O Método DeRose não é SwáSthya Yôga com outro nome. O Método possui outro acervo e outra proposta. Leia o pocket book O que é o Método DeRose e compreenda porquê.
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Enviado em 23/12/2009 às 10:11
Oi De Rose querido! Envio o pequeno vídeo feito na homenagem que vc recebeu da Ordem dos Advogados do Brasil, na Casa da fazenda. Fiquei muito orgulhosa e feliz em ter priorizado acompanha-lo neste momento tão especial! Bjkas! : ) [ Reply ] |
Renata Andrade
Enviado em 23/12/2009 às 18:55
Que bacana Mestre. É um privilégio e uma honra vê-lo ser tão reconhecido por entidades tão importantes. Parabéns. Espero na próxima vez poder acompanhá-lo.
Federico Giordano
Enviado em 23/12/2009 às 16:04
Mestrão!
Adorei poder te acompanhar ontem nessa importante solenidade. Foi muito importante poder testemunhar o respeito e o reconhecimento que a sociedade tem pelo nosso trabalho. Uma coisa é você ouvir de alguém, ou ver fotos e vídeos, mas estar presente é bem mais marcante.
É para mim, um privilegio enorme poder compartilhar meu tempo contigo, ao final esse é, talvez, o nosso maior ativo. Espero poder comparecer sempre nesses momentos mais solenes e também nos mais descontraídos; pois o importante é estarmos juntos.
Carinhos do
Fêde
Agradeço a presença do meus colegas Diretores de Unidades Credenciadas, que compareceram todos e não faltou nenhum, para assistir a uma solenidade oficial na cidade de São Paulo em que recebi em nome dos instrutores e alunos do Método DeRose a outorga do Grão-Colar oferecido por uma importante entidade filosófica e humanitária em comemoração aos meus 50 anos de ensino. Veja as fotos, assista ao vídeo e leia os comentários de quem esteve lá.
Vídeo:
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Enviado em 15/12/2009 às 14:29
Oi Dezinho. Segue o link do youtube para que todos possam ver um pedacinho da homenagem que você recebeu ontem. Beijos! Vivi (Para assistir em tamanho maior, clique no logo YouTube.) |
Fotos:
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Enviado em 15/12/2009 às 19:19
Algumas fotos!
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Na foto acima, DeRose com o Senador Romeu Tuma e com o ilustre amigo Dom Galdino.
Comentários:
Tessari |
Enviado em 15/12/2009 às 19:28
Mestrão, |
Ale Filippini
Enviado em 14/12/2009 às 10:47
Parabéns, Mestre, por mais essas condecorações.
Você merece!
Adorei ter participado de uma dessas ocasiões. Que honra!
Daqui a pouco o “livro” com sua trajetória, condecorações e afins estará maior que o Tratado ![]()
Alê – Unidade Alphaville / SP
Maestro Edgardo Caramella
Enviado em 14/12/2009 às 11:15
Estaré presente, con orgullo de discípulo!!!
Abrazos
Kleber Lopes – Unid Jardins/SP
Enviado em 14/12/2009 às 23:45
Eu gostei muito de participar da solenidade, foi muito linda.
Como foi dito lá, eles escolhem e reconhecem os “melhores” e foi muito gostoso te ver homenageado e ouvir todas aquelas palavras bonitas que eles falam de VOCÊ. Já vi várias fotos das outorgas que vc recebeu, mas pessoalmente é muuuuuuuuuuito mais legal.
Parabéééns!
Beijão,
Kleber
Obrigado pelo convite.
Maestro Edgardo Caramella
Enviado em 15/12/2009 às 1:27
Querido Mestre, fue muy lindo poder estar presente en un acto tan importante.
Una condecoración más que refleja como cada día la sociedad y las Instituciones reconocen la importancia de tus años de docencia y la obra realizada.
Invito a todos los colegas que se sumen a estos eventos, porque son reconocimientos a DeRose y a la Cultura de la cual todos somos parte.
Abrazos con emoción.
Chandra DeRose
Enviado em 15/12/2009 às 12:53
Foi perfeito, pai! Parabéns.
Uma genuína e destemida felicidade
(Para Alessandro e Thiago)
Um jovem escritor brasileiro que vive no exterior veio ao Brasil e passou algumas horas descontraídas com o nosso pessoal de Curitiba. O que se segue é o texto que ele escreveu sob o título acima:
“É bom estar no meio de pessoas que não se importam com política. Nem com os rumos da literatura contemporânea. É bom estar no meio de pessoas que riem de si e dos outros sem perversidade. Que não julgam. É bom estar no meio de pessoas.
Passei em Curitiba uma agradabilíssima noite com amigos. Tudo bem que eu sabia o nome de apenas dois ou três. Mas eram, vá lá, amigos. Porque me senti completamente à vontade, como há anos não me sentia, para ser eu mesmo. E quem sou eu? Esta é uma pergunta que me faço com espantosa e deprimente freqüência. Eu sou aquele que estava ali, em pé na bancada, comendo um pedaço de pão com muita manteiga. Prazer.
Foram cinco horas de nenhuma conversa séria. Nenhuma teoria da conspiração, nenhuma reclamação, nenhum medo. Éramos, novamente, crianças num jardim de infância – e isso era bom! Voltando para casa percebi que passamos cinco horas – cinco horas! – fazendo trocadilhos imbecis dignos da Praça É Nossa. Ríamos, ríamos muito. Éramos cretina e deliciosamente felizes.
Você pode pensar que estávamos bêbados. Mas… não! Não havia uma só gota de álcool na festa. Estávamos mesmo embriagados pela sensação inequívoca de estarmos juntos. Éramos todos da mesma geração, tínhamos vivido mais ou menos a mesma coisa. Buscávamos coisas bem diversas, é verdade. Mas o tempo nos unia. Sempre vi o Zeitgeist como um monstro. Descobri, nesta noite, que ele pode ser também um fantasminha camarada.
Sinto confessar, mas me falta a convivência com pessoas cujo único objetivo na vida é esta felicidade pequena e adorável. Uma felicidade que não busca se explicar com referências poéticas ou filosóficas. Uma felicidade que simplesmente é. Não éramos pessoas idiotas naquela casa. Cada qual, eu podia perceber, sabia-se dono de uma existência única, marcada por opiniões também únicas. Eram todas admiráveis por sua individualidade. Eram todas louváveis porque não procuravam o prazer pelo massacre do diverso.
Naquela noite, fui feliz. Falei o que pensava sem medo do julgamento. Melhor: muitas vezes falei o que nem pensava. Ninguém levantou a voz. Ninguém fez cara feia. Ninguém engoliu uma opinião por medo. Ninguém emitiu sua opinião para se provar inteligente.
Saí para a noite no meu passo mais alegre. Dou uns pulinhos quando estou assim. A noite estava fria, mesmo sendo novembro. O caminho para casa pareceu seguro demais e aconchegante demais. Deitei na cama. Era aniversário do meu amigo Alessandro. Desnecessário dizer, porém, que o melhor presente quem ganhou fui eu.”
Paulo Polzonoff Jr.
Polzonoff.com.br
Pois é, meu caro Polzonoff. Vocês estavam inebriados, sim, mas não de álcool ou drogas. Estavam inebriados da nossa felicidade intrínseca, da nossa intoxicação de oxigênio que hiperventila nossas almas a cada minuto de vida que vivemos e bendizemos. Somos felizes e é só isso.
Essa sensação benfazeja que desopilou sua mente é o cerne da Nossa Cultura. Espero que os que estão dentro dela, vivenciando-a no seu dia-a-dia e sendo felizes o tempo todo, continuem valorizando esse estado de ser que nos proporcionou a mesma sensação de descoberta, alegria e liberdade quando a encontramos pela primeira vez.
DeRose
Carlo Mea |
Enviado em 19/12/2009 às 22:07
Querido Mestre, |







