Há um fato ao qual dou muita importância. É que algumas pessoas antes de se envolver com a nossa profissão me conheceram como pessoa e só depois de conhecer o ser humano é que decidiram tornar-se alunos ou instrutores do nosso Método. Isso é muito lisonjeiro e me mostra que, afinal, não devo ser tão ruim assim…
Dentre muitos casos assim, há dois em especial que gosto de citar. Ambos eram, respectivamente, o marido e o namorado de instrutoras nossas. São eles o Edgardo Caramella, da Argentina, e o Sandro Nowacki, de Porto Alegre. Esses dois homens me proporcionaram o elogio mais importante desta fase da minha vida. Ambos tinham tudo para antipatizar comigo e para me rejeitar ou mesmo sentir ciúme, afinal, suas parceiras dedicavam parte do tempo que devia ser deles para estar em meus cursos e eventos. Mas ocorreu justamente o contrário. Brotou uma simpatia e um carinho à primeira vista.
Todos conhecem o caso do Edgardo, mas acho que poucos conhecem a história do Sandro. Então vou começar por ela.
Nossa instrutora era a Cleyde Alberti, de Caxias do Sul (RS). Conheci Cleyde em 1979 e logo ficamos muito amigos. Cleide tinha duas filhas que eu conhecia desde pequenas, sete ou oito anos de idade. E agora estavam adultas. Naiana, lindíssima e sempre bem querida, decidiu tornar-se instrutora e mudou-se para Porto Alegre. Seu namorado, Sandro, sempre foi um cara bonitão, louro de olhos azuis, alto, corpo atlético, de dar inveja a qualquer barbado. Sempre que podíamos saíamos os três para jantar, comer uma pizza, ou ficar conversando e ouvindo música no apartamento da Cleyde. Sinto muita saudade daqueles tempos. Desde que nos conhecemos, Sandro sempre me tratou com tanto carinho que carrego o peso na consciência de nunca ter conseguido retribuir, pelo fato de estar sempre trabalhando e não conseguir tempo para saborear momentos de pura descontração ao lado dos que eu amo. Jamais me esquecerei de uma noite em que estávamos Naiana, eu e o Sandro, conversando no apê. Ele era, na época, fisioterapeuta com clínica instalada e uma carreira garantida. Naquela noite Sandrão me olhou com um sorriso que jamais esquecerei, um brilho doce no olhar e me perguntou (mais ou menos assim): “De, você acha que eu poderia me tornar instrutor e junto com a Naiana abrirmos uma escola do seu Método em Porto Alegre? Nós faríamos um trabalho como você sempre sonhou.” Ah! Sandrão, você nunca vai conseguir avaliar o que eu senti naquela noite. Naquele momento depositei meu coração nas suas mãos. Queria tanto que pudéssemos conviver mais e compartilhar mais a vida, enquanto ela ainda está por aqui…
O caso do Edgardo foi igualmente emocionante. Sua mulher era representante do nosso Método em Buenos Aires. Ele era o maridão. Um dia foi a um curso para conhecer esse tal de DeRose, de quem a esposa vivia falando. Não poderia ocorrer situação mais propensa a que o marido não gostasse de mim. No entanto, não há nada como conhecer as pessoas, conversar olhos nos olhos. Ambos percebemos que estava ocorrendo um desses encontros que mais parecem reencontros. Rolou uma sintonia, um diálogo de almas, e começou uma relação muito bonita de pura amizade. Quando saíamos juntos ou quando viajávamos os três, com a esposa, falávamos de profissão. Com Edgardo, falávamos de tudo. Até que um dia Edgardo me consultou: “DeRose, você acha que eu daria um bom instrutor de SwáSthya?” E foi assim que ele primeiro se tornou meu amigo e só depois me escolheu como Mestre.
No meu livro Quando é Preciso Ser Forte eu escrevi o seguinte trecho:
“Edgardo gosta de contar que antes de adotar DeRose como Mestre, conheceu o homem DeRose, o ser humano cheio de defeitos, mas que para ele soavam como qualidades. Normalmente, quando alguém entra para o Yôga já passa a olhar DeRose como se fosse um guru, um santo, um ser sobre-humano, que não erra, que não fica triste ou zangado, que não cai doente, que não come nem vai ao banheiro. Com Edgardo ocorrera o contrário do que acontece com os demais que, primeiro adotam DeRose como Mestre e depois se tornam seus amigos. Edgardo conheceu primeiro o outro lado. Pelo fato de ter-se tornado primeiramente meu amigo, todas as fantasias e expectativas mirabolantes dos demais no seu caso não existiram. Viu um DeRose que ficava triste e zangado e todas as outras facetas. E gostou do que viu. Em função disso, um dia me perguntou se eu o aceitaria como discípulo. E, para o bem de todos nós, assim foi.”
Hoje Edgardo é um dos meus melhores amigos, a quem devoto uma grande admiração e um carinho que não cabe no meu peito. E como primeiro me conheceu sem me colocar num pedestal, a possibilidade de se decepcionar comigo é quase nula.





terça-feira, 5 de maio de 2009 às 21:44
Que lindo Mestre! Quem me dera ter tido essa oportunidade. Gostaria mais uma vez de agradecer a sua vinda aqui ao Algarve. Foi de facto um enorme prazer, foi como receber o meu amigo do coração! Sei que não se pode comparar, mas ao ler o que relatou, fez com que o sentisse ainda mais dessa forma.
Com muito carinho.
Nuno
DeRose Reply:
maio 6th, 2009 at 1:48
Quanto ao “amigo do coração”, Nuno, pode ter certeza!
terça-feira, 5 de maio de 2009 às 23:26
Ai ai Dê… (naquela época te chamava de Dê)
Você me mata do coração. Não é a toa que você é um super Mestre. Estou naqueles dias difíceis, onde passam muitas coisas pela cabeça, momentos que com certeza você já viveu nesses mais de meio século de vida. E como sempre você sabe chegar até mim, sempre com suas palavras de carinho pela minha pessoa, amenizando minhas inseguranças, o que faz de mim um cara privilegiado e feliz. Você sempre diz o que eu preciso ouvir, sempre fala na hora certa, a coisa certa! Sinto muito a sua falta e principalmente, sinto falta daqueles dias onde aprendi a te admirar como a um irmão, um pai, um amigo, um cúmplice nessa roda da vida.
Peso na sua consciência? Hehe… Você é um doce!
A gente tá sempre junto Mestre. Todos os dias.
Quando eu crescer… Quero ser como você.
Com carinho eterno.
Cheio de alegria no coração.
San.
soninha.paris Reply:
maio 6th, 2009 at 10:21
Quel émotion
mois de larmes aux yeux
gros bisous de Paris San
Sonia
Maestro Edgardo Caramella Reply:
maio 6th, 2009 at 12:42
Ahh, mi querido Sandro. Estamos ligados como monitor y monitoreado, como amigos, como hermanos de vida y esto me da mucha felicidad. Tambien con vos se dió primero esta hermosa relación de amistad profunda que hoy compartimos, y luego llegó tu desición de elegirme tu monitor y yo sentirme orgulloso de que así lo hicieras.
Y todo esto, al calor del SwáSthya.
Y todo esto de la mano de nuestro querido De.
Y todo esto, para siempre.
Te quiero
Edgardo
terça-feira, 5 de maio de 2009 às 23:33
Grande Mestre !!
Que belo post !! tão emocionante quanto as dez razões que o Mestre Edgardo relacionou para que você permanecesse por aqui, no Brasil.
Particularmente a 8ª: ” Porque soy tu amigo y discípulo … ” e também a 10ª: ” PRECEPTO MODERADOR: tal vez en los nueve puntos anteriores no conseguí ser totalmente objetivo, por ello este último punto es para considerar que si te haría más feliz vivir en otro continente, seré el primero en ayudar para que eso se concrete y te seguiré visitando siempre. ”
Foi simplesmente magnífico !!
Grande abraço do Roberto.
quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 0:54
anahiflores.org
Que lindo texto…
quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 0:55
anahiflores.org
Fiquei pensando depois de ler este post. Acho que tal vez por ser monitorada do Edgardo, eu sempre vi vc de uma forma super humana.
Obrigada, Edgard!
Beijinhos,
Anahí
quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 1:25
Olá, Mestre!
Deve, realmente, ser um privilégio conhecer o homem DeRose antes de conhecer o educador, Comendador, Mestre DeRose. Uma oportunidade única e especial
Quanto mais estou próxima a você, quanto mais vou a cursos, noites de autógrafos, festivais, enfim.. Quanto mais me aproximo, maior é a minha admiração por você.
Assim, eu segui o caminho contrário: conheci primeiro o DeRose dos livros, identifiquei-me com ele, aceitei-o como meu Mestre. E a cada oportunidade para estarmos juntos (ainda que virtualmente!), estou descobrindo que DeRose é exatamente aquilo que diz nos livros… Aliás, que ao vivo é muuuito melhor!
Um abraço apertado.
DeRose Reply:
maio 6th, 2009 at 1:34
Obrigado, querida. Um beijinho do seu amigo DeRose.
quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 1:41
Emocionante!
Queria ter tido o mesmo privilégio!
Beijinho da baiana
DeRose Reply:
maio 6th, 2009 at 1:52
Nós dois temos o privilégio de ser amigos hoje. E temos o privilégio de estar próximos todos os dias, trabalhando no mesmo prédio da Universidade de Yôga, mesmo você estando no andar térreo e eu alguns andares acima. Mas vejo-a o dia todo pelas câmeras de segurança. Escuto suas risadas e palhaçadas. É muito bom tê-la por perto. A Fée também adora. E valorizo muito os poucos momentos em que estivemos perto de verdade. Pena que tenham sido poucos! Beijos do seu amigo.
flavia vasconcellos Reply:
maio 6th, 2009 at 2:08
…lindooooooooooooooooo…
com amor,
baiana
quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 3:24
Muito bom saber disso,
A pessoa que se deixa tomar pela admiração e amor que sente pela outra, sempre irá compreender. Por isso não existe defeito que se sobreponha ao amor…
Como amigo e como mestre você sempre será único!
Com carinho…
quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 3:59
Logo nas primeiras vezes em que tive contato o Mestre senti a sensação natural de estar diante de um amigo .
Afinal , que ser humano poderia ter lutado e vencido tantos obstáculos sem um coração tão puro como de um velho amigo ?
Sempre que posso faço questão de ofertar um abraço , uma palavra ou um gesto de agradecimento.
Jaya Guruji Ôm Dê !!
quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 9:45
Bom dia querido Mestre
Acho que todos os que lerem este post vão se lembrar de como te conheceram. Eu me lembrei dos anos 70. Te conheci num programa de TV, com a Xênia. Assistia as suas entrevistas, gostava muito, porém naquela época não fazia a mínima ideia da grandeza do seu trabalho. Em 1986 comecei o curso de formação profissional e desde então tenho acompanhado as suas guinadas e vejo hoje como elas foram vitais para o SwáSthya e toda a nossa egregóra.
Sinto muito orgulho de trabalhar contigo e fico muito feliz em poder te dizer isso hoje.
Beijos com carinho.
Márcia
quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 10:24
Texte émouvant
et merci de nos donner la possibilité de t’avoir si proche
Paris devient plus coloré et notre caverne encore plus joyeuse
Je t’embrasse bien fort
Soninha
quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 11:57
Oi Mestrão!
Muito emocionante o texto!
Aqueles que, assim como eu, tem o privilégio de conviver com o San, sabem o quanto ele é dedicado à nossa cultura, o quanto ele se entrega de coração pleno ao SwáSthya. E essa força interior que ele tem, cativa todos que estão à sua volta. Para mim o San é um instrutor ultraintegral!
Obrigada Mestre e obrigada San, por me ensinarem a alquimia da vida!
Abração.
quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 12:29
edgardocaramella.com.ar
Querido De, Mestre, amigo, hermano de ideal y de vida.
Leer este texto me hace recordar tantas cosas compartidas en estos 25 años juntos. Tantas risas, tantos sueños, tantas realizaciones, tanta enseñanza, tanto aprendizaje, tantas luchas…tanto SwáSthya!!! Que puedo decirte querido De, que te quiero, que agradezco a la vida haberte conocido y que te reelijo cada día.
Con amor eterno
Edgardo
quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 12:37
Que lindo entrar y leer esto.
Me encantó.
quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 13:27
Que história linda!
Emocionante…
Beijinhos com carinho…
quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 13:29
Ah, Mestre, que lindo…!
Não me canso de ouvir essas histórias, especialmente a do Edgardo! Desde que começei a praticar que ouço sobre você com esse carinho especial de amigo e discípulo. Fez crescer dentro de mim o mesmo carinho, a pesar de que quando te conheci eu já tinha uns 2 ou 3 anos de prática!
Hoje fico feliz de estar perto de você
Te adoro! Beijinhos,
Mel
quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 15:22
assimfaloudenardi.com
Dois notáveis os dois. San e Edgardo parabéns!!!
quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 19:57
Amor no coração, sorriso nos lábios, lágrimas nos olhos…
Assim leio tuas palavras…
quarta-feira, 6 de maio de 2009 às 20:37
Meu coração vibra ao ler estas palavras tão recheadas de emoção que três amigos que admiro e gosto muito de estar próximo escrevem uns para os outros: Mestre Dê, Mestre Edgardo e meu monitor San.
É muito bom saber que vocês fazem um ao outro muito felizes.
Saudades de você Dê e do Edgardo também.
Um abração apertado e até este fim de semana em Buenos Aires!
quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 8:23
Devo estar numa fase do mês daqueles em que não se pode ler nada que as lágrimas vêm aos olhos… Mestre, ruim?!?! Onde? Como costumo dizer aos meus amigos: é o homem mais bonito do mundo e nem pensem que alguma vez vão lá chegar!!!! beijinhos grandes e continue assim: sendo o nosso orgulho!!!
quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 11:38
Continuo a admirar este trecho do livro “Quando é Preciso Ser Forte” desde a primeira vez que o li. A partilha cria mesmo um laço entre as pessoas do tamanho do mundo.
Um abraço forte para todos daqui de Portugal
quinta-feira, 7 de maio de 2009 às 13:42
Meu marido, apesar de não praticar Swásthya e de não conhecê-lo pessoalmente, é seu fã, assim como somos todos os que praticam o método.
Tenho certeza que não é difícil admirar também o homem DeRose. Ser amigo tão querido, então, que privilégio!
Não vejo a hora de ter a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente e poder papear sobre um pouco de tudo (ou muito … rs)
bjs
sexta-feira, 8 de maio de 2009 às 4:20
Mestre, querido Mestre.
Para variar, você fala de algo em que eu vinha pensando há algum tempo.

No início deste ano comecei duas atividades novas: faculdade de Teatro e aulas de Ballet Clássico e Contemporâneo na Escola de Dança do Grupo Corpo. E ao serem feitas as devidas apresentações a cada grupo, preferi esquecer-me de mencionar o fato de ser instrutora de Swásthya Yôga. Vários foram os motivos. Primeiro, porque ninguém comentou qual profissão exercia. Segundo, porque é algo tão natural na minha vida que não sinto necessidade de explicitá-lo o tempo todo, da mesma maneira como não saio por aí anunciando que não como bichos mortos! Depois, porque ninguém escutaria YÔGA, senão qualquer uma das caricaturas fantasiosas e fantasiadas que cada um tem na cabeça (o que também acontece com o bendito termo “vegetariano”)! E, finalmente, porque, de fato, não me lembrei! O que sei é que, na Escola de Teatro, onde até hoje não sabem, fiz amizades com todos e ouço, constantemente, elogios que abrangem desde meu cuidado com a aparência, ao bom-humor e alegria, chegando à boa capacidade de expressão e comunicação. E são cumprimentos principalmente dos colegas de classe. Já na dança, recebo-os dos amigos e dos professores. Comentam da habilidade corporal (sou mais flexível que todas as meninas de 8 anos do Ballet Clássico! Hehehe!), da alegria sincera e do empenho que aplico aula após aula. Lá, já sabem que sou instrutora. E ontem, uma amiga bailarina me perguntou: “Onde é que você dá aulas, mesmo?”. Além dela, outros e alunos e a própria professora já manifestaram interesse em conhecer o Swásthya e eu, apesar de ter comentado que sou instrutora, nunca me aprofundei no assunto e nunca o “divulguei” explicitamente. A curiosidade nasceu por meio do convívio com alguém que eles souberam que ensina Yôga. E só!
Saiba que é uma honra fazer parte da Família Swásthya e seguir na missão de encontrar, cada dia mais, nossos irmãos espalhados pelo mundo! Aqueles que “nasceram para o Yôga, mas ainda não sabem”!
Milhões de beijos (que espero dar-lhe daqui a pouco),
Ju Corrêa
DeRose Reply:
maio 8th, 2009 at 9:11
Ju, querida, você tem razão com respeito a tudo o que escreveu, inclusive no que tange a parte que me autorizou a deletar (parabéns pelo alcance da sua visão: muita gente não perceberia a importância dessa sutileza). Isso que você colocou, eu venho transmitindo em param-pará há anos… mas quem me escuta não compra a ideia, muitas vezes nem ouve na hora em que estou falando. Por isso a recomendação não chegou a você. Daí, dá para avaliar a relevância que é assistir às minhas aulas diretas, de corpo presente. Imagine a resistência do ser humano para a mudança, se até os instrutores do nosso Método de revolução comportamental, fazem ouvidos moucos a algumas coisas que sugiro. Se não compram a ideia não têm como vender a ideia. Agora, Ju, imagine a minha tristeza ao ter que conviver com essa realidade ao longo de 49 anos de ensino! Seria muito bom para você e muito agradável para mim e para a Fée, se você pudesse estar mais tempo em contato conosco, assistindo a mais cursos fechados, só para instrutores, participando de mais reuniões de instrutores (e quem sabe, brevemente, de diretores!). Lembre os meus amigos das Minas Gerais que vamos ter o Festival Internacional de Yôga, para que não percam as reuniões e, depois, que não deixem de comparecer ao Matando um leão por dia.
Beijinhos deste seu amigo.
Ju Correa Reply:
maio 11th, 2009 at 3:27
Mestre, querido amigo. Sequer imagino o que foram e são os prazeres e as dificuldades de seus 49 anos de profissão. Começo, porém, a ter uma ideia mais real do que é o ser humano. De como ele tem a necessidade de “estar certo”, de “ter razão”. E quando cria uma lógica na cabeça para justificar sua razão, não há quem mude! O positivo é que a resistência do outro leva-me a prestar mais atenção no que me diz. E assim, tento, mineiramente, expandir-me mais, participar mais, priorizando a quinta característica do Swásthya. Obrigada pela atenção e pela energia investida em nosso aprimoramento!
Beijos com Amor.
DeRose Reply:
maio 11th, 2009 at 8:53
Querida Ju, eu estou muito feliz pela iniciativa da Isis de fundar a unidade e cumprimento-a pelo bom-senso de reunir uma equipe tão boa que são vocês três (ela, você a Florencia). Parabéns por já estarem começando com um número razoável de alunos. Quero que tenham sempre em mente que hoje o número mínimo admissível é de duzentos alunos. Enquanto não chegarem a esse patamar, é preciso investir esforços, consultar-se com frequência com seu/sua monitor(a), fazer reforço de estágio na Sede Central, participar de consultoria com a Dora, assistir a todas as atualizações do Conselho e inscrever-se em todos os eventos para instrutores (Matando um leão por dia, Insights etc.). Esta é a fórmula do sucesso! Saudades, seu amigo DeRose.
sexta-feira, 8 de maio de 2009 às 13:53
É a distância que faz isso, infelizmente, imposição das circunstâncias. Mas vai-se envoluindo… o blog ajudando…
Abraços do Everton