Em colaboração com a Defesa Civil e com o Governo do Estado de São Paulo, os instrutores e alunos da Universidade de Yôga se engajaram em uma campanha permanente pelo civismo e pela responsabilidade social. Buscamos participar de todas as ações promovidas pelo Governo Federal, pelos Governos Estaduais e pelas entidades humanitárias e assistenciais.
Uma dessas ações é a Campanha do Agasalho, para a qual trabalhamos todos os anos, junto ao Fundo Social pela Solidariedade. Conforme consta em um capítulo do nosso livro Programa do Curso Básico, desde o início do ano nossos instrutores e alunos estão alertados para deflagrar nossa força de arrecadação de agasalhos assim que o Governo der o sinal verde.
Pois bem, foi dada a partida. Todas as nossas Unidades do Estado de São Paulo estão em ação para arrecadar o máximo possível de agasalhos no menor período de tempo possível. Não adianta chegarmos na Defesa Civil com os agasalhos depois que o inverno já estiver impondo seus rigores aos desvalidos.
Você pode ajudar fazendo uma arrumação nos seus armários e trazendo a qualquer uma das nossas escolas todos os agasalhos e cobertas que possa doar.
Você pode ajudar enviando e-mails e mensagens aos seus amigos, parentes, clientes, colegas de trabalho ou de faculdade e incentivando-os a trazer os agasalhos a alguma das nossas escolas.
Você pode ajudar oferecendo o seu tempo e participando ativamente das equipes que vão buscar e levar as caixas e demais trabalhos que precisam de voluntários.
Você pode ajudar conseguindo caminhões, faixas e alto-falantes para que realizemos ações nas ruas residenciais dos bairros, a fim de que as pessoas nos escutem de dentro dos seus apartamentos e atirem os agasalhos nos caminhões, como temos feito em anos anteriores. Isto dá muito resultado.
Você pode ajudar conseguindo que condomínios, prédios, empresas, clubes, academias, escolas permitam a colocação das nossas caixas de arrecadação.
Mas preciso que você reaja rápido.
Qualquer contato deve ser feito com a equipe de coordenação que é dirigida pelo professor Flávio Moreira das Unidades Anália Franco e Paes de Barros. As comunicações com ele podem ser efetuadas aqui, através do nosso blog.
Cada um ajuda como pode. Quem tem tempo, doa seu trabalho. Quem tem disponibilidade, efetua doações. O que importa é que estamos despertando nos jovens e em todos os nossos alunos a satisfação de sentirem-se úteis e, portanto, participantes da comunidade. Isto está em perfeita coerência com as propostas do Yôga, palavra que traduzida pode significar união, integridade, integração. No caso, integração na comunidade.
Oi Mestrão,
Vai uma sugestão que deu certo aqui. Levei duas caixas para o meu condomínio e coloquei uma em cada bloco e em dez dias as doações encheram as duas caixas. Fiquei muito feliz e agora estou tentando colocar no condomínio onde moram meus pais que é muito maior e deve ter muito mais doações.
Espalhem as caixas muitas pessoas tem roupas, cobertores e outros para doar e às vezes não sabem como fazer.
Um Mahá abraço,
Jonatas
Unidade Alto da Lapa
São Paulo
Lembro-me de já ter ido bater de casa em casa arrecando agasalhos, conseguimos mais de 1.000 peças naquele ano. Não basta fazer só um ano, temos que fazer sempre e vou ser um dos primeiros a dar um gás na Campanha aqui na nossa Unidade.
Lerivan Ribeiro – Floripa – SC




terça-feira, 26. maio 2009
Parabéns Mestre!
Por esta e por outras iniciativas que tenho orgulho de fazer parte da Família DeRose.
Super abraço!
terça-feira, 26. maio 2009
Que delícia! Ajudar é sempre muito bom e gratificante. Quem ajuda ganha ainda mais do que quem recebe, assim penso eu.
Vou ver hoje mesmo se posso colocar a caixa para arrecadação no prédio onde moro.
bjs, Mestre, e ótima semana para todos
terça-feira, 26. maio 2009
Caramba, aqui no Rio hoje faz 31 graus… não da para pensar em agasalho! hihi
lerivan Reply:
junho 11th, 2009 at 13:59
Nossa, aqui em Floripa está muito frio, agasalho é fundamental. beijos
Melina Reply:
junho 11th, 2009 at 14:08
imagino. em Floripa cheguei a passar, uma vez, dos piores frios da minha vida!!
e olha que sou de Buenos Aires…
Anahi Flores Reply:
junho 24th, 2009 at 21:19
Eu lembro daquele frío do qual vc fala, Mel!!!
Também passei esse frio quando morava em Floripa…
Beijinhos desde Buenos Aires, onde faz bastante frío hj (fez zero graus de manha!!!)
Anahí
quarta-feira, 27. maio 2009
Mestre,
Esse é o texto que lhe falei hj ao final da aula. Sobre viver em grupo.
http://marcio-medeiros.blogspot.com/2009/05/falta-do-afeto-afeta.html
Segunda-feira, 18 de Maio de 2009
A falta do afeto, afeta?
A cada dia que passa tenho sinais de que o sentimento do afeto é fundamental para o bom relacionamento entre as pessoas. Ter afeto no sentido de ter afeição por alguém, ou até mesmo por inclinação, simpatia, amizade, amor e outros sentimentos similares, são comportamentos emocionais de uma sensação que une as pessoas. Não tenho dúvida de que é esse o elo entre as pessoas e o que nos faz sermos seres altamente sociáveis, ou seja, vivermos em grupo e sempre estarmos na companhia de alguém. Naturalmente entre as pessoas que nutrem esse sentimento de afeto, pois aquele que se isola, não teria condições de usufruir deste relacionamento prazeroso. Ao ouvir este final de semana uma palestra do professor e escritor Gabriel Chalita, figurinha carimbada nos meios acadêmicos, literários e políticos, tive a confirmação deste sentimento nobre que classifico a afetividade. Sinto-me uma pessoa assim, pois gosto de viver em grupos, necessito do feedback das pessoas e sempre quero estar em companhia de muitas pessoas. Preocupo-me com o outro em todos os níveis e muitas vezes absorvo problemas e alegria das pessoas que amo. Sinto-me como um torcedor fanático que explode de emoção ao ver o gol do time em qualquer partida. Imagino que eu tenha afeto pelas pessoas que estimo. Certa vez o psicoterapeuta Ivan Capellato disse em uma de suas palestras que a relação do afeto está ligada ao fato deste sentimento afetar ou não outra pessoa. Naturalmente o trocadilho do título deste artigo é exatamente chamar a atenção para o sentimento amoroso com relação ao sentimento de interesse. Quem não tem afeto (sentimento) não é afetado (atingido). Gosto desta frase que de forma direta sintetiza muito bem a falta desta emoção que considero básica para uma pessoa do bem. Penso que tudo que quero, de fato, de bom para mim e para os outros, tem que afetar sobremaneira nossas vidas. O afetar neste sentido é fazer a diferença da ausência de um prazer em relação ao outro. Se uma pessoa que gosto está infeliz, isto tem que afetar-me, pois, do contrário o que sinto por esta pessoa na realidade não é tudo isso que imaginava ser. Depois de ouvir e entender o que Capellato e Chalita disseram, passo a observar melhor este sentimento que tenho pelas pessoas que estão ao meu redor. Vou procurar fazer a seguinte pergunta, quando notar algo de estranho na pessoa que gosto: Se “tal pessoa” não está bem, isto me afeta? Se eu chegar a conclusão que não me afeta, será um sinal de que o afeto que tenho por ela não é tão significativo. Daí vou saber dosar para encontrar o ponto de equilíbrio suportável, afinal, devo preocupar-me com as pessoas que gosto, mas não ao ponto de colocar em risco a minha situação. Para eu poder ajudar, preciso estar forte e seguro, do contrário, sou eu quem precisa de ajuda. Quando percebo que uma atitude minha, boa ou ruim, afeta alguma pessoa, certamente devo sentir-me bem. É um sinal de que tenho um significado para aquela pessoa. É lógico que meu comportamento ruim é inconsciente, porque não faria isso de forma proposital se essa pessoa é relevante a mim. Assim sendo a pergunta se meu afeto é afetado pode ser feita tanto para as minhas ações, como para as ações dos outros, e desta forma, vou avaliando o grau de importância que cada pessoa tem em minha vida. Essa experiência parece-me interessante e assim sendo, sugiro que mais pessoas passem a questionar este tipo de situação, pois, segundo os estudiosos é uma excelente maneira de interagir de forma agradável com as pessoas que amamos. Será uma forma, também, de disciplinarmos nossos comportamentos perante os outros, uma vez que, sempre queremos agradar e jamais desejaríamos algo de ruim para aqueles que gostamos e queremos que permaneçam em nossa volta. Não tenho dúvidas que isso irá melhorar a visão que tenho das pessoas, e perceberei em breve que as pessoas também notarão a mudança em meu comportamento. Não existe algo pior, no comportamento humano, do que a indiferença. Vejo isso como algo nocivo nas relações entre pessoas e o pior dos piores sentimentos. Conheci pessoas que se definharam por causa da indiferença alheia, como já assisti pessoas triunfarem com excessiva torcida. Naturalmente aquele que venceu, era uma pessoa querida, enquanto que o outro, nem tanto assim. Desejar ser uma pessoa querida pelos outros, independente de quem seja, é o objetivo de todos. Se assim for, que passemos a questionar quem e o que nos afeta entre as pessoas que convivemos. Vamos procurar desenvolver o sentimento do afeto, afetando positivamente as pessoas, que certamente seremos afetados de forma agradável. Percebo que este tipo de sentimento afetivo só é correspondido com coisa boa, pois aquele que se preocupa com o outro, terá a preocupação dos demais. É uma troca de preocupação mútua. É preciso colocar que todo sentimento exagerado torna-se doentio. Por isso, vamos com calma. Primeiro atinja o campo da observação, para na seqüência agir conforme a necessidade, dosando a retribuição com relação ao valor e ao significado que determinada pessoa tenha. Cuidado, pois, muita preocupação e atenção provocam sentimentos contrários, sufocando e distanciando as pessoas, que um dia tiveram um sentimento bom entre elas. Muito afeto, pode afetar a boa relação. Pense nisto.
Postado por Márcio C Medeiros às 5/18/2009
http://marcio-medeiros.blogspot.com/2009/05/falta-do-afeto-afeta.html
Abraços
Will
sexta-feira, 29. maio 2009
Já estou fazendo uma arecadação aqui no banco onde trabalho!
beijos
quinta-feira, 11. junho 2009
Mestrão, em Curitiba temos uma parceria que perdura por 8 anos com o IPCC (Instituto Pró-Cidadania de Curitiba), que é um órgão da FAS (Fundação de Assistência Social), comandada pela Primeira Dama da cidade Fernanda Richa. Estabelecemos uma logística de tal forma que os agasalhos são distribuídos tão logo sejam arrecados, chegando rapidamente aos necessitados.
Além de nossas escolas, coletamos também com caixas que disponibilizamos em nossos prédios vizinhos.
É um trabalho maduro, que tem gerado muita abertura e um excelente relacionamento com a prefeitura de nossa cidade, além do reconhecimento de que fazemos um trabalho sério e bom.
Mas a satisfação maior é entender o nosso papel na sociedade e principalmente gerar um pouco de conforto a quem precisa.
quinta-feira, 11. junho 2009
Lembro-me de já ter ido bater de casa em casa arrecando agasalhos, conseguimos mais de 1.000 peças naquele ano. Não basta fazer só um ano, temos que fazer sempre e vou ser um dos primeiros a dar um gás na Campanha aqui na nossa Unidade.
Lerivan Ribeiro – Floripa – SC
segunda-feira, 15. junho 2009
Já vou separa lá em casa o que tenho para doar.
Abraços!
Everton Vieira
São José – SC
Everton Vieira Reply:
junho 15th, 2009 at 15:13
Yôga – União, Integridade, Integração. DeMais!
segunda-feira, 15. junho 2009
Já estou com uma bolsa com algumas roupas para deixar na Uni-Yôga Batel.
Bjs
Regina- Curitiba
Anahi Flores Reply:
junho 24th, 2009 at 21:21
Regina querida!!!
Hoje de manhã recebi o seu presentinho!!!
Muuuuuuuuuuito obrigada
Amei.
Alem do mais, é um livro que eu não tinha lido nem sequer em espanhol. Agora vou ler e ainda aprimorar meu português!
Hoje me juntei com a Editora da revista onde se publica La lectora (lembra?) e fizemos a foto do mes… com seu livro!
Assim que depois, quando tiver comigo a foto, quero mandar para o seu endereço de e-mail (pase para mim, pois não tenho).
Mais uma vez, obrigada pelo carinho.
beijinho da
Anahí
Buenos Aires
Regina Wiese Zarling Reply:
junho 25th, 2009 at 15:50
Oi Anahí, fico feliz que tenhas gostado. Bom, meu e-mail é rwzarling@yahoo.com.br.
Bjs
Regina
Curitiba
Ah, lembro da La Lectora sim!
Anahi Flores Reply:
junho 25th, 2009 at 22:32
Mandei as fotinhos ao seu e-mail!
Beijos!!!
A
segunda-feira, 15. junho 2009
Oi Mestre!
Fiquei muito empolgada em organizar a Campanha do Agasalho aqui no RJ após ler o blog, porém tentei contato com a Prefeitura e Defesa Civil aqui do RJ e para minha tristeza, eles não sabem informar absolutamente nada sobre a arrecadação aqui no Estado. Existe algo que eu possa fazer para aumentar o alcance da campanha aqui no RJ?
Beijinhos com carinho,
Taty Nascimento
Unidade Downtown – RJ
DeRose Reply:
junho 15th, 2009 at 16:54
Existe. Arrecade no Rio e envie os agasalhos para São Paulo!
quarta-feira, 24. junho 2009
Oi Mestrão,
Vai uma sugestão que deu certo aqui. Levei duas caixas para o meu condomínio e coloquei uma em cada bloco e em dez dias as doações encheram as duas caixas. Fiquei muito feliz e agora estou tentando colocar no condomínio onde moram meus pais que é muito maior e deve ter muito mais doações.
Espalhem as caixas muitas pessoas tem roupas, cobertores e outros para doar e às vezes não sabem como fazer.
Um Mahá abraço,
Jonatas
Unidade Alto da Lapa
São Paulo
quarta-feira, 24. junho 2009
Aqui na Unidade Brooklin conseguimos colocar caixas em um bom número de prédios e condomínios de alunos! É muito fácil: fizemos uma cartinha endereçada aos síndicos convidando-os para participarem da campanha colocando as caixas. É muito difícil recusarem. Alguns, de condomínios grandes, chegaram a pedir várias caixas para espalharem pelos blocos.
Com vontade de ajudar, a gente consegue mover o mundo!
Um mahá abraço,
Júlia Calderoni
Unidade Brooklin
São Paulo
terça-feira, 30. junho 2009
Querido Mestre,
Foi com muita honra que, pela primeira vez, participei do sat chakra para instrutores na última quarta-feira.
Aquele foi um momento muito especial para mim, pois percebi o quanto é importante estarmos juntos.
Sou muito feliz por fazer parte desta família.
Obrigada sempre.
Beijos
Sigrid Catanzaro
Uni-Yôga Plaza Sul
São Paulo/ SP
sexta-feira, 24. julho 2009
Caro Mestre DeRose,
Mais uma vez peço licença para entrar em seu blog. Estava navegando no blog e vi que o sr tem essa categoria de “ações humanitárias”. Espero não estar sendo indelicada, mas é que eu trabalho junto a uma ONG que sempre precisa de muita ajuda, e imaginei que se o sr considerar pertinente poderia divulgar nosso trabalho e nosso site em seu blog. A ONG chama-se SOS FAUNA (www.sosfauna.org) e nós trabalhamos contra o tráfico de fauna no Brasil, desde ações de inteligência e apreensões com a Polícia Civil, até a reabilitação de fauna apreendida, e quando possível a soltura dos indivíduos reabilitados de volta em suas origens. Nós precisamos desde ajuda financeira (as pessoas podem filiar-se à ONG), até alimentos para aves, luvas de procedimento, medicamentos, material para construção de viveiros, entre outros. Também aproximadamente uma vez a cada dois meses realizamos jantares e bazares beneficientes.
Convido a todos a conhecer mais o excepcional trabalho que realizamos e coloco-me à disposição para quaisquer esclarecimentos.
Mais uma vez peço desculpas se isso foi impertinente, e entendo completamente se o sr não considerar adequado divulgar.
Um forte abraço e até.
Juliana.