Acho que deve ser harappiano…

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Sabemos que a nossa cultura ocidental deve muito ao oriente. Quando digo isso não me refiro apenas ao povo dravídico, que muito considero, mas também ao povo egípcio que muito contribuiu para o progresso da humanidade… Devo então apresentar aos ocidentais alguns de seus escritos mais sagrados, ainda hoje presentes em nossa cultura.

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Temos ainda a confirmação da existência de um outro ser mitológico. O ciclope!

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E é claro como não podia deixar de ser os gigantes da Índia.

http://fx.worth1000.com/entries/18533/18533-giants
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Como é mesmo o axioma número um?
É incrível o que o photoshop faz hoje em dia.

A foto do gigante foi o segundo lugar deste concurso de montagens.

Quer saber qual foi o primeiro lugar?

Tenho certeza que sim! Então clique nos links acima e vão até o site do concurso.
Tenham um bom dia.

A propósito, axioma número um para isso também!

Abraços a todos
Hamurabi.

Caso as imagens não apareçam cliquem aqui:

http://rookery2.worth1000.com/storagev12/712000/712444_ca65_1024×2000.jpg
http://rookery2.worth1000.com/storagev12/712500/712518_0b59_1024×2000.jpg
http://rookery2.worth1000.com/storagev12/712500/712502_c9b5_1024×2000.jpg
http://rookery2.worth1000.com/storagev12/712000/712456_f6b3_1024×2000.jpg
http://rookery2.worth1000.com/storagev12/712000/712428_b88f_1024×2000.jpg
http://rookery2.worth1000.com/storagev12/712000/712448_90ee_1024×2000.jpg

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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010 | Autor: DeRose

Quem não nos conhece e lê os posts assistenciais, de filantropia e responsabilidade social pode pensar que esse é o nosso foco: apagar incêndios. Correr atrás do prejuízo. Na verdade, não. Nosso foco não é dar um peixe para saciar a fome do momento e deixar as pessoas eternamente na dependência da caridade alheia. Não.

Nosso foco é ensinar a pescar proporcionando assim a auto-suficiência (SwáSthya). Nosso foco é mudar o mundo. Nosso foco é prevenir para evitar que as pessoas precisem o tempo todo da filantropia. Como fazemos isso? Com educação e cultura. Com a reeducação dos jovens e de toda gente para que adotem uma nova atitude, um estilo de vida sem fumo, sem álcool e sem drogas. Conseguimos isso com a profissionalização dos jovens para proporcionar a eles mais dignidade e lucidez, afastando-os das ruas e da criminalidade – incluídos aí os filhos da classe média e média alta que tantas vezes se envolvem com o crime por causa das drogas.

Isso não nos impede de prestar assistência a quem necessitar, dentro das nossas possibilidades. Uma vez que dispomos de um veículo com tanto alcance como este blog, não utilizá-lo para ajudar a quem precisa seria um desperdício e uma desumanidade.

Nós ainda somos pequenos em comparação com os nossos ideais. Mas já temos muitos livros publicados em várias nações, já estamos em tantas cidades do Brasil e em tantos países da Europa e das Américas! Estamos crescendo, mesmo tendo que lutar contra a correnteza. Mesmo tendo que lutar contra aqueles obscurantistas que tentam o tempo todo nos impedir e nos excluir.

E, no entanto, estamos vencendo porque a Luz não deve temer a Treva, pois quando as duas se confrontam é sempre a claridade que faz a escuridão recuar e nunca o contrário.

Há anos, estamos recebendo repetidamente o reconhecimento do Governo do Estado, da Defesa Civil, do Exército, da Polícia Militar, da Ordem dos Parlamentares do Brasil, da Câmara Municipal, da Associação Paulista de Imprensa, do Rotary, da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História, da Ordem do Mérito Cívico e Cultural, além de várias faculdades e universidades.

Com a sua ajuda, conseguiremos que a grande Imprensa tome conhecimento de tudo isso e nos auxilie na criação de uma consciência maior da opinião pública a respeito de quem somos nós realmente e sobre o que nos propomos. Com isso, conseguiremos atuar de forma muito mais abrangente pela juventude, pelo país e pela humanidade.

É importante divulgar o arquivo com a entrevista de Portugal, cujo vídeo se encontra neste blog (Entrevista sobre a Nossa Cultura, gravada na Europa), copiá-la em DVD e ofertá-la de presente a todos os formadores de opinião, jornalistas, políticos, autoridades, reitores, parentes, amigos, colegas de trabalho, de faculdade e de esporte. É preciso que nos conheçam. Quem nos conhece gosta imediatamente do que preconizamos.

Conto com a sua ação efetiva.

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010 | Autor: DeRose
sonia.monteiro


Por falar em Mac, achei esta publicidade antiga… Mas talvez justifique a razão pela qual me rendi a esta marca Apple…
Beijos grandes

Talvez justifique também a razão porque você se engajou com a Nossa Cultura.

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sábado, 9 de janeiro de 2010 | Autor: DeRose

Quem deu o nome Método DeRose foram os alu­nos e instrutores que vieram utilizando tal referên­cia durante décadas, até que finalmente, comemo­rando cinquenta anos de ensino, concordamos em utilizar essa nomenclatura.

Quem cunhou a frase: “Método DeRose é outra coisa”? Curiosamente, foram os que ensinam ou­tras modalidades de Yôga, a fim de distinguir que o nosso Método é, de fato, diferente. Nem melhor, nem pior. É “outra coisa”. Interessante, porque quem cunhou o termo impressionismo fora justa­mente um crítico de arte, opositor ferrenho à pin­tura de Monet e usara aquele termo com intenção depreciativa. Acabou por produzir o efeito contrá­rio e foi quem desencadeou a fama desse ilustre pintor.

No nosso caso, ficou claro que a intenção dos co­legas de outras linhas ao nos classificar como “outra coisa” era de boa-fé quando uma aluna, casada com um editor inglês, sugeriu que ele pu­blicasse um livro de Yôga e ele se recusou de forma categórica. Quando a esposa disse que pro­pusera a edição porque estava praticando o nosso Método, o marido respondeu inusitadamente: “Ah! DeRose eu publico.” Ela questionou: “Por que Yôga não e DeRose sim?” E veio a resposta histórica: “DeRose é outra coisa.”

Então, está bem. Se todos são unânimes em de­clarar que DeRose é outra coisa, nós simples­mente acatamos a vox populi. Esperamos que seja a vox Dei.
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sábado, 7 de novembro de 2009 | Autor: DeRose

felipe bretas

Querido mestre …. Nos meus últimos 8 anos de Swásthya pude viver na pele seu post …. mas o mundo da voltas e muitos dos que atacavam outrora hoje se tornam admiradores … de fato conhecer nosso trabalho faz toda a diferença neste tênue limiar entre amor e ódio – atacar e admirar.

Bem, como comentei pessoalmente no Leblon, continuo fazendo minha parte em prol da nossa causa … descobri o poder do audiovisual e acabei me envolvendo nesta nova empreitada que é produzir conteúdo .. acredito que posso contribuir e muito, fazendo com que leigos no tema, amigos e inimigos possam ver o próprio DeRose falando … e assim tirarem suas próprias conclusões

os vídeos do bate papo estão postados no youtube … seque o link abaixo

(parte I)
(parte II)

Eu particularmente achei muito legal o resultado final, e imagino que possa chegar a ter 10mil acessos em poucos meses no youtube … se você o divulgar então ,,, rsrrsr .. terá o dobro de acessos.

Espero que goste

BJÔM
Felipe
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

O mais antigo professor de Yoga de São Paulo faleceu ontem, dia 29 de setembro de 2009. Sua academia foi a primeira que eu conheci quando vim a São Paulo pela primeira vez, pois havia um luminoso com a palavra YOGA bem grande na fachada de uma sobreloja situada na Rua da Consolação, quase esquina com a Caio Prado. E durante 35 anos, sempre passei por ali e vi a mesma placa.

Tive o privilégio de conhecê-lo. Shimada sempre foi muito cordial conosco, embora aliado àqueles que nos fazem oposição. Há alguns anos fui visitá-lo e ele foi bastante cavalheiro, recebendo-me com amabilidade. Mostrou-me sua escola e conversamos sobre amenidades. Posteriormente, encontramo-nos no Rio de Janeiro, em uma reunião do Yôga com a Yóga e, mais uma vez, ele foi gentil e pudemos conversar descontraidamente sobre vários temas.

Estou certo de que os discípulos desse grande homem saberão honrar sua memória, preservando sua tradição e mantendo aberta a sua academia. Coloco-me à disposição desses companheiros de filosofia para divulgar e para ajudar a organizar alguma homenagem que queiram promover em honra do Mestre Shimada, estimado por todos nós.

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

Quando surgiu a espécie Homo, de onde viria a desenvolver-se a espécie Homo sapiens, havia duas subespécies: Homo amābilis e Homo malīgnus. Essas subespécies eram tão semelhantes que até podiam cruzar e eventualmente o faziam, gerando uma descendência híbrida. Mas havia uma diferença entre elas. O Homo amābilis era um animal doce e querido, de sentimentos francos e comportamento dócil. Jamais agredia, nem para se defender. Repartia a comida (frutos, raízes, folhas, mel), dividia a caverna, compartilhava as ferramentas. Nunca esperava uma agressão ou traição por parte do Homo malīgnus. Este, por sua vez, era o oposto. Sempre tramando ardis para roubar a comida, as ferramentas, a moradia e tudo o que o Homo amābilis possuísse. Há quem diga que o relato bíblico de Abel e Caim, os primeiros homens sobre a Terra, referia-se àquelas duas subespécies.

Havia, na época, alguns poucos milhares de exemplares da espécie Homo no planeta e não se esperava que ela vingasse, pois era menos aparelhada para sobreviver que os outros animais. Não dispunha de presas, garras, chifres, veneno, velocidade, nada. Mas uma das subespécies parecia ter desenvolvido, como arma secreta, uma astúcia maligna. Com ela, engendrava ciladas para os animais, inclusive os da mesma espécie, a fim de levar vantagem, destruí-los e tomar tudo o que eles tinham.

Com o tempo, o Homo amābilis entrou em extinção por razões ainda não muito claras, enquanto o Homo malīgnus sobrepujou e sobreviveu. Dele, evoluiu o Homo sapiens. Por isso, temos tantas invejas, tanto ódio, tanto prazer em destruir, em falar mal. Por isso, existem crimes e guerras. Por isso, o ser humano destrói o meio ambiente, desmata as florestas, polui as águas. Por isso, ele tortura e mata sem sensibilidade tanto outros humanos quanto os animais e devora suas carnes.

O Homo malīgnus só não destruiu totalmente a vida no planeta porque alguns espécimes trazem os genes recessivos do Homo amābilis, adquiridos por ocasião dos cruzamentos acidentais entre as duas subespécies na aurora desse “pithecos” que se diz Homo. Um bom número dos que trazem os genes do Homo amābilis são hoje praticantes de SwáSthya e vegetarianos convictos. E é por isso que ainda há esperança para a humanidade e para o planeta.

Renata Andrade

Mestre li esta frase e achei legal para este post.

Um velho índio descreveu certa vez em seus conflitos internos: “Dentro de mim existem dois cachorros, um deles é cruel e mau, o outro e muito bom e dócil. Os dois estão sempre brigando…” Quando então lhe perguntaram qual dos cachorros ganharia a briga, o sábio índio parou, refletiu e respondeu: “Aquele que eu alimentar”.

Beijão

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

Certa vez, os saddhus (os yôgis que vivem isolados, solipsistas) sentiram muita raiva de Shiva e conspiraram para assassiná-lo. Acenderam uma fogueira sacrificial de magia. De dentro do fogo mágico surgiu um tigre furioso ao qual ordenaram que fosse matar o Mestre Shiva. Mas Shiva matou a besta, arrancando sua pele e vestindo-se com ela.

Do fogo saiu, em seguida, um trishúla (lança de guerra em forma de tridente) para matá-lo, porém Shiva se apoderou dele e passou a usar como arma para sua defesa. Depois, serpentes peçonhentas para picá-lo, entretanto o Mestre as usou como braceletes e colares com os quais se enfeitou.

Uma horda de demônios surgiu logo depois. Shiva com um mudrá aplacou sua fúria. Ele ordenou que formassem um exército para servi-lo, e eles obedeceram docilmente.

Em seguida, os saddhus atiraram uma caveira contra o Senhor Shiva. Ele a agarrou no ar e colocou-a para enfeitar os cabelos.

Os saddhus, indignados com seus fracassos, tentaram usar seus mantras maléficos para destruí-lo. No entanto, eles se agruparam e tomaram a forma de um som terrificante que saía de uma concha (shank). O Mestre apoderou-se da concha e a conservou em sua mão, pelo que passou a ser chamado de Shankar.

Os saddhus, que pareciam nunca desistir de destruir o grande Mestre Shiva, fizeram um novo trabalho de magia negra, acendendo outro grande fogo do qual saiu um poderoso gênio denominado Avidyá ou Muyalakan. Ordenaram-lhe que usasse o fogo e matasse o Mestre. No entanto, Shiva apanhou o fogo com a mão, derrubou o gênio e pisoteou-o.

Os saddhus lançaram maldições e injúrias contra o Mestre. Nenhuma foi eficaz. Muyalakan, esmagado pelos pés de Shiva, debatia-se mas não conseguia pôr-se de pé. Shiva começou a dançar sobre ele e o Universo tremeu.

Quando a dança parou, os saddhus prostraram-se aos pés do Mestre e cantaram-lhe louvores. Shiva ordenou-lhes que, daquele momento em diante observassem os sádhanas e passassem a seguir uma vida piedosa. Depois disso, voltou para a sua morada no Monte Kailash, casou-se com sua Shaktí e viveu feliz por toda a eternidade. Até hoje, em todo o mundo, pratica-se a arte de força, poder e energia criada por Shiva e com a qual ele venceu todos os obstáculos. – Veja os comentários.

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terça-feira, 8 de setembro de 2009 | Autor: DeRose

Resposta à penúltima pergunta da entrevista com António Mateus:

“Eu gostaria de chegar a um ponto em que as pessoas, minimamente, escutassem o que nós temos a dizer. Que nos permitissem falar. Que não nos amordaçassem. Porque o grande problema que eu tenho sentido, é que nós temos coisas muito boas para dizer, não propondo um debate, mas propondo uma reflexão. O que ocorre é que os que não gostam do sistema, ou pensam que não gostam, não escutaram. Eles não conversaram comigo, não conversaram conosco, não conheceram a nossa gente, não leram nossos livros. Então, essa mordaça, eu gostaria, o meu sonho seria poder arrancar essa mordaça.

Eu me sinto sob aquela punição antiga, punição eclesiástica, do silêncio obsequioso. “Disse o que não devia, não falará mais.” E realmente eu sinto muito isso. Não querem que eu fale. Mas você observa que o que eu falo não é polêmico. Não considero polêmico, porque nós não estamos polemizando, nós não estamos discordando dos outros. Não é agressivo, acho que não é, não tenho intenção de que seja. Não quero agredir ninguém. E a proposta é boa, a proposta é uma juventude saudável. Nós trabalhamos essencialmente com adultos jovens. Portanto, produzir uma juventude saudável, juventude longe das drogas, do álcool e do fumo, se mais nada prestasse, pelo menos isso seria uma contribuição a ser reconhecida, que o nosso trabalho já está há meio século proporcionando à sociedade.”

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