Uma genuína e destemida felicidade
(Para Alessandro e Thiago)
Um jovem escritor brasileiro que vive no exterior veio ao Brasil e passou algumas horas descontraídas com o nosso pessoal de Curitiba. O que se segue é o texto que ele escreveu sob o título acima:
“É bom estar no meio de pessoas que não se importam com política. Nem com os rumos da literatura contemporânea. É bom estar no meio de pessoas que riem de si e dos outros sem perversidade. Que não julgam. É bom estar no meio de pessoas.
Passei em Curitiba uma agradabilíssima noite com amigos. Tudo bem que eu sabia o nome de apenas dois ou três. Mas eram, vá lá, amigos. Porque me senti completamente à vontade, como há anos não me sentia, para ser eu mesmo. E quem sou eu? Esta é uma pergunta que me faço com espantosa e deprimente freqüência. Eu sou aquele que estava ali, em pé na bancada, comendo um pedaço de pão com muita manteiga. Prazer.
Foram cinco horas de nenhuma conversa séria. Nenhuma teoria da conspiração, nenhuma reclamação, nenhum medo. Éramos, novamente, crianças num jardim de infância – e isso era bom! Voltando para casa percebi que passamos cinco horas – cinco horas! – fazendo trocadilhos imbecis dignos da Praça É Nossa. Ríamos, ríamos muito. Éramos cretina e deliciosamente felizes.
Você pode pensar que estávamos bêbados. Mas… não! Não havia uma só gota de álcool na festa. Estávamos mesmo embriagados pela sensação inequívoca de estarmos juntos. Éramos todos da mesma geração, tínhamos vivido mais ou menos a mesma coisa. Buscávamos coisas bem diversas, é verdade. Mas o tempo nos unia. Sempre vi o Zeitgeist como um monstro. Descobri, nesta noite, que ele pode ser também um fantasminha camarada.
Sinto confessar, mas me falta a convivência com pessoas cujo único objetivo na vida é esta felicidade pequena e adorável. Uma felicidade que não busca se explicar com referências poéticas ou filosóficas. Uma felicidade que simplesmente é. Não éramos pessoas idiotas naquela casa. Cada qual, eu podia perceber, sabia-se dono de uma existência única, marcada por opiniões também únicas. Eram todas admiráveis por sua individualidade. Eram todas louváveis porque não procuravam o prazer pelo massacre do diverso.
Naquela noite, fui feliz. Falei o que pensava sem medo do julgamento. Melhor: muitas vezes falei o que nem pensava. Ninguém levantou a voz. Ninguém fez cara feia. Ninguém engoliu uma opinião por medo. Ninguém emitiu sua opinião para se provar inteligente.
Saí para a noite no meu passo mais alegre. Dou uns pulinhos quando estou assim. A noite estava fria, mesmo sendo novembro. O caminho para casa pareceu seguro demais e aconchegante demais. Deitei na cama. Era aniversário do meu amigo Alessandro. Desnecessário dizer, porém, que o melhor presente quem ganhou fui eu.”
Paulo Polzonoff Jr.
Polzonoff.com.br
Pois é, meu caro Polzonoff. Vocês estavam inebriados, sim, mas não de álcool ou drogas. Estavam inebriados da nossa felicidade intrínseca, da nossa intoxicação de oxigênio que hiperventila nossas almas a cada minuto de vida que vivemos e bendizemos. Somos felizes e é só isso.
Essa sensação benfazeja que desopilou sua mente é o cerne da Nossa Cultura. Espero que os que estão dentro dela, vivenciando-a no seu dia-a-dia e sendo felizes o tempo todo, continuem valorizando esse estado de ser que nos proporcionou a mesma sensação de descoberta, alegria e liberdade quando a encontramos pela primeira vez.
DeRose




segunda-feira, 5. janeiro 2009
Pois é, De. O maior de todos os sádhanas é a convivência gregária.
Ainda que nos tirassem o direito a nossa pratica diária, mas ainda tivéssemos uns aos outros, evoluiríamos assim mesmo, pelo exemplo em que nos espelhamos.
segunda-feira, 5. janeiro 2009
Querido Shrí DeRose,
Desculpe colocar um comentário “off-topic”, mas procurei e já não está disponível no seu blog o artigo original onde me perguntava por dados adicionais sobre a Yôni de Ourém, pelo que com grande alegria e contentamento sou a informá-lo que relativamente à yôni de Ourém, o meu Mestre pediu que informasse Shrí DeRose que terá/teremos todo o prazer de o levar a Ourém, a visitar tal escultura, na próxima vez que vier a Portugal, se tiver um tempinho na sua agenda. Esta Yôni está localizada num pequeno jardim dentro das muralhas do Castelo de Ourém, perto de um dos portões. Dista cerca de uma hora de carro de Lisboa, perto de Fátima.
Segundo apurámos entretanto junto do departamento de cultura do município de Ourém, a pedra foi recolhida nas imediações de Rio de Couros – Ourém – e deverá ter pertencido a um lagar templário.
Mapa Interactivo de Ourém: http://mapa.cm-ourem.pt/
Coordenadas GPS Castelo de Ourém: 39° 38.499′ N 8° 35.549′ W
Castelo de Ourém: http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Our%C3%A9m
Contacto no Município de Ourém: Mário Pereira Catarino – Director do Departamento de Educação, Cultura e Acção Social (DECAS) – mario.catarino@mail.cm-ourem.pt |E-mail
Yôni de Ourém: http://www.adyashtanga.org/albuns/yoni-de-ourem
SwáSthya!
Júlio Silva
Discípulo de João Camacho, Yôgachárya
Director do Áshram Môksha – Montijo
http://www.adyashtanga.org/
segunda-feira, 5. janeiro 2009
DeRose,
a cada dia em que acompanho o seu blog, uma surpresa. Agora, este texto que me é muito caro, pois escrito por esse amigo que considero irmão (nem imagino por que caminhos tortuosos da internet chegou a ele). Estou certo de que você ficaria muito feliz de estar conosco – bem como todos os amigos que aqui o leem -, naquela noite em que demos muitas risadas jogando Wii até tarde.
Abraços do Alessandro.
segunda-feira, 5. janeiro 2009
Encore aujourd’hui
huit ans après le premier contact
c’est ce sentiment qui me fait rester entre nous.
Sonia Saraiva
segunda-feira, 5. janeiro 2009
Foi, realmente, uma noite maravilhosa…bom relembrar…bom sentir o quanto é bom poder conviver com pessoas assim…como nós.
segunda-feira, 5. janeiro 2009
Que lindo…
As palavras de Paulo Polzonoff Jr, me emocionaram.
Beijos a todos.
segunda-feira, 5. janeiro 2009
Eu não estava presente naquela noite, mas sei exatamente do que estão falando. Essa felicidade é o que o SwáSthya nos proporciona cada segundo da nossas vidas, eu lembro de uma tarde a gente lá no hotel em Salvador ( primeiro festival de Yôga da Bahia), vivendo essa alegria contagiante. Lamento que nem todos tenham tomado conta disso…
Um maha abraço com saudades
Regina
segunda-feira, 5. janeiro 2009
toda arrepiada!
Como é bom estar conosco!
segunda-feira, 5. janeiro 2009
Que texto lindo!
Antes de encontrar o SwáSthya eu sempre me via “perdida”,procurando pelo meu lugar no mundo, costumo dizer que agora eu me sinto em casa!
Obrigada Mestre querido!
Obrigada por tudo.
=D
Beijos muitos muitos!
segunda-feira, 5. janeiro 2009
Por sentir tão profundamente cada palavra desse texto, incluindo a observação do Mestre, senti-me impelida, no meu modesto vocabulário, a expressar o meu contentamento e sintonia para com tal sentimento. Um sentimento bem baptizado, pelo Mestre, por NOSSA CULTURA.
De facto, é essencial valorizar e relembrar, especialmente aos mais antigos da nossa egrégora, agraciados pelo privilégio de contactarem com essa forma de estar a todo o instante, que não permitam que caia no esquecimento e se mantenha presente que: por mais venturas e desventuras galgadas nesta senda, ninguém desmente esta “genuína e destemida felicidade”.
Este texto descreve muito bem o que é o primeiro contacto com essa pérola que é a NOSSA CULTURA. A mim, soube-me bem recordá-lo, o momento que por ela me apaixonei, a identificação imediata e espontânea.
Uma cultura que ensina novamente a viver, pois, bem lá no longínquo, já o soubemos fazer melhor que hoje.
Grata por pertencer a esta cultura – SwáSthya!
segunda-feira, 5. janeiro 2009
Parfois il faut un regard de l’extérieur pour nous rappeler à quel point faire parti de ce mouvement culturel est un privilège. Je ne serais pas capable d’exprimer des points de vu sur notre culture avec tant de précision.
Pour nous autres, les swásthya yôgins, la « De Rose Culture » fait tellement partie du quotidien que nous n’y réfléchissons même plus.
terça-feira, 6. janeiro 2009
uau, que lindo!
Realmente, a melhor parte é estarmos juntos…
Grande beijo Mestre
segunda-feira, 2. fevereiro 2009
nossa, que lindo… fiquei emocionada ao ler as palavras de Polzonoff e ao ler o comentário do Mestre, pois lembrei de como me senti há quase exatamente 5 anos atrás, ao conhecer esta Cultura.. ” felicidade pequena e adorável.. ” ” sensação de descoberta, alegria e liberdade.. “..
quanta gratidão.. me emociono mais um vez..
Obrigada Mestre De,
com eterno carinho…
: )
Amina
segunda-feira, 2. fevereiro 2009
e antes mesmo de ler o comentário do Jojó em seguida, havia me lembrado dessas suas palavras, ” ainda que nos tirassem o direito a nossa prática diária..”
me encheu o coração..
grata e ainda emocionada..
beijos
sexta-feira, 6. novembro 2009
Que buen comentario. Es indudable como personas sensibles sienten en la piel, la esencia de Nuestra Cultura.
Descubrió un grupo de personas concientes de la realidad y felices al mismo tiempo.
Gracias De por darnos este tesoro que son nuestras propias vidas.
Con amor
sexta-feira, 6. novembro 2009
Interessante perceber e sentir que ao ler as palavras de Paulo Polzonoff Jr. recordamos com facilidade os nossos primeiros contactos com a Nossa Cultura. São momentos que nos marcam para a vida, onde a identificação e à vontade são elementos fulcrais nessa percepção.
Por vezes, estamos tão envolvidos nas nossas rotinas e tão habituados à sensação de “genuína e destemida felicidade” que esquecemos o quão boa e única é essa sensação.
Obrigado querido DeRose (educador e Mestre), pois sem o seu trabalho não poderíamos estar a vivenciá-la.
Até breve
sexta-feira, 6. novembro 2009
Que lindo…
sexta-feira, 6. novembro 2009
Ao ler, senti-me lá.
Uma noite como essa aconteceu recentemente em São Paulo, no final do Insights.
É muito bom estarmos juntos e saber que podemos ser nós mesmos, sem julgamentos e restrições.
Beijão,
Rafa Ramos
Unidade Anália Franco – SP
DeRose Reply:
novembro 6th, 2009 at 13:39
Precisamos cultivar isso e realizar mais encontros felizes com as pessoas que queremos bem e que compartilham conosco os nossos ideais.
sexta-feira, 6. novembro 2009
Sinto essa suprema felicidade, tão simples e tão especial desde que comecei a conviver com a nossa cultura há 5 anos. Porém, confesso que não consigo tirar os meus pézinhos do nosso cenário político e econômico e, claro e evidente, me decepcionar cada vez mais. Mas esse lado simples e gostoso de viver a vida, muito me conforta e faz um fote contraponto quando penso nas mazelas humanas.
Beijos e abraços coloridos!
Cris.
DeRose Reply:
novembro 6th, 2009 at 13:37
É verdade, Crisitiane. Nossa Cultura é um oásis que nós poderemos expandir tanto que ele cubra o deserto político, econômico e social em que nos encontramos. Não para mascará-lo e nos iludirmos, mas para melhorarmos o mundo em que vivemos.
sexta-feira, 6. novembro 2009
Este foi um dos textos mais bonitos sobre nossa egregora e o qual conseguiu ilustrar tao maravilhosamente nossa gente!
Meus olhos se enxeram de lagrimas, fiquei realmente emocionado com o texto. Me fez lembrar momentos lindos e unicos que tambem ja vivenciei. Anseio para ver o mundo usufruindo disso.
E eh isso que queremos, levar nossa filosofia para todo o mundo e eh para isso que vivo hoje.
Obrigado por nos unir Mestre.
Beijos
Paulinho – DeRose Method London
(desculpe a falta de acentuacao, teclado ingles)
DeRose Reply:
novembro 6th, 2009 at 13:34
É exatamente assim que eu me sinto, Paulinho. conto com você para a preservação e difusão da Nossa Cultura por Londres e pelo mundo.
sexta-feira, 6. novembro 2009
Que bom texto. Se respira esse momento que descreve, em cada palavra. Lindo e simples!
Beijinhos da
Anahí
Buenos Aires
sexta-feira, 6. novembro 2009
Hoy es el cumpleaños de Alejandra Maldonado, de la Sede Decana de Buenos Aires.
Que tengas un lindo día, y nos vemos a la noche en el lanzamiento del libro de Gabi.
Feliz cumple!!!
Anahí
sexta-feira, 6. novembro 2009
Muito bom! Muito bom MESMO!!!
Que bem me soube, sentir tão saudável orgulho pela alegria sincera da nossa maravilhosa e privilegiada família.
Obrigado a todos!
DeRose Reply:
novembro 6th, 2009 at 14:07
Sabe-me bem a cada vez que o releio.
sexta-feira, 6. novembro 2009
Farei o possível para que momentos como esse aconteçam com frequência Mestrão.
Beijão,
Rafa Ramos
Unidade Anália Franco – SP
DeRose Reply:
novembro 6th, 2009 at 19:53
Assim espero, Rafa.
sexta-feira, 6. novembro 2009
Que privilegio pertenecer a este gigante y hermoso movimiento!
Gracias a todos los que lo hacen posible!
DeRose Reply:
novembro 6th, 2009 at 19:52
Vos sos uno de los que lo hacen posible, Guido.
sexta-feira, 6. novembro 2009
Pois Mestre, essa felicidade que sentimos, quando
estamos juntos de pessoas adoráveis, como as da
nossa cultura, não tem preço .
È bom acordar de manhã e saber que não estamos
sós, e que temos um universo de pessoas bem
dispostas, alegres e de bem com a vida que esperam
por nós.Sorriem quando nos vêm, e nos dão aquele
abraço… que talvez nesse momento estariamos a precisar.
Conforto,carinho ,liberdade,alegria e boa disposição…
De que mais necessita um ser humano, para ser Feliz?
Um abraço a todos aqueles que no meu dia-a-dia me
fazem sentir tão bem.
O texto foi excepcional, um beijo ao autor.
DeRose Reply:
novembro 6th, 2009 at 19:51
Brevemente, Ana Maria, estarei aí para receber o meu abraço.
sexta-feira, 6. novembro 2009
Muito bom Polzonoff. Obrigado por estas belas palavras.
—
Porto – Portugal
sexta-feira, 6. novembro 2009
Mestre, tenho reparado que alguns grupos sociais, na Internet, ainda estão a usar em simultâneo a marca Método DeRose com SwáSthya Yôga, ou Yôga. Como, por exemplo, o grupo do facebook “SwáSthya Yôga – Método DeRose”. Algumas escolas também ainda juntam as duas marcas, nesse mesmo site.
Como a tendência é desmarcar a nossa marca da terminologia Yôga, não convinha alterar?
Beijos e até breve.
—
Porto – Portugal
DeRose Reply:
novembro 6th, 2009 at 19:50
A palavra Yôga, assim como Yoga e ioga, além de outras, ainda serão utilizadas por algum tempo por causa dos sites de busca. No entanto, para conteúdo dos livros, artigos e apostilas, é conveniente irmos estabelecendo a distinção de que trabalhamos com Método DeRose e não com “SwáSthya Yôga – Método DeRose”. Sua percepção foi boa. Mostra que você está atento e alinhado com os nossos objetivos. Beijos e até já.
sexta-feira, 6. novembro 2009
Também fiquei emocionado! Desencadeou alguns flashbacks, de muitos momentos incríveis vividos com pessoas excepcionais.
Beijos!
DeRose Reply:
novembro 6th, 2009 at 19:43
Você é uma dessas pessoas, Bruno.
sexta-feira, 6. novembro 2009
Encantador perceber que nossos dias são preenchidos por tantos momentos agradabilíssimos e sensacionais como este a que o texto nos evoca. Precisamos mesmo “sair da toca” para espalhar por aí toda nossa destemida felicidade.
Um beijo alegre e sincero por ser hoje instrutora deste Método que nos ensina a fazer os bons momentos acontecerem.
Anica (Unidade Londrina)
DeRose Reply:
novembro 6th, 2009 at 19:41
Gostei, Anica. Conto com você.
sexta-feira, 6. novembro 2009
Adorei o depoimento, ser feliz é muito bom!
Coincidentemente, final de semana passado eu recebi um grande elogio feito por uma funcionária de um local que sempre frequento: “Esta menina está sempre feliz!”
É incrível constatar que a nossa felicidade seja tão perceptível!
Obrigada Mestre, por nos proporcionar a vivência deste método incrível!
Beijos,
Anna Bianca (Unidade Centro Cívico – Curitiba)
http://yogacentrocivico.com/blog/
DeRose Reply:
novembro 7th, 2009 at 2:50
Obrigado por você espargir o nosso way of life. Beijos.
sexta-feira, 6. novembro 2009
Que coisa linda Mestre!
Fiquei emocionada!
Como é urgente e necessário levarmos a Nossa Cultura para o mundo!
Estava justamente pensando esses dias como seria maravilhoso viver num lugar onde todos pudessem compartilhar conosco desse estilo de vida! Que mundo mais feliz!
Beijos.
Juli.
DeRose Reply:
novembro 7th, 2009 at 2:47
Esse lugar existe e se chama Nossa Cultura, Método DeRose. Beijinhos, Juli.
sábado, 7. novembro 2009
Che emozione, Maestro!
Queste parole fanno da specchio alla nostra egregora. E’ così che mi sento per la maggior parte del tempo di ogni singolo giorno, ubriaca di felicità, ma anche forte…forte del fatto che so che posso viaggiare per il mondo e troverò sempre altre persone che mi accoglieranno con calore e con cui non sarà necessario conoscersi per trascorrere dei buoni momenti, perchè ciò che ci unisce è la Nostra Cultura, con tutto ciò di meraviglioso che in essa è contenuto.
Grazie Maestro, davvero grazie!
Un abbraccio enorme per ognuno che passerà da questo blog e che non ho ancora avuto la fortuna di incontrare dal vivo!
Tanti baci
Anna
(Roma)
DeRose Reply:
novembro 7th, 2009 at 11:52
Grazie, cara. Baci nostri.
sábado, 7. novembro 2009
Buenos y felices días!
Quería compartir este poema precioso, que Jonhhy Martinez, alumno en formación de la Sede Decana en Buenos Aires, publicó hoy en su blog (http://tinyurl.com/yb3fkmc). Lo encontró en el libro El éxito organizado de la instr. Gabi Santermer.
Me pareció tan hermoso y tan representativo que quise compartirlo con todos:
La gente que me gusta
Primero que todo
me gusta la gente que vibra, que no hay que empujarla, que no hay que decirle que haga las cosas,
sino que sabe lo que hay que hacer y que lo hace en menos tiempo de lo esperado.
Me gusta la gente con capacidad para medir las consecuencias de sus acciones,
la gente que no deja las soluciones al azar.
Me gusta la gente estricta con su gente y consigo misma,
pero que no pierda de vista que somos humanos y nos podemos equivocar.
Me gusta la gente que piensa que el trabajo en equipo, entre amigos,
produce más que los caóticos esfuerzos individuales.
Me gusta la gente sincera y franca, capaz de oponerse con argumentos serenos y razonables.
Me gusta la gente de criterio, la que no se avergüenza de reconocer que no sabe algo o que se equivocó.
Me gusta la gente que al aceptar sus errores, se esfuerza genuinamente por no volver a cometerlos.
Me gusta la gente capaz de criticarme constructivamente y de frente; a éstos los llamo mis amigos.
Me gusta la gente fiel y persistente, que no desfallece cuando de alcanzar objetivos e ideas se trata.
Me gusta la gente que trabaja por resultados. Con gente como ésa, me comprometo a lo que sea,
ya que con haber tenido esa gente a mi lado me doy por bien retribuido.
Mario Benedetti
Para mi Maestro y mis amigos, un beso enorme.
Que saudades!
Nat · Las Palmas de GC
DeRose Reply:
novembro 7th, 2009 at 11:45
Muy lindo, Nat.
sábado, 7. novembro 2009
Bonsoir cher Maître, vous allez bien ?
La semaine dernière nous avons parlé à Rive Gauche de l’égrégora …..:D
Et c’est la raison principale pour laquelle je suis restée à pratiquer c’est le sentiment d’être avec des gens avec qui on s’identifie, et avec qui on peut partager tout, rigoler, voyager, s’aider, s’aimer ….. sans attendre un retour, ni être méfiant d’être jugé …
Des gens spontanés, profonds et bons
Je vous envoie un “abraço” très fort Maître …. Passez une excellent weekend….
PS : Falta uma semana, e nos-vemonos todos ….
Meryem de -Rive Gauche-
DeRose Reply:
novembro 8th, 2009 at 2:00
Merci, Meryem. Recebi seu “abrrassô” com o cativante acento frrancês. Une semaine! C’est trop!
sábado, 7. novembro 2009
Este blog cada ida se pone mejor.
Saludos desde buenos aires Theo.
DeRose Reply:
novembro 8th, 2009 at 1:41
De acuerdo! Besos desde São Paulo.
segunda-feira, 9. novembro 2009
Adorei o texto!.. é mesmo isso a nossa cultura. Que bom.. que bom!
Beijo enorme e muito feliz do Porto,
genoveva
DeRose Reply:
novembro 9th, 2009 at 13:07
Até já, querida.
sexta-feira, 27. novembro 2009
Querido Mestre
o que o Paulo escreveu, é tudo aquilo que eu transmito quando falo do Método DeRose e da Nossa Cultura, alguém que me era muito próxima, sempre me dizia: “Eu só te vejo feliz no yôga!”, eu sempre lhe respondia que um lugar onde não existe diferenças de idades, extracto sociais, drogas, alcool e se encontra alegria sincera, só posso estar feliz…
muitas saudades e um abraço forte forte
Maria Joao
terça-feira, 5. janeiro 2010
Felicidade é isso! Está na coisas simples da vida! No desprendimento!
Parabéns pelo blog! Estarei sempre por aqui!
DeRose Reply:
janeiro 6th, 2010 at 2:19
Obrigado pela sua presença.