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terça-feira, 31 de março de 2009 | Autor: DeRose

 

Werner Forssman, nasceu em Berlim a 20 de agosto de 1904. Formou-se em medicina em 1928. Desenvolveu uma teoria que ninguém aceitava: a de que seria possível introduzir uma sonda por via intravenosa e conduzi-la até o interior do coração, sem matar o paciente. Obviamente, não poderia usar cadáveres, pois já estavam mortos. Tentou autorização dos seus superiores no hospital para levar a efeito a experimentação em algum paciente. É claro que não foi autorizado. Então, não podendo utilizar cobaias humanas, usou o seu próprio corpo.

Cortou uma veia do braço e introduziu um cateter (a pronúncia correta é catetér e não catéter) e foi empurrando-o até que atingiu o órgão cardíaco. Para provar que havia conseguido e que tal procedimento não matava o paciente, foi até a sala de raios-x e, sob os protestos dos colegas, bateu uma chapa. Era incontestável! Ninguém poderia questionar sua descoberta que viria a salvar tantas vidas no mundo inteiro. Sua recompensa? Foi tão punido, criticado e atacado que teve de abandonar a cardiologia!

Durante mais de duas décadas não era convidado para nada e se ousasse comparecer a algum congresso tinha que sofrer o constrangimento de ser apontado pelos seus pares como um indesejável. Após 25 anos de humilhações e exclusões, finalmente, o reconhecimento. Em 1956, recebeu o Prêmio Nobel de Medicina.

 

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terça-feira, 31 de março de 2009 | Autor: DeRose

A importância do livre pensar

A liberdade é o nosso bem mais precioso.
No caso de ter que confrontá-la com a disciplina,
se esta violentar aquela, opte pela liberdade.
DeRose

Eu só permaneci no SwáSthya porque ele não violentava minha liberdade, não tolhia meu livre pensamento e não me castrava com doutrinação. Essas são questões sobre as quais não há concessão.

Mas como conciliar Liberdade com Disciplina? Como conciliar a preservação da Opinião Própria com a necessidade do aprendizado e da memorização do conhecimento?

Entendo que esses fatores são elementos de seleção. Se você tiver fervilhando em suas veias o gérmen do Yôga Pré-Clássico, não sentirá que nossa disciplina violente a sua liberdade. Contudo, se senti-lo, deve “optar pela liberdade”, a liberdade de ir-se.

Quando estivemos na escola e na faculdade, fomos obrigados a decorar centenas de nomes e de fórmulas. Quando estudei anatomia, fisiologia e cinesiologia, não tive a possibilidade de questionar com meus professores que para exercer minha profissão eu jamais precisaria saber os nomes de todos os ossos e músculos do corpo humano. Se não os decorasse, simplesmente seria reprovado e ponto final. Nosso curso é igual a todos os demais, pois ainda não existe outro meio para fazer o conhecimento entrar na cabeça do estudante.

Sempre fui contra a “decoréba”. Mas tenho que reconhecer a memorização como recurso eficiente para reter o conteúdo da matéria. Decorar por decorar não tem grande valor. No entanto, memorizar e compreender o que está sendo gravado tem seu valor inquestionável.

No questionário do livro Programa do Curso Básico, as respostas que precisam ser memorizadas ipsis litteris, estão assinaladas com as letras RP (resposta-padrão). Essas, são poucas. As perguntas e respostas foram elaboradas por diversos instrutores ao longo destes últimos trinta anos e são muito interessantes – sem mencionar que são úteis também!

 

Alexandre Montagna
 

Ótimo texto. É interessante lembrar que toda resposta padrão foi elaborada e aprimorada por diversos docentes e Mestres ao longo de muitos anos. São, portanto, as frases mais bem elaboradas para suas respectivas perguntas, daí decorar ser o melhor método*.

* Em latim, de cordis; em francês, par coeur, em inglês, by heart. Decorar é gravar com o coração. (Fonte: A força da gratidão – pújá)

konnie ciuro

muchas gracias Mestre, me ha dado una importante herramienta para utilizar con mis alumnos, siempre hay alguno que pregunta por que debe estudiar de memoria… gracias nuevamente

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terça-feira, 31 de março de 2009 | Autor: DeRose

 

Descrição:

O branco simboliza a paz, a pureza, a temperança, a verdade, a franqueza, a integridade e a amizade. O vermelho simboliza a audácia, a coragem, o valor, a galhardia, a generosidade e a honra. A Cruz de Cristo evoca nossas origens lusitanas. O círculo é o emblema da eternidade afirmando a posição da Uni-Yôga como referência no que diz respeito ao tema.

Fundamentação:

Escolhemos a Cruz de Cristo, ou Cruz dos Templários, em alusão à bravura dos navegantes lusitanos que aqui chegaram, como gratidão ao tanto que devemos à nossa Terra-Mãe. Reproduz a bandeira do município de São Paulo em homenagem a essa cidade que hospeda a Sede Central da Uni-Yôga e que teve a generosidade de conferir ao seu fundador o digníssimo título de Cidadão Paulistano. Essa honraria foi concedida a muito poucos daqueles que migraram para São Paulo, provenientes de outras “nações” do subcontinente brasileiro.  

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segunda-feira, 30 de março de 2009 | Autor: DeRose

O artista Marcelo Bortolotti teve a gentileza de fazer uma escultura que ele denominou DeRose Shankar.  A justificativa não era colocar DeRose na estatura de Shankar e sim propor a geração de um arquétipo de evolução do primeiro para que em algum momento, quem sabe, em alguma existência, chegue próximo à identificação com o segundo.

 

Como vários instrutores e alunos consultaram-no a respeito, Bortolotti comunica que aceita encomendas de reproduções da escultura em tamanho pequeno, em materiais diferenciados, desde bronze até resina, para que se ajuste ao valor que cada um dispuser.

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segunda-feira, 30 de março de 2009 | Autor: DeRose

Frase pinçada em um texto que António Mateus escreveu para você que acessa o nosso blog.

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sábado, 28 de março de 2009 | Autor: DeRose

A diferença entre um médico e Deus é que Deus não pensa que é médico.
Reinaldo Pimenta em A Casa da Mãe Joana

Horace Wells, dentista, nasceu em Hartford, Estados Unidos, a 21 de janeiro de 1815. Em 1844 percebeu que o óxido nitroso, o “gás hilariante” tinha propriedades anestésicas. Ele era utilizado popularmente em shows e feiras por produzir o riso incontrolado, por isso era chamado “o gás do riso”. Bem, já começamos mal. Esse gás não tinha lá uma fama de coisa séria! No entanto, Wells notou que uma das pessoas se ferira enquanto usava o gás e não sentiu a dor como seria natural.

Começou a utilizar o óxido nitroso em sua clínica com grande sucesso. Imagine que até então, todos os procedimentos odontológicos eram feitos a frio! Um dentista que tratasse os pacientes sem dor, seria mesmo uma revolução. Então, Wells cometeu a ingenuidade de querer fazer uma demonstração científica no Massachusetts General Hospital. Ocorreu que o gás não fez efeito no sujet e Horace Wells foi ridicularizado e saiu dali escorraçado por entre insultos e chacotas. Alguns historiadores da medicina acham que ele utilizou menos gás do que o necessário, mas outros afirmam que o experimento teria sido sabotado pelos próprios médicos que não queriam admitir o mérito do dentista.

Depois de sofrer sucessivas humilhações, difamação e falta de reconhecimento por sua descoberta, Horace Wells, falido, foi preso em New York e suicidou-se na cadeia. Em seguida a Societé Medical de Paris reconheceu publicamente o mérito da sua descoberta. Tarde demais. Ele não estava mais vivo para desfrutar o reconhecimento.

 

 

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sábado, 28 de março de 2009 | Autor: DeRose

Seja você diretor, instrutor ou aluno, se tiver algum projeto ou produto, lembre-se de que deve encaminhá-lo à Comissão Regional de Pré-Aprovação para que ela proceda às correções, revisão, sugestões e melhore seu projeto. Quando a Comissão Regional considerar que o projeto não comporta mais nenhum erro, ela mesma deve encaminhar à Comissão Central de Aprovação.

Atente para o cuidado de que o projeto não deve ser enviado pelo responsável/criador e sim pela própria Comissão Regional. Essa é a única maneira de sabermos que o projeto passou por ela.

Lembre-se de que qualquer instrutor e até mesmo aluno pode gerar um produto ou projeto. Se o produto for aprovado e realizado, deverá sempre ser distribuído por uma unidade credenciada.

Rafa Ramos

Olá Mestrão!!
A Pré-Aprovação é fantástica, deixa nossos produtos muito mais refinados e faz com que o aluno, instrutor ou diretor que o fez treine expansão de consciência.

Beijão

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sábado, 28 de março de 2009 | Autor: DeRose

Se você leu e gostou do blog do jornalista António Mateus, cujo link se encontra aqui (foi postado há poucos dias), julgo que seria delicado escrever a ele emitindo a sua percepção. O blog dele não comporta comentários – e eu até compreendo, pois isso toma um tempão! – mas o colega Luís Lopes deve conseguir um meio de comunicação com o Mateus.

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sexta-feira, 27 de março de 2009 | Autor: DeRose

Alessandra Dorante

Olá Dê!
Gostaria de sugerir um post especial sobre o tópico 100 maneiras de melhorar o mundo.
É que neste sábado, dia 28 de março vai acontecer um evento mundial: A hora do planeta.

A proposta é desligarmos as luzes por 60min às 20h30.

Para contar na estatística mundial, basta cadastrar no site a sua escola ou organização. Participações individuais também contam.

Marco Santos

Parabéns Heduan!

***

Mestre não sei se aí no Brasil a campanha da Hora do Planeta também vai ter lugar, contudo passo a divulgar:

“Hora do Planeta é uma iniciativa da rede WWF cujo objectivo é encorajar empresas, comunidades e indivíduos a desligar as luzes por uma hora no dia 28 de Março de 2009, às 20h30, visando reduzir as emissões de gases de efeito de estufa. Esta iniciativa começou em 2007, através da WWF-Austrália, que envolveu apenas a cidade de Sidney, onde 2 milhões de pessoas desligaram as suas luzes. A expectativa inicial era de reduzir 5% do consumo de energia eléctrica da cidade durante os 60 minutos do evento, mas o resultado foi o dobro do esperado: 10,2% de redução no consumo. Em 2008, já houve mais de 50 milhões de pessoas a participar em todo o mundo.
A WWF, a maior organização independente de conservação de natureza a nível mundial, protege o futuro do Planeta há mais de 45 anos. Tem cerca de 5 milhões de apoiantes e está activa nos cinco continentes em mais de 100 países.

A missão da WWF é travar a degradação do planeta e construir um futuro onde os seres humanos possam viver em harmonia com a natureza: promovendo a conservação da biodiversidade; assegurando a sustentabilidade dos recursos naturais; promovendo a redução da poluição e do desperdício. Saiba mais em: http://www.panda.org e em http://www.wwf.pt” – texto retirado do site da revista Visão (http://aeiou.visao.pt/a-hora-do-planeta-esta-a-chegar=f498839).

Pode-se ver o vídeo aqui: http://www.youtube.com/watch?v=QJM1orpQiZE

Beijos a abraços para todos.

Dalila

Hora do Planeta 2009

Hora do Planeta é uma iniciativa da rede WWF que tem como objectivo encorajar empresas, comunidades e indivíduos a desligar as luzes por uma hora no dia 28 de Março de 2009, às 20h30, visando reduzir as emissões de gases de efeito de estufa e mostrando o seu apoio à luta contra as alterações climáticas.

Vamos aderir, porque, para além de ajudar o ambiente, era fabuloso ver as estrelas da janela da nossa casa.

O objectivo da Hora do Planeta é envolver mais de um bilião de pessoas em 1000 cidades em todo o mundo, em 2009.

Este ano promete!

visitem o site http://www.earthhour.org, ou, em português, o site http://www.earthhour.org/news/pt%3Apt

Muitos Beijinhos
Lila :)

Laila Rocha

É a primeira vez que o Brasil participa deste ato! E por que participar?

Porque o Brasil precisa demonstrar que a sua população está atenta ao problema! E o ano de 2009 será um ano crucial para o futuro do planeta, pois os países precisam assinar um acordo internacional, com medidas para combater o aquecimento global.

Se não for gerar nenhum transtorno e dentro de sua possibilidade, gostaria de pedir que fosse mais um instrumento na divulgação deste movimento!

Dentre tantas outras cidades, São Paulo já aderiu ao movimento e apagará as luzes da Ponte Estaiada, Viaduto do Chá, Monumento às Bandeiras, Teatro Municipal, Estádio do Pacaembú, Obelisco do Parque do Ibirapuera. Brasília já confirmou sua participação e serão apagadas as luzes do Congresso Nacional, Catedral, Esplanada dos Ministérios dentre outros.

Bruna

Olá por aqui a primeira cidade brasileira a aderir à iniciativa é o Rio de Janeiro. Onde o Cristo Redentor, será apagado junto com o Pão de Açúcar, o Parque do Flamengo e a orla de Copacabana.

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quinta-feira, 26 de março de 2009 | Autor: DeRose

A conotação dos testes mensais para praticantes é a de não-obrigatoriedade. O aluno fará os testes se assim o desejar. Caso os faça e seja aprovado, passará para um grau mais elevado (de sádhaka para yôgin; de yôgin para chêla). Obviamente, para galgar os níveis de aluno (sádhaka, yôgin e chêla) não é necessário participar de curso específico para formação profissional. Portanto, procure ler, estudar os DVDs/webclasses e participar voluntariamente dos testes.

Um aluno desinformado, seja lá qual for o seu grau, compromete a imagem do nosso Método e o bom nome do seu professor, passando para frente informações equivocadas, como aquele que declarou que praticava “yóga” com um dos nossos mais antigos e queridos instrutores.

Pior foi o que praticou durante anos na Sede Central e declarou certa vez: “A Yôga fez de mim um outro homem. Só não consigo ainda fazer a postura do lótus.” Imagine como ficou o conceito da instrutora dele, uma vez que não aplicamos o gênero feminino para a palavra Yôga, não utilizamos o termo postura e jamais traduzimos do sânscrito os nomes das técnicas! Onde ele terá lido ou escutado tal nomenclatura? E como terá permanecido tantos anos conosco sem ser corrigido pela sua instrutora?

Mais recentemente outro aluno da mesma Unidade mudou-se para Florianópolis e, ao se despedir, disse-nos: “Floripa tem tudo a ver com o Yôga. A gente só de andar pela rua já está relaxando…” Então foi isso que ele aprendeu com o seu instrutor? Que Yôga é relaxamento?

E mais uma da Sede Central, para que não digam que criticamos as outras escolas. Um praticante estava conosco havia cinco anos e saiu-se com esta: “Mestre DeRose, o professor Fulano é um ótimo instrutor. A parte da aula que eu mais gosto é a parte espiritual.” O tal instrutor Fulano ficou vermelho, gaguejou, deu uma bronca no aluno e passou horas nos justificando que ele jamais disse qualquer coisa que pudesse ter passado essa falsa imagem. Pois é, mas também não deve ter aplicado as perguntas regulamentares no final de cada classe nem deve ter aplicado os testes mensais para avaliar o que o aluno estava absorvendo.

Para melhorar o nível dos alunos, a primeira providência é incentivar todos os praticantes, mesmo os que não querem se tornar instrutores, a participar do exame mensal com vinte perguntas, extraídas do livro Tratado de Yôga. São as perguntas do mês. O teste mensal é para que o próprio praticante conscientize que existe um universo fascinante que ele ainda não conhece sobre a Nossa Cultura. Este procedimento tem também a utilidade de proporcionar um feed-back ao instrutor e lhe fornecer meios para que faça mais em benefício do aluno.

A Profa. Rosana Ortega, da Unidade Berrini, São Paulo, declarou que a partir do momento em que os testes começaram a ser aplicados, seus alunos ficaram mais engajados e passaram a estudar muito mais. Ninguém se recusou a participar da avaliação. Pelo contrário. “O pessoal está curtindo!” Mesmo antes, ao dar informações ao candidato, o instrutor percebe que ele passa a valorizar mais o curso quando sabe que há um monitoramento sério do seu progresso.

A Profa. Marisol Espinosa, de Porto Alegre, confirmou: depois que passou a oferecer os testes mensais aos alunos, todos gostaram e desenvolveram uma fidelidade maior pelo SwáSthya e pela escola.

Além dos testes mensais voluntários, a Profa. Vanessa de Holanda, da Unidade Leblon, Rio de Janeiro, certa vez me disse que no final de cada prática aplicava as perguntas do livro. Sua tática era a de avisar na sessão anterior qual iria ser o capítulo sobre o qual seria feita a pergunta da aula seguinte. Segmentando o estudo dessa forma, conseguiu estimular os alunos a ler mais e tomar gosto pelo livro. Alguns confessaram que não conseguiram parar mais de lê-lo.

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