Dados colhidos na Wikipedia
Transmissão da voz
Pioneiro na transmissão da voz, utilizando equipamentos de rádio de sua construção patenteados no Brasil em 1901, e posteriormente nos Estados Unidos em 1904. Landell transmitiu a voz humana por meio de dois veículos, o primeiro, um transmissor de ondas que utilizava um microfone eletromecânico de sua invenção que recolhia as ondas sonoras através de uma câmara de ressonância onde um diafragma metálico abria e fechava o circuito do primário de uma bobina de Ruhmkorff, e induzia no secundário dessa bobina uma alta tensão que era irradiada ou através de uma antena ou de duas esferas centelhadoras. A detecção era feita por dispositivos que foram sendo melhorados ao longo do tempo.
O segundo meio utilizado pelo cientista era através do aparelho de telefone sem fio, que utilizava a luz como uma onda portadora da informação de áudio. Neste aparelho as variações das pressões acústicas da voz do locutor eram transformadas em variações de intensidade de luz, de acôrdo com a onda de voz, que eram captadas em seu destino por uma superfície parabólica espelhada em cujo foco havia um dispositivo cuja resistência ohmica variava segundo as variações da intensidade de luz. No circuito de detecção havia apenas o dispositivo fotossensível, uma chave, um par de fones de ouvido e uma bateria. Por utilizar a luz como meio de transporte de informação Landell é considerado um dos precursores das fibras ópticas.
O Padre Landell executou estudos e experiências a partir de 1892 em Mogi das Cruzes, e, em 1893, em Campinas e em São Paulo onde efetuou uma demonstração pública de seu invento no dia 3 de junho de 1900 sendo noticiada pelo Jornal do Commercio de 10 de junho de 1900:
-
- “No domingo próximo passado, no alto de Santana, na cidade de São Paulo, o padre Landell de Moura fez uma experiência particular com vários aparelhos de sua invenção. No intuito de demonstrar algumas leis por ele descobertas no estudo da propagação do som, da luz e da eletricidade através do espaço, as quais foram coroadas de brilhante êxito. Assistiram a esta prova, entre outras pessoas, Percy Charles Parmenter Lupton, representante do governo britânico, e sua família“.
Em 1903, Artur Dias, em seu livro “Brasil Actual” faz referência a Landell de Moura, descrevendo, entre outras coisas, o seguinte:
-
- “logo que chegou a S. Paulo, em 1893, começou a fazer experiências preliminares, no intuito de conseguir o seu intento de transmitir a voz humana a uma distância de 8, 10 ou 12 km, sem necessidade de fios metálicos.
Após alguns meses de penosos trabalhos, obteve excelentes resultados com um dos aparelhos construídos. O telefone sem fios é reputado a mais importante das descobertas do Padre Landell, e as diversas experiências por ele realizadas na presença do vice-cônsul inglês de S. Paulo, Sr. Percy Charles Parmenter Lupton, e de outras pessoas de elevada posição social, foram tão brilhantes que o Dr. Rodrigues Botet, ao dar notícias desses ensaios, disse não estar longe o momento da sagração do Padre Landell como autor de descobertas maravilhosas“.
Incompreensão e descaso do Brasil
O êxito das experiências do Padre Landell não tiverem acolhida pela imprensa e autoridades brasileiras da época, conforme se verifica em reportagem publicada no jornal La Voz de España, (editado em S. Paulo), no dia 16 de dezembro de 1900 em que diz:
-
- quantas e que amargas decepções experimentou Padre Landell ao ver que o governo e a imprensa de seu país, em lugar de o alentarem com aplauso, incentivando-o a prosseguir na carreira triunfal, fez pouco ou nenhum caso de seus notáveis inventos.
Estava em Campinas quando, numa tarde, ao retornar da visita a um doente, encontrou a porta da casa paroquial arrebentada e seu laboratório e instrumentos completamente destruídos.
Visto por uma população ignorante como “herege“, “impostor”, “feiticeiro perigoso”, “louco”, “bruxo” e “padre renegado” por seus experimentos envolvendo transmissões de rádio dois dias antes em São Paulo, pagou com sofrimento, isolamento e indiferença sua posição de absoluto vanguardismo científico.
Em junho de 1900, por carta, Landell de Moura doou seus inventos ao governo britânico, como registrou em pesquisa para doutorado na USP, em 1999, o historiador da ciência Francisco Assis de Queiroz.
Em 1903, ao retornar ao Brasil após uma estadia de três anos nos Estados Unidos, ainda teve energia para enviar uma carta ao presidente da República, Rodrigues Alves. Solicitava dois navios da esquadra de guerra para demonstrar seus inventos que revolucionariam a comunicação (até mesmo para comunicação interplanetária, acertadamente sugeriu).
O assistente do presidente, no entanto, preferiu interpretá-lo como um “maluco” e o pedido foi negado. Na Itália, quando fez um pedido semelhante, Marconi teve toda a esquadra à disposição.
Landell só conseguiria realizar demonstrações públicas de seu invento com navios da Marinha em 1905 e mesmo assim não conseguiu financiamento privado ou governamental para continuar suas pesquisas nem para construir equipamentos de rádio em escala industrial.
Se você conhecer outros casos semelhantes, por favor, informe-nos. Obrigado.
Oi Mestrão!
É.. os padres brasileiros inventaram tantas coisas!
Por volta de 1939 o russo chamado Semyon Davidovich Kirlian ingressou na história como inventor das fotografias bioeletrográficas, chamadas em homenagem a ele de fotos Kirlian.
No entanto o verdadeiro inventor da bioeletrografia foi o padre brasileiro Landell de Moura. Desde 1904 Landell já realizava experimentos com esta tecnologia. Deveríamos é denominar as fotos de Landell em sua homenagem!
Apesar de o italiano Guglielmo Marconi ser considerado o inventor do rádio em 1896, foi precedido por alguns anos na invenção por Landell de Moura. Anos depois ele inclusive registrou as patentes de suas invenções no brasil e no estados unidos.
Como todos os luminares da humanidade, foi tratado com descaso, incompreensão e violência por seus contemporâneos.
Sonho que isso deixe de acontecer e que todos possamos fazer algo em prol disso!
Um abração.
Mais uma descoberta do Padre Landell de Moura foi a fotografia Kirlian, ou bioeletrografia em 1904. O método consiste em fotografar um objeto com uma chapa fotográfica, submetida a campos elétricos de alta-voltagem e alta-frequência, porém baixa intensidade de corrente. O resultado é o aparecimento de uma aura, ou melhor, um “halo luminoso” em torno dos objetos. Ele teve que parar as pesquisas em 1912 por questões doutrinárias da igreja católica, já que a técnica revelava o perianto, termo semelhante ao perispírito, usado pelos espíritas.
Em 1939, a técnica foi redercoberta pelo russo Semyon Davidovich Kirlian, e em homenagem a ele ficou “Kirliangrafia”.
Realmente é revoltante o fato de o Padre Landell ter feito descobertas tão importantes e ter sido ignorado. E mais uma vez a história se repete, esse é o ônus do pioneirismo.
Mestre, no que depender de nós, seus discípulos, sua obra será transmitida aos quatro cantos do mundo sempre com muito entusiasmo, pois reconhecemos o valor e a importância do seu trabalho se sistematização do Yôga Pré-clássico, o SwáSthya Yôga. É o resgate de um patrimônio cultural da humanidade que temos a missão de perpetuar.
Conte comigo e aqui vai um pújá de imensa gratidão por poder trabalhar difundindo a Nossa Cultura para as milhares de pessoas especiais e sensíveis que existem no mundo.
Um mahá abraço!!
Vanise
Oi Mestre,
Falando em padre tem tambem o Francisco João de Azevedo que inventou a maquina de escrever.
http://www.geocities.com/acadletras/padre.htm
Pois é, Caio. Leia o post That was not “Wright”. Abraços do DeRose.





domingo, 1 de março de 2009 às 5:47
yogabatel.blogspot.com
Quanta gente cega pela ignorância, ou pior ainda pela arrogância de se julgarem melhor e no direito de condenar aqueles que não atuam de acordo com os seus padrões.
Beijos
Rê
domingo, 1 de março de 2009 às 11:58
Ok Mestre, qual é a saída ?
Forte abraço !
Roberto
domingo, 1 de março de 2009 às 12:07
alexandremontagna.com
É frustrante ler estas palavras e constatar a repetida teimosia em tachar de louco todo aquele cujo trabalho esteja fora da alçada da compreensão comum. E muitos de nós fazemos isso, em um nível ou em outro.
Para ilustrar comportamento semelhante: ontem eu estava conversando e mencionei que a Índia possuia, além do inglês, outros 21 idiomas reconhecidos oficialmente pelo governo, e minha interlocutora disse “que ridículo isso né?”. Mais uma vez, a tendência da tachação! Dei uma volta na conversa, mencionando a iniciativa do Esperanto e a utopia de uma língua planetária. Mencionei regionalismos e a inevitável criação de novas identidades linguísticas. Concluí conseguindo trocar o adjetivo utilizado: de “ridículo” para “riqueza”.
DeRose Reply:
março 1st, 2009 at 14:16
Muito bom, Alexandre.
domingo, 1 de março de 2009 às 13:23
Mais uma descoberta do Padre Landell de Moura foi a fotografia Kirlian, ou bioeletrografia em 1904. O método consiste em fotografar um objeto com uma chapa fotográfica, submetida a campos elétricos de alta-voltagem e alta-frequência, porém baixa intensidade de corrente. O resultado é o aparecimento de uma aura, ou melhor, um “halo luminoso” em torno dos objetos. Ele teve que parar as pesquisas em 1912 por questões doutrinárias da igreja católica, já que a técnica revelava o perianto, termo semelhante ao perispírito, usado pelos espíritas.
Em 1939, a técnica foi redercoberta pelo russo Semyon Davidovich Kirlian, e em homenagem a ele ficou “Kirliangrafia”.
Realmente é revoltante o fato de o Padre Landell ter feito descobertas tão importantes e ter sido ignorado. E mais uma vez a história se repete, esse é o ônus do pioneirismo.
Mestre, no que depender de nós, seus discípulos, sua obra será transmitida aos quatro cantos do mundo sempre com muito entusiasmo, pois reconhecemos o valor e a importância do seu trabalho se sistematização do Yôga Pré-clássico, o SwáSthya Yôga. É o resgate de um patrimônio cultural da humanidade que temos a missão de perpetuar.
Conte comigo e aqui vai um pújá de imensa gratidão por poder trabalhar difundindo a Nossa Cultura para as milhares de pessoas especiais e sensíveis que existem no mundo.
Um mahá abraço!!
Vanise
domingo, 1 de março de 2009 às 16:39
anahiflores.org
Todos estes links que falam da incompreenção dos génios pela sociedade do momento, me fizerom lembrar a um livro. O livro não fala da incompreenção, e sim dos inventos em si, em como era a vida antes e depois de uma série de coisas que hj consideramos parte indispensável da vida urbana.
Ok, não tem direta relação com o assunto dos links, mas quis mesmo assim compartilhar com todos vcs, pois é um livro feliz, de autora brasileira, e que relata a realidade antes de inventos como o ferro, os talheres, a televisão, etc. E conta também como se inventaram, e como foram acolhidos estes novos costumes.
É da Panda Books, e chama-se “Como fazíamos sem…” A autora é Bárbara Soalheiro. Acho que só se deve conseguir no Brasil… se alguém da Argentina quiser ler, tenho um exemplar em casa.
Beijos e bom domingo (aqui de chuva) para todos!
Anahí
domingo, 1 de março de 2009 às 21:48
mkss-mkss.blogspot
Eu quiero compartir este video con voce, um abrazo!
MKSS
Lara Mota Pinto Reply:
março 2nd, 2009 at 10:59
Eu já tinha assistido a este vídeo antes, e surpreendo-me com a actualidade do tema.
Confesso que talvez presa a antigos paradigmas me perguntei se foi mesmo esse grupo de meninos que escreveram essas palavras.
Seja como for é louvável que tenha conseguido mais do que o silêncio, a atenção!
Beijinhos, Lara
domingo, 1 de março de 2009 às 22:21
yogaclick.com.br
Milhares de anos se passaram, até que o homem, que hoje se acha evoluído, pudesse entender o funcionamento do seu cérebro e como isso poderia melhorar sua vida, seus relacionamentos, sua prosperidade, sua autopreservação.
Porém, o homem criou as armas e as guerras, com o intuito de ter mais qualidade de vida ou de se proteger? Seria isto inteligência, preservação, poder, destruição?
Após centenas de séculos procurando decifrar fenômenos nos quais já sabíamos ser naturais, como a hábil capacidade de aprendizado, a resolução de problemas, o pré estabelecimento de acontecimentos, o homem ainda tende a acreditar em mentiras, doutrinas, manipulações, farsas, crenças, misticismo, cuja atribuição muitas vezes se deve a fenômenos sobrenaturais, usado principalmente pelas religiões, mas observados ás vezes pela política, pela televisão, governos, que muitas vezes preferem a ignorância de seu povo, ao real fato verídico.
Outro aspecto a ser observado é a deturpação ou a manipulação da informação para poveitos próprios, é incrível como a verdade pode ser maquiada e alterada, assitam ao vídeo:
http://www.youtube.com:80/watch?v=pcFlxSlOKNI
O desenvolvimento do cérebro límbico, através da estimulação da glândula hipófise, faz com que muitos gênios consigam atingir estados de consciência mais elevados, tendo muitas respostas, que muitas vezes nem sabem como, a exemplo de muitos cientistas, filósofos, mestres e pensadores tidos como feiticeiros modernos e que revolucionaram este mundo.
Existe uma modalidade de Yôga muito antigo, chamado SwáSthya Yôga, no qual suas técnicas fazem um ser humano evoluir centenas de anos em alguns poucos anos. Conscientizando-se de seus corpos (físico, energético, emocional, mental, intuicional e mônadico) e administrando-os cada vez mais simetricamente, tende a desenvolver intensamente propriedades relacionadas não apenas com o bem-estar e a qualidade de vida, mas com a evolução cósmica, que deveria todo homem almejar, vivendo num estado de luz e conhecimento, sobre si e tudo mais.
Estou falando dentre outras coisas do desenvolvimento do maior e mais potente máquina que a natureza já viu na face da terra, o cérebro humano.
Não apenas no desenvolvimento exacerbado da memória, raciocínio, concentração, foco, assertividade, mas em atributos mais sutis, como a intuição e a inteligência, conseqüentemente o desempenho e a produtividade em todas as áreas são imediatamente observados e reconhecido pelas demais pessoas ao seu redor.
O que ocorre é uma explosão de idéias, que podem ser colocadas em uso, se a pessoa desenvolver a perspicácia de colocar em prática seu potencial.
Daí o resto é só história, que estão repleta de grandes homens, que usaram suas habilidades para o bem, quanto para o mal, que num ponto de vista filosófico, são apenas pontos de vista (dárshana). Existe uma frase ”Mal é a semente do bem” DeRose, que pode ilustrar este pensamento.
Muito do ocorre com você, que aparentemente poderia ser considerado como algo mal, pode e deve ser algo muito bom, se for interpretado desta forma, como algo que possa gerar aprendizado, ou ainda, que possa gerar resultados positivos, na minha modesta opinião, não é o ocorre com você, mas a interpretação que você tem disso, é que vai fazer a diferença.
Por tanto pare de pensar que só coisas ruins acontece com você, mude a ótica, espere mais da vida e ela lhe dará, tenha interpretações otimista em todos os aspectos, não fique com medo de frustrações, aprenda a coordenar seu emocional, e boa jornada.
segunda-feira, 2 de março de 2009 às 10:23
anahiflores.org
Só para dar o bom dia!!!
Beijinhos,
Anahí
segunda-feira, 2 de março de 2009 às 11:15
Oi!
Acho que o Brasil herdou de Portugal, essa maneira de tratar as pessoas inovadoras, pois aqui também é a mesma coisa e o resultado é o que aqui designamos por “fuga de cérebros”. Tudo o que é cientista, artista, inventor, etc…acaba por ir para o estrangeiro pois aqui ninguém lhes dá valor…
segunda-feira, 2 de março de 2009 às 11:17
Passando aqui só pra dar bom dia.
Bom dia, Mestre querido! Tenha um dia linda e produtivo! Para todos da Nossa Família também: um belo dia, realizem!
Beijos carinhosos e abraços apertados!
Jacques
Jacques Kopersztych Reply:
março 2nd, 2009 at 11:18
ops…dia lindo* hehhehe
segunda-feira, 2 de março de 2009 às 11:56
Oi Mestre,
Falando em padre tem tambem o Francisco João de Azevedo que inventou a maquina de escrever.
http://www.geocities.com/acadletras/padre.htm
segunda-feira, 2 de março de 2009 às 13:54
YogaKobrasol.org
É uma pena muita gente ser reconhecida só depois que se vai.
Como Van Gogh que realizou mais de 600 obras e em vida, vendeu apenas uma.
DeRose Reply:
março 2nd, 2009 at 14:36
Em compensação, os seus quadros estão aí enriquecendo os que não conseguem pintar. Só um dos seus quadros, os Iris, foi leiloado por 53,9 milhões de dólares! Mas muito mais dinheiro do que essa vultosa quantia é o que arrecadam as centenas de empresas que imprimem centenas de milhares de reproduções das obras de Van Gogh em telas, posteres, cartões postais e outros veículos. Coitado do Van Gogh que não recebeu nada por ele…
Anahí Reply:
março 3rd, 2009 at 11:32
Com certeça.
Os seus quadros hj são super admirados, mais ele… nem chegou a saber nada disso…
E como ele, tantos mais!
segunda-feira, 2 de março de 2009 às 17:35
Parabens Alexandre pelo Blog, tu tens ótimo conhecimento sobre Yôga para nos transmitir. Beijos.
segunda-feira, 2 de março de 2009 às 23:42
Tem um invento muito bom, mas pouco divulgado. O nome do aparelho é sismotron. Ele espanta ratos, cobras, escorpiões (e tenho percebido que baratas e formigas maiores também são reduzidos). O processo é mecânico e não usa inseticida. Havia muitos ratos na casa do meu avô. Desde que ele pôs o aparelho, há dez anos, nunca mais teve nenhum! Fantástico.
Não tenho certeza, mas acho que o inventor é de Campinas.
Veja o site:
http://www.sismotron.com.br/?modulo=produto
quarta-feira, 1 de julho de 2009 às 16:46
Saiu na Revista IstoÉ Dinheiro (1º de julho de 2009, n. 612, ano 12, p. 59 – http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/612/artigo142683-1.htm) a reportagem sobre um grande brasileiro. considerado o Bill Gates das memórias digitais. Trata-se de Carlos Paz de Araújo. Ele é dono de 600 patentes e agora “ele diz que vai revolucionar os computadores”.
Carlos é de Natal e com 17 anos foi fazer intercâmbio nos EUA. Nunca mais voltou. Fez faculdade por lá e acabou se radicando na terra do Tio Sam.
Pouco conhecido no Brasil, ele é muito respeitado no meio científico internacional, mas sofre muitos boicotes para emplacar seus inventos que revolucionariam os PCs. Ele é responsável pela memória ferroelétrica (FeRAM), muito superior aos chips magnéticos, e outros inventos.
No Brasil, o governo gastou milhões na implantação de uma fábrica de chips magnéticos, tecnologia francesa obsoleta frente à nova memória criada por Carlos, brasileiro.
Quando estava na faculdade, um professor disse “Você está reprovado porque pessoas da sua etnia têm dificuldade em física quântica, uma área alemã demais para você”. Isso foi o impulso necessário para ele estudar mais e se autossuperar. Hoje ele ocupa a cátedra daquele preconceituoso professor.
Vale a pena ler mais sobre ele!